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Média global é de 70% e os números para Brasil e América Latina mostram cenário positivo

Os investimentos no engajamento digital do cliente são a chave para um aumento médio de receita de 70% no mundo, chegando a 95% no Brasil, segundo o relatório do Engajamento do Cliente, publicado pela Twilio. A pesquisa mostrou que investir no engajamento digital dos clientes tem um impacto significativo e positivo na retenção e confiança do consumidor nas receitas das empresas.

Além disso, os dados mostraram que a pandemia acelerou em 5.2 anos as estratégias de transformação digital das empresas brasileiras. Hoje, mais da metade do engajamento dos clientes vem de meios digitais, e o Brasil é o país da América Latina que tem a maior proporção de engajamento digital do cliente, chegando a 61%.

No Brasil, esse número chega a 89% das empresas, o maior número de toda região. Os números do Brasil são tidos pela Twilio como excelentes, com alto potencial de crescimento e investimentos na América Latina, atualmente. As previsões do estudo apontam que as empresas B2C brasileiras preveem que 73% do engajamento de seus clientes será digital até 2025.

Espera-se que o investimento em engajamento digital das empresas de LATAM dobre até 2025, como consequência de todo o crescimento e potencial observados. No Brasil, o aumento percentual médio no investimento em engajamento digital do cliente esperado nesses próximos três anos é de 149%. Outro ponto de atenção para que esse engajamento seja bem aproveitado é a personalização. Nove em cada 10 empresas B2C no Brasil e no México dizem que a personalização é “extremamente” ou “muito” importante para sua estratégia de engajamento do cliente.

O fim dos cookies

O estudo também apontou que 55% das empresas dizem não estarem totalmente preparadas para um mundo sem cookies, mesmo que essa seja uma realidade iminente. Esse número no Brasil é de 44%. Hoje, 81% das empresas dependem de cookies de terceiros para continuarem seus negócios.

Os cookies de terceiros já estão bloqueados pelo Firefox e Safari e também serão bloqueados pelo Google Chrome até o final de 2023. As empresas precisam se preparar rapidamente para essas mudanças, quando dados de consumo não poderão mais ser adquiridos dessa forma. Quando perguntados sobre que tipo de dados de clientes sua estratégia de marketing depende atualmente, 81% das empresas disseram que pelo menos metade de seus dados eram de terceiros. Enquanto isso, 85% dos consumidores querem que as marcas usem apenas dados primários ao entregar o tipo de experiência personalizada que eles esperam agora.

A depreciação dos cookies causará ainda mais dificuldade para as marcas que dependem deles para identificar e rastrear visitantes em seus sites. 42% das empresas preveem que as mudanças iminentes levarão a um menor retorno do investimento em seus gastos com marketing. Isso significa que quando um pilar fundamental da internet baseado em publicidade e mídia social desaparecer, coletar e confiar em dados primários não será mais apenas uma vantagem competitiva – será uma aposta para a sobrevivência.

Personalização: expectativas versus realidade

A personalização emergiu como um dos aspectos mais importantes da entrega de uma experiência de marca competitiva que atrairá clientes e criará fidelidade à marca. De fato, as consequências de não fornecer experiências personalizadas aos clientes podem ser graves, com quase dois terços dos consumidores dizendo que deixarão de usar uma marca se ela não personalizar sua experiência.

No entanto, embora marcas e consumidores concordem que a personalização é importante, o relatório descobriu algumas lacunas surpreendentes entre os dois grupos. Por exemplo, a maioria das empresas (88%) pesquisadas acredita que a personalização é fundamental para sua estratégia de engajamento do cliente. No entanto, enquanto 75% das empresas afirmam fornecer experiências personalizadas boas ou excelentes aos clientes, mais da metade dos consumidores (52%) discorda, relatando personalização ruim ou média.

Cinco fundamentos para garantir a sobrevivência digital

“A pesquisa é clara: as empresas que priorizaram o engajamento digital do cliente estão colhendo os frutos”, disse Glenn Weinstein, Chief Customer Officer da Twilio. “Entre as altas expectativas dos clientes, tecnologias em mudança e a perda iminente de cookies, a personalização nem sempre é fácil. Mas as empresas podem vencer seguindo cinco fundamentos principais: adotar o digital, personalizar cada interação, mudar para dados primários, fechar a lacuna de confiança e encontrar maneiras mais inteligentes de se envolver com os clientes.”

As principais conclusões do relatório da Twilio incluem:

  •   70% é o aumento médio de receita entre as empresas que investiram no engajamento digital do cliente nos últimos dois anos. Para 7% das empresas que responderam, as receitas triplicaram após investir no engajamento digital do cliente;
  •   As empresas B2C dizem que os últimos dois anos aceleraram suas estratégias de transformação digital em uma média de 6,5 anos. Entre os entrevistados, 17% das empresas dizem que avançaram de 10 a 14 anos.
  •   75% das empresas acham que estão oferecendo experiências personalizadas boas ou excelentes. Mas mais da metade dos consumidores discordam;
  •   95% das empresas B2C acreditam que os consumidores confiam em sua capacidade de proteger dados, mas apenas 65% dos consumidores realmente confiam nessas empresas;
  •   A geração Z e a geração Y são duas vezes mais propensas que os baby boomers a terem experimentado fadiga digital nos últimos 30 dias;
  •   O relatório também fornece insights e exemplos de engajamento digital de clientes de classe mundial de cinco organizações globais líderes diferentes – Allianz, Intuit, Nubank, The Trevor Project e Electrolux.

O relatório é baseado em duas pesquisas realizadas pela Lawless Research em dezembro de 2021 e janeiro de 2022. A pesquisa da empresa B2C coletou respostas de 3450 líderes empresariais, enquanto a pesquisa do consumidor coletou respostas de 4500 consumidores. Ambas as pesquisas incluíram entrevistados da Austrália, Brasil, Colômbia, França, Alemanha, Itália, Japão, México, Singapura, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos, com várias centenas a 1000 respostas de cada país. Além disso, o relatório inclui análise de dados agregados anônimos de mais de 1,6 trilhão de interações que ocorreram na plataforma da Twilio, incluindo o Twilio Segment, nos últimos anos.

https://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/39795/investimentos-no-engajamento-digital-do-cliente-geraram-aumento-medio-de-receita-de-ate-95-por-cento-no-brasil-aponta-twilio.html

 

Entenda quais os pontos usados em cada uma dessas iniciativas e os retornos que trazem

O Outbound e o Inbound são estratégias usadas dentro do Marketing. Cada uma delas tem sua maneira de trazer o cliente para as empresas. No geral, se opta por uma das duas estratégias para colocar em prática, a que melhor se adequa ao objetivo da empresa.

De forma mais objetiva e didática, o Outbound é uma forma mais tradicional de marketing, com propagandas físicas e digitais que empurram o produto para o cliente. Já o Inbound é uma maneira mais sutil, que busca despertar o interesse do consumidor, com gatilhos que o levem ao produto.

Existem diversas estratégias dentro do marketing, e elas evoluem conforme o comportamento das pessoas mudam. O Inbound Marketing, por exemplo, cresceu da necessidade em atrair o cliente pelo interesse, já que a internet tem cada vez mais distrações.

Apesar disso, o Inbound não surgiu recentemente, pelo contrário, tratava-se de uma alternativa para as empresas, pois o valor do custo por aquisição (CAC) era mais vantajoso para gerar receita, pois era mais em conta. 

A partir do momento em que o Inbound passou a crescer, os anunciantes começaram a questionar a vantagem do Outbound. Porém, ambas as iniciativas funcionam dentro do Marketing e vendas, principalmente. 

Outra definição sobre o Inbound e o Outbound Marketing é que: o Inbound é uma prospecção passiva, enquanto o Outbound é ativa. Isso porque, de forma passiva as empresas precisam atrair os potenciais clientes, já ativamente, o perfil é definido antes, e somente são feitas as abordagens. 

Outbound Marketing

O Outbound é a forma tradicional de se fazer marketing. A tradução do nome é justamente o marketing tradicional. O objetivo dessa abordagem é trazer clientes através do oferecimento de produtos e serviços. Inclusive indo atrás dos consumidores, e não gerando interesse. 

Essa modalidade do marketing cresceu através dos meios de comunicação de massa, como a televisão, rádio, revistas, jornais, cartazes, outdoors e patrocínios em grandes eventos. 

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Mesmo com o Inbound crescendo, o Outbound também está presente na era digital. É uma forma mais impositiva de se apresentar conteúdos, como propagandas em vídeos, sites e redes sociais. 

Apesar de ser uma abordagem que tem entrado em desuso, muitas empresas, de diversos segmentos veem o Outbound como uma forma efetiva de conseguir clientes. A verdade é que não existe uma forma correta de se fazer marketing, e sim maneiras de se obter resultados esperados pela empresa.

Dentro do Outbound, existem dois tipos de empresas, a B2C e a B2B, exemplificaremos melhor abaixo:

Empresas B2C: quando as empresas focam em status, realização pessoal e economia. Buscam a concorrência por relevância e influência, com menor valor investido.

Empresas B2B: quando as empresas buscam eficiência e custo-benefício. Trabalham com a inovação e reconhecimento, com maior valor investido. 

Em ambas as situações, as empresas investem no Outbound e a forma de abordagem em oferecer produtos e serviços aos possíveis clientes. 

Benefícios do Outbound Marketing

Quando a estratégia da empresa é bem alinhada com as necessidades que tem, é possível ter eficácia quando implementar o Outbound no processo de vendas. Tendo benefícios como:

  • Previsibilidade de renda
  • Crescimento em conversões
  • Crescimento de leads 
  • Crescimento de respostas por e-mail
  • Redução no ciclo de vendas
  • Planejamento assertivo

Inbound Marketing

O Inbound tem sido mais discutido e tem crescido no mercado digital brasileiro. Muitas empresas estão passando a adotar essa estratégia de marketing. Principalmente porque o mercado tem se tornado cada vez mais competitivo, e atrair clientes é uma porta importante para ser seguida. 

A tradução livre do termo Inbound Marketing seria marketing de atração, e o objetivo do Inbound é justamente esse, atrair e fidelizar clientes, diferente do que era feito antes, quando se focava mais nas vendas, e não necessariamente nas personas. 

Em outras palavras, o foco do marketing de atração não é ir atrás do cliente, e sim criar gatilhos que o façam se interessar pelo produto ou serviço ao ponto de comprar ou contratar. 

Essa trajetória do cliente é feita com conteúdos da empresa para atrair o público. E para isso, precisa haver uma pesquisa sobre qual o perfil que a empresa quer atingir, para que a comunicação seja assertiva. 

Pois não adianta que a empresa crie diversos conteúdos de qualidade, bem pensados e estruturados para clientes que não se interessam pelo serviço. É preciso se comunicar com as personas que a empresa se propõe a trabalhar. 

Esse caminho que o cliente percorre é chamado de funil de vendas, que busca atrair os consumidores, e fazê-lo passar por essas várias etapas de conteúdos, até efetivamente virar um cliente da empresa. 

Funil de vendas

Através de conteúdos bem pensados e atrativos, as visitas no site aumentam, o que já aumenta a credibilidade da empresa devido aos acessos. Porém, esse visitante ainda não é um cliente, então entram mais gatilhos de conteúdos para que a pessoa informe os dados e fale quem é, assim saberemos melhor quais são os interesses e desejos que ela tem. 

Esses conteúdos já dentro do site geralmente são landing pages, formulários e até mesmo e-books. Quando já se estabelece uma conexão, é possível enviar e-mail marketing, nutrindo o interesse pela compra. Até que o lead, se torna de fato, um cliente. 

Apesar do que muitos pensam, o Inbound não é usado apenas para vendas online, qualquer negócio local, que tenha redes sociais e sites, podem criar uma estratégia de atração para o seu empreendimento. 

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Benefícios do Inbound Marketing

Assim como o Outbound, o Inbound também traz benefícios para quem escolhe esse método de captar clientes: 

  • É mais econômico
  • Fideliza clientes com mais facilidade
  • Otimiza a comunicação cliente/empresa
  • Segmenta ações
  • Aumenta a oportunidade de vendas

Como utilizar as duas estratégias ao mesmo tempo

Há segmentos no mercado no qual é possível utilizar os dois métodos de captação de cliente ao mesmo tempo. É o que chamamos de funil em Y. 

O Inbound Marketing trabalha com o objetivo de atrair, converter e nutrir. Já o Outbound atua na captação, conexão e qualificação. No funil em Y, há três pontes que ligam esses dois métodos. 

Converter e conectar: suponhamos que a empresa fabricou algumas peças para serem vendidas, de acordo com quantidade de leads que tem. Porém, as vendas não vingaram. 

A solução será passar a demanda para o Outbound, no qual a equipe entrará em contato com os leads através de e-mails ou ligações.

Conectar e nutrir: se o Outbound não tiver resultados, a próxima solução será passar esse problema a ser resolvido para o funil do Inbound. 

É quando o lead será nutrido de informações sobre o produto, a fim de evoluir a decisão em prosseguir com a jornada de compra. Trata-se de um trabalho de atração. 

Nutrir e qualificar: quando o lead já passou pelas de ser nutrido, porém não finalizou a compra, o ideal é repassá-lo à equipe de vendas. Desta forma, os colaboradores poderão entrar em contato e questionar se há interesse, e assim, o qualificando. 

Esse último processo é importante pois muitas vezes o lead só precisa tirar dúvidas, para de fato, concluir o processo. 

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Vantagens do funil em Y

A união entre o Outbound e o Inbound traz uma previsibilidade e eficácia aos negócios. Isso porque, com os processos bem separados, é possível saber o momento exato em que é preciso entrar em contato com o lead, fazendo uma abordagem mais direta. 

Como nas demais estratégias de marketing, é importante mapear os dados do cliente no momento em que ele entra em contato com a empresa. Para que assim seja possível avaliar, desde o início, se o ICP do cliente está dentro do que a empresa espera. 

O funil em Y ajuda, principalmente, a consertar o desalinhamento entre as equipes de marketing e vendas de uma empresa. Quando se tem metas separadas, sem olhar o que outro time está fazendo, acaba trazendo resultados menos assertivos. 

Quando as estratégias são pensadas em conjunto, olhando em um todo para o crescimento, é possível alcançar metas mais sólidas e com mais qualidade. 

Muitas coisas vão se beneficiar com a popularização do 5G, né? Talvez a que mais se beneficie seja outra inovação que não sai das rodas de conversa dos amantes de tecnologia: o Metaverso. Talvez você esteja pensando: “Mas Lu, por que o 5G é importante para o Metaverso?”

É até engraçado pensar que apenas dois símbolos, 5 e G, tenham uma importância tão grande na criação de todo um universo virtual, né? Mas, por trás dessa nova velocidade de conexão tem muita coisa que vai ajudar no processo de tornar o Metaverso em realidade, dá uma olhadinha!

Transmissão de dados

O Metaverso promete uma revolução na forma como as pessoas se relacionam com o mundo virtual seja no trabalho ou em momentos de lazer, criando um mundo complexo onde podemos interagir e o 5G é importante para essa nova etapa!

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Gente, pensa comigo: qualquer coisa que você vai fazer na internet exige uma troca de dados, né? Você envia os dados da sua conexão e recebe os dados do host (máquina responsável por oferecer recursos e informações aos usuários) e isso completa um ciclo.

Com o 5G esse “ciclo” vai ser muito mais rápido! Segundo a operadora Claro, já com o 5G DDS, uma versão no meio do caminho entre o 4G e o 5G, a velocidade já aumenta em 12x do que temos hoje! Imagina então quando cruzarmos o caminho todo?! Mal posso esperar!

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Revolução na conexão dos aparelhos

Para entrar no Metaverso é preciso um portal de entrada, né? Os aparelhos que usamos no dia a dia são esse portal que usamos para entrar em uma nova realidade! E muito se relaciona o 5G à conexão de aparelhos móveis, mas a verdade é que muitos outros equipamentos como notebook podem ganhar muito com a inovação!

Essa revolução que o 5G está trazendo vai beneficiar muito as empresas, permitindo a criação de mundos complexos para que as pessoas entrem e façam parte do Metaverso e a curiosidade para ver o que vem por aí está nas alturas!

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Aos poucos as coisas vão se complementando e entendemos um pouco mais sobre essa nova realidade chamada Metaverso e vocês sempre podem contar comigo para trazer informações quentinhas! Em breve estou de volta, gente!

https://canaltech.com.br/inovacao/por-que-o-5g-e-importante-para-o-metaverso/

 

Founder da Cortex, Natan Reiter aborda as previsões mais estratégicas para este ano

Não dá mais para fugir, o digital estará no foco do ecossistema das empresas B2B, principalmente quando falamos da área de vendas. Isso porque a maioria das tendências para este ano estão totalmente ou parcialmente ligadas às tecnologias. Esse movimento é fruto das mudanças comportamentais ocorridas nos últimos dois anos, mas também da transformação digital.

O relatório Gartner Future of Sales 2025 revela que 60% das organizações de vendas B2B farão a transição de vendas baseadas em experiência e intuição para vendas orientadas por dados até 2025. Para as marcas que não querem ficar para trás, é mais do que essencial – e já passou da hora -, de alinhar as suas estratégias de venda aos recursos disponíveis para encontrar oportunidades, aumentar a eficácia das tomadas de decisão e otimizar suas vendas.

Fato é que o processo de vendas mudou, alinhado ao comportamento do cliente, que está dispondo de mais informações e, consequentemente, se tornando cada vez mais exigente. Tudo isso contribui para que ele tenha um poder de escolha maior, tornando-se independente do vendedor e de seu discurso.

Sendo assim, nos próximos meses, mais do que em qualquer outro tempo, os líderes precisarão também ficar atentos à adoção de estratégias, métodos, ferramentas e serviços sob o guarda-chuva de Sales Intelligence. Em síntese, gira em torno do conceito de reunir dados sobre o cliente potencial, em tempo real e por meio de vários canais e plataformas diferentes.

A busca por relevância em escala representa um grande desafio, já que, para encantar tantas pessoas ao longo do funil em uma mesma negociação, é fundamental apresentar uma oferta sob medida e adequada às necessidades da empresa prospectada.

Nesse quesito, os dados se tornam um material valioso para fornecer pistas sobre as demandas e os objetivos do seu potencial cliente e de que forma o seu produto ou serviço pode auxiliar.

Para aprofundarmos um pouco mais no assunto, preparei uma lista com 6 tendências em vendas para este ano que entendo como fundamentais para o crescimento dos negócios B2B.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) há tempos já é uma realidade para empresas que estão na vanguarda de seus setores. Hoje, com o avanço das tecnologias, cada vez mais marcas entendem a necessidade e a importância do uso da IA para reunir dados valiosos sobre os clientes, que podem ser usados para desenvolver estratégias e impulsionar as vendas. 

Além disso, por meio da IA, também é possível rastrear potenciais clientes e determinar quais têm maior chance de conversão, economizando tempo e recursos no processo.

Outro ponto importante é que a IA projeta tendências que podem ajudar a fazer planejamentos que aproveitem essas oportunidades. Assim, em 2022, ela definirá as empresas que vão vender mais e, principalmente, melhor e aquelas que ficarão estagnadas no mercado.

Para que as estratégias deem certo, será necessário priorizar as vendas baseadas em IA automatizando ao máximo e liberando as pessoas para elas fazerem o que nenhuma máquina ou sistema pode fazer: se relacionar.

Data Driven Selling

Um estudo realizado pela Gartner mostra que, até 2025, cerca de 60% dos departamentos de vendas de empresas B2B deverão coletar dados e usá-los como base para todas as suas decisões estratégicas. Isso vai desde os produtos que a companhia vende até o melhor contexto para entrar em contato com um lead, prospect ou cliente. Chamamos essa tendência de Data Driven Selling.

Podemos dar um destaque maior para as empresas B2B. Afinal, elas estão cada vez mais convencidas de que precisam ampliar sua inteligência de dados para lidar com compradores mais exigentes e conectados.

Ênfase nas capacidades analíticas

Não adianta investir em estratégias e ferramentas digitais para aumentar suas vendas se você não tem um time preparado para gerenciá-las, certo? Por isso, existe hoje uma grande necessidade de tanto os líderes como as equipes precisarem urgentemente desenvolver a capacidade analítica.

Essa é uma das soft skills mais buscadas pelo mercado. Afinal, em um mundo com tantos dados à nossa disposição, é perigoso e até fatal para uma empresa trabalhar com achismos. Por isso, ter a habilidade de produzir informações e conhecimento a partir da análise de dados, organizando de forma lógica informações de diferentes origens e natureza, será de extrema importância.

Isso porque, entre outras razões, os próprios compradores agora esperam que os vendedores saibam quem são e o que querem em cada experiência que têm ao longo do ciclo de vida do relacionamento. Eles querem uma parceria para tomar decisões mais informadas, como descreve um estudo da Forrester.

Experiência de diálogo do cliente

Outra estratégia que vai se destacar este ano é a experiência de diálogo do cliente. Ela, em síntese, diz respeito a como o time de Vendas conversa com cada conta nos mais variados meios, desde as chamadas frias e redes sociais até as plataformas de chat.

Claro que não se trata de forçar uma intimidade, mas sim ter um cuidado maior com o cliente, saber dialogar e se mostrar disponível para ouvir. Assim, ao invés de investir simplesmente na mecanização do atendimento, é importante fazer com que os compradores se sintam conversando com pessoas reais, mesmo que por trás de uma tela de computador ou celular.

Uma pesquisa que corrobora com esse tópico é da Mckinsey, que mostrou que 52% dos entrevistados disseram se sentir mais confiantes para comprar dessa forma do que seguindo o passo a passo de um chatbot.

Evolução do Social Selling

Não é novidade para ninguém que as redes sociais são um ótimo lugar para prospectar, negociar e fechar negócios. Mas saiba que ainda há muito para ser explorado nesses canais. As redes sociais são uma ótima oportunidade para construir relacionamentos mais significativos e aumentar a visibilidade da marca através de engajamento on-line.

O Social Selling é também uma maneira moderna de construir relacionamentos comerciais e desenvolver confiança com a carteira de clientes. Para você ter noção, 89% dos vendedores de melhor desempenho creditam seu sucesso à presença em redes sociais, segundo um estudo do LinkedIn. Sendo assim, essa prática se torna indispensável nas operações de vendas.

Modelo híbrido ou totalmente remoto

Seja presencial, via e-commerce ou até WhatsApp, a abordagem comercial híbrida chegou para ficar. Isso porque, durante a pandemia, muitas fronteiras foram superadas, tanto para os vendedores quanto para os compradores, o que normalizou os diferentes tipos de contato.

Neste ano, no mesmo movimento da multicanalidade, os comitês de compras poderão escolher a experiência de compra que melhor se adeque ao seu momento. Eles poderão chamar para reuniões presenciais em determinadas ocasiões, mas também terão a opção de negociar via videoconferência, por exemplo. Por isso, é necessário que os times estejam antenados com todas as possibilidades e saibam lidar com a preferência do comprador.

https://www.metropoles.com/colunas/m-buzz/seis-tendencias-de-vendas-b2b-para-ficar-atento-em-2022

Em 2013, a investidora norte-americana Aileen Lee cunhou o termo “unicórnios” para designar startups avaliadas em pelo menos 1 bilhão de dólares, mas para essas empresas assumirem este posto são necessários três requisitos indispensáveis: tecnologia, escalabilidade e crescimento acelerado.

De lá para cá, o termo ganhou força e popularidade e, desde maio de 2017, o Brasil começou a ganhar os seus primeiros unicórnios brasileiros. O Brasil se classifica entre os 10 países com o maior número de startups avaliadas acima de US$1 bi, com uma relação total de 16 unicórnios em meio a um registro de 13.465 startups em todo o país, de acordo com a StartupBase.

As candidatas a unicórnio para 2022

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Desde que o aplicativo de transporte 99 se tornou o primeiro unicórnio brasileiro, em 2018, nunca surgiram tantos em apenas um ano no Brasil. Para o ecossistema de inovação brasileiro, o ano de 2021 teve um valor recorde de investimento. As startups brasileiras arrecadaram mais de US$ 9,7 bilhões em investimentos até novembro.

Esse fenômeno levou o Brasil a atualizar sua lista de unicórnios com 10 novas startups somente em 2021. Entre os canditados a unicórnio em 2022 estão fintechs, healthtechs e edtechs, que podem se tornar as primeiras representantes  a valer mais de US$ 1 bilhão, segundo o site Startups e CB Insights. Confira a lista completa a seguir:

  1. Alice

O programa Want-to-Be-Wellness arrecadou US$ 174,8 milhões desde seu lançamento no início de 2020. A rodada de US$ 127 milhões da Série C é a segunda e primeira deste ano. O ponto alto de sua trajetória, que deixa espaço para uma D-Series maior em 2022.

2. Beep

A Beep levantou uma rodada da Série B em abril com uma avaliação de 670 milhões de reais, ou cerca de US$ 120 milhões. Arrecadou R$ 130 milhões, ou cerca de US$ 23 milhões, desde a sua criação. Parece um “grande trecho”, mas faz sentido dado o ritmo de crescimento e a estrutura que a empresa está consolidando.

3. Cora

O banco digital é uma das duas rodadas de financiamento em 2021. A startup Cora conquistou US$ 116 milhões em financiamento da Série B, 4 meses após o financiamento da Série A e um aumento de 4x no tamanho. Isso coloca a fintech em uma avaliação de cerca de US$ 350 milhões. Na série C, isso tende a pelo menos triplicar até 2022.

4. Descomplica

A Descomplica lançou sua Série E em fevereiro, arrecadando US$ 130 milhões. Na próxima rodada, trazendo pelo menos US$ 100 milhões em caixa – o que não deve estar fora de questão considerando o perfil de investidor que tem – a avaliação deve ultrapassar US$ 1 bilhão e a empresa passa para a próxima linha, um IPO

5. Kovi

A startup de aluguel de carros anunciou em agosto que havia arrecadado US$ 100 milhões (562 milhões de reais) em uma rodada da Série B, e agora a empresa sonha com a expansão internacional.

  1. Neon

Na verdade, os bancos digitais já são unicórnios. A Neon já obteve 5 financiamentos e a última rodada  foi uma Série C por US$ 300 milhões em 2 de setembro de 2020. Uma captura em 2022 só marcará o status quo.

  1. Trybe

A edtech Trybe que já teve 2 financiamentos, foi avaliada em US$ 252 milhões em uma rodada da Série B anunciada em outubro de 2021, da qual levantou US$ 27 milhões para um total de US$ 40 milhões.

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Dentre as startups mais valorizadas do mundo, está a fintech brasileira Nubank com o valuation de 25 U$ bilhões. Segundo o CB Insights, para 2021 o cenário de empresas unicórnio no mundo está aquecido, com mais de 546 no mundo, que somam um valuation total de U$ 1.817 bilhões.

A maior empresa com valuation está a empresa de IA Bytedance, que é a startup de maior valuation atualmente. Ela é a empresa-mãe do TikTok, que é considerada uma das mais promissoras do mundo e é avaliada em US$ 140 bilhões.

Ocupando a segunda posição, está a startup SpaceX de Elon Musk, que é avaliada em US$ 74 bilhões na lista de unicórnios. Em seguida, está a startup Stripe que foi avaliada em torno de US $ 95 bilhões em 2020.

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A Magazine Luiza é a empresa brasileira que mais comprou startups na América Latina, segundo a Sling Hub, plataforma de inteligência de dados em inovação. A argentina Mercado Livre também está na lista, ao lado de outras sete companhias brasileiras como B2W (Americanas), Locaweb e Méliuz.

O estudo reúne dados de 24.409 startups e 656 investidores em países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai. Os dados apontam para um recorde neste ano na região. Até agosto, 195 startups latinas entraram em processos de fusão e aquisição. No ano passado, ocorreram 200 acordos desse tipo, e 83% das startups adquiridas foram brasileiras.

A Magalu, investiu em muitas empresas e startups no último ano, ao se tornar dona de mais cinco delas. Entre outros motivos para isso, a rede de lojas nutre o plano de criar um “superapp”, ou seja, um aplicativo que concentra serviços de diversos setores, como ocorre com as gigantes chinesas do comércio digital como Baidu e WeChat.

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Elencamos a lista completa com todas as startups brasileiras avaliadas em pelo menos 1 bilhão de dólares. Conheça agora cada uma delas:

99

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Aplicativo de transporte individual
  • Fundadores: Paulo Veras, Ariel Lambrecht e Renato Freitas
  • Quando se tornou um unicórnio: Maio de 2017

Fundada em São Paulo em 2012 por Paulo Veras, Ariel Lambrecht e Renato Freitas, a 99 se tornou uma startup unicórnio em janeiro de 2018, ao ser adquirida pelo equivalente a US$ 1 bilhão pelo grupo chinês Didi Chuxing. Na época, o pagamento total foi de US$ 600 milhões – a empresa asiática já tinha participações na 99 antes de efetuar a compra.

PagSeguro

  • Fundação: 2006
  • O que faz: Soluções de pagamento
  • Quando se tornou um unicórnio: Janeiro de 2018

A PagSeguro, empresa de meios de pagamento afiliada ao UOL, tornou-se unicórnio brasileiro após ser listada na Bolsa de Valores de Nova York. Este é um dos IPOs de maior sucesso de empresas brasileiras no exterior. Ao final do primeiro dia de listagem, a empresa estava avaliada em US$ 9,2 bilhões. Hoje, vale US$ 15,44 bilhões.

OBS: A PagSeguro deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

Nubank

  • Fundação: 2013
  • O que faz: Operadora de cartões de crédito totalmente baseada no digital.
  • Fundadores: David Vélez, Cristina Junqueira e Edward Wible
  • Quando se tornou um unicórnio: Março de 2018

Depois de receber um investimento de US$ 150 milhões do DST Global Fund, Nubank revelou que havia se tornado um unicórnio – no entanto, a empresa alegou que havia alcançado essa avaliação de mercado antes desta rodada de investimentos. Poucos meses depois, o Nubank foi avaliado em US $ 4 bilhões após receber financiamento da Tencent da China. Em julho deste ano, tornou-se a primeira startup brasileira a se tornar uma decacórnio, e recebeu US $ 400 milhões do fundo americano TCV, com avaliação de cerca de US $ 10 bilhões.

OBS: O Nubank  deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio em 2021, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

Arco Educação

  • Fundação: 2004
  • O que faz: Software educacional
  • Fundador: Oto de Sá Cavalcante
  • Quando se tornou um unicórnio: Setembro de 2018

A empresa Arco Educação anunciou a abertura de capital (IPO) na bolsa de valores americana Nasdaq. A companhia arrecadou US$ 194,5 milhões, cerca de R$ 783 milhões, com a venda de uma fatia de 22,8% do negócio. O preço da ação ficou definido em US$ 17,50 para o início das negociações, chegando a um valor de mercado de US$ 850 milhões (R$ 3,4 bilhões).

OBS: A Arco Educação  deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

Stone

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Soluções de pagamento
  • Fundador: André Street
  • Quando se tornou um unicórnio: Outubro de 2018

Fundada  em 2012, a Stone se beneficiou de uma mudança regulatória para crescer no mercado brasileiro de maquininhas de cartão de crédito. Foi crescendo pelas beiradas, buscando espaço em um setor controlado pela dupla Rede e Cielo, e, ao abrir capital na bolsa de valores de Nova York em 2018, chegou à avaliação de unicórnio.

OBS: A Stone deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

iFood

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Maior plataforma de delivery de comida pela internet da América Latina.
  • Fundadores: Guilherme Pinho Bonifacio, Patrick Sigrist, Felipe Ramos Fioravante e Simone Alves de Carvalho
  • Quando se tornou um unicórnio: Novembro de 2018

O iFood, que pertence à holding Movile, recebeu em novembro de 2018 um aporte de US$ 500 milhões dos fundos Naspers e Innova Capital, ligado a Jorge Paulo Lemann.

Movile

  • Fundação: 1998
  • O que faz: Empresa por trás da criação do iFood, PlayKids, Sympla e outros.
  • Fundadores: Fabricio Bloisi e Eduardo Henrique
  • Quando se tornou um unicórnio: Novembro de 2018

Quando a startup de delivery de comida, iFood, tornou-se um unicórnio,  levou junto a sua dona, a Movile, a se tornar startup unicórnio também. Vale dizer que a Movile, além do iFood, também tem investimentos em startups como Sympla e é dona do Playkids.

Gympass

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Plataforma de acesso a academias e estúdios para atividades físicas presente em mais de 14 países.
  • Fundadores: César Carvalho, Vinicius Ferriani e João Thayro
  • Quando se tornou um unicórnio: Junho de 2019

A Gympass que está em mais de 14 países, recebeu um aporte de US$ 300 milhões liderado pelo SoftBank e pelo General Atlantic, fundo americano com experiência em startups. A startup tem um modelo de negócios ousado: oferece um plano de “assinatura de academias, atividades físicas e serviços de bem-estar” a empresas, que por sua vez repassam esse sistema como um benefício a seus colaboradores.

Loggi

  • Fundação: 2014
  • O que faz: Plataforma para entregas via motoboys.
  • Fundadores: Fabien Mendez e Arthur Debert
  • Quando se tornou um unicórnio: Junho de 2019

A primeira startup brasileira ser investida pelo grupo Softbank, foi a Loggi, fundada pelo francês Fabien Mendez em São Paulo. A startup de entregas levantou US$ 150 milhões em uma rodada liderada pelos japoneses.

QuintoAndar

  • Fundação: 2013
  • O que faz: Plataforma para aluguel de imóveis.
  • Fundadores: André Penha e Gabriel Braga
  • Quando se tornou um unicórnio: Setembro de 2019

A QuintoAndar foi fundada em 2013 pelos empresários Gabriel Braga e André Penha e é responsável por mediar a relação entre senhorio e inquilino e eliminar a necessidade de fiadores, fiadores ou fiadores. Hoje, atua em 25 cidades do Brasil e fecha 4.500 contratos por mês. Em uma rodada de financiamento liderada pela SoftBank e o fundo americano Dragoneer, ele recebeu US $ 250 milhões e se tornou um unicórnio.

Ebanx

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Solução para que empresas internacionais possam receber pagamentos feitos no Brasil.
  • Fundadores: Alphonse Voigt, Wagner Ruiz e João Del Valle
  • Quando se tornou um unicórnio: Outubro de 2019

O Ebanx permite que empresas estrangeiras como Spotify, Airbnb e Aliexpress vendam produtos e serviços para brasileiros e os cobrem em moeda local. A empresa foi fundada em Curitiba em 2012 por Alphonse Voigt, João del Valle e Wagner Ruiz, e hoje conta com mais de 600 funcionários e está presente em diversos países da América Latina – e pretende se expandir para lá.

Wildlife Studios

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Desenvolve jogos mobile.
  • Fundadores: Arthur Lazarte e Victor Lazarte
  • Quando se tornou um unicórnio: Dezembro de 2019

A Wildlife foi fundada em São Paulo em 2011 e continua sendo o Top Free Games (TFG). É o unicórnio com a trajetória de desenvolvimento mais cautelosa até o momento: entrou na segunda fase da história após adquirir a Benchmark Capital (do Uber, Twitter e Snapchat).

Loft

  • Fundação: 2018
  • O que faz: Compra e reforma de imóveis utilizando inteligência artificial.
  • Fundadores: lorian Hagenbuch e Mate Pencz
  • Quando se tornou um unicórnio: Janeiro de 2020

A Loft foi fundada em agosto de 2018 pelos criadores das impressoras digitais Printi Mate Pencz e Florian Hagenbuch, usando a tecnologia para dar nova vida a negócios antigos: compra, reforma e venda de apartamentos. A empresa tem como objetivo entrar em novos mercados no Brasil e na América Latina.

VTEX

  • Fundação: 2000
  • O que faz: Conecta o mercado de varejo através de plataforma de e-commerce.
  • Fundadores: Geraldo Thomaz e Mariano Gomide
  • Quando se tornou um unicórnio: Setembro de 2020

A VTEX foi fundada em 2000 e possui um sistema que permite às marcas criarem lojas online. Hoje, a empresa é responsável pelas operações de e-commerce de marcas como Samsung, Whirlpool, C&A, Saraiva e O Boticário. Ao receber uma rodada de doações de R $ 1,25 bilhão liderada pela Tiger Global, Constellation e Lone Pine Capital, tornou-se um unicórnio. Seu valor é de 1,7 bilhão de dólares americanos.

C6 Bank

  • Fundação: 2012
  • O que faz: É um banco sem agências físicas.
  • Fundadores:  Carlos Fonseca e Leandro Torres
  • Quando se tornou um unicórnio: Dezembro de 2020

O banco digital C6 Bank tornou-se o mais novo unicórnio do país, com valor de mercado fixado em R$ 11,3 bilhões de reais (US$ 2,1 bilhões). Mais de 40 investidores privados estiveram envolvidos no recente esforço de arrecadação de fundos da holding C6, que resultou em um aumento de capital de R$ 1,3 bilhão (US$ 252 milhões). O Credit Suisse atuou como agente financeiro da operação e seu presidente no Brasil, José Olympio Pereira, diz que notou um “enorme interesse” dos investidores na rodada.

Creditas

  • Fundação: 2018
  • O que faz: Empréstimo com garantia de imóvel, veículo, consignado privado e financiamento de carro.
  • Fundadores:  Sergio Furio
  • Quando se tornou um unicórnio: Dezembro de 2020

Em 2019, a Creditas chegou perto de virar unicórnio com um aporte de US$ 231 milhões liderado pelo SoftBank – o aporte a avaliou em US$ 750 milhões. No apagar das luzes de 2020, um novo aporte – de US$ 255 milhões, liderado por fundos de private equity – fez a empresa ser avaliada em US$ 1,75 bilhões, entrando neste seleto clube.

Madeira Madeira

  • Fundação: 2009
  • O que faz: Venda de bens para lares através de varejo online e offline
  • Fundadores: Daniel Scandian e Marcelo Scandian
  • Quando se tornou um unicórnio: Janeiro de 2021

Especializada em venda online de material de construção e móveis, a startup curitibana MadeiraMadeira anunciou em janeiro de 2021 que o seu valor de mercado superou a marca de US$ 1 bilhão, após receber um aporte de US$ 190 milhões liderado pelo Softbank e pela gestora de fundos de ações Dynamo.

Hotmart

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Plataforma online para distribuição e vendas de produtos
  • Fundadores:  João Pedro Resende e Mateus Bicalho
  • Quando se tornou um unicórnio: Março de 2021

A startup mineira Hotmart, depois de mais de um ano escondendo o título, confirmou pela primeira vez que já havia atingido em 2020 a avaliação de US$ 1 bilhão. Fundada por João Pedro Resende e Mateus Bicalho em 2011, a Hotmart ajuda criadores de conteúdo a monetizarem seus produtos na internet.

Mercado Bitcoin

  • Fundação: 2013
  • O que faz: Plataforma de negociação de bitcoins e criptomoedas
  • Fundador: Gustavo Chamati
  • Quando se tornou um unicórnio: Julho de 2021

O fundo Softbank fechou acordo para investir US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) na plataforma de criptomoedas brasileira Mercado Bitcoin. Este é o maior aporte do fundo no setor na América Latina, segundo nota. Com o investimento, o grupo 2TM, holding que controla o Mercado Bitcoin, passa a ser avaliado em US$ 2,1 bilhões — tornando-se uma startup unicórnio.

Unico

  • Fundação: 2007
  • O que faz: Oferece soluções de biometria facial e admissão digital
  • Fundadores: Diego Martins, com a ajuda de Rui Jordão e Paulo Alencastro
  • Quando se tornou um unicórnio: Agosto de 2021

A startup Unico, empresa brasileira que oferece soluções em identificações digitais, é o mais novo unicórnio brasileiro – empreendimento avaliado em mais de US$ 1 bilhão. A IDTech anunciou, que recebeu aporte de R$ 625 milhões, durante uma rodada de investimentos liderada pelos fundos da General Atlantic e do SoftBank.

 Nuvemshop

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Plataforma de e-commerce para pequenos e médios varejistas
  • Fundadores: Santiago Sosa
  • Quando se tornou um unicórnio: Agosto de 2021

A Nuvemshop recebeu um aporte de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões) em uma rodada liderada pelos fundos Insight Partners e Tiger Global Management. Com o investimento, a startup se torna mais um unicórnio brasileiro – pode haver um debate sobre a nacionalidade da empresa, já que ela foi fundada na Argentina, mas, com a matriz transferida para cá, a Nuvemshop se apresenta como uma companhia brasileira. 

Frete.com

  • Fundação: 2008
  • Fundador: Federico Vega
  • O que faz:  conecta transportadoras a caminhoneiros para o transporte de carga em todo o país
  • Quando se tornou um unicórnio: Novembro de 2021

Em novembro do ano seguinte, tornou-se unicórnio ao receber cheque de outros US$ 200 milhões da chinesa Tencent e do japonês Softbank. A partir de então, a companhia passou a se chamar de CargoX para Frete.com 

CloudWalk

  • Fundação: 2013
  • Fundador: Luis Silva
  • O que faz: startup de meios de pagamento
  • Quando virou um unicórnio: Novembro de 2021

A CloudWalk tornou-se unicórnio após receber o segundo aporte em 2021, de US$ 150 milhões, elevando a avaliação de mercado para US$ 2,15 bilhões. 

Daki

  • Fundação: 2021
  • Fundadores: Rafael Vasto, Rodrigo Maroja e Alex Bretzner
  • O que faz: startup de entrega ultrarrápida de mercado
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A Daki, especializada em delivery de itens de mercado em até 15 minutos, tornou-se unicórnio com 10 meses de vida ao receber aporte de US$ 260 milhões. O cheque impulsiona a startup em um setor com diversos gigantes, como iFood, Rappi e Uber Eats

Merama

  • Fundação: 2020
  • Fundadores: Guilherme Nosralla, Renato Andrade, Sujay Tyle, Olivier Scialom e Felipe Delgado
  • O que faz: empresa de aceleração de marcas em plataformas digitais
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A startup Merama, que tem sede em São Paulo e na Cidade do México, recebeu um investimento Series A de US$ 160 milhões, US$60 de equity e US$ 100 de linha de crédito. A rodada contou com a participação de fundos de ponta como a Monashees, Valor Capital, Balderton e MAYA Capital, além de fundadores e executivos ligados a empresas como MadeiraMadeira, Rappi, iFood e entre outros. 

Olist

  • Fundação: 2015
  • Fundadores: Tiago Dalvi
  • O que faz: startup de comércio eletrônico
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A Olist conquistou o título de unicórnio, em dezembro, quando levantou cerca de US$ 186 milhões (cerca de R$ 1 bilhão), oito meses após fechar outra rodada de R$ 454 milhões. Fundada em Curitiba em 2015, a companhia nasceu como uma “digitalizadora” de lojas físicas em marketplaces conhecidos, como Amazon e Mercado Livre. 

Facily

  • Fundação: 2018
  • Fundadores:
  • O que faz: startup de  social commerce
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A startup recebeu US $135 milhões em investimentos em Série D-1, como uma extensão da rodada da Série D, de US $250 milhões anunciada em novembro deste ano. A rodada foi liderada pela Goodwater e Prosus,  junto com a Rise Capital, Emerging Variant, Tru Arrow e outros fundos.

Neon

  • Fundação: 2016
  • Fundadores: Pedro Conrade
  • O que faz: fintech
  • Quando virou unicórnio: Fevereiro de 2022

Após um aporte de US$300 milhões, a startup Neon agora é avaliada em mais de US$1 bilhão, se tornando o novo unicórnio brasileiro.  A rodada foi liderada pelo banco espanhol BBVA. A fintech não divulgou sua avaliação exata. A Neon diz ter se tornado unicórnio há “algum tempo” – mas o anúncio foi feito apenas nesta segunda-feira (14/02).

https://blog.aaainovacao.com.br/unicornios-brasileiros/ 

No último dia 30 de março, foi instalada no Congresso Federal uma comissão de juristas que deverá elaborar junto ao Senado, dentro de 120 dias, um projeto de regulação da Inteligência Artificial (IA) no Brasil. As sugestões de especialistas e demais setores da sociedade ao projeto que será o novo marco regulatório do tema no país poderão ser encaminhadas ao Senado até 13 de maio.

Incluem-se, dentre os eixos temáticos elaborados pelos juristas, os seguintes temas: Conceitos, compreensão e classificação de inteligência artificial; Impactos da inteligência artificial; Direitos e deveres; e Accountability, governança e fiscalização. 

O novo marco legal da IA deverá funcionar em substituição aos Projetos de Lei (PLs) 5.051/2019, de autoria do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN); 21/2020, do deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE); e 872/2021, do senador Veneziano Vital do Rego (MDB-PB), que tramitam no Congresso Nacional.

Paralelamente a esta mobilização jurídica, política e social sobre o tema, acontece em Gramado, no Rio Grande do Sul, entre os dias 6 e 8 de abril, o Gramado Summit, conferência de inovação, que deve contar com a participação de mais de 200 empresas expositoras e mais de 140 palestrantes, inclusive representantes de grandes empresas mundiais, como TikTok e Meta. Entre os temas a serem abordados está a Inteligência Artificial, cada vez mais discutida na sociedade devido à adoção do metaverso por vários atores econômicos e do meio do entretenimento.

Diana Haas, proprietária da empresa Ahaas Mídias Sociais, destaca que o Gramado Summit pode ser considerado o maior brainstorm da América Latina, pois é um evento que possibilita trocas de contatos e experiências sobre as novas tendências do marketing digital. Para ela, os profissionais do marketing estão fazendo a história do mercado, vivendo a era do 5.0, entendendo, errando e acertando nas melhores práticas diante de um mercado “efêmero”.

Intercâmbio de ideias e olhares sobre o mercado

Na visão de Haas, o Gramado Summit deve oferecer conteúdos que podem ajudar PMEs (Pequenas e Médias Empresas) a se desenvolverem mais no âmbito do marketing digital, valendo-se de inovações tecnológicas cada vez mais avançadas. “O evento certamente trará, além da teoria, toda a prática de mercado. Podemos esperar insights para colocar novas estratégias de marketing em prática, com celeridade, em qualquer tipo de negócio”, afirma.

Apesar dos grandes players, prossegue, irão acontecer palestras em todos os níveis, desde os checklists básicos para iniciar no mercado digital, até soluções avançadas de tecnologias existentes – todas acessíveis para PMEs.

Feira de negócios para startups

Durante o Gramado Summit, os conferencistas serão divididos em quatro palcos de conteúdo simultâneos (Plenária Principal, Marketing e Vendas, Finanças e Investimentos e Transformação Digital) – a convenção também terá uma feira de negócios para startups em estágio inicial e empresas já firmadas no mercado. 

Segundo o cronograma, Kim Farrell, líder de marketing do TikTok para a América Latina, vai palestrar sobre as táticas da rede social no mercado brasileiro. A Meta – empresa que gere aplicativos como Facebook, Instagram e WhatsApp -, por sua vez, enviará Louise Peres, gerente de parcerias estratégicas da companhia no Brasil.

Afora isso, diversos palestrantes já confirmaram a participação no Gramado Summit, como: Alfredo Soares (VTEX), Bruna Pereira (The Walt Disney Company Brasil), Gabriel Sukita (Facebook), Helena Bertho (Nubank), Eduardo Picarelli (Heineken) e Núbia Mota (Adobe). O evento também contará com a presença do influenciador Joel Jota, do filósofo Luiz Pondé e do músico Rincon Sapiência, entre outros nomes.

https://www.bemparana.com.br/noticia/setor-de-tecnologia-debate-ia-e-reune-especialistas-em-rs-274346#.YlAq9sjMLIU

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Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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