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Segundo relatório elaborado pela Sling Hub, a região tem mais de 40 startups avaliadas em US$ 1 bi e algumas que já podem chegar a US$ 10 bi.

O Brasil tornou-se um celeiro de unicórnios, das startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. E, neste contexto, o país vem ganhando protagonismo regional, sendo, atualmente, a nação com maior número de unicórnios da América Latina. Segundo relatório elaborado pela plataforma brasileira Sling Hub, a América Latina tem mais de 40 empresas com esse perfil e o Brasil lidera. Os empreendimentos de base tecnológica chegam a faturar US$ 1 bilhão no mercado antes de entrarem na bolsa de valores, por exemplo.

De acordo com levantamento da Olivia, consultoria focada em processos de transformação organizacional, um novo movimento está surgindo: o “decacórnio”, empresas de capital privado avaliadas em US$ 10 bilhões. Com mais de 48 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, empresas como Mercado Livre e Nubank integram esse grupo e acumulam receitas bilionárias. Esse fenômeno já vem mudando o perfil de transações de fusões e aquisições, pois são empresas de histórico recente geradas nos contextos da nova economia.

Segundo o estudo feito com 74 executivos de companhias localizadas em oito estados brasileiros, 35% dos profissionais responderam que haviam participado de processos de fusões e aquisições nos últimos três anos. Desse total, 24% o fizeram nos últimos 12 meses. Embora os dados confirmem o ritmo acelerado das transações no País, o estudo revela algumas falhas no processo de integração entre as companhias.

“Para 74% dos respondentes, a estratégia de integração foi única e clara. No entanto, na maioria dos casos (66%) a cultura predominante passou a ser a da empresa compradora. Já é um avanço pois há um movimento de reconhecimento de que o cliente está no centro da decisão e da cultura, independente de quem é comprador ou comprado!”, destaca Reynaldo Naves, managing partner da Olivia Brasil. A pesquisa mostra ainda que entre os principais motivos das transações estão a entrada em novos mercados (42%), a ampliação da base de clientes (19%), seguidos da incorporação de nova tecnologia (8%), know-how (8%) e talentos (2%).

O fator da crise sanitária apenas acelerou a imensa abertura de oportunidades de inovações e de novos produtos e serviços focados no novo consumidor pós-pandemia, e o contexto de M&A confirma esta tendência de novas empresas unicórnios mudarem de lado da mesa de negociações e partirem para aquisições, como por exemplo, a Olist, que adquiriu as empresas Tiny, especializada em ERP, e Vnda, plataforma de ecommerce. “Neste sentido, os processos precisam ser muito mais focados nas necessidades dos clientes. Portanto, as empresas envolvidas devem estar muito mais abertas à mescla cultural dentro do processo de integração”, sinaliza Naves.

O managing partner da Olivia Brasil explica que cada transação de M&A deve ser analisada individualmente, para que o modelo de negócio e o processo de integração cultural sejam avaliados, além da análise dos processos e características de cada companhia. “As pessoas sempre devem estar no centro dessa mudança, pois são elas que serão responsáveis por conduzir a empresa resultado da fusão para seus novos objetivos”, comenta Naves. O especialista explica que essa é a razão pela qual os líderes têm papel vital nesse processo e precisam estar alinhados à nova identidade cultural, pois os colaboradores precisam se sentir acolhidos, o que fará toda a diferença no sucesso da operação.

 

https://forbes.com.br/forbes-tech/2022/04/brasil-lidera-lista-de-unicornios-e-se-prepara-para-a-era-dos-decacornios/

Criado em 1997, o padrão de conexão só chegou ao Brasil em 2008

Você já imaginou viver atualmente em um mundo sem plataformas de streaming ou Whatsapp? Ou que tudo que fosse feito na internet precisasse de cabos para funcionar? O Wi-Fi revolucionou a vida como a conhecemos e virou um dos itens de maior destaque e uso na rotina. Afinal, ficamos 99% do tempo conectados de alguma forma, seja para trabalhar e estudar, seja para se entreter.

 

Com mais de 20 anos de criação, a rede Wi-Fi se tornou a principal alternativa de conexão à internet, devido à facilidade e praticidade que proporciona. Apesar da grande utilização, muita gente não sabe como a tecnologia surgiu ou funciona.

 

Por isso, confira sete curiosidades sobre o Wi-Fi listadas por Alexandre Nogueira, Gerente Executivo de Vendas da Mercusys, e Marcello Liviero, diretor comercial da TP-Link no Brasil.

1. Origem na Segunda Guerra Mundial

O primeiro protótipo de Wi-Fi foi produzido durante a Segunda Guerra Mundial pela atriz Hedy Lamarr, que criou e patenteou uma espécie de torpedo guiado por rádio. Anos mais tarde, o recurso acabou dando origem ao primeiro padrão de conexão sem fio.

2. O nome

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o nome Wi-Fi não tem um significado específico. A sigla é uma abreviação de Wireless Fidelity, que significa fidelidade sem fio. O termo também é uma mistura do conceito de Wireless com Hi-Fi, que abrevia High Fidelity (alta fidelidade), anunciando um tipo de conexão que garante a fidelidade da comunicação, mesmo sem o uso de cabos.

3. Popularização

Após anos de desenvolvimento, em 1997, os pesquisadores lançaram a primeira versão da tecnologia. Em 2000, os primeiros espaços públicos começaram a disponibilizar internet sem fio ao redor do mundo. O Wi-Fi chegou ao Brasil apenas em 2008, quando equipamentos com sistema Android começaram a se popularizar no país.

4. Ondas de rádio

Wi-Fi é uma tecnologia que usa ondas de rádio para transferir informações de um dispositivo para outro, possibilitando que computadores, celulares e outros aparelhos acessem a internet e se comuniquem. Segundo Alexandre, para que um dispositivo tenha acesso a esses sinais, é preciso que esteja dentro do “hotspot”, ou seja, inserido em um determinado raio de ação, no alcance das ondas.

5. Dispositivos conectados

Atualmente, 5,2 bilhões de dispositivos que usam a tecnologia estão ativos ​​em todo o mundo, segundo dados do estudo “Fatos e Estatísticas”, da World Wi-Fi Day.

6. Padrões

Existem diversos padrões de Wi-Fi que foram evoluindo ao longo dos anos. Segundo Marcello, o primeiro padrão tinha uma velocidade muito limitada, transmitindo no máximo 1 mbps (megabyte por segundo). O mais recente, o padrão Wi-Fi 6E, é responsável por uma conectividade mais estável e eficiente, chegando a transmitir até 6 ghz.

7. Internet das Coisas

Retratada na ficção como extremamente futurista, a Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) é uma realidade e só é possível por conta do Wi-Fi. O mercado de dispositivos inteligentes cresce em alta velocidade e as casas estão cada vez mais conectadas, contendo desde o acendimento de lâmpadas por comando de voz até o controle de eletrodomésticos.

 

O marketing digital é indispensável em qualquer tipo de empresa, seja ela pequena ou uma multinacional

O marketing digital engloba diversas estratégias que podem ser usadas por gigantes do mercado, mas também por microempresas, que não podem ficar para trás neste assunto, principalmente quando se fala no meio online. Por isso, é essencial que se conheça as estratégias e as aplique nas microempresas, visto que as chances de alavancá-las são enormes.

O maior desafio enfrentado pelas pequenas e microempresas é, sem dúvida, a competitividade com as grandes empresas. Isso porque, em geral, essas empresas não conseguem realizar investimentos significativos em marketing e propaganda.

Cada quantidade, por menor que seja, deve ser aplicada com precisão, sem sobredosagem.

Redes como Facebook, Instagram, Twitter e TikTok são muito procuradas por pequenas empresas para atingir seu público-alvo e assim aumentar as vendas.

No entanto, as estratégias de marketing digital vão muito além de comentar posts ou anúncios pagos. Esses planos de ação vão desde a usabilidade do site até campanhas que convertem usuários em consumidores.

Estratégias de marketing digital para aplicar em microempresas

Como se destacar em um mercado concorrido? Pois bem, aproveitando desde sempre as melhores ações online e os diferentes formatos para garantir a visibilidade do público. É a partir desse pensamento, com foco no digital, que uma pequena empresa é capaz de dar um salto e concorrer de perto com as gigantes do mercado.

Marcar presença online

Cada vez mais usuários estão fomentando suas visões sobre marcas, bens e serviços por meio de ambientes virtuais. E quem permanece e insiste no offline tem dificuldade em se defender de possíveis cobranças ou mesmo conquistar novos clientes. Por isso, a presença online é o primeiro passo para conquistar o público.

Investir em qualidade no conteúdo

Para essa tarefa, o inbound marketing é a base ideal para criar e compartilhar conteúdo relevante e de alta qualidade para seu público-alvo. Esse mecanismo é uma maneira totalmente nova de pensar o marketing digital e oferecer algo ao cliente sem necessidade de troca.

Anúncios segmentados e bem construídos

As microempresas são frequentemente aplicáveis ​​a perfis de consumidores muito específicos.

Por isso, é importante direcionar as ações para as pessoas certas. Ao investir dinheiro em publicidade, você pode segmentar seu público, ou seja, definir quem pode acessar seus produtos. Quanto mais segmentados forem seus anúncios, maiores serão suas chances de conversão. Para isso, porém, é necessário conhecer o seu público-alvo.

A base de qualquer estratégia de marketing digital é o planejamento. É preciso entender as possíveis estratégias e compreender o comportamento do público-alvo para que o plano envie adequadamente a mensagem e traga os resultados desejados.

Não existe receita de bolo para o marketing digital, tudo se resume a orçamento, perfil de público, tipo de produto ou serviço oferecido e objetivos da empresa. Enfim, muitas estratégias para transformar usuários em consumidores.

https://br.blastingnews.com/economia/2022/04/como-comecar-a-aplicar-o-marketing-digital-em-microempresa-003450290.html

Média global é de 70% e os números para Brasil e América Latina mostram cenário positivo

Os investimentos no engajamento digital do cliente são a chave para um aumento médio de receita de 70% no mundo, chegando a 95% no Brasil, segundo o relatório do Engajamento do Cliente, publicado pela Twilio. A pesquisa mostrou que investir no engajamento digital dos clientes tem um impacto significativo e positivo na retenção e confiança do consumidor nas receitas das empresas.

Além disso, os dados mostraram que a pandemia acelerou em 5.2 anos as estratégias de transformação digital das empresas brasileiras. Hoje, mais da metade do engajamento dos clientes vem de meios digitais, e o Brasil é o país da América Latina que tem a maior proporção de engajamento digital do cliente, chegando a 61%.

No Brasil, esse número chega a 89% das empresas, o maior número de toda região. Os números do Brasil são tidos pela Twilio como excelentes, com alto potencial de crescimento e investimentos na América Latina, atualmente. As previsões do estudo apontam que as empresas B2C brasileiras preveem que 73% do engajamento de seus clientes será digital até 2025.

Espera-se que o investimento em engajamento digital das empresas de LATAM dobre até 2025, como consequência de todo o crescimento e potencial observados. No Brasil, o aumento percentual médio no investimento em engajamento digital do cliente esperado nesses próximos três anos é de 149%. Outro ponto de atenção para que esse engajamento seja bem aproveitado é a personalização. Nove em cada 10 empresas B2C no Brasil e no México dizem que a personalização é “extremamente” ou “muito” importante para sua estratégia de engajamento do cliente.

O fim dos cookies

O estudo também apontou que 55% das empresas dizem não estarem totalmente preparadas para um mundo sem cookies, mesmo que essa seja uma realidade iminente. Esse número no Brasil é de 44%. Hoje, 81% das empresas dependem de cookies de terceiros para continuarem seus negócios.

Os cookies de terceiros já estão bloqueados pelo Firefox e Safari e também serão bloqueados pelo Google Chrome até o final de 2023. As empresas precisam se preparar rapidamente para essas mudanças, quando dados de consumo não poderão mais ser adquiridos dessa forma. Quando perguntados sobre que tipo de dados de clientes sua estratégia de marketing depende atualmente, 81% das empresas disseram que pelo menos metade de seus dados eram de terceiros. Enquanto isso, 85% dos consumidores querem que as marcas usem apenas dados primários ao entregar o tipo de experiência personalizada que eles esperam agora.

A depreciação dos cookies causará ainda mais dificuldade para as marcas que dependem deles para identificar e rastrear visitantes em seus sites. 42% das empresas preveem que as mudanças iminentes levarão a um menor retorno do investimento em seus gastos com marketing. Isso significa que quando um pilar fundamental da internet baseado em publicidade e mídia social desaparecer, coletar e confiar em dados primários não será mais apenas uma vantagem competitiva – será uma aposta para a sobrevivência.

Personalização: expectativas versus realidade

A personalização emergiu como um dos aspectos mais importantes da entrega de uma experiência de marca competitiva que atrairá clientes e criará fidelidade à marca. De fato, as consequências de não fornecer experiências personalizadas aos clientes podem ser graves, com quase dois terços dos consumidores dizendo que deixarão de usar uma marca se ela não personalizar sua experiência.

No entanto, embora marcas e consumidores concordem que a personalização é importante, o relatório descobriu algumas lacunas surpreendentes entre os dois grupos. Por exemplo, a maioria das empresas (88%) pesquisadas acredita que a personalização é fundamental para sua estratégia de engajamento do cliente. No entanto, enquanto 75% das empresas afirmam fornecer experiências personalizadas boas ou excelentes aos clientes, mais da metade dos consumidores (52%) discorda, relatando personalização ruim ou média.

Cinco fundamentos para garantir a sobrevivência digital

“A pesquisa é clara: as empresas que priorizaram o engajamento digital do cliente estão colhendo os frutos”, disse Glenn Weinstein, Chief Customer Officer da Twilio. “Entre as altas expectativas dos clientes, tecnologias em mudança e a perda iminente de cookies, a personalização nem sempre é fácil. Mas as empresas podem vencer seguindo cinco fundamentos principais: adotar o digital, personalizar cada interação, mudar para dados primários, fechar a lacuna de confiança e encontrar maneiras mais inteligentes de se envolver com os clientes.”

As principais conclusões do relatório da Twilio incluem:

  •   70% é o aumento médio de receita entre as empresas que investiram no engajamento digital do cliente nos últimos dois anos. Para 7% das empresas que responderam, as receitas triplicaram após investir no engajamento digital do cliente;
  •   As empresas B2C dizem que os últimos dois anos aceleraram suas estratégias de transformação digital em uma média de 6,5 anos. Entre os entrevistados, 17% das empresas dizem que avançaram de 10 a 14 anos.
  •   75% das empresas acham que estão oferecendo experiências personalizadas boas ou excelentes. Mas mais da metade dos consumidores discordam;
  •   95% das empresas B2C acreditam que os consumidores confiam em sua capacidade de proteger dados, mas apenas 65% dos consumidores realmente confiam nessas empresas;
  •   A geração Z e a geração Y são duas vezes mais propensas que os baby boomers a terem experimentado fadiga digital nos últimos 30 dias;
  •   O relatório também fornece insights e exemplos de engajamento digital de clientes de classe mundial de cinco organizações globais líderes diferentes – Allianz, Intuit, Nubank, The Trevor Project e Electrolux.

O relatório é baseado em duas pesquisas realizadas pela Lawless Research em dezembro de 2021 e janeiro de 2022. A pesquisa da empresa B2C coletou respostas de 3450 líderes empresariais, enquanto a pesquisa do consumidor coletou respostas de 4500 consumidores. Ambas as pesquisas incluíram entrevistados da Austrália, Brasil, Colômbia, França, Alemanha, Itália, Japão, México, Singapura, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos, com várias centenas a 1000 respostas de cada país. Além disso, o relatório inclui análise de dados agregados anônimos de mais de 1,6 trilhão de interações que ocorreram na plataforma da Twilio, incluindo o Twilio Segment, nos últimos anos.

https://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/39795/investimentos-no-engajamento-digital-do-cliente-geraram-aumento-medio-de-receita-de-ate-95-por-cento-no-brasil-aponta-twilio.html

 

Muitas coisas vão se beneficiar com a popularização do 5G, né? Talvez a que mais se beneficie seja outra inovação que não sai das rodas de conversa dos amantes de tecnologia: o Metaverso. Talvez você esteja pensando: “Mas Lu, por que o 5G é importante para o Metaverso?”

É até engraçado pensar que apenas dois símbolos, 5 e G, tenham uma importância tão grande na criação de todo um universo virtual, né? Mas, por trás dessa nova velocidade de conexão tem muita coisa que vai ajudar no processo de tornar o Metaverso em realidade, dá uma olhadinha!

Transmissão de dados

O Metaverso promete uma revolução na forma como as pessoas se relacionam com o mundo virtual seja no trabalho ou em momentos de lazer, criando um mundo complexo onde podemos interagir e o 5G é importante para essa nova etapa!

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Gente, pensa comigo: qualquer coisa que você vai fazer na internet exige uma troca de dados, né? Você envia os dados da sua conexão e recebe os dados do host (máquina responsável por oferecer recursos e informações aos usuários) e isso completa um ciclo.

Com o 5G esse “ciclo” vai ser muito mais rápido! Segundo a operadora Claro, já com o 5G DDS, uma versão no meio do caminho entre o 4G e o 5G, a velocidade já aumenta em 12x do que temos hoje! Imagina então quando cruzarmos o caminho todo?! Mal posso esperar!

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Revolução na conexão dos aparelhos

Para entrar no Metaverso é preciso um portal de entrada, né? Os aparelhos que usamos no dia a dia são esse portal que usamos para entrar em uma nova realidade! E muito se relaciona o 5G à conexão de aparelhos móveis, mas a verdade é que muitos outros equipamentos como notebook podem ganhar muito com a inovação!

Essa revolução que o 5G está trazendo vai beneficiar muito as empresas, permitindo a criação de mundos complexos para que as pessoas entrem e façam parte do Metaverso e a curiosidade para ver o que vem por aí está nas alturas!

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Aos poucos as coisas vão se complementando e entendemos um pouco mais sobre essa nova realidade chamada Metaverso e vocês sempre podem contar comigo para trazer informações quentinhas! Em breve estou de volta, gente!

https://canaltech.com.br/inovacao/por-que-o-5g-e-importante-para-o-metaverso/

 

Founder da Cortex, Natan Reiter aborda as previsões mais estratégicas para este ano

Não dá mais para fugir, o digital estará no foco do ecossistema das empresas B2B, principalmente quando falamos da área de vendas. Isso porque a maioria das tendências para este ano estão totalmente ou parcialmente ligadas às tecnologias. Esse movimento é fruto das mudanças comportamentais ocorridas nos últimos dois anos, mas também da transformação digital.

O relatório Gartner Future of Sales 2025 revela que 60% das organizações de vendas B2B farão a transição de vendas baseadas em experiência e intuição para vendas orientadas por dados até 2025. Para as marcas que não querem ficar para trás, é mais do que essencial – e já passou da hora -, de alinhar as suas estratégias de venda aos recursos disponíveis para encontrar oportunidades, aumentar a eficácia das tomadas de decisão e otimizar suas vendas.

Fato é que o processo de vendas mudou, alinhado ao comportamento do cliente, que está dispondo de mais informações e, consequentemente, se tornando cada vez mais exigente. Tudo isso contribui para que ele tenha um poder de escolha maior, tornando-se independente do vendedor e de seu discurso.

Sendo assim, nos próximos meses, mais do que em qualquer outro tempo, os líderes precisarão também ficar atentos à adoção de estratégias, métodos, ferramentas e serviços sob o guarda-chuva de Sales Intelligence. Em síntese, gira em torno do conceito de reunir dados sobre o cliente potencial, em tempo real e por meio de vários canais e plataformas diferentes.

A busca por relevância em escala representa um grande desafio, já que, para encantar tantas pessoas ao longo do funil em uma mesma negociação, é fundamental apresentar uma oferta sob medida e adequada às necessidades da empresa prospectada.

Nesse quesito, os dados se tornam um material valioso para fornecer pistas sobre as demandas e os objetivos do seu potencial cliente e de que forma o seu produto ou serviço pode auxiliar.

Para aprofundarmos um pouco mais no assunto, preparei uma lista com 6 tendências em vendas para este ano que entendo como fundamentais para o crescimento dos negócios B2B.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) há tempos já é uma realidade para empresas que estão na vanguarda de seus setores. Hoje, com o avanço das tecnologias, cada vez mais marcas entendem a necessidade e a importância do uso da IA para reunir dados valiosos sobre os clientes, que podem ser usados para desenvolver estratégias e impulsionar as vendas. 

Além disso, por meio da IA, também é possível rastrear potenciais clientes e determinar quais têm maior chance de conversão, economizando tempo e recursos no processo.

Outro ponto importante é que a IA projeta tendências que podem ajudar a fazer planejamentos que aproveitem essas oportunidades. Assim, em 2022, ela definirá as empresas que vão vender mais e, principalmente, melhor e aquelas que ficarão estagnadas no mercado.

Para que as estratégias deem certo, será necessário priorizar as vendas baseadas em IA automatizando ao máximo e liberando as pessoas para elas fazerem o que nenhuma máquina ou sistema pode fazer: se relacionar.

Data Driven Selling

Um estudo realizado pela Gartner mostra que, até 2025, cerca de 60% dos departamentos de vendas de empresas B2B deverão coletar dados e usá-los como base para todas as suas decisões estratégicas. Isso vai desde os produtos que a companhia vende até o melhor contexto para entrar em contato com um lead, prospect ou cliente. Chamamos essa tendência de Data Driven Selling.

Podemos dar um destaque maior para as empresas B2B. Afinal, elas estão cada vez mais convencidas de que precisam ampliar sua inteligência de dados para lidar com compradores mais exigentes e conectados.

Ênfase nas capacidades analíticas

Não adianta investir em estratégias e ferramentas digitais para aumentar suas vendas se você não tem um time preparado para gerenciá-las, certo? Por isso, existe hoje uma grande necessidade de tanto os líderes como as equipes precisarem urgentemente desenvolver a capacidade analítica.

Essa é uma das soft skills mais buscadas pelo mercado. Afinal, em um mundo com tantos dados à nossa disposição, é perigoso e até fatal para uma empresa trabalhar com achismos. Por isso, ter a habilidade de produzir informações e conhecimento a partir da análise de dados, organizando de forma lógica informações de diferentes origens e natureza, será de extrema importância.

Isso porque, entre outras razões, os próprios compradores agora esperam que os vendedores saibam quem são e o que querem em cada experiência que têm ao longo do ciclo de vida do relacionamento. Eles querem uma parceria para tomar decisões mais informadas, como descreve um estudo da Forrester.

Experiência de diálogo do cliente

Outra estratégia que vai se destacar este ano é a experiência de diálogo do cliente. Ela, em síntese, diz respeito a como o time de Vendas conversa com cada conta nos mais variados meios, desde as chamadas frias e redes sociais até as plataformas de chat.

Claro que não se trata de forçar uma intimidade, mas sim ter um cuidado maior com o cliente, saber dialogar e se mostrar disponível para ouvir. Assim, ao invés de investir simplesmente na mecanização do atendimento, é importante fazer com que os compradores se sintam conversando com pessoas reais, mesmo que por trás de uma tela de computador ou celular.

Uma pesquisa que corrobora com esse tópico é da Mckinsey, que mostrou que 52% dos entrevistados disseram se sentir mais confiantes para comprar dessa forma do que seguindo o passo a passo de um chatbot.

Evolução do Social Selling

Não é novidade para ninguém que as redes sociais são um ótimo lugar para prospectar, negociar e fechar negócios. Mas saiba que ainda há muito para ser explorado nesses canais. As redes sociais são uma ótima oportunidade para construir relacionamentos mais significativos e aumentar a visibilidade da marca através de engajamento on-line.

O Social Selling é também uma maneira moderna de construir relacionamentos comerciais e desenvolver confiança com a carteira de clientes. Para você ter noção, 89% dos vendedores de melhor desempenho creditam seu sucesso à presença em redes sociais, segundo um estudo do LinkedIn. Sendo assim, essa prática se torna indispensável nas operações de vendas.

Modelo híbrido ou totalmente remoto

Seja presencial, via e-commerce ou até WhatsApp, a abordagem comercial híbrida chegou para ficar. Isso porque, durante a pandemia, muitas fronteiras foram superadas, tanto para os vendedores quanto para os compradores, o que normalizou os diferentes tipos de contato.

Neste ano, no mesmo movimento da multicanalidade, os comitês de compras poderão escolher a experiência de compra que melhor se adeque ao seu momento. Eles poderão chamar para reuniões presenciais em determinadas ocasiões, mas também terão a opção de negociar via videoconferência, por exemplo. Por isso, é necessário que os times estejam antenados com todas as possibilidades e saibam lidar com a preferência do comprador.

https://www.metropoles.com/colunas/m-buzz/seis-tendencias-de-vendas-b2b-para-ficar-atento-em-2022

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Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

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