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Em 2013, a investidora norte-americana Aileen Lee cunhou o termo “unicórnios” para designar startups avaliadas em pelo menos 1 bilhão de dólares, mas para essas empresas assumirem este posto são necessários três requisitos indispensáveis: tecnologia, escalabilidade e crescimento acelerado.

De lá para cá, o termo ganhou força e popularidade e, desde maio de 2017, o Brasil começou a ganhar os seus primeiros unicórnios brasileiros. O Brasil se classifica entre os 10 países com o maior número de startups avaliadas acima de US$1 bi, com uma relação total de 16 unicórnios em meio a um registro de 13.465 startups em todo o país, de acordo com a StartupBase.

As candidatas a unicórnio para 2022

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Desde que o aplicativo de transporte 99 se tornou o primeiro unicórnio brasileiro, em 2018, nunca surgiram tantos em apenas um ano no Brasil. Para o ecossistema de inovação brasileiro, o ano de 2021 teve um valor recorde de investimento. As startups brasileiras arrecadaram mais de US$ 9,7 bilhões em investimentos até novembro.

Esse fenômeno levou o Brasil a atualizar sua lista de unicórnios com 10 novas startups somente em 2021. Entre os canditados a unicórnio em 2022 estão fintechs, healthtechs e edtechs, que podem se tornar as primeiras representantes  a valer mais de US$ 1 bilhão, segundo o site Startups e CB Insights. Confira a lista completa a seguir:

  1. Alice

O programa Want-to-Be-Wellness arrecadou US$ 174,8 milhões desde seu lançamento no início de 2020. A rodada de US$ 127 milhões da Série C é a segunda e primeira deste ano. O ponto alto de sua trajetória, que deixa espaço para uma D-Series maior em 2022.

2. Beep

A Beep levantou uma rodada da Série B em abril com uma avaliação de 670 milhões de reais, ou cerca de US$ 120 milhões. Arrecadou R$ 130 milhões, ou cerca de US$ 23 milhões, desde a sua criação. Parece um “grande trecho”, mas faz sentido dado o ritmo de crescimento e a estrutura que a empresa está consolidando.

3. Cora

O banco digital é uma das duas rodadas de financiamento em 2021. A startup Cora conquistou US$ 116 milhões em financiamento da Série B, 4 meses após o financiamento da Série A e um aumento de 4x no tamanho. Isso coloca a fintech em uma avaliação de cerca de US$ 350 milhões. Na série C, isso tende a pelo menos triplicar até 2022.

4. Descomplica

A Descomplica lançou sua Série E em fevereiro, arrecadando US$ 130 milhões. Na próxima rodada, trazendo pelo menos US$ 100 milhões em caixa – o que não deve estar fora de questão considerando o perfil de investidor que tem – a avaliação deve ultrapassar US$ 1 bilhão e a empresa passa para a próxima linha, um IPO

5. Kovi

A startup de aluguel de carros anunciou em agosto que havia arrecadado US$ 100 milhões (562 milhões de reais) em uma rodada da Série B, e agora a empresa sonha com a expansão internacional.

  1. Neon

Na verdade, os bancos digitais já são unicórnios. A Neon já obteve 5 financiamentos e a última rodada  foi uma Série C por US$ 300 milhões em 2 de setembro de 2020. Uma captura em 2022 só marcará o status quo.

  1. Trybe

A edtech Trybe que já teve 2 financiamentos, foi avaliada em US$ 252 milhões em uma rodada da Série B anunciada em outubro de 2021, da qual levantou US$ 27 milhões para um total de US$ 40 milhões.

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Dentre as startups mais valorizadas do mundo, está a fintech brasileira Nubank com o valuation de 25 U$ bilhões. Segundo o CB Insights, para 2021 o cenário de empresas unicórnio no mundo está aquecido, com mais de 546 no mundo, que somam um valuation total de U$ 1.817 bilhões.

A maior empresa com valuation está a empresa de IA Bytedance, que é a startup de maior valuation atualmente. Ela é a empresa-mãe do TikTok, que é considerada uma das mais promissoras do mundo e é avaliada em US$ 140 bilhões.

Ocupando a segunda posição, está a startup SpaceX de Elon Musk, que é avaliada em US$ 74 bilhões na lista de unicórnios. Em seguida, está a startup Stripe que foi avaliada em torno de US $ 95 bilhões em 2020.

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A Magazine Luiza é a empresa brasileira que mais comprou startups na América Latina, segundo a Sling Hub, plataforma de inteligência de dados em inovação. A argentina Mercado Livre também está na lista, ao lado de outras sete companhias brasileiras como B2W (Americanas), Locaweb e Méliuz.

O estudo reúne dados de 24.409 startups e 656 investidores em países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai. Os dados apontam para um recorde neste ano na região. Até agosto, 195 startups latinas entraram em processos de fusão e aquisição. No ano passado, ocorreram 200 acordos desse tipo, e 83% das startups adquiridas foram brasileiras.

A Magalu, investiu em muitas empresas e startups no último ano, ao se tornar dona de mais cinco delas. Entre outros motivos para isso, a rede de lojas nutre o plano de criar um “superapp”, ou seja, um aplicativo que concentra serviços de diversos setores, como ocorre com as gigantes chinesas do comércio digital como Baidu e WeChat.

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Elencamos a lista completa com todas as startups brasileiras avaliadas em pelo menos 1 bilhão de dólares. Conheça agora cada uma delas:

99

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Aplicativo de transporte individual
  • Fundadores: Paulo Veras, Ariel Lambrecht e Renato Freitas
  • Quando se tornou um unicórnio: Maio de 2017

Fundada em São Paulo em 2012 por Paulo Veras, Ariel Lambrecht e Renato Freitas, a 99 se tornou uma startup unicórnio em janeiro de 2018, ao ser adquirida pelo equivalente a US$ 1 bilhão pelo grupo chinês Didi Chuxing. Na época, o pagamento total foi de US$ 600 milhões – a empresa asiática já tinha participações na 99 antes de efetuar a compra.

PagSeguro

  • Fundação: 2006
  • O que faz: Soluções de pagamento
  • Quando se tornou um unicórnio: Janeiro de 2018

A PagSeguro, empresa de meios de pagamento afiliada ao UOL, tornou-se unicórnio brasileiro após ser listada na Bolsa de Valores de Nova York. Este é um dos IPOs de maior sucesso de empresas brasileiras no exterior. Ao final do primeiro dia de listagem, a empresa estava avaliada em US$ 9,2 bilhões. Hoje, vale US$ 15,44 bilhões.

OBS: A PagSeguro deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

Nubank

  • Fundação: 2013
  • O que faz: Operadora de cartões de crédito totalmente baseada no digital.
  • Fundadores: David Vélez, Cristina Junqueira e Edward Wible
  • Quando se tornou um unicórnio: Março de 2018

Depois de receber um investimento de US$ 150 milhões do DST Global Fund, Nubank revelou que havia se tornado um unicórnio – no entanto, a empresa alegou que havia alcançado essa avaliação de mercado antes desta rodada de investimentos. Poucos meses depois, o Nubank foi avaliado em US $ 4 bilhões após receber financiamento da Tencent da China. Em julho deste ano, tornou-se a primeira startup brasileira a se tornar uma decacórnio, e recebeu US $ 400 milhões do fundo americano TCV, com avaliação de cerca de US $ 10 bilhões.

OBS: O Nubank  deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio em 2021, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

Arco Educação

  • Fundação: 2004
  • O que faz: Software educacional
  • Fundador: Oto de Sá Cavalcante
  • Quando se tornou um unicórnio: Setembro de 2018

A empresa Arco Educação anunciou a abertura de capital (IPO) na bolsa de valores americana Nasdaq. A companhia arrecadou US$ 194,5 milhões, cerca de R$ 783 milhões, com a venda de uma fatia de 22,8% do negócio. O preço da ação ficou definido em US$ 17,50 para o início das negociações, chegando a um valor de mercado de US$ 850 milhões (R$ 3,4 bilhões).

OBS: A Arco Educação  deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

Stone

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Soluções de pagamento
  • Fundador: André Street
  • Quando se tornou um unicórnio: Outubro de 2018

Fundada  em 2012, a Stone se beneficiou de uma mudança regulatória para crescer no mercado brasileiro de maquininhas de cartão de crédito. Foi crescendo pelas beiradas, buscando espaço em um setor controlado pela dupla Rede e Cielo, e, ao abrir capital na bolsa de valores de Nova York em 2018, chegou à avaliação de unicórnio.

OBS: A Stone deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

iFood

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Maior plataforma de delivery de comida pela internet da América Latina.
  • Fundadores: Guilherme Pinho Bonifacio, Patrick Sigrist, Felipe Ramos Fioravante e Simone Alves de Carvalho
  • Quando se tornou um unicórnio: Novembro de 2018

O iFood, que pertence à holding Movile, recebeu em novembro de 2018 um aporte de US$ 500 milhões dos fundos Naspers e Innova Capital, ligado a Jorge Paulo Lemann.

Movile

  • Fundação: 1998
  • O que faz: Empresa por trás da criação do iFood, PlayKids, Sympla e outros.
  • Fundadores: Fabricio Bloisi e Eduardo Henrique
  • Quando se tornou um unicórnio: Novembro de 2018

Quando a startup de delivery de comida, iFood, tornou-se um unicórnio,  levou junto a sua dona, a Movile, a se tornar startup unicórnio também. Vale dizer que a Movile, além do iFood, também tem investimentos em startups como Sympla e é dona do Playkids.

Gympass

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Plataforma de acesso a academias e estúdios para atividades físicas presente em mais de 14 países.
  • Fundadores: César Carvalho, Vinicius Ferriani e João Thayro
  • Quando se tornou um unicórnio: Junho de 2019

A Gympass que está em mais de 14 países, recebeu um aporte de US$ 300 milhões liderado pelo SoftBank e pelo General Atlantic, fundo americano com experiência em startups. A startup tem um modelo de negócios ousado: oferece um plano de “assinatura de academias, atividades físicas e serviços de bem-estar” a empresas, que por sua vez repassam esse sistema como um benefício a seus colaboradores.

Loggi

  • Fundação: 2014
  • O que faz: Plataforma para entregas via motoboys.
  • Fundadores: Fabien Mendez e Arthur Debert
  • Quando se tornou um unicórnio: Junho de 2019

A primeira startup brasileira ser investida pelo grupo Softbank, foi a Loggi, fundada pelo francês Fabien Mendez em São Paulo. A startup de entregas levantou US$ 150 milhões em uma rodada liderada pelos japoneses.

QuintoAndar

  • Fundação: 2013
  • O que faz: Plataforma para aluguel de imóveis.
  • Fundadores: André Penha e Gabriel Braga
  • Quando se tornou um unicórnio: Setembro de 2019

A QuintoAndar foi fundada em 2013 pelos empresários Gabriel Braga e André Penha e é responsável por mediar a relação entre senhorio e inquilino e eliminar a necessidade de fiadores, fiadores ou fiadores. Hoje, atua em 25 cidades do Brasil e fecha 4.500 contratos por mês. Em uma rodada de financiamento liderada pela SoftBank e o fundo americano Dragoneer, ele recebeu US $ 250 milhões e se tornou um unicórnio.

Ebanx

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Solução para que empresas internacionais possam receber pagamentos feitos no Brasil.
  • Fundadores: Alphonse Voigt, Wagner Ruiz e João Del Valle
  • Quando se tornou um unicórnio: Outubro de 2019

O Ebanx permite que empresas estrangeiras como Spotify, Airbnb e Aliexpress vendam produtos e serviços para brasileiros e os cobrem em moeda local. A empresa foi fundada em Curitiba em 2012 por Alphonse Voigt, João del Valle e Wagner Ruiz, e hoje conta com mais de 600 funcionários e está presente em diversos países da América Latina – e pretende se expandir para lá.

Wildlife Studios

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Desenvolve jogos mobile.
  • Fundadores: Arthur Lazarte e Victor Lazarte
  • Quando se tornou um unicórnio: Dezembro de 2019

A Wildlife foi fundada em São Paulo em 2011 e continua sendo o Top Free Games (TFG). É o unicórnio com a trajetória de desenvolvimento mais cautelosa até o momento: entrou na segunda fase da história após adquirir a Benchmark Capital (do Uber, Twitter e Snapchat).

Loft

  • Fundação: 2018
  • O que faz: Compra e reforma de imóveis utilizando inteligência artificial.
  • Fundadores: lorian Hagenbuch e Mate Pencz
  • Quando se tornou um unicórnio: Janeiro de 2020

A Loft foi fundada em agosto de 2018 pelos criadores das impressoras digitais Printi Mate Pencz e Florian Hagenbuch, usando a tecnologia para dar nova vida a negócios antigos: compra, reforma e venda de apartamentos. A empresa tem como objetivo entrar em novos mercados no Brasil e na América Latina.

VTEX

  • Fundação: 2000
  • O que faz: Conecta o mercado de varejo através de plataforma de e-commerce.
  • Fundadores: Geraldo Thomaz e Mariano Gomide
  • Quando se tornou um unicórnio: Setembro de 2020

A VTEX foi fundada em 2000 e possui um sistema que permite às marcas criarem lojas online. Hoje, a empresa é responsável pelas operações de e-commerce de marcas como Samsung, Whirlpool, C&A, Saraiva e O Boticário. Ao receber uma rodada de doações de R $ 1,25 bilhão liderada pela Tiger Global, Constellation e Lone Pine Capital, tornou-se um unicórnio. Seu valor é de 1,7 bilhão de dólares americanos.

C6 Bank

  • Fundação: 2012
  • O que faz: É um banco sem agências físicas.
  • Fundadores:  Carlos Fonseca e Leandro Torres
  • Quando se tornou um unicórnio: Dezembro de 2020

O banco digital C6 Bank tornou-se o mais novo unicórnio do país, com valor de mercado fixado em R$ 11,3 bilhões de reais (US$ 2,1 bilhões). Mais de 40 investidores privados estiveram envolvidos no recente esforço de arrecadação de fundos da holding C6, que resultou em um aumento de capital de R$ 1,3 bilhão (US$ 252 milhões). O Credit Suisse atuou como agente financeiro da operação e seu presidente no Brasil, José Olympio Pereira, diz que notou um “enorme interesse” dos investidores na rodada.

Creditas

  • Fundação: 2018
  • O que faz: Empréstimo com garantia de imóvel, veículo, consignado privado e financiamento de carro.
  • Fundadores:  Sergio Furio
  • Quando se tornou um unicórnio: Dezembro de 2020

Em 2019, a Creditas chegou perto de virar unicórnio com um aporte de US$ 231 milhões liderado pelo SoftBank – o aporte a avaliou em US$ 750 milhões. No apagar das luzes de 2020, um novo aporte – de US$ 255 milhões, liderado por fundos de private equity – fez a empresa ser avaliada em US$ 1,75 bilhões, entrando neste seleto clube.

Madeira Madeira

  • Fundação: 2009
  • O que faz: Venda de bens para lares através de varejo online e offline
  • Fundadores: Daniel Scandian e Marcelo Scandian
  • Quando se tornou um unicórnio: Janeiro de 2021

Especializada em venda online de material de construção e móveis, a startup curitibana MadeiraMadeira anunciou em janeiro de 2021 que o seu valor de mercado superou a marca de US$ 1 bilhão, após receber um aporte de US$ 190 milhões liderado pelo Softbank e pela gestora de fundos de ações Dynamo.

Hotmart

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Plataforma online para distribuição e vendas de produtos
  • Fundadores:  João Pedro Resende e Mateus Bicalho
  • Quando se tornou um unicórnio: Março de 2021

A startup mineira Hotmart, depois de mais de um ano escondendo o título, confirmou pela primeira vez que já havia atingido em 2020 a avaliação de US$ 1 bilhão. Fundada por João Pedro Resende e Mateus Bicalho em 2011, a Hotmart ajuda criadores de conteúdo a monetizarem seus produtos na internet.

Mercado Bitcoin

  • Fundação: 2013
  • O que faz: Plataforma de negociação de bitcoins e criptomoedas
  • Fundador: Gustavo Chamati
  • Quando se tornou um unicórnio: Julho de 2021

O fundo Softbank fechou acordo para investir US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) na plataforma de criptomoedas brasileira Mercado Bitcoin. Este é o maior aporte do fundo no setor na América Latina, segundo nota. Com o investimento, o grupo 2TM, holding que controla o Mercado Bitcoin, passa a ser avaliado em US$ 2,1 bilhões — tornando-se uma startup unicórnio.

Unico

  • Fundação: 2007
  • O que faz: Oferece soluções de biometria facial e admissão digital
  • Fundadores: Diego Martins, com a ajuda de Rui Jordão e Paulo Alencastro
  • Quando se tornou um unicórnio: Agosto de 2021

A startup Unico, empresa brasileira que oferece soluções em identificações digitais, é o mais novo unicórnio brasileiro – empreendimento avaliado em mais de US$ 1 bilhão. A IDTech anunciou, que recebeu aporte de R$ 625 milhões, durante uma rodada de investimentos liderada pelos fundos da General Atlantic e do SoftBank.

 Nuvemshop

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Plataforma de e-commerce para pequenos e médios varejistas
  • Fundadores: Santiago Sosa
  • Quando se tornou um unicórnio: Agosto de 2021

A Nuvemshop recebeu um aporte de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões) em uma rodada liderada pelos fundos Insight Partners e Tiger Global Management. Com o investimento, a startup se torna mais um unicórnio brasileiro – pode haver um debate sobre a nacionalidade da empresa, já que ela foi fundada na Argentina, mas, com a matriz transferida para cá, a Nuvemshop se apresenta como uma companhia brasileira. 

Frete.com

  • Fundação: 2008
  • Fundador: Federico Vega
  • O que faz:  conecta transportadoras a caminhoneiros para o transporte de carga em todo o país
  • Quando se tornou um unicórnio: Novembro de 2021

Em novembro do ano seguinte, tornou-se unicórnio ao receber cheque de outros US$ 200 milhões da chinesa Tencent e do japonês Softbank. A partir de então, a companhia passou a se chamar de CargoX para Frete.com 

CloudWalk

  • Fundação: 2013
  • Fundador: Luis Silva
  • O que faz: startup de meios de pagamento
  • Quando virou um unicórnio: Novembro de 2021

A CloudWalk tornou-se unicórnio após receber o segundo aporte em 2021, de US$ 150 milhões, elevando a avaliação de mercado para US$ 2,15 bilhões. 

Daki

  • Fundação: 2021
  • Fundadores: Rafael Vasto, Rodrigo Maroja e Alex Bretzner
  • O que faz: startup de entrega ultrarrápida de mercado
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A Daki, especializada em delivery de itens de mercado em até 15 minutos, tornou-se unicórnio com 10 meses de vida ao receber aporte de US$ 260 milhões. O cheque impulsiona a startup em um setor com diversos gigantes, como iFood, Rappi e Uber Eats

Merama

  • Fundação: 2020
  • Fundadores: Guilherme Nosralla, Renato Andrade, Sujay Tyle, Olivier Scialom e Felipe Delgado
  • O que faz: empresa de aceleração de marcas em plataformas digitais
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A startup Merama, que tem sede em São Paulo e na Cidade do México, recebeu um investimento Series A de US$ 160 milhões, US$60 de equity e US$ 100 de linha de crédito. A rodada contou com a participação de fundos de ponta como a Monashees, Valor Capital, Balderton e MAYA Capital, além de fundadores e executivos ligados a empresas como MadeiraMadeira, Rappi, iFood e entre outros. 

Olist

  • Fundação: 2015
  • Fundadores: Tiago Dalvi
  • O que faz: startup de comércio eletrônico
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A Olist conquistou o título de unicórnio, em dezembro, quando levantou cerca de US$ 186 milhões (cerca de R$ 1 bilhão), oito meses após fechar outra rodada de R$ 454 milhões. Fundada em Curitiba em 2015, a companhia nasceu como uma “digitalizadora” de lojas físicas em marketplaces conhecidos, como Amazon e Mercado Livre. 

Facily

  • Fundação: 2018
  • Fundadores:
  • O que faz: startup de  social commerce
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A startup recebeu US $135 milhões em investimentos em Série D-1, como uma extensão da rodada da Série D, de US $250 milhões anunciada em novembro deste ano. A rodada foi liderada pela Goodwater e Prosus,  junto com a Rise Capital, Emerging Variant, Tru Arrow e outros fundos.

Neon

  • Fundação: 2016
  • Fundadores: Pedro Conrade
  • O que faz: fintech
  • Quando virou unicórnio: Fevereiro de 2022

Após um aporte de US$300 milhões, a startup Neon agora é avaliada em mais de US$1 bilhão, se tornando o novo unicórnio brasileiro.  A rodada foi liderada pelo banco espanhol BBVA. A fintech não divulgou sua avaliação exata. A Neon diz ter se tornado unicórnio há “algum tempo” – mas o anúncio foi feito apenas nesta segunda-feira (14/02).

https://blog.aaainovacao.com.br/unicornios-brasileiros/ 

No último dia 30 de março, foi instalada no Congresso Federal uma comissão de juristas que deverá elaborar junto ao Senado, dentro de 120 dias, um projeto de regulação da Inteligência Artificial (IA) no Brasil. As sugestões de especialistas e demais setores da sociedade ao projeto que será o novo marco regulatório do tema no país poderão ser encaminhadas ao Senado até 13 de maio.

Incluem-se, dentre os eixos temáticos elaborados pelos juristas, os seguintes temas: Conceitos, compreensão e classificação de inteligência artificial; Impactos da inteligência artificial; Direitos e deveres; e Accountability, governança e fiscalização. 

O novo marco legal da IA deverá funcionar em substituição aos Projetos de Lei (PLs) 5.051/2019, de autoria do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN); 21/2020, do deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE); e 872/2021, do senador Veneziano Vital do Rego (MDB-PB), que tramitam no Congresso Nacional.

Paralelamente a esta mobilização jurídica, política e social sobre o tema, acontece em Gramado, no Rio Grande do Sul, entre os dias 6 e 8 de abril, o Gramado Summit, conferência de inovação, que deve contar com a participação de mais de 200 empresas expositoras e mais de 140 palestrantes, inclusive representantes de grandes empresas mundiais, como TikTok e Meta. Entre os temas a serem abordados está a Inteligência Artificial, cada vez mais discutida na sociedade devido à adoção do metaverso por vários atores econômicos e do meio do entretenimento.

Diana Haas, proprietária da empresa Ahaas Mídias Sociais, destaca que o Gramado Summit pode ser considerado o maior brainstorm da América Latina, pois é um evento que possibilita trocas de contatos e experiências sobre as novas tendências do marketing digital. Para ela, os profissionais do marketing estão fazendo a história do mercado, vivendo a era do 5.0, entendendo, errando e acertando nas melhores práticas diante de um mercado “efêmero”.

Intercâmbio de ideias e olhares sobre o mercado

Na visão de Haas, o Gramado Summit deve oferecer conteúdos que podem ajudar PMEs (Pequenas e Médias Empresas) a se desenvolverem mais no âmbito do marketing digital, valendo-se de inovações tecnológicas cada vez mais avançadas. “O evento certamente trará, além da teoria, toda a prática de mercado. Podemos esperar insights para colocar novas estratégias de marketing em prática, com celeridade, em qualquer tipo de negócio”, afirma.

Apesar dos grandes players, prossegue, irão acontecer palestras em todos os níveis, desde os checklists básicos para iniciar no mercado digital, até soluções avançadas de tecnologias existentes – todas acessíveis para PMEs.

Feira de negócios para startups

Durante o Gramado Summit, os conferencistas serão divididos em quatro palcos de conteúdo simultâneos (Plenária Principal, Marketing e Vendas, Finanças e Investimentos e Transformação Digital) – a convenção também terá uma feira de negócios para startups em estágio inicial e empresas já firmadas no mercado. 

Segundo o cronograma, Kim Farrell, líder de marketing do TikTok para a América Latina, vai palestrar sobre as táticas da rede social no mercado brasileiro. A Meta – empresa que gere aplicativos como Facebook, Instagram e WhatsApp -, por sua vez, enviará Louise Peres, gerente de parcerias estratégicas da companhia no Brasil.

Afora isso, diversos palestrantes já confirmaram a participação no Gramado Summit, como: Alfredo Soares (VTEX), Bruna Pereira (The Walt Disney Company Brasil), Gabriel Sukita (Facebook), Helena Bertho (Nubank), Eduardo Picarelli (Heineken) e Núbia Mota (Adobe). O evento também contará com a presença do influenciador Joel Jota, do filósofo Luiz Pondé e do músico Rincon Sapiência, entre outros nomes.

https://www.bemparana.com.br/noticia/setor-de-tecnologia-debate-ia-e-reune-especialistas-em-rs-274346#.YlAq9sjMLIU

Para este ano, especialistas projetam crescimento de 10% a 15% nesse tipo de vendas em relação a 2021

“Se sua marca não está no mercado digital, ela não existe”. Assim define a consultora de marketing e docente do curso técnico homônimo do Senac Mariana Melo. Para ela, o empenho no trabalho de marketing digital é fundamental para qualquer negócio, sobretudo para aqueles encabeçados por pessoas que aproveitam as datas comemorativas para empreender e aumentar a renda – movimento muito recorrente na Páscoa, quando muitos decidem produzir e vender ovos de chocolate.

“O marketing é o presente e o futuro. Por isso, hoje ele é essencial para todo negócio que se propõe a crescer, inovar e permanecer. O investimento em Marketing Digital, portanto, é primordial para toda marca que se preocupa em se fixar na mente do consumidor”, afirma a docente.

Dados recentes mostram que o mercado está bem otimista com as vendas de Páscoa deste ano. A Associação Brasileira de Supermercados (Abras), por exemplo, espera que os negócios cresçam entre 10% e 15% quando comparado com 2021, o que mostra que, aos poucos, a normalidade está voltando após a crise desencadeada pela pandemia.

Grande parte das vendas, entretanto, deve ocorrer no ambiente digital. De acordo com pesquisa recente da Social Commerce, mais de 62% de usuários ativos do Instagram compram produtos de lojas e vendedores presentes na plataforma.

“O posicionamento digital é efetivo e pode ser mensurado com mais clareza”, explica Mariana. Ela acrescenta que, para alcançar resultados positivos, é “indispensável criar conteúdo que tenham utilidade para o consumidor de modo que mostre o produto em sua melhor versão”.

Para mais, destaca a docente do Senac, no caso de quem decidir investir na produção e venda de ovos de chocolate para a Páscoa, a divulgação do processo produtivo e do modo como o produto é conservado será muito útil para gerar engajamento nas redes e, consequentemente, melhor resultado nas vendas.

“Existem diversas dicas que eu poderia dar. Contudo, se o indivíduo que está começando a empreender agora no meio digital pretende ter bons resultados desde o início, meu melhor conselho é: invista na contratação de profissionais capacitados para criar conteúdo e gerenciar o tráfego pago do Instagram. São profissionais altamente capacitados que saberão como lidar com a plataforma e com os potenciais clientes”, finaliza.

Curso Técnico em Marketing no Senac

O Senac oferece cursos gratuitos de Técnico em Marketing. As aulas integram o Programa Senac de Gratuidade (PSG), voltado para pessoas com renda mensal familiar per capita inferior a dois salários mínimos, e têm como objetivo possibilitar ao profissional projetar e implementar planos de marketing, realizar análises de vendas, preços e produtos, bem como desenvolver projetos de comunicação, de fidelização de clientes e relação com fornecedores.

Sobre o Senac em Minas

Com um olhar atento às tendências mundiais e no contexto da Revolução 4.0, o Senac tem como propósito oferecer educação profissional de qualidade, com base nas demandas empresariais e sociais, e nas tendências do mundo do trabalho, da inovação e dos princípios de sustentabilidade. O portfólio de cursos da instituição é desenvolvido com base na necessidade do mercado, considerando pesquisas, estudos e contatos diretos com os empresários. São 41 unidades educacionais distribuídas no estado e 12 carretas móveis que reproduzem os ambientes das salas de aula.

O Senac oferece opções de cursos livres, técnicos, graduação e MBA, que permitem uma formação complementar transversal, o chamado itinerário formativo. O aluno pode traçar sua trajetória partindo dos cursos de formação inicial chegando ao ensino superior ou vice-versa. Além disso, a variedade de segmentos de atuação (gestão, saúde, gastronomia, comércio, idiomas, tecnologia da informação, moda, segurança, beleza, meio ambiente, turismo, design, produção de alimentos, entre outros) corrobora com uma formação diferenciada.

A pedido da Bússola, especialista desmistifica alguns fatos e mitos sobre trabalhar com marketing digital

A demanda por marketing digital cresce a cada ano e, com isso, a necessidade de novos profissionais. Noventa e quatro por cento das empresas escolheram o marketing digital como estratégia de crescimento, aponta dados da pesquisa Maturidade do Marketing Digital e Vendas no Brasil, que reuniu resultados digitais, mundo do marketing, rock content e vendas B2B. Com a consistência da área, surgem propostas “fakes” que prometem muito dinheiro trabalhando em poucas horas ou ser um profissional com algumas horas de curso.

Um profissional de marketing digital é um especialista que desenvolve, implementa e gerencia campanhas promocionais em nome de uma organização, desempenhando um papel fundamental na conscientização da marca no espaço digital. Isso envolve direcionar o tráfego do site, gerenciar campanhas de publicidade paga e aumentar a visibilidade nas mídias sociais.

“Gerentes e a equipe usarão várias ferramentas analíticas para medir o impacto de seus esforços e otimizar campanhas. Além disso, também são os responsáveis por identificar e avaliar novas tecnologias digitais e plataformas de comunicação”, afirma o publicitário Edu Sani, empreendedor e CEO da AdsPlay Mídia Programática.

A pedido da Bússola, o especialista desmistifica alguns fatos e mitos sobre trabalhar com marketing digital.

  1. “Um único curso vai me proporcionar uma colocação no mercado de trabalho”

Falso. O mercado dispõe de centenas de cursos de marketing digital à disposição. Ainda que ofereçam um bom conteúdo inicial, muitos cursos são básicos e por si só não são suficientes para formar um especialista.

Para o CEO, é preferível escolher o curso de uma instituição já reconhecida ou ligado a empresas e especialistas. Antes de escolher, vale checar o breve histórico dos professores, se há algum tipo de suporte quando necessário e certificação.

“Ainda assim, só a experiência e muito estudo irão torná-lo um bom profissional”, afirma Edu.

  1. “É possível ganhar muito trabalhando pouco”

Falso. A oferta é tentadora. Enquanto navega na internet, você se depara com o anúncio “Ganhe 2 mil reais por semana trabalhando apenas 3 horas por dia”. Segundo Edu, na realidade, dependendo do nível de experiência, quem trabalha com marketing digital deve elaborar e implementar campanhas, supervisionar os membros da equipe e promover produtos em todas as plataformas, além de elaborar estratégias de conteúdo e mídia social.

“Desconfie de ofertas que prometem muito dinheiro e pouco trabalho e acho que isso vale para qualquer área”, diz o especialista.

“É preciso ser especialista em tecnologia”

Falso. Embora um profissional de marketing digital não precise ser um especialista em tecnologia ou ciência da computação, certamente ajuda. Segundo Sani, “aqueles com formação em TI estão atualmente conquistando um nicho no setor, impulsionando soluções tecnológicas”.

  1. “Soft skills são diferenciais”

Fato. Além de ter noções de como lidar com conteúdo promocional, incluindo otimização de sites, marketing de conteúdo, gerenciamento de campanhas e controle de projetos, o profissional de marketing digital precisa mostrar que suas habilidades não param por aí.

“Possuir habilidades pessoais de liderança, capacidade de identificar novas oportunidades, equilíbrio entre pensamento analítico e criativo que entregue resultados tangíveis, são exemplos do que faz um profissional de marketing digital se destacar”, afirma Sani.

  1. “O estudo é frequente assim como a atualização das ferramentas”

Fato. O marketing digital é um empreendimento altamente estratégico. Portanto, os profissionais precisam garantir que estejam sempre um passo à frente. Isso significa estar sempre atualizado com as novas ferramentas e tecnologias, para entender o que os consumidores estão pensando e propor soluções e conteúdos estratégicos.

  1. “O marketing digital possui uma série de áreas possíveis”

Fato. Mídia programática, inbound marketing, estratégia de SEO, Growth Hacking, mídias sociais são algumas das áreas envolvidas no marketing digital e é praticamente impossível uma única pessoa ser especialista em todas elas, pois seguem estratégias diversas e necessitam de profissionais diferentes.

“Obviamente um bom profissional pode estar atento ao universo do marketing digital como um todo mas só saberá operar algumas estratégias, por isso, é preciso encontrar uma área com a qual se identifique e se informe sobre as possibilidades que oferece”, declara Edu.

Para obter bons resultados de vendas requer cada vez mais esforço e estratégias. Engana-se quem pensa que tal mobilização diz respeito apenas à capacidade de vender e divulgar os produtos ou serviços.

Ter resultados constantes nas vendas está diretamente ligado à presença digital da marca. Para além de um e-commerce, é preciso gerar conteúdos em diversas plataformas, a fim de ter uma estratégia marketing digital que atraia o público-alvo .

O que é presença digital?

Presença digital é a forma como uma marca se posiciona e utiliza os meios digitais para se relacionar com os clientes. Além de afirmar seu lugar no mercado mostrando seu diferencial, sua capacidade e confiabilidade.

Ter um site e domínio próprio, por exemplo, é ainda uma das presenças mais importantes digitalmente. Mas não só! Hoje o consumidor necessita de uma relação mais interativa. E essa é uma das grandes vantagens em estar presente nas redes sociais.

Saber onde o cliente e potenciais clientes estão é um processo que demanda planejamento, baseado em pesquisas, entendimento do mercado de trabalho. E mais ainda, requer produção de conteúdo que estabeleça a empresa como referência no segmento de atuação.

Qual a importância de ter presença digital?

Para uma empresa ser vista, ser referência no segmento, precisa marcar presença nos meios de comunicações, para ficar disponível ao olhar dos consumidores.

Um dos grandes benefícios de ter uma presença digital significativa é a relação interativa com o cliente.

O feedback de um cliente e a possibilidade de obter uma resposta e opinião, traz fidelização e confiabilidade, tornando-se referência.

Não basta estar presente precisa ter constância. Assim faz com que a marca seja cada vez mais conhecida e lembrada. E quanto mais conhecida, desde que de forma positiva, mais clientes a empresa conseguirá obter.

Além disso, existem outros ganhos com a construção de uma sólida presença digital, como:

  • Posicionamento da marca;
  • Ganho de novos clientes;
  • Aumento de vendas e serviços;
  • Atendimento virtual ao cliente;
  • Contato direto com demandas do seu público;
  • Feedback constante sobre produtos ou serviços.

Como construir presença digital

Primeiro passo é estar presente nas principais redes sociais, como Linkedin, Facebook e Instagram (Meta) e Twitter, e ter um site confiável. Porém se engana quem acha que é apenas necessário estar presente.

Parte desse processo se inicia em entender a atuação dos clientes nas redes sociais. Mais do que necessário ter presença digital, e estar nos lugares corretos em que o público-alvo se encontra.

Sendo assim, um dos passos primordiais é o planejamento estratégico, ou seja, uma boa estratégia marketing digital. Uma estratégia sólida pautada em objetivos claros que visem um ganho para empresa, tanto em divulgação quanto em estabelecer confiança.

Criação de branding

Branding é um sistema de gestão da marca para organizar estratégias. O objetivo dentro da presença digital é fazer com que a marca seja notada e destacada pelos clientes de forma positiva.

Para fazer o gerenciamento da marca, o branding tem que ser alinhado aos princípios e valores da empresa. A partir do que a marca acredita como propósito e missão a ser cumprida na sociedade.

No mais, é necessário considerar e apontar os atributos da marca. Atributos estes que são semelhantes aos valores, mas tem o objetivo de informar onde a empresa pretende agir para chegar aos objetivos, como um estilo próprio.

Diversificar plataformas

Cada plataforma tem um objetivo dentro da estratégia marketing digital. Sendo assim, entender onde os clientes estão e como atingi-los da forma correta é importante para ter uma presença digital adequada.

Deve-se destacar, no entanto, que é importante saber usar cada plataforma como uma ferramenta útil para valorizar a marca e gerar autoridade. O site institucional é um bom canal para identificar a empresa como um local de confiança.

Outra ferramenta importante para obter presença digital é a criação de blogs, canal no YouTube e outras plataformas para divulgação de conteúdos qualificados. Nessa etapa o objetivo é levar conteúdos educativos sobre os produtos e serviços, fazendo com que o público se aproxime do tema.

Ademais, as redes sociais são hoje o principal meio de contato com o público-alvo. Para além de alcançar potenciais clientes, as redes sociais devem servir para engajar e aproximar os usuários da marca.

Conteúdos qualificados

Um tópico importante na presença digital é a produção de conteúdo. A produção de conteúdo está diretamente relacionada ao Marketing de Conteúdo, onde são criadas a Jornada do Cliente, tipos e formatos de produção de conteúdo.

Porém, é necessário ter cuidado com a produção destes materiais. A qualidade é vital para adquirir confiança e atingir o público correto. Dessa forma, as etapas dessa fase são: planejamento, criação e distribuição do conteúdo em formatos diversos.

O conteúdo do Inbound Marketing

pode contar com formatos como texto, áudio, vídeos e gráficos informativos, por exemplo. No entanto, para conteúdos mais ricos e específicos, podem ser utilizados e-books, e webinários.

Conclusão

Entender o que é presença digital e como ela impacta nos resultados de venda da empresa é o primeiro passo para estar alinhado com as novas tendências do mercado.

Atualmente, os setores de marketing digital e vendas estão diretamente ligados, uma vez que as estratégias marketing digital interferem diretamente nos resultados de vendas.

Dessa forma, é preciso delegar a construção da presença digital para profissionais que tenham o conhecimento necessário. É possível montar uma equipe própria para esta tarefa, mas isso demanda um alto investimento, além da infraestrutura e seleção de profissionais.

Portanto, uma alternativa bastante eficaz é fixar parceria com agências de marketing digital, que já têm estrutura, conhecimento de mercado e profissionais preparados para desenvolver as melhores estratégias.

https://www.bemparana.com.br/noticia/presenca-digital-qual-a-importancia-para-os-negocios-272693

Você sabe o que é tráfego pago no Instagram? Essa pode ser uma dúvida comum entre os criadores de conteúdo ou vendedores da plataforma. É uma importante estratégia de marketing para ser implementada em seu perfil ou marca na rede social.

Essa estratégia, no entanto, não é sinônimo de sucesso. É importante entender o perfil de seu público-alvo, linguagem e ter noção básica de design para que seu anúncio tenha maior probabilidade de sucesso. Confira a matéria abaixo para entender um pouco mais sobre o assunto.

O que é tráfego pago no Instagram

Colocando de forma simples, o tráfego pago no Instagram é o retorno de uma meta, estabelecida pelo usuário que precisa fazer uma campanha para impulsionar uma publicação ou produto. A meta pode ser:

  •         Mais visitas ao perfil;
  •         Mais acessos ao site;
  •         Mais mensagens.

Se está buscando investir nessa estratégia de marketing, já ouviu o termo tráfego orgânico também. Em essência tem a mesma finalidade do pago, mas a obtenção é feita de forma natural, sem pagar por isso.

Ela é importante, pois ajuda a entender quem é o público que busca o seu perfil, principalmente a faixa-etária e linguagem utilizada por eles nas redes sociais.

Então, se existe uma forma natural de obter retorno, o tráfego pago se torna uma opção menos atraente, não? Bom, mais ou menos. O que faz do tráfego pago mais vantajoso é que as pessoas atingidas pelo anúncio são definidas por você, tornando isso muito mais certeiro. Funciona de maneira similar ao Facebook Ads, onde o usuário pode escolher o público, através da faixa-etária e outras informações.

Como usar a plataforma do Instagram Ads

Para acessar a plataforma de anúncios, o usuário precisa transformar sua conta do Instagram em conta comercial. O processo é bem simples e, ao fazer isso, irá aparecer em seu perfil do Instagram uma nova opção que permitirá a criação de anúncios.

Além disso, ao fazer uso dessa estratégia de marketing digital, você pode verificar quantos usuários ativos foram atingidos ao fazer campanhas de tráfego pago. Confira abaixo como usar essa ferramenta que vale a pena.

  1.   Acesse o perfil de sua conta comercial do Instagram;
  1.   Toque em “Ferramentas para anúncios” e promova uma publicação ou popular, ou escolha outra;
  1.   Selecione a meta que deseja alcançar. Se clicar no menu de informações, no canto superior direito, recebe mais detalhes sobre cada uma;
  1.   Toque em “Avançar”, selecione a “Categoria de anúncio especial” e defina seu público-alvo clicando em “Crie o seu” e avance;
  1.   Escolha o orçamento e duração para receber uma estimativa do alcance;
  1.   Confira tudo e clique em “Turbinar publicação” para finalizar.

O que saber antes de investir em tráfego pago no Instagram

Tudo na vida faz parte de um processo, uma soma de muita entrega e análise que levam a decisões mais acertadas na hora de investir financeiramente. Utilize a ferramenta Insights, que funciona como o Gerenciador de Anúncios do Facebook, e obtenha as informações necessárias, como: faixa etária, gênero, localização e período mais ativos.

Fazendo esse estudo, o usuário pode fazer anúncios conforme for necessário, sem se esquecer da manutenção de seu público fiel. Só assim será possível criar anúncios no Instagram que realmente faça valer o investimento.

blankQuem Somos

Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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