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Apesar do nome Flywheel ser usado hoje no meio digital, esse modelo foi inventado a mais de 200 anos atrás por James Watts. Esse modelo é uma espécie de disco em um eixo eficiente em termos de energia. 

O Flywheel armazena a energia, mas isso depende da velocidade que ele roda. O atrito com a roda, tamanho e peso determina a intensidade do processo. Esse método é usado em carros, trens e usinas, mas como foi parar em um modelo de marketing digital?

FOTO ILUSTRATIVA

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O que é o Flywheel no Marketing Digital?

O Flywheel surgiu da necessidade de otimizar o funil de vendas. Apesar do funil ser funcional, ele não armazena clientes, é uma espécie de captação e busca por fidelização. É preciso usar os clientes como forma de fazer com que a empresa cresça.

 Os funis perdem força na base, quando os clientes estão prestes a concluir uma compra. Já os Flywheel continuam girando, gerando energia para o esquema do funil, todo esforço colocado só faz com que ele continue progredindo. 

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A importância do Flywheel no Marketing Digital

O Flywheel representa um processo em forma de círculo, no qual são os clientes que alimentam o crescimento da empresa. O ideal para esse modelo de estratégia é investir em marketing que impactem os clientes, que os traga para perto e os faça criar valor com o que a marca oferece. 

Fazer investimentos em pontos de atrito ou sensíveis também é uma opção. Como os canais de entrada de leads, canais que facilitem o contato empresa/cliente e também processos como treinamentos e testes grátis.

De que forma utilizar o Flywheel

O flywheel possui três fatores que contribuem para o momentum: 

  • A quantidade de atrito
  • A velocidade do giro
  • Tamanho e peso

Em um modelo de funil muita “força” é aplicada no flywheel. Isto é, se investe em diversos pontos para fortalecê-los e gerar mais energia. Mas é importante que as estratégias sejam bem alinhadas para que nenhum investimento se oponha ao outro. 

Por exemplo, uma falta de alinhamento entre o marketing e as vendas pode fazer com que a velocidade do Flywheel seja diminuída. Bem como a oposição entre sucesso do cliente e as vendas. É preciso fazer com que o processo continue fluido. 

Já a velocidade é aumentada de acordo com a força aplicada em pontos estratégicos do funil, eles se complementam. Quanto mais força, mais atrito e mais velocidade. No modelo de funil a força deve ser aplicada para atrair e fidelizar clientes. 

O contrário também é importante frisar. Encontrar pontos ineficazes no processo e fazer melhorias sobre eles. Não apenas criar novas estratégias para o Flywheel funcionar em velocidade total, mas encontrar os pontos que precisam de ajustes e melhorá-los. 

Melhorar taxas de conversão, entender os motivos de taxas de cancelamentos e corrigi-los, assim como a forma com que as equipes internas da empresa estão organizadas e se isso influencia em algum ponto estratégico.

Quanto mais velocidade, menos atrito. Mais clientes fidelizados fazem com que o Flywheel se torne mais “pesado”. Ou seja, quanto mais clientes, mais velocidade e crescimento da empresa. 

Como implementar o Flywheel ao funil de vendas

A partir do momento em que a empresa decide implementar o flywheel no funil de vendas, é preciso avaliar alguns pontos importantes:

  1. Identifique as métricas de flywheel que a empresa monitora;
  2. Identifique a força que a empresa tem colocado em cada estágio de venda;
  3. Identifique os pontos de atrito que podem ser melhorados.

O flywheel possui estágios: atrair, envolver e encantar. Que deverão ser implementados no funil de vendas. 

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Atração: utilizar conteúdos que iniciem relações significativas entre empresa/cliente. Que chamem a atenção do perfil de cliente ideal. A métrica mais importante neste ponto é o tráfego mensal no site da empresa. 

Envolver: construção de relações duradouras com os clientes, com estratégias para chamar a atenção do lead, mas ao mesmo tempo que tire as dúvidas que possam existir. 

Encantar: oferecer um atendimento diferenciado que realmente proporcione ao cliente um encantamento. Crie avaliações aos clientes para saber o nível de satisfação e se indicariam a empresa a outras pessoas. 

É preciso avaliar quais os tipos de investimento a empresa tem feito em cada estágio que precisa ser melhorado. E posteriormente, como medir se as mudanças adotadas têm surtido algum efeito. 

Diminua o atrito nos processos

Há diversos pontos de atrito quando falamos sobre processo de vendas. Seja leads que não vão pra frente, cancelamentos, ou até mesmo desistências por não acharem que precisam do produto naquele momento.

Como identificar os pontos de atrito?

  • Verificar em que momento do funil os problemas estão ocorrendo;
  • Verificar o que pode ser automatizado, exemplo: envio de formulário em ponto X do funil para obter os dados do cliente e entrar em contato;
  • Verificar o que pode ser resolvido em contato cliente/comercial;
  • Verificar o que pode ser melhorado em equipe.

A metodologia flywheel precisa, assim como qualquer outra, de dedicação da empresa aos processos. Pois nem sempre uma forma de vender se mantém a mesma, é preciso haver ajustes no processo. 

Porém, juntando as duas estratégias, do funil de vendas e a metodologia flywheel, não apenas as vendas terão um avanço como a empresa crescerá. Pois o flywheel não visa somente o crescimento financeiro, mas o sucesso da companhia em credibilidade. 

O recurso deverá ser lançado nas plataformas das companhias em 2023

Em um esforço conjunto, Apple, Google e Microsoft anunciaram, nesta quinta-feira (5), o compromisso de implementar o suporte sem senha para os padrões de login FIDO em todas as plataformas móveis (sistemas operacionais iOS e Android), ambientes de desktop (MacOS e Windows) e navegadores (Safari, Chrome e Edge). A previsão é que o recurso esteja disponível ao longo do próximo ano.

“Assim como projetamos nossos produtos para serem intuitivos e capazes, também os projetamos para serem privados e seguros”, disse Kurt Knight, diretor sênior de Marketing de Produtos de Plataforma da Apple. “Trabalhar com a indústria para estabelecer novos métodos de login mais seguros, que ofereçam melhor proteção e eliminem as vulnerabilidades das senhas, é fundamental para nosso compromisso de criar produtos que ofereçam segurança máxima e uma experiência de usuário transparente.”

De acordo com o portal The Verge, o processo de login sem senha permitirá que os usuários escolham seus telefones como o principal dispositivo de autenticação para aplicativos, sites e outros serviços digitais.  Com isso, desbloquear o aparelho com PIN, desenho padrão ou impressão digital será suficiente para entrar nos serviços da Web, sem a necessidade de inserir uma senha.

Essa ação ocorrerá pelo uso de um token criptográfico exclusivo, chamado chave de acesso, que é compartilhado entre o telefone e o site.

Ao tornar os logins dependentes de um dispositivo físico, a ideia das empresas é que os usuários se beneficiem simultaneamente da simplicidade e da segurança. Na prática, será o seguinte: com essa novidade, deixará de ser obrigatório lembrar os detalhes de login nos serviços ou comprometer a segurança reutilizando a mesma senha em vários lugares. Segundo as big techs, isso também tornará mais difícil para os hackers comprometerem os detalhes de login remotamente.

“Com senhas em seu dispositivo móvel, você pode entrar em um aplicativo ou serviço em praticamente qualquer dispositivo, independentemente da plataforma ou navegador que o dispositivo está executando”, apontou Vasu Jakkal, vice-presidente de Segurança, Conformidade, Identidade e Privacidade da Microsoft, em comunicado. “Por exemplo, os usuários podem fazer login em um navegador Google Chrome executado no Microsoft Windows – usando uma chave de acesso em um dispositivo Apple.”

https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2022/05/apple-google-e-microsoft-anunciam-implementacao-de-login-sem-senha.html

A performance dos ativos no mês passado foi a pior de 2022 até agora, de acordo com analistas

Apenas duas das principais criptomoedas do mercado tiveram desempenho positivo em abril, segundo levantamento da QR Asset Management. A performance foi a pior do ano, segundo os analistas, e 29 dos 40 ativos com maior capitalização sofreram quedas superiores a 20% no mês.

O destaque positivo foi a APE (Apecoin), que subiu 63,37% em abril. Originalmente lançado como um airdrop (quando a posse de um ativo garante o recebimento de outro) para os detentores das famosas coleções de NFTs BAYC (Bored Apes Yacht Club) e MAYC (Mutant Ape Yacht Club), o token foi rapidamente listado nas principais exchanges e encerrou o mês de março com capitalização de mercado superior a US$ 4 bilhões.

A Monero (XMR), focada em privacidade, ficou na segunda posição. A alta de 4,19% foi sustentada pelo movimento “Monerun”, uma espécie de “corrida bancária” provocada por entusiastas do protocolo.

Theodoro Fleury, gestor da QR Asset Management, explica que, por ser um ativo totalmente focado em privacidade, não existe registro no qual é possível verificar as carteiras que detêm esses tokens, como acontece normalmente em outras blockchains. “Com isso, um grupo de entusiastas da moeda, alegando a suspeita de que as exchanges não teriam estoque suficiente para honrar os saques, lançou uma iniciativa para que detentores da moeda sacassem os tokens das exchanges para carteiras privadas”, conta Fleury.

Essa “corrida” sustentou os preços da Monero no mês e fez com que algumas exchanges suspendessem os saques da moeda em suas plataformas. Movimento semelhante aconteceu com a empresa Gamestop no ano passado.

Entre as moedas mais conhecidas, o Bitcoin encerrou o mês em queda de 14,22% e o Ether desvalorizou 13,80%.

Já o destaque negativo ficou por conta da WAVES, que liderou o ranking de desempenho positivo em março. O ativo caiu 83,55%, pressionado pela suspeita de fraudes no protocolo.

O levantamento analisou as 40 moedas com maior capitalização de mercado de acordo com o site Messari.io. Ativos que começaram ou terminaram o mês de abril nessa lista foram considerados.

No entanto, não foram levados em conta os ativos que começaram o mês entre os 40 e ficaram de fora da lista das 100 moedas com maior capitalização. Além disso, foram eliminadas da classificação as criptos que possuíam valor de mercado inferior a um bilhão de dólares no início de abril.

Confira o desempenho das duas criptomoedas que mais valorizaram:

Símbolo Nome Preço inicial Preço final Variação %
APE APE Apecoin R$ 60,18 R$ 98,32 63,37%
XMR Monero R$ 1.010,55 R$ 1.052,90 4,19%

 

Confira o desempenho das cinco criptomoedas que mais desvalorizaram:

Símbolo Nome Preço inicial Preço final Variação %
WAVES Waves R$ 374,71 R$ 62,37 -83,35%
AXS Axie Infinity R$ 298,14 R$ 142.90 -52,07%
THORChain THORChain R$ 56,18 R$ 29,79 -46,97%
ETC Ethereum

Classic

R$ 224,28 R$ 127,36 -43,21%
MANA Decentraland R$ 12,38 R$ 7,05 -43,04%

 

https://einvestidor.estadao.com.br/criptomoedas/criptomoedas-mais-valorizadas-abril-2022/

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A sigla AIDA é um acrônimo para Atenção, Interesse, Desejo e Ação. Essa técnica do marketing se baseia no comportamento do lead durante a jornada de compra. Mas não somente isso, a ideia desse método é direcionar o cliente pelo funil de vendas de forma direcional, a fim de diminuir o ciclo. 

A AIDA foi criada em 1899 pelo defensor da publicidade norte-americana, Elias St. Elmo Lewis. O pioneiro em vendas acreditava que através do potencial da propaganda conseguiria educar o público no processo de compra. 

Lewis levava em consideração que antes de alguém se tornar um cliente, precisava antes ter sua atenção despertada, ser orientado sobre o produto que desejava, para só então, realmente, se tornar um consumidor. Processo que é seguido até os dias atuais.

O que define cada etapa da AIDA?

Cada etapa do processo da AIDA tem suas definições:

Atenção (Attention): o início do processo é definido por buscar a atenção do futuro comprador no momento em que ele entra em contato com a marca/produto/serviço. 

É preciso que a estratégia seja feita buscando despertar a curiosidade do público alvo da empresa. Isso porque há diversos concorrentes que também disputam a atenção do comprador e é preciso ser assertivo.

Para o marketing digital criar campanhas, sites, landing page, fotos e vídeos atrativos pode melhorar a performance da empresa nas redes e plataformas. 

As estratégias usadas são:

  • SEO;
  • anúncios;
  • redes sociais;
  • marketing de conteúdo.

Interesse (Interest): uma vez que a atenção do futuro cliente é alcançada, é preciso provocar o interesse dele na oferta da empresa. Neste ponto, podemos levar em consideração que o lead está no processo do funil de vendas.

A fim de instruí-lo e educá-lo sobre a marca/produto/serviço, é preciso criar ações que aumentem o interesse que a empresa oferece. Usando o método de instrução, pode-se criar automações de e-mail marketing, envio de e-book, contato por mensagem ou telefônico, qualquer estratégia para mostrar ao cliente que o seu comercial está disponível é válida.

Desejo (Desire): neste ponto do processo, o lead compreendeu o que a empresa oferece e está interessado. Porém, ele também pode estar em contato com mais empresas que oferecem o mesmo produto. 

Desperte ainda mais o desejo do lead não somente pelo que a empresa oferece, mas exclusivamente pela empresa. Garanta que ele compreenda os benefícios em fechar negócio, comprovando os benefícios adquiridos com a compra. Utilize cases de sucesso, dados e depoimentos se necessário. 

Ação (Action): e por fim, a ação. Alguns clientes demandam que o comercial da empresa dê um empurrãozinho para a compra de fato acontecer. Às vezes um desconto, garantia, brindes ou testes, dependendo do produto. 

Outro método é utilizar gatilhos mentais para incentivar o futuro cliente, como: “restam X dias” ou ainda “restam somente X unidades”. O senso de urgência faz com que o lead tome uma decisão mais rápido. 

Funil de vendas

O funil de vendas é uma metodologia definida por etapas na qual o usuário passa, até se tornar um lead, e consequentemente um cliente. É o processo que o cliente passa durante a estratégia AIDA.

Um funil é caracterizado por ter um topo maior, e no decorrer, ele fica estreito. É justamente o que acontece com o processo de vendas. Apesar das empresas segmentarem um funil de acordo com o perfil ideal de cliente, nem sempre ele precisa do produto naquele momento. 

Por isso é tão importante criar ações para provocar o interesse e desejo do cliente. O método AIDA está atrelado às estratégias de Inbound e Outbound Marketing. Isso porque, além de atrair o cliente como o Inbound, a empresa pode ter de ir atrás do lead para fechar negócio, como o Outbound.

Leia também: Como o Inbound e o Outbound tem crescido com o Marketing Digital

Como é dividido o funil de vendas?

O funil de vendas é dividido em três etapas, o topo, o meio e o fundo. Nesse processo, os usuários que não se enquadram no perfil de cliente, acabam saindo do funil. Como um funil, a parte de cima capta os clientes de forma ampla, mas filtra no processo, vamos exemplificar:

Topo do funil: é o primeiro contato, e assim como a AIDA, utiliza a atenção para atrair os potenciais clientes. É preciso que a campanha, site, fotos, vídeos e landing page sejam atrativas, claras e objetivas para cativar o cliente. 

É também o momento de descoberta e aprendizado. E também é o momento de despertar o interesse do lead, fazendo com que ele entenda que tem uma dor que precisa ser solucionada e começa a levar em consideração a conclusão da compra. 

O time de vendas precisa estar atento a qualquer lead qualquer lead que aparecer, para que tire dúvidas caso seja necessário e não percam o cliente. É aqui que os gatilhos e interesse são despertados. 

Meio do funil: é o momento de educar o lead sobre o produto/serviço/marca, e que ele começa a entender o processo e a averiguar a possibilidade de solucionar o seu problema com a oferta da empresa.

É o ponto no qual a AIDA aponta como o desejo. Pois há concorrência e a empresa precisa mostrar que a solução que oferece é melhor do que o concorrente. Neste local do funil vale a pena uma prospecção ativa, pois os leads que chegam até aqui realmente tem interesse no produto que é oferecido.

Fundo do funil: é o momento da ação do AIDA, no qual o cliente está prestes a concluir a compra. E é necessário, neste momento, alguma negociação em alguns casos. Tenha materiais que mostrem ao cliente os benefícios de fechar com a empresa.

Uma das coisas que mais trazem segurança para um cliente em um ambiente online de compra é a avaliação. Seja através de nota, comentários e reviews do produto ou serviço prestado para atestar a qualidade. São quando se tornam, de fato, clientes.

Na metodologia AIDA, a atenção e o interesse se enquadram no topo do funil, o desejo no meio e ação no fundo.

Modelo do funil de vendas / funil de compras

Modelo do funil de vendas / funil de compras

Como aplicar o modelo AIDA nas vendas

Para aplicar o método AIDA nas vendas da sua empresa é preciso:

  • conhecer o perfil do cliente (ICP), suas necessidades e interesses;
  • saber vender o produto da empresa, destacando as vantagens e os diferenciais;
  • priorize conteúdos relevantes ;
  • personalize a comunicação;
  • entregar gatilhos assertivos no processo de compra;
  • saber exaltar os motivos pelos quais o cliente deve escolher sua empresa;
  • aplicar ferramentas para otimizar o processo de compra para não perder leads;
  • utilize CRM para acompanhar o pipeline de vendas.

Entenda de fato quem é o seu cliente ideal:

  • idade;
  • gênero;
  • desejos;
  • necessidades;
  • desafios;
  • sonhos;
  • problemas.

Aplique a AIDA em plataformas que o público ideal da empresa utiliza com mais veemência, no geral, é comum utilizarem:

  • anúncios pagos;
  • redes sociais;
  • blogs;
  • e-mail marketing;
  • SMS;
  • WhatsApp.

Durante o processo de interesse no topo do funil, traga conteúdos exclusivos para despertar o desejo e levar o lead ao meio do funil de vendas, com:

  • e-books;
  • webinars;
  • landing page;
  • planilhas;
  • depoimentos
  • testes grátis.

A automação é uma grande aliada no método AIDA, é importante usar ferramentas como:

  • segmentar clientes;
  • criar fluxos automáticos;
  • qualificar os leads;
  • identificar as melhores oportunidades;
  • encaminhar leads para o setor comercial com rapidez.

Com o uso do CRM é possível avaliar com assertividade os dados produzidos durante o processo do funil de vendas, como:

  • maior produtividade;
  • controle sobre os processos de vendas;
  • integração no processo;
  • acesso a relatórios com dados para traçar estratégias.

O modelo AIDA é aplicado nos cinemas

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Como o ponto chave para o método AIDA é primeiramente despertar a atenção do cliente, o cinema utiliza isso da melhor forma possível. No mundo das telonas, as produções lançam teasers, outdoors, trailers e propagandas para atrair o público meses antes do lançamento do filme. 

Quanto mais próximo a estreia fica, mais materiais vão sendo liberados nas redes sociais, televisão, rádios e em espaços públicos, atiçando o desejo do consumidor de ir até o cinema rapidamente quando o filme for lançado.

É uma forma de persuadir o público a consumir um produto, mas diferente da internet, o apelo tem de ser mais constante para fazer com que o cliente saia de sua casa para ir até o cinema ver um filme por conta da divulgação. 

A técnica AIDA tem muito o que acrescentar em diversos nichos do mercado. Basta saber coletar informações, criar o perfil de cliente ideal, e traçar estratégias para atingir esse público de forma assertiva, utilizando métodos como o inbound marketing.

No cenário pós-pandêmico, dados apontam aumento de plataforma corporativa de vendas

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Em um mundo altamente conectado, gerar experiência de compra de forma rápida, simples e fácil tornou- se uma necessidade para as empresas. A pandemia acelerou o processo de transformação digital, inclusive para a indústria e distribuidores, que passaram a investir mais em plataformas digitais de venda. Diante desta realidade, o estudo da Grand View Research prevê que o mercado global de e-commerce B2B (business to business) tenha um crescimento anual de 19,7%, de 2022 a 2030. Em 2021, ainda segundo a pesquisa, este mercado atingiu o valor de USD 6,883.47 bilhões no mundo.

Os números vão ao encontro do perfil do consumidor no cenário pós-pandêmico, que registrou o fechamento de lojas físicas e o aumento do número de pedidos on-line, impactando positivamente as perspectivas de negócios B2B e criando oportunidades para o crescimento deste mercado. Neste contexto, a internet surgiu como uma ferramenta poderosa para conectar vendedores e compradores de forma mais eficiente em um período de baixa atividade econômica.

É neste cenário pós-pandêmico que o e-commerce B2B promove um canal rápido, acessível, atemporal e de autoatendimento para os negócios. “A necessidade de estar mais próximo desse segmento de clientes é fundamental para entregar melhores soluções. Estas plataformas ainda permitem a modernização das relações com os clientes, promovendo métodos mais ágeis de interação, além de expandir fronteiras para que clientes de todo o Brasil tenham acesso aos serviços e produtos das empresas”, destaca Cassio Weber, gerente de e-commerce do Grupo Herval, criadora da iPlace Corporativo, que seguindo esta tendência de mercado lançou uma plataforma de e-commerce voltada ao universo corporativo.

Para eles e muitas outras organizações, a pandemia acelerou o processo de transformação digital. “Conforme as fases da digitalização foram avançando, a necessidade do B2B se consolidou”, exemplifica Cassio. O especialista ainda explica que, diante da digitalização do mundo, a tomada de decisão nas empresas está cada vez demandando mais agilidade dos gestores.

Neste cenário, o e-commerce B2B alia rapidez com tecnologia e se propõe a atender desde pequenos até grandes volumes, com a possibilidade de condições diferenciadas. “Muitas vezes o meio digital é a porta de entrada para grandes aquisições, pois acelera o processo de reconhecimento da necessidade de cada empresa. Ele pode não ser exclusivamente a via de aquisição, mas participa para que etapas de negociação e personalização da oferta possam ser otimizadas, o que contribui para o resultado e a performance das empresas”, aponta Cassio.

Plataformas oferecem benefícios para empresas

De acordo com o Relatório de Evolução do Comércio Eletrônico entre Empresas (B2B) de 2021, lançado pela Amazon Business, 85% dos compradores de empresas afirmaram que, com a pandemia, cresceu a participação das organizações no meio digital; enquanto 91% dos profissionais explicaram que preferem compras no meio eletrônico aos métodos offline.

Para o gerente de e-commerce do Grupo Herval, essa preferência pode ser atrelada aos benefícios que esta plataforma corporativa oferece. Ele explica que, além de otimizar o tempo de compra das empresas e ampliar a atuação das marcas, o e-commerce corporativo também oferece vantagens exclusivas aos clientes, com suporte e apoio especializado na aquisição de produtos e serviços de maneira ágil e acessível em qualquer lugar, permitindo mais autonomia, sem perder a solução personalizada. “As plataformas oferecem a possibilidade de, ao longo do tempo, agregar ainda mais serviços e soluções, permitindo que as empresas deem suporte mais rápido, com condições especiais e para uma parcela ainda maior de empresas, sem perder a qualidade”, contextualiza Cassio.

Futuro do e-commerce B2B

Até 2025, 80% das vendas B2B ocorrerão no meio digital – é o que prevê o Whitepaper “The Ultimate B2B E-commerce Guide: Tradition is out. Digital is in” da DHL Express, divulgado em 2021. Segundo Cassio, o crescimento do e-commerce B2B acontecerá porque as experiências positivas do mercado B2C levarão as pessoas dentro das empresas a confiarem mais nos processos on-line de instituições estruturadas. “Além disso, a pressão pela digitalização nos negócios, com a premissa de se buscar maior produtividade, é um atributo importante, que de fato proporciona melhores resultados para todos, sejam compradores ou fornecedores”, explica.

O especialista ainda aponta que outro aspecto favorável importante é o contexto geográfico brasileiro, já que o e-commerce B2B, através da oportunidade de acesso on-line cada vez maior da população, faz com que regiões distantes possam também acessar produtos e serviços que tradicionalmente estão mais próximos e são mais comuns nos grandes centros. “Nessa relação todos ganham e isso certamente proporciona o crescimento do on-line. Além disso, é preciso considerar que estamos com novas gerações entrando no mercado e que a digitalização já é parte fundamental do processo de trabalho”, conclui Cassio.

 

https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2022/05/04/estudo-preve-crescimento-do-e-commerce-b2b-em-quase-20-para-2022.ghtml

Segundo pesquisa realizada pela empresa Warc Data, inversão de capitais em propagandas no online devem prevalecer sobre outros meios de comunicação neste ano; para especialista, utilização de estratégias de marketing digital podem trazer maior assertividade para tal investimento

Com digitalização caminhando a passos largos no meio corporativo, com 93% das pequenas e médias empresas brasileiras tendo avançado seus processos de transformação digital, segundo o estudo “Impacto da Covid-19 na cultura e operação das PMEs brasileiras“, encomendado pela Microsoft para a agência de comunicação Edelman, o investimento em publicidade nos meios digitais e o consequente impulsionamento do marketing focando em plataformas online ganham força no país. 

O movimento, potencializado nos últimos anos com as mudanças no ambiente laboral proporcionadas pela grave crise sanitária que atinge todo o planeta desde o início de 2020, tende a estimular o aperfeiçoamento de soluções tecnológicas nestas companhias, dando um salto qualitativo no processo de digitalização das mesmas.

Os dados coletados pela pesquisa da Edelman mostram também que 97% das PMEs consideram importante incluir tecnologia no modelo de trabalho de forma permanente. Além disso, 40% dos entrevistados ressaltaram a necessidade de investimento no aprimoramento de soluções tecnológicas. Tal diagnóstico vai ao encontro de indicativos aferidos por uma análise recente do BCG (Boston Consulting Group), que revelou que apenas 30% das empresas conseguem realizar a transformação digital de maneira eficiente. 

Neste sentido, é sintomática a estimativa de que 60% dos investimentos em publicidade em 2022, realizada pela empresa Warc Data, sejam destinados a mídias digitais – uma tendência que, ao mesmo tempo que revela a força do on-line no mercado de marketing, enseja uma maior organização das estruturas digitais destas empresas. 

Para Cleverson de Almeida, especialista e estrategista em marketing digital, a inversão de capitais em publicidade no meio digital deve ser cada vez maior nos próximos anos, ainda que outros canais, como TV, rádio, revistas e jornais, mantenham-se relevantes e com um público – potenciais consumidores – fidelizado. 

“Vejo que algumas empresas ainda vão manter seus investimentos com anúncio em TV e rádio, mas irá ocorrer um aumento, sim, em publicidade destinado às mídias digitais, pois as pessoas notaram a praticidade e comodidade de efetuar compra pela internet”, afirma o profissional, citando da GoAd Media que indica que o e-commerce responder por 24,5% do varejo global em 2025. “Será uma tendência, pois, no meio digital, você pode comprar de qualquer lugar, além de ter todas as marcas e modelos que você deseja em um só lugar.”

Outras tendências do marketing digital

O especialista em marketing digital avalia que o crescimento global do investimento em publicidade em meios digitais está atrelado à emergência de novas ferramentas tecnológicas, como o metaverso, que, segundo estimativa da Bloomberg Intelligence, deve movimentar cerca de US$ 800 bilhões (R$ 4,1 trilhões) até 2024. 

Além disso, pontua Almeida, a utilização mais assertiva destes recursos em publicidade e, de forma mais ampla, no marketing digital, também passa pelo chamado “growth hacking” (“exploração do crescimento”, em tradução livre), que consiste na adoção de estratégias de marketing que visem o crescimento significativo e acelerado do negócio a partir da identificação de seus pontos críticos.

“O growth hacking, ou marketing de crescimento, é uma metodologia muito boa para adquirir mais clientes e, com isso, mais vendas, melhorando a experiência do usuário e focando esforços onde realmente serão trazidos resultados exponenciais para a empresa em um curto período”, diz. “Os profissionais de marketing de crescimento são profissionais orientados por dados que trabalham incansavelmente para encontrar maneiras inovadoras de impulsionar a aquisição de usuários, manter os clientes engajados, retê-los e, finalmente, transformá-los em campeões da marca”.

https://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/05/2022/midias-digitais-devem-concentrar-60-do-investimento-em-publicidade-em-2022

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Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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