fbpx

Você sabia que as multas por violação da LGPD podem chegar a 50 milhões por infração? Entenda como funciona e de que forma evitar problemas 

IMAGEM ILUSTRATIVA COMO MODELO

IMAGEM ILUSTRATIVA COMO MODELO

Multa de 2% sobre o faturamento anual que pode alcançar a marca de 50 milhões de reais. Esse é o prejuízo que um CNPJ pode ter caso vaze dados pessoais de clientes na internet. Mas para entender melhor como chegamos a esse ponto, vamos voltar um pouco.

O vazamento de dados na internet tem sido um problema recorrente nos últimos anos, não somente no Brasil, mas no mundo. Além do perigo de ser vítima de golpes, o vazamento de dados também deixa o usuário vulnerável a influências. 

Isso porque são os dados que determinam os algoritmos das redes e plataformas. Principalmente em função dos mecanismos de busca como o Google. Uma vez que fazemos uma pesquisa, somos bombardeados sobre aquela informação de todos os lados.  

Pensando nisso, em 2018, foi criada a Lei 13.709, chamada de Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que visa não somente punir os responsáveis por vazar dados pessoais de pessoas na internet, mas conscientizar que isso fere a liberdade, a privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

O órgão responsável por fiscalizar violações digitais é a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), um braço do Governo Federal que analisa as denúncias feitas e orienta, através de guias informativos, o que implica o descumprimento dos pontos previstos por lei vazamento de dados. 

IMAGEM ILUSTRATIVA COMO MODELO

IMAGEM ILUSTRATIVA COMO MODELO

Como forma de promover que os dados pessoais fazem parte, inclusive da dignidade humana, desde fevereiro de 2022 a proteção de dados foi promulgada como um direito fundamental atrelado ao art. 5º da Constituição Federal.

A LGPD prevê que o responsável por vazar dados pessoais deve pagar uma multa de 2% sobre o faturamento anual. E essa punição passou a entrar em vigor em agosto de 2021, três anos após a Lei ter sido aprovada no Congresso Nacional.

A punição, porém, somente é aplicada caso a empresa que tenha usado as informações de forma negligente, descumprindo os pontos levantados na LGPD, e pode ser feita de maneira retroativa. 

Ou seja, caso a empresa tenha cometido algum crime de vazamento de dados desde agosto de 2021, está passível de multa. As regras para os cálculos de valores ainda não foram divulgadas. 

O Facebook e o vazamento de dados 

Em 2018, a rede social mais famosa do mundo se envolveu em um escândalo mundial sobre vazamento de dados de usuários da plataforma. O Facebook foi acusado, junto a assessoria política Cambridge Analytica, por revelar dados de um professor norte americano. 

Conforme foi dado o andamento processual, veio ao conhecimento público que o Facebook havia vazado dados pessoais de pelo menos 87 milhões de usuários. E no caso dos Estados Unidos, esse evento pode ter influenciado inclusive as eleições presidenciais de 2016.

Na ocasião, o Brasil fez valer a Lei recém aprovada no país sobre violação de dados e multou a empresa de Mark Zuckerberg em R$ 6,6 milhões de reais pelo vazamento de, pelo menos, 443 mil brasileiros. 

Nos Estados Unidos o Facebook foi multado em R$ 5 bilhões de reais, a maior quantia paga no setor de tecnologia. Recentemente, Zuckerberg recebeu a multa da Irlanda, pelo mesmo processo de 2018. 

No documentário da Netflix Privacidade Hackeada, é possível analisar com precisão sobre os problemas causados por esse vazamento de dados, e como isso implica em uma série de fatores sociais. 

O grande problema com a violação de dados

Dados como nome completo, data de aniversário, endereço, e-mail, número de telefone e documentos são um pacote de mão cheia para o meio digital. Há quem não tenha medo dos dados serem expostos nas redes sociais, e claramente não tem dimensão do perigo que é.

Ter as informações pessoais divulgadas implica em uma série de problemas. Há golpistas especializados exatamente neste tipo de crime virtual, de usar dados de outras pessoas para invadir redes sociais, contas bancárias e cartões de crédito. 

Além, é claro, da exposição de endereço, que pode acarretar em crimes como sequestro, tentativa de roubo de residência, de empresas, já que os golpistas sabem praticamente todos os seus dados se eles foram expostos.

Há também outro ponto, nos Estados Unidos, os dados do Facebook foram usados para manipular usuários acerca das eleições. O que também se especula de ter ocorrido no Brasil, segundo o documentário Privacidade Hackeada. 

O ponto chave em questão é que os nossos dados pessoais são nossa vida na internet. Ainda mais, é uma extensão da nossa vida na internet. Por isso é importante estar atento a qualquer violação, seja de qualquer natureza.

Além de estarmos suscetíveis a golpes, os nossos dados são extremamente importantes para algoritmos. Uma vez que um cliente compartilha seus dados com uma empresa, é dando a ela a confiabilidade em guardá-los. 

Por isso, atuar com dados pessoais de usuários é importante para os negócios, mas demanda muita responsabilidade sobre o cuidado em tê-los. Afinal, a LGPD está em vigor para assegurar que nada saia dos trilhos. 

Apesar do nome Flywheel ser usado hoje no meio digital, esse modelo foi inventado a mais de 200 anos atrás por James Watts. Esse modelo é uma espécie de disco em um eixo eficiente em termos de energia. 

O Flywheel armazena a energia, mas isso depende da velocidade que ele roda. O atrito com a roda, tamanho e peso determina a intensidade do processo. Esse método é usado em carros, trens e usinas, mas como foi parar em um modelo de marketing digital?

FOTO ILUSTRATIVA

FOTO ILUSTRATIVA

O que é o Flywheel no Marketing Digital?

O Flywheel surgiu da necessidade de otimizar o funil de vendas. Apesar do funil ser funcional, ele não armazena clientes, é uma espécie de captação e busca por fidelização. É preciso usar os clientes como forma de fazer com que a empresa cresça.

 Os funis perdem força na base, quando os clientes estão prestes a concluir uma compra. Já os Flywheel continuam girando, gerando energia para o esquema do funil, todo esforço colocado só faz com que ele continue progredindo. 

FOTO ILUSTRATIVA

A importância do Flywheel no Marketing Digital

O Flywheel representa um processo em forma de círculo, no qual são os clientes que alimentam o crescimento da empresa. O ideal para esse modelo de estratégia é investir em marketing que impactem os clientes, que os traga para perto e os faça criar valor com o que a marca oferece. 

Fazer investimentos em pontos de atrito ou sensíveis também é uma opção. Como os canais de entrada de leads, canais que facilitem o contato empresa/cliente e também processos como treinamentos e testes grátis.

De que forma utilizar o Flywheel

O flywheel possui três fatores que contribuem para o momentum: 

  • A quantidade de atrito
  • A velocidade do giro
  • Tamanho e peso

Em um modelo de funil muita “força” é aplicada no flywheel. Isto é, se investe em diversos pontos para fortalecê-los e gerar mais energia. Mas é importante que as estratégias sejam bem alinhadas para que nenhum investimento se oponha ao outro. 

Por exemplo, uma falta de alinhamento entre o marketing e as vendas pode fazer com que a velocidade do Flywheel seja diminuída. Bem como a oposição entre sucesso do cliente e as vendas. É preciso fazer com que o processo continue fluido. 

Já a velocidade é aumentada de acordo com a força aplicada em pontos estratégicos do funil, eles se complementam. Quanto mais força, mais atrito e mais velocidade. No modelo de funil a força deve ser aplicada para atrair e fidelizar clientes. 

O contrário também é importante frisar. Encontrar pontos ineficazes no processo e fazer melhorias sobre eles. Não apenas criar novas estratégias para o Flywheel funcionar em velocidade total, mas encontrar os pontos que precisam de ajustes e melhorá-los. 

Melhorar taxas de conversão, entender os motivos de taxas de cancelamentos e corrigi-los, assim como a forma com que as equipes internas da empresa estão organizadas e se isso influencia em algum ponto estratégico.

Quanto mais velocidade, menos atrito. Mais clientes fidelizados fazem com que o Flywheel se torne mais “pesado”. Ou seja, quanto mais clientes, mais velocidade e crescimento da empresa. 

Como implementar o Flywheel ao funil de vendas

A partir do momento em que a empresa decide implementar o flywheel no funil de vendas, é preciso avaliar alguns pontos importantes:

  1. Identifique as métricas de flywheel que a empresa monitora;
  2. Identifique a força que a empresa tem colocado em cada estágio de venda;
  3. Identifique os pontos de atrito que podem ser melhorados.

O flywheel possui estágios: atrair, envolver e encantar. Que deverão ser implementados no funil de vendas. 

IMAGEM ILUSTRATIVA

IMAGEM ILUSTRATIVA

Atração: utilizar conteúdos que iniciem relações significativas entre empresa/cliente. Que chamem a atenção do perfil de cliente ideal. A métrica mais importante neste ponto é o tráfego mensal no site da empresa. 

Envolver: construção de relações duradouras com os clientes, com estratégias para chamar a atenção do lead, mas ao mesmo tempo que tire as dúvidas que possam existir. 

Encantar: oferecer um atendimento diferenciado que realmente proporcione ao cliente um encantamento. Crie avaliações aos clientes para saber o nível de satisfação e se indicariam a empresa a outras pessoas. 

É preciso avaliar quais os tipos de investimento a empresa tem feito em cada estágio que precisa ser melhorado. E posteriormente, como medir se as mudanças adotadas têm surtido algum efeito. 

Diminua o atrito nos processos

Há diversos pontos de atrito quando falamos sobre processo de vendas. Seja leads que não vão pra frente, cancelamentos, ou até mesmo desistências por não acharem que precisam do produto naquele momento.

Como identificar os pontos de atrito?

  • Verificar em que momento do funil os problemas estão ocorrendo;
  • Verificar o que pode ser automatizado, exemplo: envio de formulário em ponto X do funil para obter os dados do cliente e entrar em contato;
  • Verificar o que pode ser resolvido em contato cliente/comercial;
  • Verificar o que pode ser melhorado em equipe.

A metodologia flywheel precisa, assim como qualquer outra, de dedicação da empresa aos processos. Pois nem sempre uma forma de vender se mantém a mesma, é preciso haver ajustes no processo. 

Porém, juntando as duas estratégias, do funil de vendas e a metodologia flywheel, não apenas as vendas terão um avanço como a empresa crescerá. Pois o flywheel não visa somente o crescimento financeiro, mas o sucesso da companhia em credibilidade. 

IMAGEM ILUSTRATIVA

IMAGEM ILUSTRATIVA

A sigla AIDA é um acrônimo para Atenção, Interesse, Desejo e Ação. Essa técnica do marketing se baseia no comportamento do lead durante a jornada de compra. Mas não somente isso, a ideia desse método é direcionar o cliente pelo funil de vendas de forma direcional, a fim de diminuir o ciclo. 

A AIDA foi criada em 1899 pelo defensor da publicidade norte-americana, Elias St. Elmo Lewis. O pioneiro em vendas acreditava que através do potencial da propaganda conseguiria educar o público no processo de compra. 

Lewis levava em consideração que antes de alguém se tornar um cliente, precisava antes ter sua atenção despertada, ser orientado sobre o produto que desejava, para só então, realmente, se tornar um consumidor. Processo que é seguido até os dias atuais.

O que define cada etapa da AIDA?

Cada etapa do processo da AIDA tem suas definições:

Atenção (Attention): o início do processo é definido por buscar a atenção do futuro comprador no momento em que ele entra em contato com a marca/produto/serviço. 

É preciso que a estratégia seja feita buscando despertar a curiosidade do público alvo da empresa. Isso porque há diversos concorrentes que também disputam a atenção do comprador e é preciso ser assertivo.

Para o marketing digital criar campanhas, sites, landing page, fotos e vídeos atrativos pode melhorar a performance da empresa nas redes e plataformas. 

As estratégias usadas são:

  • SEO;
  • anúncios;
  • redes sociais;
  • marketing de conteúdo.

Interesse (Interest): uma vez que a atenção do futuro cliente é alcançada, é preciso provocar o interesse dele na oferta da empresa. Neste ponto, podemos levar em consideração que o lead está no processo do funil de vendas.

A fim de instruí-lo e educá-lo sobre a marca/produto/serviço, é preciso criar ações que aumentem o interesse que a empresa oferece. Usando o método de instrução, pode-se criar automações de e-mail marketing, envio de e-book, contato por mensagem ou telefônico, qualquer estratégia para mostrar ao cliente que o seu comercial está disponível é válida.

Desejo (Desire): neste ponto do processo, o lead compreendeu o que a empresa oferece e está interessado. Porém, ele também pode estar em contato com mais empresas que oferecem o mesmo produto. 

Desperte ainda mais o desejo do lead não somente pelo que a empresa oferece, mas exclusivamente pela empresa. Garanta que ele compreenda os benefícios em fechar negócio, comprovando os benefícios adquiridos com a compra. Utilize cases de sucesso, dados e depoimentos se necessário. 

Ação (Action): e por fim, a ação. Alguns clientes demandam que o comercial da empresa dê um empurrãozinho para a compra de fato acontecer. Às vezes um desconto, garantia, brindes ou testes, dependendo do produto. 

Outro método é utilizar gatilhos mentais para incentivar o futuro cliente, como: “restam X dias” ou ainda “restam somente X unidades”. O senso de urgência faz com que o lead tome uma decisão mais rápido. 

Funil de vendas

O funil de vendas é uma metodologia definida por etapas na qual o usuário passa, até se tornar um lead, e consequentemente um cliente. É o processo que o cliente passa durante a estratégia AIDA.

Um funil é caracterizado por ter um topo maior, e no decorrer, ele fica estreito. É justamente o que acontece com o processo de vendas. Apesar das empresas segmentarem um funil de acordo com o perfil ideal de cliente, nem sempre ele precisa do produto naquele momento. 

Por isso é tão importante criar ações para provocar o interesse e desejo do cliente. O método AIDA está atrelado às estratégias de Inbound e Outbound Marketing. Isso porque, além de atrair o cliente como o Inbound, a empresa pode ter de ir atrás do lead para fechar negócio, como o Outbound.

Leia também: Como o Inbound e o Outbound tem crescido com o Marketing Digital

Como é dividido o funil de vendas?

O funil de vendas é dividido em três etapas, o topo, o meio e o fundo. Nesse processo, os usuários que não se enquadram no perfil de cliente, acabam saindo do funil. Como um funil, a parte de cima capta os clientes de forma ampla, mas filtra no processo, vamos exemplificar:

Topo do funil: é o primeiro contato, e assim como a AIDA, utiliza a atenção para atrair os potenciais clientes. É preciso que a campanha, site, fotos, vídeos e landing page sejam atrativas, claras e objetivas para cativar o cliente. 

É também o momento de descoberta e aprendizado. E também é o momento de despertar o interesse do lead, fazendo com que ele entenda que tem uma dor que precisa ser solucionada e começa a levar em consideração a conclusão da compra. 

O time de vendas precisa estar atento a qualquer lead qualquer lead que aparecer, para que tire dúvidas caso seja necessário e não percam o cliente. É aqui que os gatilhos e interesse são despertados. 

Meio do funil: é o momento de educar o lead sobre o produto/serviço/marca, e que ele começa a entender o processo e a averiguar a possibilidade de solucionar o seu problema com a oferta da empresa.

É o ponto no qual a AIDA aponta como o desejo. Pois há concorrência e a empresa precisa mostrar que a solução que oferece é melhor do que o concorrente. Neste local do funil vale a pena uma prospecção ativa, pois os leads que chegam até aqui realmente tem interesse no produto que é oferecido.

Fundo do funil: é o momento da ação do AIDA, no qual o cliente está prestes a concluir a compra. E é necessário, neste momento, alguma negociação em alguns casos. Tenha materiais que mostrem ao cliente os benefícios de fechar com a empresa.

Uma das coisas que mais trazem segurança para um cliente em um ambiente online de compra é a avaliação. Seja através de nota, comentários e reviews do produto ou serviço prestado para atestar a qualidade. São quando se tornam, de fato, clientes.

Na metodologia AIDA, a atenção e o interesse se enquadram no topo do funil, o desejo no meio e ação no fundo.

Modelo do funil de vendas / funil de compras

Modelo do funil de vendas / funil de compras

Como aplicar o modelo AIDA nas vendas

Para aplicar o método AIDA nas vendas da sua empresa é preciso:

  • conhecer o perfil do cliente (ICP), suas necessidades e interesses;
  • saber vender o produto da empresa, destacando as vantagens e os diferenciais;
  • priorize conteúdos relevantes ;
  • personalize a comunicação;
  • entregar gatilhos assertivos no processo de compra;
  • saber exaltar os motivos pelos quais o cliente deve escolher sua empresa;
  • aplicar ferramentas para otimizar o processo de compra para não perder leads;
  • utilize CRM para acompanhar o pipeline de vendas.

Entenda de fato quem é o seu cliente ideal:

  • idade;
  • gênero;
  • desejos;
  • necessidades;
  • desafios;
  • sonhos;
  • problemas.

Aplique a AIDA em plataformas que o público ideal da empresa utiliza com mais veemência, no geral, é comum utilizarem:

  • anúncios pagos;
  • redes sociais;
  • blogs;
  • e-mail marketing;
  • SMS;
  • WhatsApp.

Durante o processo de interesse no topo do funil, traga conteúdos exclusivos para despertar o desejo e levar o lead ao meio do funil de vendas, com:

  • e-books;
  • webinars;
  • landing page;
  • planilhas;
  • depoimentos
  • testes grátis.

A automação é uma grande aliada no método AIDA, é importante usar ferramentas como:

  • segmentar clientes;
  • criar fluxos automáticos;
  • qualificar os leads;
  • identificar as melhores oportunidades;
  • encaminhar leads para o setor comercial com rapidez.

Com o uso do CRM é possível avaliar com assertividade os dados produzidos durante o processo do funil de vendas, como:

  • maior produtividade;
  • controle sobre os processos de vendas;
  • integração no processo;
  • acesso a relatórios com dados para traçar estratégias.

O modelo AIDA é aplicado nos cinemas

blank

Como o ponto chave para o método AIDA é primeiramente despertar a atenção do cliente, o cinema utiliza isso da melhor forma possível. No mundo das telonas, as produções lançam teasers, outdoors, trailers e propagandas para atrair o público meses antes do lançamento do filme. 

Quanto mais próximo a estreia fica, mais materiais vão sendo liberados nas redes sociais, televisão, rádios e em espaços públicos, atiçando o desejo do consumidor de ir até o cinema rapidamente quando o filme for lançado.

É uma forma de persuadir o público a consumir um produto, mas diferente da internet, o apelo tem de ser mais constante para fazer com que o cliente saia de sua casa para ir até o cinema ver um filme por conta da divulgação. 

A técnica AIDA tem muito o que acrescentar em diversos nichos do mercado. Basta saber coletar informações, criar o perfil de cliente ideal, e traçar estratégias para atingir esse público de forma assertiva, utilizando métodos como o inbound marketing.

Ter crescimento de vendas é o objetivo de toda empresa, e com a estratégia do funil de vendas isso é viável

Obter resultados significativos dedicando menos tempo e esforço contínuo é possível. Ter estratégias que tragam resultados sem precisar se preocupar o tempo inteiro existe. Este é o funil de vendas.

Esse método utilizado pelo marketing digital ajuda a impulsionar o crescimento da receita das empresas. Isso porque, o funil de vendas trata-se de uma estratégia para atrair os potenciais clientes no decorrer do processo de compra. 

Quanto mais claro for o entendimento sobre o método, mais assertivo ele será e trará os resultados projetados pela empresa. Com a atração de novos clientes potenciais, ou como conhecemos no marketing digital, os leads. 

O que é um funil de vendas?

O funil de vendas, ou em outros casos, funil de compras, é o nome dado ao processo do consumidor desde a primeira interação com o produto ou serviço, até a conclusão da compra. 

Essa estratégia é dividida em três etapas, o topo do funil é o mais amplo, e tem como objetivo atrair o maior número de leads para o próximo estágio. Nesse processo, os usuários que não se enquadram no perfil de cliente, acabam saindo do funil.

Cada empresa tem o seu perfil de cliente ideal, o que chamamos de ICP. E criam gatilhos que atraem esse público específico. Logo, quando alguém entra em contato com a empresa e não se enquadra, simplesmente não prossegue no processo de conclusão de compra.

Como um funil, a parte de cima é maior, na qual os clientes são captados de forma ampla. E no decorrer do processo de venda, somente ficam os que de fato possuem interesse em concluir a compra. 

O funil de vendas é dividido em três etapas: o topo, o meio e o fundo. Porém, o topo é dividido em duas partes que definem se o usuário é ou não um cliente ideal. Vamos exemplificar:

Topo do funil: é quando o consumidor tem o primeiro contato com o anúncio/site/rede social da empresa. Por esse motivo, é bom que as informações sobre o produto ou serviço que a empresa oferece seja claro, para que haja identificação. 

Essa etapa é muito importante porque nem sempre o usuário está interessado em comprar algo, mas é atraído através do marketing que a empresa oferece para chamar a atenção dele. Esse estágio é o que chamamos de aprendizado e descoberta.

Esse contato com a empresa pode vir através de pesquisas no Google, compartilhamento em redes sociais, ou até mesmo um anúncio fora das mídias sociais. Garantir que o cliente se interesse é primordial. 

Pois, a partir de então, ele passa a avaliar se de fato não precisa do produto ou serviço que a empresa oferece, analisa os pontos, e se reconhece que tem um problema e precisa resolver com aquilo, ele prossegue no funil. É quando o usuário passa a ser um lead, cliente em potencial. 

Nesse ponto, é preciso que o time de vendas, através de gatilhos criados para gerar interesse ao cliente, procure entender o que estão procurando. Mas é importante que essa etapa seja estratégica. 

Isto é, que a empresa eduque o lead sobre o que oferece, a importância que tem, e o quanto faria a diferença para ele. De formas sutis, para gerar interesse de compra, e não empurrar algo ao cliente. 

Meio do funil: os leads que passam para o meio do funil procuram entender o que está sendo oferecido, passam a considerar uma solução. Quando mais leads passarem para esse estágio, quer dizer que mais pessoas tiveram a atenção voltada para o que a empresa oferece. 

Geralmente, os clientes que chegam a esse estágio tem interesse em concluir a compra. Porém, há concorrência, na qual ele pode comparar antes de de fato decidir o que fazer. Neste ponto, ter um time de vendas capacitado é importante.

Quanto mais pessoas se identificam com a empresa, a atenção e a solução que ela oferece, mais chances há das vendas serem concluídas com sucesso. E o melhor, tendo fidelização de clientes devido a boa experiência.

Fundo do funil: é o momento em que o cliente quer concluir a compra, porém ainda avalia valores e benefícios que outras empresas oferecem e qualidade do produto/serviço e atendimento. Neste ponto, ter diferentes estratégias é interessante.

Há clientes que precisam de suporte, às vezes para explicar algo, ou então, somente para se sentir seguro em efetuar a compra. Ter nesse estágio um material que demonstre ao lead a experiência de outros consumidores é crucial.

Pois uma das coisas que mais trazem segurança para um cliente em um ambiente online de compra é a avaliação. Seja através de nota, comentários e reviews do produto ou serviço prestado para atestar a qualidade. São quando se tornam, de fato, clientes.

Uma demonstração ilustrativa do funil de vendas:

blank

Como melhorar o funil de vendas?

Conhecer o perfil do cliente é mais do necessário para a criação de um funil de vendas efetivo e prático. Tendo as adequações necessárias, a empresa perde menos tempo com usuários que não têm nenhum interesse em usufruir do que a marca oferece.

Conheça o perfil do cliente: conhecer o perfil do cliente é essencial para otimizar o funil de vendas. Quanto mais informações sobre o usuário se obter, mais fácil será compreender o que ele espera da empresa e como oferecer o produto. 

Imagine que o seu funil de vendas está segmentando perfis errados, dificilmente terá algum resultado. Quando há erro na captação, todo o resto simplesmente não funciona. E com isso, a empresa perde tempo, energia e dinheiro.

Tenha como primeiro plano criar o perfil ideal do cliente, o ICP. Verifique qual o nicho de público que sua empresa oferece serviços e foque em conquistar esses clientes potenciais. Outro ponto importante é avaliar os concorrentes e adequar técnicas que estão funcionando para eles.

Conteúdo educativo: como falamos anteriormente, educar o cliente potencial é crucial. Entenda como educar o fato de oferecer soluções para o que o usuário procura. Seja e-books, banners ou até mesmo e-mails que expliquem melhor com o que e como a empresa atua. 

Uma das formas de atrair o público correto, e até mesmo direcionado para os conteúdos sobre a empresa, é o uso de palavras-chave. Nem sempre o usuário conhece a empresa, e por meio de palavras-chave, acabam encontrando o que procura.

Por esse motivo, dedicar tempo a conhecer o público-alvo da empresa e quais as palavras que chamam a atenção dele, é extremamente importante. É o que trará resultados significativos para alcançar os objetivos de vendas.

Tenha contato com o cliente: quando o usuário passa a ter interesse no que a empresa oferece, o chamamos de lead. E neste ponto, é necessário que a empresa crie uma estratégia de obter o contato desse possível cliente. 

Isso porque, é através disso que a empresa conseguirá encontrar em contato para oferecer seus serviços ou produtos. Seja a captação de e-mail ou telefone, ter uma forma de entrar em contato é um passo importante. 

Divulgação em mídias sociais: quando o cliente procura por serviços que a empresa oferece, e clica no site ou anúncio, o Google entende o interesse do cliente e passa a mostrar nas redes sociais do usuário anúncios sobre a pesquisa, é o que chamamos de algoritmo.

Outra forma é investir em divulgação, campanhas e anúncios. Com fotos chamativas, textos persuasivos e preços atraentes. O Google é a melhor plataforma para investir em divulgação, pois oferece uma rede de displays que anunciam também o que a empresa quer.

Invista em feedbacks: ter clientes falando bem do que a empresa oferece é fundamental como histórico de sucesso. Muitas pessoas buscam saber a opinião de quem já teve contato com os serviços da empresa antes de comprar alguma coisa. 

Após a conclusão da venda, invista em saber a satisfação do cliente. Seja por mensagem, ligação ou até mesmo formulário por e-mail. Dedique um espaço em seu site ou página nas redes sociais para expor o sucesso que a empresa tem tido com a prestação de serviços. 

O pós-venda é tão importante quanto o pré: muitas empresas falham neste ponto, é mais simples convencer um cliente a comprar do que mantê-lo fidelizado. Isso porque, há negócios que visam somente o lucro, e não a satisfação do cliente. 

É preciso entender que o sucesso de um funil de vendas também vem de forma orgânica. De clientes que já compraram e também indicam a empresa. É preciso investir em pós-venda que funcionem e estejam à disposição do cliente. 

Ter sucesso em vendas é prever e saber que erros serão cometidos e que precisarão ser resolvidos. E buscar, antes mesmo de acontecer, formas de lidar com esses problemas. Realmente se colocar no lugar do cliente e entender os pontos que ele levanta como queixa e resolvê-los.

Esteja à disposição: seja no pré, durante ou pós-venda, estar a disposição do cliente é crucial para dar confiança no trabalho que a empresa está oferecendo. Entendemos que muitas pessoas precisam de suporte, e ter esse ponto é um diferencial.

Quando todos esses pontos são alinhados, a empresa passa a ter mais chances de conquistar lugares maiores no meio digital. O importante é compreender, de fato, que não é somente o lucro que importa, e sim a satisfação do cliente com a empresa.

O sucesso se mede pelo tempo que se dedica para as coisas acontecerem, se há muito esforço em dedicar o melhor serviço aos clientes, isso será recompensado de forma natural e orgânica. Esforço e dedicação para compreender o público da empresa é a chave para alcançar objetivos maiores. 

Bilionário chegou a um acordo para adquirir a rede social por US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões) e transformá-la em uma empresa de capital fechado

Elon Musk, bilionário dono da Tesla e da SpaceX, em imagem de maio de 2021 — Foto: Michele Tantussi/Reuters

Elon Musk, bilionário dono da Tesla e da SpaceX, em imagem de maio de 2021 — Foto: Michele Tantussi/Reuters

O acordo de Elon Musk para comprar o Twitter foi confirmado pela empresa nesta segunda-feira (25). A aquisição irá movimentar cerca de US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões) e tornará a rede social uma companhia de capital fechado.

A empresa espera concluir o negócio ainda este ano, mas ainda precisa da aprovação formal de seus acionistas e de órgãos regulatórios.

Quem é Elon Musk?

Elon Musk é o homem mais rico do mundo e tem um patrimônio avaliado em US$ 273 bilhões (R$ 1,3 trilhão), segundo ranking da Bloomberg. Conhecido por suas polêmicas, ele foi eleito pela revista “Time” como a “Personalidade do Ano” em 2021. E, neste mês, encabeçou a lista dos bilionários da “Forbes”, à frente do dono da Amazon, Jeff Bezos.

Nascido em Pretória, na África do Sul, em 1971, Musk é filho de um sul-africano e de uma canadense. Ele viveu no país natal até 1989, quando se mudou para o Canadá pouco antes de completar 18 anos.

Ele cursou a faculdade na Queen’s University em Ontário, no Canadá, mas, no meio da graduação, se mudou para a Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, onde se naturalizaria americano.

Musk é bacharel em física e economia. Ele primeiro se tornou conhecido pela criação da Tesla, fabricante de carros elétricos, em 2003. Depois, foi diversificando seus negócios. Leia mais sobre a trajetória de Elon Musk.

Quanto Elon Musk pagará pelo Twitter?

O Twitter informou que os acionistas receberão US$ 54,20 (R$ 264) em dinheiro por cada ação. Segundo a empresa, esse valor é 38% maior à cotação das ações em 1º de abril, último dia de negociações antes de a participação de Musk na empresa ser revelada.

Para o acordo ser fechado, Musk vai usar US$ 21 bilhões (R$ 102 bilhões) de sua fortuna e obter o restante de um empréstimo de US$ 25,5 bilhões (R$ 124 bilhões).

O valor é muito acima do que foi pago, por exemplo, na compra do WhatsApp pelo Facebook, em 2014 (US$ 22 bilhões), e do Instagram, também pela empresa de Mark Zuckerberg, em 2012. Relembre outros negócios milionários em tecnologia.

Musk já é dono da rede social?

Ainda não. O que aconteceu foi a aprovação do negócio por unanimidade pelo Conselho de Administração do Twitter e isso é um passo importante para o magnata assumir o controle da rede social.

Segundo o Twitter, a transação precisa ser aprovada pelos acionistas e por órgãos regulatórios. A previsão é de que ela seja concluída ainda neste ano.

Qual era a relação de Musk com o Twitter?

Além de ser um usuário assíduo da rede social, onde coleciona polêmicas, Musk comprou recentemente uma participação de 9,2% na empresa, o que fez dele o maior acionista.

As ações foram adquiridas em março, mas a negociação só foi revelada em 4 de abril. Na ocasião, Musk tinha cerca de 73 milhões de ações do Twitter, montante avaliado em US$ 2,9 bilhões (R$ 14 bilhões).

O modo como o bilionário comprou sua participação na companhia é alvo de um processo movido por ex-acionistas. Em uma ação coletiva, eles afirmam que Musk fez “declarações e omissões materialmente falsas e enganosas” ao não revelar que havia investido no Twitter, o que, segundo eles, seria uma violação de uma lei federal dos Estados Unidos.

Dias depois da compra dessa fatia da empresa, ele fez enquetes em seu perfil na rede social sobre liberdade de expressão e disse que considerava seriamente criar uma rede social para garantir esse direito aos usuários da internet.

Quais os planos de Musk para o Twitter?

No anúncio sobre o acordo, o bilionário voltou a comentar sobre a importância da liberdade de expressão na plataforma.

“A liberdade de expressão é a base de uma democracia em funcionamento e o Twitter é a praça da cidade digital onde assuntos vitais para o futuro da humanidade são debatidos”, afirmou Musk em comunicado sobre a aquisição.

Assim como outras plataformas, como o Facebook e o YouTube, que pertencem a empresas privadas, o Twitter tem sua política de uso e prevê punições pelo desrespeito a regras.

Um dos casos de maior repercussão foi o banimento do então presidente Donald Trump, no final de seu mandato, em 2021, dias depois da violenta invasão de apoiadores dele ao Capitólio, incentivada pelo político nas redes sociais.

Na época, o Twitter foi muito pressionado pela opinião pública a agir, mas também houve quem considerasse que a plataforma estava praticando censura. Trump também foi suspenso por 2 anos do Facebook pelo mesmo motivo.

Musk já indicou que quer abrir o código do algoritmo da rede social, que orienta, por exemplo, a exibição de posts, e autenticar todos os usuários humanos.

“Quero tornar o Twitter melhor do que nunca, aprimorando o produto com novos recursos, tornando os algoritmos de código aberto para aumentar a confiança, derrotando “bots” (robôs) de spam e autenticando todos os humanos”, afirmou.

Com a compra, o Twitter também deixará de negociar ações na bolsa de valores.

Quem manda no Twitter hoje?

Até que seja concluída a venda para Musk, o Twitter é uma empresa de capital aberto, com ações na bolsa. O bilionário se tornou o dono de 9,2% desses papéis — a maior fatia — a empresa também pertencia a diversos outros investidores, como bancos (veja quem são os principais acionistas).

Atualmente, o presidente-executivo do Twitter é Parag Agrawal. Ele assumiu o cargo em novembro de 2021, sucedendo Jack Dorsey, um dos fundadores da rede social.

A companhia também conta com um Conselho de Administração formado por 11 pessoas, incluindo Agrawal e Dorsey. Após a confirmação de que Musk havia adquirido 9,2% da empresa em ações, ele foi convidado para entrar no grupo.

Um dia depois, Parag Agrawal afirmou que o Musk havia desistido de integrar o Conselho. O chefe do Twitter não explicou o que tinha levado a essa decisão.

Quais são os outros negócios de Elon Musk?

Musk é fundador da empresa de exploração SpaceX, que faz missões para a Nasa, agência espacial americana, e também viagens privadas. Ela conquistou um marco em 2021, ao levar turistas para passar 3 dias no espaço.

A empresa opera ainda o serviço de internet via satélite Starlink.

O bilionário também é dono da fabricante de carros elétricos Tesla, fundada em 2003, com fábricas nos Estados Unidos, na Alemanha e na China.

Musk também investe em energia solar e em um projeto de viagem de longa distância ultra rápidas por meio de túneis chamados hyperloop (outros empresários possuem projetos semelhantes).

Quantos usuários o Twitter tem?

O Twitter informou no último trimestre de 2021 que contava com 217 milhões de usuários diários e monetizáveis, ou seja, contas que estão aptas a visualizarem anúncios ou produtos pagos da empresa, como assinaturas.

Não é nem de perto o montante do Facebook, a maior rede social do mundo, que tem cerca de 2 bilhões de usuários. Plataformas como WhatsApp e Instagram, ambas controladas pela dona do Facebook, e o TikTok também estão nessa faixa.

 

https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2022/04/25/elon-musk-compra-o-twitter-o-que-se-sabe-ate-agora.ghtml

Apesar do termo ser desconhecido para quem não é da área, todo mundo conhece, pelo menos, uma startup unicórnio, seja ela brasileira ou estrangeira. O termo faz analogia à mitologia, na qual a referência do unicórnio quer dizer que a empresa fez algo tão difícil quanto achar um.  

O termo foi criado nos Estados Unidos, em 2013 pela fundadora da empresa Cowboy Ventures, Aileen Lee. E é dado a empresas avaliadas em 1 bilhão de dólares antes de abrir o capital para ações.   

Apesar do nome ter surgido apenas em 2013 através do artigo Welcome to the Unicorn Club: From Billion-Dollar Startups, as empresas unicórnios surgiram há muitos anos atrás. Segundo Aileen, nos anos 1990, o Google surgiu como a primeira empresa com esse perfil. 

Já nos anos 2000, o Facebook se enquadraria como a única empresa que caberia no molde estudado pela fundadora do Cowboy Ventures. Hoje, nenhuma das duas empresas se mantém nesse perfil por já terem aberto suas ações para a bolsa de valores. 

Este é um ponto importante, quando a startup abre o seu capital para ações, o que é chamado de Initial Public Offering, ou em tradução livre, Oferta Pública Inicial (OPI). Mas, o que seriam as startups? 

As startups surgiram como um novo modelo de empresa. Na qual precisa de uma inovação para ser considerado esse molde. É comum o pensamento de que uma startup é criada apenas no digital, o que não é uma verdade absoluta. 

Elas surgem nesse meio principalmente por ser mais barato o investimento e mais rápido de ser propagada e reconhecida do que uma empresa que atua somente no fisicamente. 

O que define uma startup

De forma prática, uma startup se enquadra em uma ideia inovadora e que tem potencial de fazer dinheiro. Diferente de empresas tradicionais, as startups dificilmente possuem um manual a ser seguido para ter sucesso. 

Os passos dados pelo empreendedor são incertos. E dependem de investimentos para deslanchar. É um modelo de negócio que depende de outras empresas para começar a surgir e deslanchar. 

Hoje nós podemos separar as startups em Business to Business (B2B), que são empresas que prestam serviços a outras, a Business to Consumer (B2C), empresas que prestam serviços ao consumidor final e a Business to Business to Consumer (B2B2C), empresas que prestam serviços para empresas e consumidor final.

Quando o termo startups unicórnio foi criado, apenas 39 empresas no mundo se encaixavam no modelo. Segundo o site CB Insights que cataloga essas empresas, esse número saltou para 805 em setembro de 2021.

O aumento de startups unicórnio no Brasil 

A pandemia quebrou muitas empresas ao redor do mundo, em sua maioria, as físicas. Porém, no meio digital, esse processo foi inverso, muitas empresas atingiram níveis altíssimos em pouquíssimo tempo. 

Em 2020, no começo da pandemia, 115 startups alcançaram a marca de valerem 1 bilhão de dólares. Já em 2021, esse número quase triplicou, saltando para 324. Dentre elas, 21 são startups brasileiras. 

Veja a lista das startups unicórnio brasileiras:

  1. 99

A 99 é uma empresa voltada para transporte  particular de passageiros e entrou para a lista de unicórnios em 2018. 

blank

  1. PagSeguro

A PagSeguro é uma empresa bancária brasileira voltada para meios de pagamento eletrônico, como transações, cartões de crédito e débito tanto físico como virtual. A empresa faz parte do grupo Uol. 

III. Nubank

O Nubank é o banco virtual que mais tem crescido no mercado mundial. Além de fazer parte das empresas unicórnio brasileiras, também figura como a quinta maior no mundo. 

blank

  1. Arco Educação

A Arco Educação é uma rede voltada para a educação para o ensino infantil e médio. Hoje, ela mantém também as escolas de idiomas Wizard, Yázigi e Skill, além de ter comprado a escola Dom Bosco. 

blank

 

  1. Movile (Ifood)

A Movile surgiu em 1998 como serviço de automação de mensagens de celular para os bancos. Já em 2018, o fundador da empresa investiu R$ 500 milhões no Ifood, o que fez com que a empresa crescesse e ambas se mantivessem como startups unicórnios. 

blank

  1. Stone

A Stone atua na área de pagamentos através de cartões de diversas bandeiras. Diferente do Nubank, a Stone não é um banco, é uma instituição de pagamentos regularizada pelo Banco Central do Brasil. 

blank

VII. Brex 

A Brex também atua no ramo de cartões, porém, corporativos. Foi criada por dois jovens de apenas 22 anos, e com uma visão clara do objetivo que gostariam, alcançaram a marca de R$ 1 bilhão de dólares.

blank

VIII. Gympass

A Gympass é uma startup que utiliza um aplicativo para oferecer a funcionários de empresas para que eles participem de atividades físicas, mentais e emocionais em uma série de academias parceiras. 

blank

  1. Ascenty

A Ascenty é a maior empresa de data centers da América Latina, foi fundada em 2010 e já faz parte do hall de unicórnios brasileiros.

blank

  1. Loggi

A Loggi é uma startup de logística que surgiu no ramo de entregas de encomendas. Em 2019 entrou para o seleto grupo de unicórnios do Brasil, após investimentos de empresas como: Microsoft, GGV e SoftBank. 

blank

  1. Quinto Andar

Em 2018 o Quinto Andar surgiu como uma das empresas mais valiosas do Brasil. A empresa surgiu como o intuito de facilitar a locação de imóveis, sendo uma revolução como novo modelo de aluguéis. 

blank

 

XII. Ebank

A Ebank atua no meio de pagamentos e tem expandido seus negócios pela América Latina. A empresa possui parcerias com empresas como a Uber e a Visa. 

blank

XIII. Wildlife

 

A empresa Wildlife é conhecida no meio de jogos para celulares. Foi fundada em 2011 e de lá para cá tem ganhado notoriedade e crescendo, aumentando o valor agregado à startup.

blank

XIV. Loft

A Loft atua no ramo de corretores e imobiliárias, buscando facilitar as transações de imóveis com a ajuda da tecnologia. em julho de 2021 a empresa comprou 100% do domínio da CredPago, expandindo ainda mais o seu império. 

blank

  1. Vtex

A Vtex é uma plataforma de e-commerce-marketplace, que se tornou unicórnio após uma rodada de investimentos em setembro de 2020. O intuito da startup é expandir seus negócios para os EUA, Europa e Ásia. 

blank

XVI. Creditas

A Creditas atua na área financeira, oferecendo empréstimos de forma 100% online. O que facilita, e muito, aqueles que precisam resolver algum problema financeiro e não tem tempo de ir até uma agência bancária. 

blank

XVII. C6 Bank

O C6 Bank é um banco digital que tem crescido no território brasileiro. Fornece opções de cartões de débito, crédito, empréstimos e as demais funções de um banco tradicional.

blank

XVIII. MadeiraMadeira 

O MadeiraMadeira recebeu um investimento de R$ 100 milhões da SoftBank, o que impulsionou a startup de móveis, utensílios de casa e materiais de construção a crescer. 

blank

XIX. Hotmart

A plataforma Hotmart atua como um facilitador, oferecendo cursos a clientes finais, intermediando o criador do conteúdo. O que possibilita também que empregue pessoas que querem ajudar a trazer mais clientes para a plataforma, ganhando uma porcentagem da venda. 

blank

  1. Mercado Bitcoin 

Assim como algumas startups que mencionamos, o Mercado Bitcoin também recebeu investimentos da japonesa SoftBank. Tornando-se a primeira unicórnio cripto latino. 

blank

XXI. Unico

A Unico surgiu em 2007 com o nome de Acesso Digital. Ela oferece soluções empresariais para acesso facial e digital, facilitando a contratação de funcionários de forma online. 

blank

A verdade é que graças à era digital, muitas startups têm surgido com o objetivo de crescer. Com o constante avanço tecnológico, a tendência é que as empresas cheguem rapidamente ao patamar de unicórnios, ou de decacórios, mas isso é assunto para outro artigo. 

blankQuem Somos

Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

Sobre Nós

Top

latest android games

|

popular android games