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Dado que mais de 90% dos consumidores mexicanos usam algum tipo de banco online, faz sentido que essa mudança digital se expanda para outras formas de pagamentos eletrônicos e comércio conectado. Isso, à medida que o uso crescente de sites de comércio eletrônico, mídia de streaming e os métodos de pagamento necessários para ativá-los, aumenta o uso de uma variedade de consumidores.

“No momento, vimos muita expansão ou explosão de FinTechs no México”, disse Andres Obando , vice-presidente de produtos da Kushki.

À medida que um número crescente de pessoas começou a procurar se inscrever no Netflix, Spotify, Amazon e Uber, ao mesmo tempo em que se sentia cauteloso em usar o manuseio de dinheiro durante a pandemia, eles mudaram para carteiras digitais e cartões para transações online.

América Latina adota alternativas ao dinheiro

O mesmo está acontecendo em toda a América Latina, disse Obando. Grandes jogadores estão chegando a esses países e a cultura está mudando. A Kushki viu isso nos últimos dois anos nas transações que realiza, com a quantidade de dinheiro diminuindo enquanto o uso de transferências e cartões cresceu.

“Vemos que esse fenômeno está mudando da perspectiva do dinheiro para formas mais seguras de movimentar dinheiro, que podem ser cartões ou transferências, não apenas por causa do COVID, mas por causa de como o dinheiro é movido de um lado para o outro sem nenhum risco de ser roubado”. disse Obando.

Mudança de impulsos pandêmicos

Obando disse que espera que isso continue à medida que um número crescente de comerciantes coloca seus sites de comércio eletrônico em funcionamento e os consumidores anteriormente não bancários obtêm cartões para que possam fazer compras on-line, em vez de fazê-lo em uma loja de esquina, como fizeram no passado.

“Isso explodiu por causa da covid-19, porque as pessoas estão com medo”, disse Obando. “Uma coisa boa no México é que, agora, você tem muito acesso não apenas a bancos, mas a esses neobancos ou carteiras que podem fazer você passar de um usuário de dinheiro para um usuário de banco.”

Obando disse que muitos idosos que fizeram suas primeiras transações online durante a pandemia continuam fazendo isso. Agora que esses consumidores experimentaram o comércio eletrônico, viram que é mais seguro, rápido e conveniente.

Comerciantes veem oportunidades na região

Os comerciantes também seguiram essa tendência entrando no comércio eletrônico e realizando transações por meio de transferências eletrônicas e cartões. Obando disse que a Kushki viu isso em toda a América Latina e, como resultado, aumentou sua equipe de integração para um tamanho cinco vezes maior do que era antes.

“Se o usuário final quisesse, o comerciante também gostaria de estar desse lado para que eles possam continuar aumentando suas vendas”, disse Obando.

Olhando para o futuro, ele disse que isso criará uma demanda contínua para Kushki e todo o mundo conectado para mover transações e obter novos produtos e serviços para a América Latina.

“A América Latina tornou-se muito atraente para [capital de risco] e para comerciantes de todo o mundo que querem começar a movimentar dinheiro e vender produtos ou serviços na América Latina porque é um mercado de alto crescimento e um mercado de crescimento muito rápido ao mesmo tempo”, disse Obando.

Leia também: Perfil do consumidor: o que os e-commerces devem esperar em 2022

Fonte: PYMNTS

https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/consumidores-da-america-latina-que-priorizam-dispositivos-moveis-atraem-comerciantes-para-comercio-eletronico/

A Black Friday é um dos eventos mais aguardados pelo setor do varejo no ano. A data é uma ótima oportunidade para atrair novos clientes, aumentar o ticket-médio (valor médio de venda) das empresas e então liberar produtos do estoque para reabastecer para o Natal.

Ainda que o momento seja de crise econômica, ainda mais agravada pela pandemia do Covid-19, oque os números mostram é que comprar pela internet é cada vez mais presente na vida das pessoas.

Segundo um levantamento da UOL, os entrevistados que pretendem comprar na Black Friday deste ano, cerca 47% o farão apenas pela internet (6% a mais em relação ao ano anterior), 15% comprarão por lojas físicas e 38% afirmam que usarão tanto a internet quanto lojas físicas.

E pensando na importância da data para os pequenos e médios empreendedores, a UOL Meu Negócio separou algumas dicas para ajudar quem tem o seu próprio negócio a aproveitar melhor todas as oportunidades da Black Friday.

Conheça o público

Os pequenos e médios empreendedores devem pensar em estratégias de atração. Para isso, na etapa de planejamento é importante entender as necessidades dos clientes para garantir que mais produtos do estoque serão adquiridos.

Ricardo Leite, Diretor de Produtos do UOL Meu Negócio, ressalta:

“Nesse momento, vale analisar quais são os gostos dos clientes, os itens que eles mais precisam adquirir e quais formas de pagamento eles preferem, por exemplo. Compreendendo bem o público é possível oferecer produtos e serviços compatíveis com as necessidades deles, além de entregar uma jornada de compra perfeita”.

Canais de venda

Os sites precisam ser uma experiência agradável para o cliente.  As lojas virtuais requerem organização, com facilidade de acesso e também devem passar segurança aos consumidores.

“A loja numa plataforma confiável pode movimentar mais as vendas, atrair clientes e garantir a fidelização para que voltem mais vezes. As PME’s podem ainda investir na comunicação visual dos sites especialmente para a Black Friday”, complementa Ricardo Leite.

Além dos sites, as redes sociais são ótimas opções para quem quer criar campanhas criativas e diferenciadas da concorrência ou deseja integrar os conteúdos com a loja virtual. Para a Black Friday, os empreendedores podem criar expectativas em seus clientes sobre o que será vendido no dia.

Infraestrutura

Apesar dos consumidores saberem que durante a Black Friday os estoques podem esgotar rapidamente, as PME´s devem estar prontas para realizar um controle rigoroso dos produtos e abastecer o acervo com as peças que farão parte da liquidação.

Para esse ponto, Ricardo destaca que o controle de estoque precisa estar em dia, mostrando tudo que a empresa tem para oferecer.

É fundamental a organização detalhada de quais produtos estão disponíveis, incluindo aqueles que estão parados ou tiveram pouca procura em outras datas comemorativas.

O UOL Meu Negócio disponibilizou gratuitamente uma planilha de Controle de Estoque que pode ajudar as PME’s a manterem o acervo organizado e preparado para as demandas.

Checkout

A etapa de checkout é o momento em que o cliente já tomou a decisão de compra. Por isso, é necessário que todas as informações estejam esclarecidas para que as pessoas não encontrem dificuldades no momento de pagar pelos produtos e finalizar a compra.

Ricardo destaca que o empreendedor deve colher apenas informações necessárias para enviar os produtos, como endereço e nome de quem vai receber, além de contatos, caso ocorra algum problema no envio.

Em seguida, vale apresentar diferentes opções de frete e formas de pagamento variadas, que garantam tranquilidade e rapidez no processo final.

Formas de pagamento

Como já foi mencionado no item anterior, o empreendedor deve oferecer diferentes formas de pagamento aos consumidores, de maneira que eles possam escolher aquela mais adequada para cada caso.

Segundo Ricardo, muitos empreendedores deixam de realizar alguma compra pois as formas de pagamento eram poucas ou difíceis.

Expectativas para 2022

Já para o próximo ano, Ricardo Leite pontua que os nichos mais lucrativos estão relacionados com as demandas dos consumidores e com base no momento em que estão vivendo.

Pensando na retomada de atividades e com a diminuição de casos da covid-19 e também mais pessoas vacinadas, as expectativas de crescimento estão voltadas para o mercado financeiro, saúde física, pets, relacionamentos, lazer e carreiras.

O UOL Meu Negócio disponibiliza diversas soluções que ajudam o empreendedor a gerenciar seu negócio no mundo digital.

Para comentar sobre o assunto, temos à disposição Ricardo Leite, Diretor de Produtos do UOL Meu Negócio, comunicador e administrador de negócios com 15 anos de experiência em digital, na gestão e desenvolvimento de projetos em áreas como marketing digital, mobile, redes sociais, internet, e-health, VAS e inovação.

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Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

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