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O Google liberou o “Play System Update” de maio no início deste mês com algumas melhorias para a loja de aplicativos, mas estas não são as únicas mudanças chegando ao sistema Android. A lista de mudanças agora cita mais um recurso que está chegando para permitir que os pais consigam delimitar melhor o que seus filhos poderão usar no smartphone com o Family Link.

Segundo o Android Police, em breve será possível definir um aplicativo como tela inicial fixa no Android que ainda poderia ser supervisionado pelo Google Family Link. Este aplicativo ainda poderia ser utilizado para definir quais aplicativos os filhos podem acessar no celular por meio da supervisão parental.

A novidade foi lançada com o Google Play Services v22.15 que foi lançada em 16 de maio e requere que você também tenha a atualização Play System Update de maio para funcionar, pois ambas trabalham em conjunto para impedir a alteração do aplicativo de tela inicial.

Vale lembrar que o Family Link também permite gerenciar outros recursos que podem ser utilizados pelas crianças por meio de contas subordinadas. Dentre eles estão opções para definir horários em que a criança pode utilizar o smartphone, restringir acesso a certos conteúdos com base em classificação parental e até mesmo bloquear o aparelho remotamente.

https://www.tudocelular.com/google/noticias/n190147/google-family-link-funcoes-supervisao-play-system.html

 

Recentemente, o WhatsApp divulgou que liberaria para todos os usuários as funções de reações em mensagens nos chats do . A novidade chegou a ser celebrada por Mark Zuckerberg, CEO da Meta, no Facebook. “Reações no WhatsApp estão começando a rolar hoje”, seguido dos emojis de joia, coração, risada com lágrimas, espanto e celebração.  

Esses, inclusive, são os emojis disponíveis para reação no momento, mas já há testes para que qualquer figura possa ser utilizada em um futuro não tão distante. 

As figurinhas de reação aparecem logo abaixo das mensagens. No entanto, para poder reagir no WhatsApp é necessário que os usuários garantam que seu aplicativo está na versão mais atualizada, então, abra sua loja de apps para Android ou iOS e veja se não precisa fazer nenhuma atualização. 

Além disso, as reações, por ora, só estão disponíveis para a versão mobile da plataforma, ou seja, não é possível reagir a mensagens no WhatsApp Web.  

Como usar as reações no WhatsApp 

1 – Verifique se o aplicativo está na versão mais recente;  

2 – Selecione a mensagem que deseja reagir e mantenha ela pressionada;  

3 – Os emojis vão surgir, escolha uma das seis opções;

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

4 – O emoji escolhido ficará aparente no canto da mensagem. Para retirá-lo, basta pressionar a mensagem mais uma vez. 

WhatsApp aumenta, e muito, o limite do tamanho de arquivos em transferências

Na mesma semana em que lançou as reações com emojis e começou a liberar as comunidades em partes do mundo (não no Brasil), o WhatsApp também aumentou, e muito, o limite do tamanho de arquivos para transferência. Agora, o mensageiro aceita arquivos de até 2 GB, mantendo a criptografia de ponta a ponta.

O aumento é considerável levando em conta que, anteriormente, esse limite era de apenas 100 MB. A novidade, porém, está sendo lançada aos poucos ao redor do mundo e pode levar alguns dias para chegar a todos os usuários. Um contador mostrando o tempo restante da transferência também foi adicionado.

https://olhardigital.com.br/2022/05/10/internet-e-redes-sociais/whatsapp-como-usar-as-novas-reacoes-de-mensagens/

No dia Mundial da Língua Portuguesa, veja como as abreviações criadas pelos adolescentes transformam o português

Ss, Vz, CP, não conhece essas expressões? Abreviações são usadas com frequência por jovens e adolescentes nas redes sociais, principalmente nos aplicativos de conversa. Neste Dia Mundial da Língua Portuguesa (5 de maio), esta forma de comunicação ilustra as mudanças que ocorrem na língua com o passar dos anos.

As siglas usadas nas conversas priorizam as consoantes e a maioria vem de redução de gírias. Ss (sim), vz (pegar a visão) e cp (se pá) surgiram, na opinião da professora de Linguagens e suas Tecnologias no Ensino Médio Técnico do Senac SP, Raquel Faustino, “como uma forma de comunicação entre os mais jovens, justamente para que os pais não entendem o que está sendo dito, um jeito deles se identificarem com um grupo.”

Essa maneira de conversar também faz parte do processo de transformação da língua. “O que chama a atenção é que está ocorrendo muito rápido porque segue a velocidade das mudanças na tecnologia”, diz. “Toda nova ferramenta tecnológica altera a forma de comunicação, isso ocorreu com o telégrafo, por exemplo, que exigiu o uso de abreviações também.”

“Se pegarmos um texto de Camões também teremos dificuldade para entender porque a língua está em constante processo de mudança e essa é a beleza: entender a língua portuguesa como um conjunto, de ter variedade tanto na linguagem formal quanto informal.”

Mas para os pais e professores que não conseguem acompanhar essas conversas nas redes sociais, qual a dica? Vale fazer um glossário? “O melhor caminho é perguntar e abrir o canal de diálogo, e entender que, em alguns anos, provavelmente, esses adolescentes também estarão questionando as mudanças na língua.”

https://noticias.r7.com/educacao/ss-vz-cp-conhece-a-linguagem-usada-nas-redes-sociais-05052022

Instabilidade no serviço Pix acontece pelo segundo dia consecutivo; entenda

O Nubank está fora do ar nesta sexta-feira (6). Segundo relato de clientes no Twitter, o serviço Pix está apresentando uma demora para concluir transações novamente, após ter ficado instável na tarde da última quinta-feira. O Downdetector registrou um pico de 64 notificações às 10h36 (horário de Brasília). Nubank está fora do ar nesta sexta-feira (6). Segundo relato de clientes no Twitter, o serviço Pix está apresentando uma demora para concluir transações novamente, após ter ficado instável na tarde da última quinta-feira. O Downdetector registrou um pico de 64 notificações às 10h36 (horário de Brasília).

O TechTudo entrou em contato com a assessoria do Nubank, que enviou o seguinte posicionamento oficial: “Lamentamos as oscilações identificadas por uma parcela de nossos clientes no serviço de Pix na manhã de hoje (06/05). Informamos que os times estão trabalhando para normalizar o mais rápido possível”.

As notificações relacionadas ao serviço oferecido pelo Nubank estão apresentando alta no Downdetector, plataforma que monitora o funcionamento de sites e aplicativos. Os registros de falha tiveram início às 09h51 (horário de Brasília), atingindo um número de 64 notificações minutos depois, às 10h36.

Um cliente do banco comentou a seguinte frase: “Já houve saldo que não aparecia, conta que não conseguia pagar pelo código de barra (resolvido pelo QRCode) e agora o PIX que me enviaram não aparece somado ao saldo (histórico não carrega). Está na hora de começar a procurar outro banco”.

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No Google Trends, serviço do Google que identifica buscas realizadas pelos usuários, os termos relacionados ao Nubank também estão crescendo. A frase “Nubank” fora do ar apresenta aumento repentino na última hora.

O Twitter está sendo utilizado por vários clientes do banco digital para relatar uma certa demora no serviço Pix e, também, para confirmar que o aplicativo está com problemas.

https://www.techtudo.com.br/noticias/2022/05/nubank-fora-do-ar-usuarios-relatam-erro-no-aplicativo-do-banco-digital.ghtml

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O site do Orkut voltou nesta quarta-feira e causou alvoroço nas redes! A nostalgia tomou conta da web, principalmente por conta das comunidades, ponto forte da plataforma. Com uma mensagem de seu fundador afirmando que pretende retornar com novidades, o domínio Orkut foi reativado, mas a rede social — criada em 2005 e primeira de grande alcance, que cativou os brasileiros, mas já estava há oito anos fora do ar — ainda não está acessível a usuários. Sem dar detalhes do que virá, seu criador, então engenheiro de software da Google, o turco Orkut Büyükkökten, despertou saudade nos antigos usuários e curiosidade em várias gerações.

— O Orkut foi a maior rede social do Brasil, chegando a reunir aproximadamente 300 milhões de usuários e representar metade dos usuários dessa rede no mundo. Foi no final de 2011 que perdeu a liderança do ranking das redes sociais para o Facebook — lembra Marcelo Ramos Cerqueira, professor de Marketing da Universidade Candido Mendes (Ucam).

Quem usou a rede social certamente recorda algumas das comunidades das quais participava. Segundo Marcelo, essa era a principal ferramenta do Orkut, nas quais as pessoas com interesses em comum se reuniam e eram estimuladas conversas a respeito de temas específicos. O Facebook então surgiu como um ambiente mais “descolado”, com o usuário, suas atualizações e atividades no centro da interação, e foi adotado pelas pessoas com maior poder aquisitivo. De lá pra cá, muitas mudanças de comportamento e novas tendências virtuais surgiram, como as dancinhas e trends. E a pergunta é: o que o Orkut terá como novidade?

— Será que vai ser possível resgatar contas antigas? Acho que as pessoas vão entrar novamente no Orkut por curiosidade, pois a marca ainda é muito forte na memória dos brasileiros. Mas vivemos um momento em que as redes sociais são de nicho e cada vez mais com propósitos diferentes. Então o Orkut vai precisar ter um diferencial competitivo para manter as pessoas ali — aponta Victor Azevedo, professor de Marketing e Criatividade do Ibmec, lembrando que ter sido comprada pelo Google pode ser uma vantagem para a plataforma.

Mas as redes sociais, atualmente, são muito mais que plataformas de lazer. Viraram ferramenta de trabalho para uma nova categoria profissional, a dos influenciadores digitais. E atraí-los é importante.

— Os influenciadores ajudam e muito a levar e engajar o público em determinada plataforma. Além do conteúdo orgânico e com influenciadores, as marcas também impulsionam anúncios pagos nas redes — garante Fabrizio Galardi, sócio-diretor da agência Stage Digital, que conecta influenciadores e marcas, explicando que a rede precisa pensar neles: — Disponibilizar formatos interessantes para os creators fazerem entregas bem segmentadas para a audiência.

Das ferramentas que já existiam, Fabrizio vê as comunidades com potencial para receber publicidades:

— Pois reúnem tribos de diversos nichos e segmentos, com sinergia ao posicionamento de muitas marcas.

Segurança de dados e combate às fake news

Além de atrair usuários, o Orkut precisa se preocupar com novas demandas do mundo virtual. Carlos Afonso de Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio), diz:

— O Orkut lembra um tempo em que as redes sociais ainda não enfrentavam os fenômenos da desinformação e dos discursos tóxicos. Não existe garantia que essa nova interação do Orkut não acabe caindo nas mesmas armadilhas que outras redes caíram ao privilegiar o engajamento que publicações polêmicas, e potencialmente ofensivas, podem causar. Seria muito ruim se as nossas memórias de uma experiência mais inocente e divertida sobre o que significa estar on-line acabarem sendo confrontadas com uma realidade bem diferente que se vive hoje em 2022 — diz Souza.

Que acrescenta: — Esperamos que o Orkut, se voltar para valer, possa empregar as melhores práticas de gestão de conteúdo, combate às contas automatizadas e desinformação para fazer valer a promessa de toda rede social que é promover uma comunicação global e acesso à informação e entretenimento.

Segurança de dados, combate a fake news e a discursos de ódio são alguns dos temas centrais na internet atualmente. E Márcio Gonçalves, docente da Estácio e especialista em Mídias Digitais, acredita que os próprios usuários vão cobrar por medidas para lidar com isso.

— No cenário em que o usuário vê nas redes sociais a possibilidade de proliferar discurso de ódio gratuitamente, se não houver controle, a cobrança por regras mais rígidas de controle virá mais cedo ou mais tarde. O Orkut foi sucesso no Brasil em uma época sem muitas regras de uso da internet. Agora o discurso é outro. Parte da sociedade está mais letrada midiaticamente. As plataformas estão sendo cobradas de moderar proliferação de fake news e de desinformação — pontua Marcio Gonçalves, docente da Estácio e especialista em Mídias Digitais.

Leia depoimentos de usuários antigos e de influenciador

‘Vai dar uma nostalgia’

Para o professor de educação física João Marcos Veras, de 25 anos, lembrar da adolescência é recordar os mergulhos no universo do Orkut. As interações sociais na internet, antes da era dos smartphones, surgiam na troca de depoimentos no perfil de amigos, dar risadas com Buddy Pokes e lutar pelo domínio em jogos interativos, como Colheita Feliz.

Mais de dez anos depois, recorda com carinho a primeira imersão nas redes sociais com o Orkut e conta os minutos para ver quais novidades vão surgir nessa nova era da plataforma.

— Era um lugar de socialização que a gente começou a ter e faz muita falta, porque hoje em dia não é a mesma coisa. A gente tem Facebook há tanto tempo que nem lembra mais como era um Orkut, e voltar para isso vai ser muito diferente, mas vai dar uma nostalgia.

‘Muitas amizades se formaram ali’

A operadora de aeroporto Janaína Durão, de 46 anos, hoje mora em Portugal, mas se recorda das incontáveis amizades criadas pela rede social. Ela encara o Facebook como uma ferramenta de aproximação, mas também de propagação do ódio. No caso do Orkut, as lembranças são positivas:

— Tínhamos as comunidades, onde conversávamos, trocávamos ideias, muitas amizades se formaram ali justamente pelos mesmos gostos e ideias. Éramos tão ligadas que uma das meninas casou em Milão, na Itália, e na hora de jogar o buquê fez uma transmissão para o grupo, e todas nós assistimos. Foi emocionante! Tomara que recuperem nossas contas antigas, será uma espécie de diário.

‘Ficava vendo comunidades todos os dias’

Ex-BBB e influenciador digital, o professor João Luiz Pedrosa, de 25 anos, não deixa passar os detalhes da rotina na rede social, das comunidades que tentava fazer parte, e até tem sugestão de nome de usuário, caso a plataforma volte a funcionar: Jo@o Lu1Zz. Agora, não deixa de especular como seria esse novo universo.

— Eu fico imaginando como seriam as publicidades… Imagina só os depoimentos, comunidades, aquelas barras de 100% amável e confiável. Demais! Só iam precisar se adequar para poder postar vídeo, né? — comenta.

Relembre as ferramentas da rede social

Depoimentos – As contas pessoas no Orkut tinham um ambiente reservado para receber homenagens de amigos. Uma das brincadeiras dos ciumentos de plantão era disputar o “topo” do ambiente de um amigo. Mas, como as mensagens também precisavam ser aceitas pelo dono do perfil para serem exibidas ao público, era comum compartilhar fofocas e segredos por ali.

Recados (scraps) – Os recados eram textos mais curtos deixados nos murais dos colegas. Podiam ser privados, para apenas o dono do perfil visualizar, ou públicos. Era normal se identificar por ali antes de pedir para se tornar amigo de alguém na plataforma. E muitos avisavam: “só add com scrap”.

Correntes – Nos murais de scraps, era certo ver correntes sendo repassadas. As mensagens virais podiam ser fofas, de humor, terror ou até, infelizmente, de notícias falsas, que algumas das vezes pediam cliques em algum link malicioso.

Atributos – Em uma atualização, a rede social passou a permitir a avaliação de amigos como sexys, confiáveis e legais. As votações eram anônimas e os resultados eram exibidos publicamente. Também existia um indicador de fã, que era representado no perfil da rede social por uma estrela.

Comunidades – As comunidades eram grupos — que muitas vezes reuniam pessoas sob um interesse ou hábito comum ou às vezes com títulos apenas engraçados – que permitiam a criação de fóruns de discussão. Nesses fóruns aconteciam debates, jogos e dinâmicas, como: “A pessoa acima parece ter qual profissão?”, “Coloque ‘batata’ no nome de um filme”.

Dez comunidades populares

Eu Odeio Acordar Cedo

Sou legal, ñ tô te dando mole

Deus me disse: desce e arrasa!

Odeio esperar resposta no MSN

EU AMO CHOCOLATE

Pareço metida(o) mas sou legal

Segurei p ñ rir mas ñ consegui

AMO ouvir música ALTA

Só mais 5 cinco minutinhos

Eu abro a geladeira pra pensar

https://extra.globo.com/economia-e-financas/o-orkut-vai-voltar-rede-deve-ter-diferencial-atrair-influencers-atender-novas-demandas-rv1-1-25495654.html

O Google Chrome chegou à versão 101 como uma atualização menor, com poucas mudanças visíveis para o usuário, já que quase todas estão escondidas das pessoas. A maioria dos ajustes foi feito no código do navegador, voltados para otimizar a experiência, mas ainda estão em fase de finalização.

O principal “lançamento” para o usuário não está liberado publicamente e foca no gerenciador de senhas integrado do programa. Ao ativar o sinalizador (chrome://flags/#password-note), é possível adicionar notas de texto às senhas gravadas.

A ideia é adicionar contexto ou detalhes importantes a alguma credencial, como a data em que você trocou de senha ou alguma menção à resposta para as perguntas de segurança. Isso ainda está em fase de testes, portanto pode chegar oficialmente apenas em uma versão futura do Chrome.

Grupos de guias no desktop

É praticamente impossível achar alguém que use o Chrome no desktop sem ter várias guias abertas simultaneamente. O Chrome já havia lançado um recurso para criar grupos que possibilita melhor organização, mas esta atualização agora permite salvar um grupo para usar mais tarde.

A opção de Salvar Grupos de guias foi otimizada para ser mais funcional (Imagem: Reprodução/Android Police)

A opção de Salvar Grupos de guias foi otimizada para ser mais funcional (Imagem: Reprodução/Android Police)

Além de manter os grupos registrados na memória, o usuário pode removê-lo por um tempo e depois voltar, como se tivesse carregado um documento de Word, por exemplo. No modelo antigo, se você desfizesse um grupo gravado, ele era perdido para sempre.

Tal qual o outro recurso citado, o salvamento de grupos de guias precisa ser ativado com um novo sinalizador: chrome://flags/#tab-groups-save. As páginas serão gravadas na exata ordem e com os nomes de grupos atribuídos na barra de favoritos, assim a pessoa consegue manter o acesso rápido sem precisar deixar sites abertos, que consomem toda a sua memória RAM.

Interface de downloads melhorada

Não é de hoje que os desenvolvedores do Chrome buscam otimizar os downloads, principalmente porque o sistema do navegador parece meio defasado se comparado a outras soluções (inclusive as baseadas no Chromium). Agora, em vez de apenas colocar os arquivos transferidos naquela barra inferior, o programa passará a exibi-los em um menu à direita da barra de endereços.

A interface de download deixa de aparecer na parte inferior para ganhar um menu dedicado (Imagem: Reprodução/Android Police)

A interface de download deixa de aparecer na parte inferior para ganhar um menu dedicado (Imagem: Reprodução/Android Police)

O ajuste também possibilita ver o progresso individual de cada transferência e o usuário pode clicar com o botão direito do mouse no item desejado para ter ações rápidas, como abrir ou cancelar um download. Essas opções ainda podem mudar e também estão escondidas atrás de um sinalizador: chrome://flags/#download-bubble.

Fora esses recursos ocultos, o Chrome 101 traz uma opção para que sites esqueçam dispositivos USB conectados anteriormente. A ideia é limpar aquela longa lista de aparelhos e gadgets antigos que você não usa mais e atrapalham o fluxo de trabalho. Há também uma ferramenta de otimização do algoritmo de carregamento para determinados sites, bem como para exibir os recursos utilizados.

Vale lembrar que a maioria das mudanças mencionadas são para o Chrome 101 no desktop, portanto não funcionam na versão para iOS nem para Android. Se você já tem o programa, atualize-o ao clicar no Menu de três pontos > Ajuda > Sobre o Google Chrome. Espere concluir o download, reinicie o software e desfrute das novidades do navegador mais popular do mundo.

https://canaltech.com.br/apps/google-chrome-101-ja-esta-disponivel-confira-todas-as-novidades-215271/

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