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Caixa anuncia liberação de R$ 6,3 bilhões de crédito ao Pronampe

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O mês de julho começou com novidades para as micro e pequenas empresas que agora têm à disposição R$ 6,3 bilhões em crédito pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O dinheiro será emprestado pela Caixa Econômica Federal, que teve a ampliação do orçamento para a linha de crédito autorizada pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO).blankblank

O FGO é o fundo que cobre eventuais inadimplências nos contratos do Pronampe e reduz o risco das operações para os bancos, permitindo que as instituições financeiras ampliem os empréstimos.

O Banco que lidera a concessão de créditos no Pronampe, a Caixa emprestou, desde o ano passado, R$ 15,6 bilhões. Inicialmente criado no ano passado para socorrer negócios de pequeno porte afetados pela pandemia, o programa tornou-se permanente neste ano, com o objetivo de consolidar as empresas de menor porte como agentes de sustentação, de transformação e de desenvolvimento da economia nacional.

Receita bruta

Mas fique atento, só podem contrair empréstimos no Pronampe microempresas com receita bruta de até R$ 360 mil ou pequenas empresas com receita bruta de até R$ 4,8 milhões em 2020. As operações têm 48 meses (quatro anos), com 11 meses de carência (pausa para o pagamento da primeira prestação) e financiamento em 37 parcelas.

Os juros equivalem à taxa Selic (juros básicos da economia) mais 6% ao ano. Atualmente, a Selic está em 3,5% ao ano. Cada empresa poderá pegar até R$ 150 mil em crédito, somadas as operações já contratadas.

Os recursos podem ser usados para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento. Dessa forma, além de realizarem reformas e adquirirem máquinas e equipamentos, as micro e pequenas empresas podem usar os recursos do Pronampe para despesas operacionais, como pagamento de salário e compra de matérias-primas e de mercadorias, conforme publicado na Agência Brasil.

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Pesquisa do UOL aponta que 78% dos MEI’s não possuem site próprio

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Criada em 2009, com a finalidade de atender profissionais autônomos e pequenos empresários que, muitas vezes, trabalhavam de maneira informal, a modalidade de “Microempreendedor Individual” (MEI) chega em 2021 com 78% dos microempreendedores brasileiros sem site para divulgação dos próprios serviços ou produtos. É o que releva a Pesquisa Uol.

O levantamento também aponta que 55% dos empreendedores que participaram do estudo decidiram ser MEI’s para regularizar o trabalho de acordo com as leis do país e receber benefícios previdenciários, 34% estão em busca de realizar o próprio sonho enquanto microempreendedor, ao passo que 33% têm MEI para prestar serviços a outras empresas.

Além disso, os MEI’s utilizam as redes sociais como o principal meio de divulgação gratuita dos seus serviços, com o WhatsApp (88%) em destaque, seguido pelo Facebook (70%), Instagram (69%) e TikTok (20%).

“O levantamento pode mostrar que ter o próprio negócio é um caminho repleto de desafios, principalmente quando a maioria, além de administrar o empreendimento, também precisa entender quais são as leis e seguros disponíveis. Nós compreendemos esses dilemas e, por isso, oferecemos o suporte do UOL Meu Negócio para apoiar o micro e pequeno empreendedor nesta jornada”, ressalta Ricardo Leite, Diretor de Produtos Digitais do UOL.

Os resultados do estudo foram obtidos por meio de um questionário online pela plataforma MindMiners, com a participação de 200 MEI’s de todo o Brasil, provenientes de todas as classes sociais, entre os dias 10 e 16 de maio deste ano.

Com a Pesquisa Uol também foi possível apontar que o perfil microempresarial brasileiro é composto por 52% de pessoas do gênero feminino. Dentre todos os respondentes, a faixa etária mais representativa (28,5%) é entre os 25 e 34 anos.

Para auxiliar o micro e pequeno empreendedor, o UOL Meu Negócio disponibiliza produtos que atendem às necessidades específicas deste público, como registro de domínios, criador de sites, e-mail profissional, além da Loja VirtUOL, a plataforma ideal para quem quer começar a vender pela internet. A marca também oferece ferramentas de gestão do negócio, além de soluções de Marketing Digital.

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Pesquisa revela – Setor de Educação registra retomada no faturamento

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O presidente do Sebrae, Carlos Melles, disse em entrevista que a redução de medidas restritivas não é suficiente para a retomada do faturamento de pequenos negócios, já que a queda de receitas se mantém estável desde fevereiro. Entretanto, a pesquisa mostra que que as empresas que retomaram o faturamento são de setores relativamente menos impactados pela pandemia – Educação, saúde e bem-estar aparecem na lista

Segundo a pesquisa: comércio de alimentos, logística, negócios pet, oficinas e peças, construção, indústria de base tecnológica, educação, saúde e bem-estar e serviços empresariais.

Observou, no entanto, que até 9,5 milhões de pequenos negócios podem ter retomado o nível equivalente ao registrado antes da pandemia da covid-19 até 1 de setembro de 2019, o que representa cerca de 54% do universo de microempreendedores individuais e micro e pequenas empresas brasileiras.blankblank

“Vacina é sinal de retomada, sinal de desenvolvimento”, disse, ao destacar os resultados da 11ª edição da pesquisa “O Impacto da pandemia do coronavírus nos Pequenos Negócios”, realizada pelo Sebrae com a Fundação Getulio Vargas (FGV), a partir de dados da Fiocruz e do Ministério da Saúde.

Pesquisa

Segundo o presidente do Sebrae, apesar do novo movimento de reabertura da economia e da diminuição das restrições promovidas pelos governos estaduais e municipais, em função da crise causada pela covid-19, o percentual de empresas que continua registrando perdas no faturamento, de 79%, continua inalterado desde fevereiro.

O índice é o pior desde julho de 2020, quando 81% dos pequenos negócios revelavam perda de receitas.

O levantamento também revelou que, na média, as pequenas empresas estão faturando 43% menos do que o registrado antes da pandemia, o pior resultado desde julho do ano passado (45%).

Carlos Melles revelou ainda que, em maio, pelo segundo mês consecutivo as micro e pequenas empresas demonstraram um sinal de recuperação, após uma forte queda de confiança em março.

Índice de Confiança

Assim, o Índice de Confiança de Micro e Pequenas Empresas (IC-MPE) subiu 5,4 pontos em maio, atingindo o patamar de 935 pontos, o maior desde dezembro de 2020.

Já o Índice de Confiança subiu 11 pontos no acumulado de abril e maio. No mesmo período, as MPE do Comércio melhoraram 22 pontos. Conforme publicado pela Agência Brasil.

De acordo com o estudo, o número de empresas que atuam em locais com restrição caiu de 54%, em fevereiro (2020), para 32%, em maio, e a quantidade de pequenos negócios operando (com ou sem mudança) se manteve estável em 80%, nesse mesmo período.

“A pesquisa nos permite perceber que apenas a autorização para reabertura das empresas não é fator suficiente para influenciar de forma positiva o faturamento desses negócios. Por isso é fundamental que a vacinação seja acelerada e que sejam criadas novas políticas que amparem os empreendedores, ampliem o acesso ao crédito e reduzam o custo desses empréstimos de forma rápida”, disse o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

A queda no movimento de recuperação também tem deixado os donos de pequenos negócios cada vez mais aflitos e apreensivos, mostra a pesquisa. Eles acreditam que o retorno à normalidade ocorrerá apenas em outubro de 2021, ou seja, daqui a 18 meses. Esse índice tem crescido desde novembro do ano passado, quando o tempo de retorno estimado estava em 14 meses.

“Todo esse cenário tem feito com que 56% dos entrevistados estejam aflitos e preocupados com o futuro das suas empresas, já que para 75% deles a empresa é a principal fonte de renda da família”, observa o presidente do Sebrae.

Metodologia

A pesquisa quantitativa entrevistou 7.820 microempreendedores individuais (MEI) e donos de pequenos negócios entre os dias 25 de maio e 1º de junho, em todos os estados e no Distrito Federal, por meio de formulário online.

O erro amostral é de 1% para mais ou para menos para os resultados nacionais. O intervalo de confiança é de 95%.

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Proficiência em Idiomas pode ser a chave para aumentar as vendas

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Você está satisfeito ou satisfeita com o volume de vendas de seu negócio? Seja físico ou online, a ideia é continuar crescendo certo? Imaginando duas respostas positivas formatamos umas informações que vão te ajudar a ampliar as possibilidades de vendas.

Para começar – Você deve ter visto que o WhatsApp divulgou uma pesquisa e que durante a pandemia, mais de 175 milhões de pessoas interagiram com as contas do WhatsApp Business diariamente.

Esse número é relevante, justamente por conta que as pessoas estão buscando as empresas mais humanizadas, mesmo diante do amplo crescimento das vendas online e assim, quando a empresa disponibiliza a opção de enviar mensagem, as chances das compras serem finalizadas aumentam.

Já que estamos falando em oportunidade de negócio e aproximação com o cliente, não podemos descartar que hoje no Brasil vivem mais de 1 milhão de imigrantes em situação legal, segundo números do Ministério da Justiça (Ver outros números).

Analisando esse número e levando em consideração as duas informações acima, responda, como está sua proficiência em outro idioma?

Entenda, a Língua Portuguesa não é a das mais usadas em outros países, aprender um novo idioma pode ser o diferencial do seu negócio.

Lembre-se, em 2020, foram abertas 1.470.484 de novas empresas e a expectativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é que em 2021 o número de novas MEIs bata recordes.

Diante desse crescimento significativo das vendas, ter a oportunidade de conversar com seus clientes usando a língua nativa, além de mostrar respeito por sua cultura, seu cliente sentirá mais confiante para finalizar a compra.

Separamos quatro breves dicas

Inglês
Além de ser a língua mais falada no mundo, pense que o idioma é muito utilizado quando o assunto é tecnologia. Com esse conhecimento, você poderá ter mais acesso a informações como, por exemplo, das ferramentas digitais.

Espanhol
Com exceção do Brasil, grande parte da América Latina tem o espanhol como língua oficial. Argentina, Bolívia, Chile, El Salvador, Espanha, Equador, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, Guatemala, Guiné Equatorial, Honduras, México, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Nicarágua, Panamá, Paraguai.

Além dessas duas línguas, tem mais duas que merecem uma atenção muito especial.

Francês
Depois do inglês, o francês é o idioma mais falado do mundo, sendo a língua oficial em 29 países – Estima-se que mais de 300 milhões de pessoas falam francês pelo mundo.

O Brasil tem a segunda maior população francesa da América Latina, atrás apenas da Argentina.

Mandarim (Chinês)
Com PIB estimado em US$ 14,723 trilhões,  hoje a China é a segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Além do mais, a colônia chinesa cresce a cada dia no Brasil.

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Responsabilidade social é critério para consumidor moderno

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A responsabilidade social está cada vez mais presente no dia-a-dia do consumidor moderno que por sinal está cada vez mais imediatistas, hiperconectados e exigentes, antes de finalizar compras – tanto em lojas físicas quanto no e-commerce e passou a observar muito mais do que rótulos e preço dos produtos expostos.

Bem informados, cada vez mais, eles priorizam pela reputação das empresas, optando por marcas que demonstram comportamentos diferenciados e respeitos perante às diferentes causas. São as chamadas empresas socialmente responsáveis.

Gerando inspiração para estudos em diversas áreas do conhecimento, tais como administraçãomarketing, direito, psicologia, de acordo com especialistas, além dos quesitos:

– Qualidade;
– Atendimento;
–  Preço;
–  Propaganda ética.

A responsabilidade social tem sido uma das característica mais importante no momento de decisão de compra e, claro, para o encantamento de novos clientes.

“A cada dia, o conceito de responsabilidade social ganha mais relevância entre as empresas que passaram a observar mudanças comportamentais de seus clientes. Além das vantagens adquiridas com o público, as marcas podem adquirir benefícios com as leis fiscais”, disse a gerente de projetos do Instituto BH Futuro, Maíra Matos.

De acordo com a pesquisa Trust Barometer de 2020, da Edelman, consultoria americana de marketing, divulgada pelo site Consumidor Moderno, a confiança na marca é importante ou essencial para 90% dos entrevistados brasileiros. Com a pandemia, esse critério de confiabilidade na empresa cresceu 55 pontos em relevância.

Ainda de acordo com o estudo, a confiança na marca é a soma da capacidade, da integridade, da credibilidade, do propósito e da sua conexão com os valores dos consumidores.

Ao encontro desses resultados, Maíra pontua que as ações não devem ficar apenas na teoria. Segundo ela, é preciso colocar as causas defendidas em prática, com soluções não apenas para os clientes, mas para a sociedade como um todo.

“Há algum tempo, muitas marcas pregavam essa ideia de forma indevida, agindo de forma contrária na prática. Hoje, com a potência e influência da internet, o departamento de marketing passou a ser ainda mais cuidadoso, evitando, principalmente, o temido ‘cancelamento’ nas redes sociais”, pontuo a gestora do IBHF.

Entre os benefícios de ser uma empresa socialmente responsável, Maíra, exemplifica que na pandemia, empresas que já se preocupavam com essa temática tiveram algumas vantagens perante os consumidores, fazendo com que elas pudessem enfrentar a crise com mais facilidade e com possibilidades de recuperação econômica mais rápida no pós-pandemia.

“O público está cada vez mais consciente e atento à reputação e histórico das marcas. Isso fez diferença na crise. Para aqueles empresários que ainda não estão acostumados com o tema e não possuem engajamento em defesa de causas, é valido lembrar que nunca é tarde para começarem a colocar em prática o lado social”, reforçou a gerente.

Ainda de acordo com ela, ao respeitar, investir e divulgar essa preocupação, a empresa adquire competitividade, maximização das oportunidades e vantagens com fornecedores, acionistas e importantes negociações.

“Outro detalhe, é que além de aproximar os clientes, empresas podem ser beneficiadas pelas Leis de Incentivo Fiscal. Ao fazerem isso, é possível investir o que seria destinado ao recolhimento dos impostos em novas estratégias para o crescimento da empresa com um planejamento alinhado aos objetivos da marca, criando oportunidades de aumentar a visibilidade e a comunicação das empresas com os seus consumidores”, finalizou Maíra Matos.

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Pronampe permanente garante recursos para Micro e Pequenas Empresas

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Instituída pela Lei nº 13.999/2020 no início da pandemia do coronavírus, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) é uma linha de crédito especial para auxiliar, empregadores e empresários evitando demissão nesse período.

Entretanto, nesta quarta-feira (02 de junho), o Governo Federal sancionou a lei que torna permanente o aporte ao Pronampe, confirmando a ideia inicial do programa de continuidade mesmo após o período da pandemia.

O programa foi liberado em maio do ano passado (2020) e encerrado em dezembro do mesmo ano disponibilizou cerca de R$ 37 milhões e atendeu por volta de 500 mil de micro e pequenos empreendedores.

Em contrapartida, as empresas aceitaram o compromisso de manter o número de funcionários.

Além de manter o número de funcionários, as empresas puderam usar os recursos para investir em despesas operacionais, atividades empresariais, capital de giro.

Pronampe 2021

O governo disponibilizou crédito de R$ 5 bilhões, mas o valor pode chegar em 25 bilhões alavancado pelos bancos que irão realizar a operação de financiamentos.

As principais instituições financeiras que fazem parte do Pronampe são:

  • Banco do Brasil (BB);
  • Caixa Econômica Federal (CEF);
  • Banco da Amazônia;
  • Cooperativas (diversas);
  • Banco do Nordeste do Brasil;]
  • Agências de fomentos estaduais e bancos estaduais;
  • Fintechs (plataformas tecnológicas de serviços financeiros); entre outras.

Além das opções citadas acima, o Pronampe 2021 conta com uma série de bancos conveniados com opções em todo o Brasil. Para solicitar o empréstimo, o micro e pequeno empresário precisa conferir se o seu banco está na lista e se irão operar com a linha de crédito, feito isso é só procurar o gerente responsável.

“O micro e o pequeno empresário no Brasil representam 98% de todas as empresas e nunca tiveram uma linha de crédito com essa abrangência, [com] fundo garantidor, carência, juro decente e possibilidade de melhorar o seu negócio”, afirmou o senador Jorginho Mello, autor do projeto.

De acordo com o publicado no site Pronatec, as condições do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte vão ser parecidas com as regras de 2020, mas com valores diferentes.

O principal destaque é sobre o retorno dos créditos.

As taxas de juros do Pronampe 2021 vão ser:

👉 Taxa Selic mais 6% ao ano.

A taxa Selic 2021 hoje é de 2,75% ao ano. O projeto oficial prevê uma taxa de juros fixada, ou seja, sem variação. Os valores que poderão ser disponibilizados para cada um dos empresários também serão limitados.

Relação de documentos

Outro ponto importante é que a linha de crédito Pronampe 2021 será limitada a 30% do que a empresa faturou no ano anterior.

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