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A Microsoft superou as expectativas de Wall Street para lucro e receita no terceiro trimestre fiscal, beneficiando-se da demanda por serviços de computação em nuvem, impulsionados por modelos híbridos de trabalho. 

As ações da empresa subiam cerca de 1% no after-market após a publicação do resultado.

A empresa registrou receita de 49,36 bilhões de dólares no trimestre, ante faturamento de 41,7 bilhões um ano antes. Analistas, em média, esperavam receita de 49,05 bilhões de dólares, segundo dados da Refinitiv. 

O crescimento anual de 46% na receita da divisão de computação em nuvem Azure ficou estável em relação aos três meses imediatamente anteriores e em linha com as estimativas de crescimento anual de 45,6% compiladas pela Visible Alpha. 

Ainda assim, o crescimento da Azure mostrou queda em relação ao ano fiscal de 2020, quando o crescimento estava na faixa de 60%. O lucro líquido da Microsoft subiu para 16,73 bilhões de dólares, ou 2,22 dólares por ação, no trimestre encerrado em 31 de março, de 15,46 bilhões, ou 2,03 dólares por ação, um ano antes. Analistas, em média, tinham expectativa de lucro de 2,19 dólares por ação.

https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2022/04/26/microsoft-tem-resultado-acima-do-esperado-com-forca-de-computacao-em-nuvem.htm

O Google, da Alphabet, começou a atender pedidos para remover resultados de pesquisa contendo endereços residenciais, números de telefone e contas de e-mail, na mais recente mudança em sua postura sobre privacidade pessoal.

A ferramenta de busca na internet mais usada do mundo disse nesta quarta-feira que a mudança de sua política seguiu a crescente demanda de usuários e normas em evolução sobre a ameaça representada pelo fácil acesso a detalhes de contato.

“As pesquisas nos disseram que há uma quantidade maior de informações de identificação pessoal que os usuários consideram confidenciais”, disse Michelle Chang, líder de política global para pesquisa do Google, em entrevista. “Eles estão cada vez mais relutantes em tolerar esse conteúdo online.”

Até agora, o Google só aceitava solicitações para remover páginas que compartilhavam informações de contato junto com algum tipo de ameaça ou pagamento necessário para remoção. O site também removeu links para números de contas bancárias e cartões de crédito e registros médicos.

A empresa recebeu milhares de solicitações nos últimos anos, aprovando cerca de 13% delas. Chang disse que espera que a taxa de aprovação cresça sob as novas regras, que também permitem remover links para credenciais de login confidenciais.

As políticas mais antigas do Google permitem a solicitação de remoção de resultados direcionados a pornografia indesejada e, na Europa, informações pessoais “imprecisas, inadequadas, irrelevantes ou excessivas”. No ano passado, o Google começou a permitir a remoção de fotos de menores.

Chang disse que o Google pretende preservar a disponibilidade de dados de interesse público. Também não removerá informações que “apareçam como parte do registro público nos sites do governo ou de fontes oficiais”.

As páginas da web que o Google descarta ainda podem ser acessadas por meio de outros mecanismos de busca ou diretamente, e Chang disse que os usuários são incentivados a entrar em contato com os editores para resolver “a raiz do problema”.

https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/google-vai-aceitar-pedidos-para-remover-dados-pessoais-em-resultados-de-pesquisa,ad5defe37410379117a0aea74cf6005dmhzbp4g0.html

Especialistas dizem que a plataforma pode ter dificuldades se o bilionário enfraquecer a moderação de conteúdo. E acreditam que ele também vai mirar no crescimento da rede, que é menor do que rivais

A conta do twitter de Elon Musk é vista ao lado do logotipo do Twitter — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

A conta do twitter de Elon Musk é vista ao lado do logotipo do Twitter — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

A notícia da compra do Twitter por Elon Musk, o homem mais rico do mundo, gerou reações diversas entre usuários e especialistas na última segunda-feira (25). E levantou muitas especulações sobre como será “a era Musk” na rede social.

Analistas ouvidos pelo g1 acreditam que o bilionário enfrentará grandes desafios para concretizar medidas espinhosas que vem sinalizando nos últimos tempos, como:

  • atenuar a moderação de conteúdo;
  • fazer alterações na verificação de perfis;
  • abrir o algoritmo da plataforma.

Por outro lado, entendem que o arrojo de alguém como Musk poderá contribuir para:

  • fazer a rede crescer, se tornar mais rentável e esquentar a briga com rivais;
  • entrar em novos negócios.

Veja abaixo o que esperar do Twitter na “era Elon Musk“.

1) A polêmica moderação de conteúdo

A moderação de conteúdo é um dos temas mais polêmicos envolvendo as redes sociais, e não existe consenso.

Há quem defenda que a tarefa de dizer quais posts ou contas ficam e quais são bloqueados ou banidos cabe às plataformas — já que são empresas privadas.

Outros entendem que é preciso haver atuação da Justiça ou de autoridades governamentais junto dessas companhias.

E tem os que acreditam que derrubar posts ou perfis colocaria em risco a liberdade de expressão. Musk parece estar mais perto dessa última turma. “Na dúvida, deixe o discurso, deixe que exista”, disse em recente entrevista para o canal de palestras TED.

Mas o empresário não deu exemplos do que deveria ser mantido ou proibido, na sua opinião, dentro das regras atuais da rede social.

No comunicado da compra, ele ressaltou que “a liberdade de expressão é a base de uma democracia em funcionamento” e que o Twitter é “a praça da cidade digital onde assuntos vitais para o futuro da humanidade são debatidos”.

Para analistas, uma eventual redução da moderação poderá fazer o Twitter enfrentar problemas com a Justiça de diversos países e até mesmo perder muitos usuários.

“Um dos grandes desafios (de Musk) será obter equilíbrio entre (dar) liberdade de expressão e frear discursos de ódio, a desinformação e as mentiras”, resume Danilo Rothberg, professor e pesquisador de ciências humanas na Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A justificativa de oferecer mais liberdade de expressão pode virar um “passe” para usuários cometerem crimes e disseminarem ódio e fake news na plataforma, alertou Flávia Lefèvre Guimarães, advogada especializada em direito digital, quando Musk propôs a compra.

“Na medida que a moderação e a decisão sobre quais conteúdos terão mais ou menos relevância se dá com base no poder econômico de alguns agentes, você não pode falar que todos os usuários desta plataforma estão em pé de igualdade para exercer o direito de liberdade de expressão”, apontou.

Na mesma entrevista ao TED Talks, Musk chegou a dizer que o Twitter teria de respeitar as leis dos países sobre a liberdade de expressão. Mas reconheceu que resiste ao banimento de usuários, como a plataforma fez com o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

“Acho que queremos ser bem relutantes em deletar as coisas e muito cautelosos com banimentos permanentes. Suspensões temporárias, acho, são melhores”, afirmou Musk.

Para Carlos Affonso de Souza, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS), uma eventual permissão do retorno de perfis bloqueados à plataforma faria do Twitter uma “caricatura da liberdade de expressão”.

E esse movimento poderia resultar em uma grande perda de usuários, completa Raquel Recuero, pesquisadora em mídia social da Universidade Católica de Pelotas. Pessoas famosas poderiam começar a abandonar a rede social, levando junto consigo muitos de seus seguidores.

Pablo Ortellado, professor de políticas públicas da Universidade de São Paulo (USP), fez uma análise semelhante em seu perfil nesta segunda-feira.

“A redução da moderação deve tornar o ambiente no Twitter ainda mais agressivo e poluído —mas essas mudanças não devem ir muito longe, porque o Twitter perderia usuários, trazendo prejuízo econômico”, avaliou Ortellado.

Ainda quando era uma proposta, a compra do Twitter por Musk dividiu opiniões de usuários e gerou memes. Quando o acordo foi anunciado, a hashtag #RIPTwitter, que faz alusão à expressão em inglês “descanse em paz”, chegou a ficar entre os “trending topics” da rede.

2) Mudança na verificação de perfis

Outra medida sinalizada por Musk tem sido vista como menos controvérsia pelos analistas: uma eventual mudança no funcionamento do selo de verificação.

No novo conceito, esse selo seria usado para diferenciar perfis reais – pertencentes a uma pessoa – de robôs que propagam mensagens automáticas, discursos de ódio, fake news, etc., explica Carlos Affonso de Souza, da Uerj.

Para isso, as pessoas teriam que abrir mão dos seus pseudônimos e usar os nomes reais nas contas.

3) Abrir algoritmo seria ‘revolucionário’

Ainda para deixar o Twitter mais transparente, Musk também tem falado em tornar o seu algoritmo público.

A medida seria uma forma de responder às críticas das pessoas que se preocupam com a confiabilidade do Twitter, diz o professor de Direito e Regulação da Informação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Nicolo Zingales.

Ainda não está claro como isso aconteceria, já que os algoritmos, que determinam o que os usuários veem no feed, são ferramentas fundamentais no negócio das redes sociais e guardados como um segredo industrial.

“Se cumprir a promessa de dar transparência ao algoritmo de ordenamento dos tuítes, Musk vai mudar completamente a indústria. Vai ser difícil os concorrentes —Facebook, Instagram, TikTok — manterem os algoritmos fechados alegando segredo industrial. Essa medida é muito bem-vinda”, escreveu Ortellado, da USP.

Contudo, os especialistas ressaltam que mudanças como essas tendem a acontecer de forma lenta e gradual.

4) Desafios de crescimento

Apesar o bilionário ter dito que não queria comprar o Twitter para fazer dinheiro, o impacto da “era Musk” provavelmente irá além das políticas de uso da plataforma, segundo os especialistas consultados. O homem mais rico do mundo deverá tentar fazer a empresa crescer.

Apesar de ter 16 anos, o Twitter ainda é muito menor do que seus maiores rivais. Pelo dado mais recente, divulgado em 2017, a rede tem 217 milhões de usuários diários e monetizáveis, ou seja, contas que estão aptas a visualizarem anúncios ou produtos pagos da empresa, como assinaturas. Bem aquém dos cerca de 2 bilhões do Facebook, por exemplo.

Isso também se reflete no faturamento. Em 2021, o Twitter teve US$ 5 bilhões de receita, enquanto o Facebook superou os US$ 100 bilhões, destaca Pedro Waengertner, professor de negócios digitais na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e fundador da aceleradora e investidora de startups ACE.

Para Waengertner, considerando o perfil arrojado do bilionário, a plataforma deverá aprender a trabalhar com mais produtos, trazendo inovações, conforme visto em outros negócios de Musk, como o robô humanoide da Tesla.

O economista Jason Vieira também espera que o empresário apresente um plano de negócios mais rentável para a plataforma.

Um dos caminhos para isso, segundo ele, é dar meios para que criadores de conteúdos tenham retornos financeiros, como acontece em outras redes.

Além disso, Vieira acredita que a plataforma terá mais espaço para publicidade, outra forma de ser monetizada.

Mas Carlos Affonso de Souza, da Uerj, lembra que Musk, que já reclamou muito de publicidade nas redes sociais, prefere que o Twitter não seja mais tão dependente disso.

“Vai saber o que isso quer dizer quer dizer. Se ele vai criar uma forma de pagamento para você utilizar o Twitter, se essa rede vai deixar de ser gratuita ou se ele vai só financiar o Twitter junto com outros apoiadores”, diz o professor.

https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2022/04/26/o-que-pode-mudar-no-twitter-com-a-compra-por-elon-musk.ghtml

Bilionário chegou a um acordo para adquirir a rede social por US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões) e transformá-la em uma empresa de capital fechado

Elon Musk, bilionário dono da Tesla e da SpaceX, em imagem de maio de 2021 — Foto: Michele Tantussi/Reuters

Elon Musk, bilionário dono da Tesla e da SpaceX, em imagem de maio de 2021 — Foto: Michele Tantussi/Reuters

O acordo de Elon Musk para comprar o Twitter foi confirmado pela empresa nesta segunda-feira (25). A aquisição irá movimentar cerca de US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões) e tornará a rede social uma companhia de capital fechado.

A empresa espera concluir o negócio ainda este ano, mas ainda precisa da aprovação formal de seus acionistas e de órgãos regulatórios.

Quem é Elon Musk?

Elon Musk é o homem mais rico do mundo e tem um patrimônio avaliado em US$ 273 bilhões (R$ 1,3 trilhão), segundo ranking da Bloomberg. Conhecido por suas polêmicas, ele foi eleito pela revista “Time” como a “Personalidade do Ano” em 2021. E, neste mês, encabeçou a lista dos bilionários da “Forbes”, à frente do dono da Amazon, Jeff Bezos.

Nascido em Pretória, na África do Sul, em 1971, Musk é filho de um sul-africano e de uma canadense. Ele viveu no país natal até 1989, quando se mudou para o Canadá pouco antes de completar 18 anos.

Ele cursou a faculdade na Queen’s University em Ontário, no Canadá, mas, no meio da graduação, se mudou para a Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, onde se naturalizaria americano.

Musk é bacharel em física e economia. Ele primeiro se tornou conhecido pela criação da Tesla, fabricante de carros elétricos, em 2003. Depois, foi diversificando seus negócios. Leia mais sobre a trajetória de Elon Musk.

Quanto Elon Musk pagará pelo Twitter?

O Twitter informou que os acionistas receberão US$ 54,20 (R$ 264) em dinheiro por cada ação. Segundo a empresa, esse valor é 38% maior à cotação das ações em 1º de abril, último dia de negociações antes de a participação de Musk na empresa ser revelada.

Para o acordo ser fechado, Musk vai usar US$ 21 bilhões (R$ 102 bilhões) de sua fortuna e obter o restante de um empréstimo de US$ 25,5 bilhões (R$ 124 bilhões).

O valor é muito acima do que foi pago, por exemplo, na compra do WhatsApp pelo Facebook, em 2014 (US$ 22 bilhões), e do Instagram, também pela empresa de Mark Zuckerberg, em 2012. Relembre outros negócios milionários em tecnologia.

Musk já é dono da rede social?

Ainda não. O que aconteceu foi a aprovação do negócio por unanimidade pelo Conselho de Administração do Twitter e isso é um passo importante para o magnata assumir o controle da rede social.

Segundo o Twitter, a transação precisa ser aprovada pelos acionistas e por órgãos regulatórios. A previsão é de que ela seja concluída ainda neste ano.

Qual era a relação de Musk com o Twitter?

Além de ser um usuário assíduo da rede social, onde coleciona polêmicas, Musk comprou recentemente uma participação de 9,2% na empresa, o que fez dele o maior acionista.

As ações foram adquiridas em março, mas a negociação só foi revelada em 4 de abril. Na ocasião, Musk tinha cerca de 73 milhões de ações do Twitter, montante avaliado em US$ 2,9 bilhões (R$ 14 bilhões).

O modo como o bilionário comprou sua participação na companhia é alvo de um processo movido por ex-acionistas. Em uma ação coletiva, eles afirmam que Musk fez “declarações e omissões materialmente falsas e enganosas” ao não revelar que havia investido no Twitter, o que, segundo eles, seria uma violação de uma lei federal dos Estados Unidos.

Dias depois da compra dessa fatia da empresa, ele fez enquetes em seu perfil na rede social sobre liberdade de expressão e disse que considerava seriamente criar uma rede social para garantir esse direito aos usuários da internet.

Quais os planos de Musk para o Twitter?

No anúncio sobre o acordo, o bilionário voltou a comentar sobre a importância da liberdade de expressão na plataforma.

“A liberdade de expressão é a base de uma democracia em funcionamento e o Twitter é a praça da cidade digital onde assuntos vitais para o futuro da humanidade são debatidos”, afirmou Musk em comunicado sobre a aquisição.

Assim como outras plataformas, como o Facebook e o YouTube, que pertencem a empresas privadas, o Twitter tem sua política de uso e prevê punições pelo desrespeito a regras.

Um dos casos de maior repercussão foi o banimento do então presidente Donald Trump, no final de seu mandato, em 2021, dias depois da violenta invasão de apoiadores dele ao Capitólio, incentivada pelo político nas redes sociais.

Na época, o Twitter foi muito pressionado pela opinião pública a agir, mas também houve quem considerasse que a plataforma estava praticando censura. Trump também foi suspenso por 2 anos do Facebook pelo mesmo motivo.

Musk já indicou que quer abrir o código do algoritmo da rede social, que orienta, por exemplo, a exibição de posts, e autenticar todos os usuários humanos.

“Quero tornar o Twitter melhor do que nunca, aprimorando o produto com novos recursos, tornando os algoritmos de código aberto para aumentar a confiança, derrotando “bots” (robôs) de spam e autenticando todos os humanos”, afirmou.

Com a compra, o Twitter também deixará de negociar ações na bolsa de valores.

Quem manda no Twitter hoje?

Até que seja concluída a venda para Musk, o Twitter é uma empresa de capital aberto, com ações na bolsa. O bilionário se tornou o dono de 9,2% desses papéis — a maior fatia — a empresa também pertencia a diversos outros investidores, como bancos (veja quem são os principais acionistas).

Atualmente, o presidente-executivo do Twitter é Parag Agrawal. Ele assumiu o cargo em novembro de 2021, sucedendo Jack Dorsey, um dos fundadores da rede social.

A companhia também conta com um Conselho de Administração formado por 11 pessoas, incluindo Agrawal e Dorsey. Após a confirmação de que Musk havia adquirido 9,2% da empresa em ações, ele foi convidado para entrar no grupo.

Um dia depois, Parag Agrawal afirmou que o Musk havia desistido de integrar o Conselho. O chefe do Twitter não explicou o que tinha levado a essa decisão.

Quais são os outros negócios de Elon Musk?

Musk é fundador da empresa de exploração SpaceX, que faz missões para a Nasa, agência espacial americana, e também viagens privadas. Ela conquistou um marco em 2021, ao levar turistas para passar 3 dias no espaço.

A empresa opera ainda o serviço de internet via satélite Starlink.

O bilionário também é dono da fabricante de carros elétricos Tesla, fundada em 2003, com fábricas nos Estados Unidos, na Alemanha e na China.

Musk também investe em energia solar e em um projeto de viagem de longa distância ultra rápidas por meio de túneis chamados hyperloop (outros empresários possuem projetos semelhantes).

Quantos usuários o Twitter tem?

O Twitter informou no último trimestre de 2021 que contava com 217 milhões de usuários diários e monetizáveis, ou seja, contas que estão aptas a visualizarem anúncios ou produtos pagos da empresa, como assinaturas.

Não é nem de perto o montante do Facebook, a maior rede social do mundo, que tem cerca de 2 bilhões de usuários. Plataformas como WhatsApp e Instagram, ambas controladas pela dona do Facebook, e o TikTok também estão nessa faixa.

 

https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2022/04/25/elon-musk-compra-o-twitter-o-que-se-sabe-ate-agora.ghtml

Estratégia do Nubank de não se tornar um banco, além de portabilidade salarial facilitada, podem explicar o porquê da fintech não oferecer conta salário

Aqui vai um fato curioso: o Nubank, que possui os títulos de banco digital, neobank, fintech, instituição financeira e instituição de pagamento, paga seus funcionários pelo Itaú. Aparentemente, isso ocorre porque o Nubank não oferece conta salário para a folha de pagamento e, por mais que tenha “bank” em seu nome, não é efetivamente um banco para evitar burocracia e taxas.

Em entrevista ao Tecnoblog, dois funcionários da fintech que confirmaram que, com a carteira assinada, recebem pelo Itaú. No entanto, eles podem solicitar a portabilidade salarial para uma NuConta, conforme as determinações do Banco Central de julho de 2018, que mudaram algumas regras ligadas à portabilidade da conta salário e facilitou a transferência para bancos digitais.

Ambos os entrevistados optaram por não terem seus nomes revelados, visto que seus superiores os orientaram a não conversar sobre assuntos financeiros com a imprensa. Enquanto um deles escolheu manter seu salário em uma conta-corrente do Itaú, o outro realizou a portabilidade salarial para sua NuConta.

No entanto, nenhum deles soube explicar exatamente o porquê do recebimento dos salários pelo Itaú. Por isso, entrei em contato com o Nubank para mais esclarecimentos sobre essa curiosidade.

A fintech não comentou diretamente a razão por trás disso, apenas confirmou que não oferece hoje uma conta salário, serviço terceirizado para o Itaú. Além disso, o banco digital se limitou a enviar um vago comunicado:

“Com a portabilidade salarial, os funcionários do Nubank podem usufruir de todos os benefícios de nossos serviços. Nosso foco é desenvolver produtos que sejam direcionados para os clientes”

Mesmo assim, tudo parece estar conectado à natureza estratégia do Nubank, que não é efetivamente um banco pelas regulamentações do Banco Central. Ele é, na realidade, muitas outras coisas, como uma instituição de pagamento e instituição financeira, por exemplo. Dito isso, a NuConta não é uma conta salário, nem corrente e nem poupança, mas sim uma conta de pagamento.

Nubank não é banco para evitar taxas e burocracia

Todos esses detalhes técnicos são mais complexos do que parecem. Conversei então com Bruno Diniz, especialista em fintechs e co-fundador e sócio da consultoria Spiralem, para entendermos melhor o que é o Nubank e sua estratégia em se manter burocraticamente “leve”.

“O Nubank surgiu em 2013 dentro de um novo arranjo regulatório onde se criou a figura da instituição de pagamento. Entre as coisas que ela pode oferecer, há a habilidade de fornecer uma conta de pagamento, onde o cliente consegue realizar transações e operacionalizar boa parte de sua vida financeira. Em paralelo, o Nubank também ofereceu cartão de crédito, mas nunca se tornou um banco.”

Bruno Diniz, co-fundador e sócio da consultoria Spiralem

O especialista em fintechs explicou em entrevista ao Tecnoblog que, até hoje, o Nubank não se tornou efetivamente um banco. Isso não é particularmente uma característica ruim. Sendo uma instituição de pagamento, o Nubank é livre de muitas burocracias (e taxas) que os bancos tradicionais carregam. Além disso, há algumas diferenças primárias, como onde o dinheiro é alocado.

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Nubank Ultravioleta na maquininha de cartão (Imagem: Divulgação)

Um banco tem as chamadas “reservas fracionárias”, o que significa que o seu dinheiro pode ser investido em diversas opções e emprestado para outras pessoas, fazendo a economia girar, explica Diniz. Uma instituição de pagamento, por outro lado, mantém seu dinheiro ali mesmo, aplicado em títulos públicos.

No entanto, o porquê do Nubank pagar seus funcionários pelo Itaú é, em parte, um mistério. Na realidade, do ponto de vista regulatório, ele poderia oferecer um serviço de conta salário, se assim quisesse. No entanto, a fintech não quis responder por qual razão não o faz.

Com portabilidade, Nubank não precisa de conta salário

Sendo assim, temos nossas especulações. Sabemos que o Nubank não pode colocar uma conta interna na folha de pagamento de seus funcionários, já que só oferece hoje uma conta de pagamentos. É aí que entra o papel do Itaú, o agente terceirizado para a criação de contas salário.

De qualquer forma, pode não fazer sentido para o banco digital criar um serviço que pode lhe dar mais dor de cabeça do que benefícios. Seja pela burocracia ou por fatores financeiros, o Nubank não oferece uma conta salário porque não quer. Por isso, talvez seja mais interessante e prático manter sua parceria com o Itaú para os pagamentos internos.

“Na verdade, o Nubank não oferece serviços corporativos, ele trabalha com o Itaú e o Itaú atende contas corporativas. Então, eles têm toda uma questão de folha salarial para lidar e pode fazer mais sentido para eles manter as coisas assim, pagando por meios tradicionais em vez de criar sua própria conta salário”.

Bruno Diniz, co-fundador e sócio da consultoria Spiralem

O simples comunicado enviado pelo Nubank ao Tecnoblog corrobora um pouco com esta tese: “Nosso foco é desenvolver produtos que sejam direcionados para os clientes”. Ou seja, a fintech não está pensando muito em serviços para funcionários.

Além disso, desde as mudanças regulatórias sobre portabilidade salarial de 2018, isso não parecer ser um problema, ao menos não para os dois funcionários entrevistados. Um deles, que optou pela portabilidade para a NuConta, afirmou que a fez ainda em 2019 e que foi tudo extremamente simples e rápido, pois as novas normas do Banco Central permitem que o Nubank cuide de praticamente todas as etapas do processo.

No final das contas, com a portabilidade salarial, simples, rápida e fácil como é hoje, criar uma conta salário, algo que já é oferecido por bancos tradicionais, simplesmente não deve fazer sentido para o Nubank.

Nubank cria “megazord” para se aproximar de banco

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Nubank se tornou conglomerado de instituições para se aproximar de ser um banco (Imagem: Divulgação/ Nubank)

Por mais que o Nubank não seja um banco, e nem pareça ser de seu interesse se tornar um, ele quase não tem limitações quanto aos serviços oferecidos. Em 2018, a fintech se tornou também uma instituição financeira com a criação da Nu Financeira.

Dessa forma, o banco digital passou a poder conceder crédito, como empréstimos, aos seus usuários, cobrindo assim diversas lacunas que ser apenas uma instituição de pagamentos deixava.

Bruno Diniz acrescenta que muitas fintechs seguem a mesma fórmula e se mantêm como instituições de pagamentos e instituições financeiras, driblando as complicações de ser realmente um banco.

Em 2021, o Nubank adquiriu ainda a Easynvest para cobrir os serviços de investimentos que antes era impossibilitado de oferecer. Então, segundo Diniz, “ele se tornou um conglomerado, uma espécie de ‘megazord’ financeiro”, para se assemelhar o máximo possível a um banco tradicional. “Hoje, convencionou-se no mercado chamar esses arranjos de bancos digitais”, concluiu o especialista.

 

https://tecnoblog.net/noticias/2022/04/20/nubank-usa-itau-em-vez-de-conta-propria-para-pagar-funcionarios/

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O Google anunciou em novembro de 2021 atualizações das ferramentas para comércios locais nos resultados de busca da empresa. Uma das novidades permite que os comerciantes façam a manutenção do perfil de sua loja diretamente pelo Google Maps e Pesquisa Google. Com isso, o aplicativo dedicado Google Meu Negócio será descontinuado em 2022.

Comerciantes poderão facilmente reivindicar e verificar o perfil de sua empresa diretamente pela pesquisa do Google ou no app do Maps. Ao procurar pela empresa, será apresentada a opção de reivindicar e verificar o Perfil de Empresa associado. Depois da verificação, é possível editar as informações da empresa expostas no perfil, como endereço, horário de funcionamento, fotos e muito mais.

O Google também adicionou novas maneiras de aproveitar o perfil de sua empresa, permitindo o envio de mensagens aos clientes diretamente da Pesquisa. Usuários dos Estados Unidos e Canadá poderão ainda utilizar o histórico de chamadas para reconhecer quais clientes vieram de seus perfis comerciais no Google.

Além disso, será possível sinalizar “em estoque” quando um produto aparecer na pesquisa na aba Shopping e apresentar seu inventário no perfil da empresa através do Pointy no Google — ferramenta gratuita para perfis de negócios. Outra função útil para produtos sazonais são as campanhas locais que promovem a localização do seu negócio no YouTube e Maps.

Google Meu Negócio

A empresa anunciou que o ‘Google Meu Negócio’ foi renomeado para ‘Perfil do Google Business’ e recomenda que as pequenas empresas gerenciem seus perfis diretamente da Pesquisa ou no Maps para ter uma experiência atualizada, visto que o aplicativo dedicado será descontinuado em 2022.

“A experiência existente do Google Meu Negócio na web fará a transição para oferecer suporte principalmente a empresas maiores com vários locais e será renomeada como ‘Gerente de Perfil de Negócios’. Compartilharemos mais detalhes sobre essas mudanças nos próximos meses”, diz o comunicado.

https://www.tecmundo.com.br/mercado/228179-google-meu-negocio-perdera-app-2022-confira-mudancas.htm 

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Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

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