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Apesar do termo ser desconhecido para quem não é da área, todo mundo conhece, pelo menos, uma startup unicórnio, seja ela brasileira ou estrangeira. O termo faz analogia à mitologia, na qual a referência do unicórnio quer dizer que a empresa fez algo tão difícil quanto achar um.  

O termo foi criado nos Estados Unidos, em 2013 pela fundadora da empresa Cowboy Ventures, Aileen Lee. E é dado a empresas avaliadas em 1 bilhão de dólares antes de abrir o capital para ações.   

Apesar do nome ter surgido apenas em 2013 através do artigo Welcome to the Unicorn Club: From Billion-Dollar Startups, as empresas unicórnios surgiram há muitos anos atrás. Segundo Aileen, nos anos 1990, o Google surgiu como a primeira empresa com esse perfil. 

Já nos anos 2000, o Facebook se enquadraria como a única empresa que caberia no molde estudado pela fundadora do Cowboy Ventures. Hoje, nenhuma das duas empresas se mantém nesse perfil por já terem aberto suas ações para a bolsa de valores. 

Este é um ponto importante, quando a startup abre o seu capital para ações, o que é chamado de Initial Public Offering, ou em tradução livre, Oferta Pública Inicial (OPI). Mas, o que seriam as startups? 

As startups surgiram como um novo modelo de empresa. Na qual precisa de uma inovação para ser considerado esse molde. É comum o pensamento de que uma startup é criada apenas no digital, o que não é uma verdade absoluta. 

Elas surgem nesse meio principalmente por ser mais barato o investimento e mais rápido de ser propagada e reconhecida do que uma empresa que atua somente no fisicamente. 

O que define uma startup

De forma prática, uma startup se enquadra em uma ideia inovadora e que tem potencial de fazer dinheiro. Diferente de empresas tradicionais, as startups dificilmente possuem um manual a ser seguido para ter sucesso. 

Os passos dados pelo empreendedor são incertos. E dependem de investimentos para deslanchar. É um modelo de negócio que depende de outras empresas para começar a surgir e deslanchar. 

Hoje nós podemos separar as startups em Business to Business (B2B), que são empresas que prestam serviços a outras, a Business to Consumer (B2C), empresas que prestam serviços ao consumidor final e a Business to Business to Consumer (B2B2C), empresas que prestam serviços para empresas e consumidor final.

Quando o termo startups unicórnio foi criado, apenas 39 empresas no mundo se encaixavam no modelo. Segundo o site CB Insights que cataloga essas empresas, esse número saltou para 805 em setembro de 2021.

O aumento de startups unicórnio no Brasil 

A pandemia quebrou muitas empresas ao redor do mundo, em sua maioria, as físicas. Porém, no meio digital, esse processo foi inverso, muitas empresas atingiram níveis altíssimos em pouquíssimo tempo. 

Em 2020, no começo da pandemia, 115 startups alcançaram a marca de valerem 1 bilhão de dólares. Já em 2021, esse número quase triplicou, saltando para 324. Dentre elas, 21 são startups brasileiras. 

Veja a lista das startups unicórnio brasileiras:

  1. 99

A 99 é uma empresa voltada para transporte  particular de passageiros e entrou para a lista de unicórnios em 2018. 

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  1. PagSeguro

A PagSeguro é uma empresa bancária brasileira voltada para meios de pagamento eletrônico, como transações, cartões de crédito e débito tanto físico como virtual. A empresa faz parte do grupo Uol. 

III. Nubank

O Nubank é o banco virtual que mais tem crescido no mercado mundial. Além de fazer parte das empresas unicórnio brasileiras, também figura como a quinta maior no mundo. 

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  1. Arco Educação

A Arco Educação é uma rede voltada para a educação para o ensino infantil e médio. Hoje, ela mantém também as escolas de idiomas Wizard, Yázigi e Skill, além de ter comprado a escola Dom Bosco. 

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  1. Movile (Ifood)

A Movile surgiu em 1998 como serviço de automação de mensagens de celular para os bancos. Já em 2018, o fundador da empresa investiu R$ 500 milhões no Ifood, o que fez com que a empresa crescesse e ambas se mantivessem como startups unicórnios. 

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  1. Stone

A Stone atua na área de pagamentos através de cartões de diversas bandeiras. Diferente do Nubank, a Stone não é um banco, é uma instituição de pagamentos regularizada pelo Banco Central do Brasil. 

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VII. Brex 

A Brex também atua no ramo de cartões, porém, corporativos. Foi criada por dois jovens de apenas 22 anos, e com uma visão clara do objetivo que gostariam, alcançaram a marca de R$ 1 bilhão de dólares.

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VIII. Gympass

A Gympass é uma startup que utiliza um aplicativo para oferecer a funcionários de empresas para que eles participem de atividades físicas, mentais e emocionais em uma série de academias parceiras. 

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  1. Ascenty

A Ascenty é a maior empresa de data centers da América Latina, foi fundada em 2010 e já faz parte do hall de unicórnios brasileiros.

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  1. Loggi

A Loggi é uma startup de logística que surgiu no ramo de entregas de encomendas. Em 2019 entrou para o seleto grupo de unicórnios do Brasil, após investimentos de empresas como: Microsoft, GGV e SoftBank. 

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  1. Quinto Andar

Em 2018 o Quinto Andar surgiu como uma das empresas mais valiosas do Brasil. A empresa surgiu como o intuito de facilitar a locação de imóveis, sendo uma revolução como novo modelo de aluguéis. 

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XII. Ebank

A Ebank atua no meio de pagamentos e tem expandido seus negócios pela América Latina. A empresa possui parcerias com empresas como a Uber e a Visa. 

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XIII. Wildlife

 

A empresa Wildlife é conhecida no meio de jogos para celulares. Foi fundada em 2011 e de lá para cá tem ganhado notoriedade e crescendo, aumentando o valor agregado à startup.

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XIV. Loft

A Loft atua no ramo de corretores e imobiliárias, buscando facilitar as transações de imóveis com a ajuda da tecnologia. em julho de 2021 a empresa comprou 100% do domínio da CredPago, expandindo ainda mais o seu império. 

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  1. Vtex

A Vtex é uma plataforma de e-commerce-marketplace, que se tornou unicórnio após uma rodada de investimentos em setembro de 2020. O intuito da startup é expandir seus negócios para os EUA, Europa e Ásia. 

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XVI. Creditas

A Creditas atua na área financeira, oferecendo empréstimos de forma 100% online. O que facilita, e muito, aqueles que precisam resolver algum problema financeiro e não tem tempo de ir até uma agência bancária. 

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XVII. C6 Bank

O C6 Bank é um banco digital que tem crescido no território brasileiro. Fornece opções de cartões de débito, crédito, empréstimos e as demais funções de um banco tradicional.

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XVIII. MadeiraMadeira 

O MadeiraMadeira recebeu um investimento de R$ 100 milhões da SoftBank, o que impulsionou a startup de móveis, utensílios de casa e materiais de construção a crescer. 

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XIX. Hotmart

A plataforma Hotmart atua como um facilitador, oferecendo cursos a clientes finais, intermediando o criador do conteúdo. O que possibilita também que empregue pessoas que querem ajudar a trazer mais clientes para a plataforma, ganhando uma porcentagem da venda. 

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  1. Mercado Bitcoin 

Assim como algumas startups que mencionamos, o Mercado Bitcoin também recebeu investimentos da japonesa SoftBank. Tornando-se a primeira unicórnio cripto latino. 

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XXI. Unico

A Unico surgiu em 2007 com o nome de Acesso Digital. Ela oferece soluções empresariais para acesso facial e digital, facilitando a contratação de funcionários de forma online. 

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A verdade é que graças à era digital, muitas startups têm surgido com o objetivo de crescer. Com o constante avanço tecnológico, a tendência é que as empresas cheguem rapidamente ao patamar de unicórnios, ou de decacórios, mas isso é assunto para outro artigo. 

Estratégias de marketing são fundamentais para compreender o comportamento do cliente no momento da compra

O consumo foi mudado com a internet, e entender o comportamento do consumidor é fundamental para alavancar o reconhecimento de uma empresa. Não somente em vender, mas buscar ter credibilidade nas plataformas digitais. 

O ZMOT, sigla para o termo Zero Moment of Truth, em tradução livre para “Momento Zero da Compra”, é um conceito criado para desvendar o processo de decisão de compra na internet. 

Isso foi necessário devido ao crescimento digital. No qual diversas empresas migraram para o universo online, e muitas outras surgiram como e-commerce. Porém, somente anunciar um serviço ou produto sem compreender o seu público, não funciona. 

Pensando nisso, o Google, como o maior buscador do mundo, criou um estudo juntamente com a empresa Shopper Sciences para compreender as percepções que as empresas têm sobre o consumidor. 

Fundamentos do ZMOT

O ZMOT se aplica a diversas áreas de consumo. E os conceitos são aplicados em comportamentos diários do consumidor, como:

  • Busca de especificações de produtos
  • Pesquisas de assuntos no Google
  • Buscas por análises de um produto ou serviço
  • Comparação de valores
  • Procura por cupons de desconto

Quando falamos sobre a competitividade das empresas no setor de vendas, queremos dizer que cada vez mais cresce a importância em aderir a estratégias de marketing digital para se destacar. 

Hoje, o consumidor tem pesquisado diversas informações antes de comprar algo. E esse é o conceito prático do ZMOT. Não há somente o consumo por indicação, e sim do poder das pesquisas e de um marketing bem feito. 

Compreender o público alvo de venda é imprescindível. Não há retorno assertivo em campanhas feitas sem fundamentos. É preciso ter interações com os clientes por meio de identificação.

Mudanças de modelo 

No modelo tradicional de compra, há um processo previsível, no qual, de início surge o estímulo de consumir um produto. Posteriormente, o contato em estar diante do produto que o consumidor pensa em usufruir, e por fim, vem o momento concluído da compra.

Modelo do Google para ilustrar:

imagem ilustrativa

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Mas como foi visto essa mudança de comportamento do consumidor? O Google percebeu essa alteração em 2011, e decidiu realizar o estudo para mostrar que um comprador mude de indeciso para decidir uma compra. 

O primeiro ponto analisado pela plataforma foi que, em 2010, um consumidor pesquisava cerca de cinco fontes para comprar um produto. Em 2011, esse mesmo consumidor passou a analisar o dobro de fontes. 

Com essa dedução inicial do Google, surgiu o estudo para compreender o comportamento do cliente. E então, constataram que o cliente passou a pesquisar muito mais antes de consumir algo. E então, surgiu o ZMOT, o momento zero da compra.

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Como colocar o ZMOT em prática

Como um conceito, o ZMOT é construído em pilares. Cada um deles é necessário para compreender o método e colocá-lo em prática. Entendendo as bases, é possível ajustar a comunicação direta com o cliente. 

Ranqueamento nos mecanismos de busca: a cada dia que passa, os usuários na internet têm mais pressa para encontrar o que estão procurando. Mas além disso, não abrem mão da segurança em adquirir algo online. 

O Google é o buscador mais utilizado no mundo, e possui um sistema de ranqueamento para classificar, de acordo com a credibilidade, cada site da plataforma. Por isso, os primeiros lugares sempre terão mais cliques, por serem mais bem classificados. 

Isso induz o consumidor a clicar nos primeiros links do buscador, além de comparar com os demais links que vem na sequência, para comparativo. É essencial para as empresas criarem estratégias para estar nesse lugar privilegiado da plataforma.

Comparação entre serviços e produtos: fazer comparativo é um dos pontos mais pautados entre os consumidores. Apesar do preço ser um critério para comprar algo, nem sempre a decisão é feita somente com base nisso. 

Trazer ao cliente a perspectiva de comparativo de qualidade de um produto, traz ainda mais credibilidade. Pois, é possível perceber o cuidado da empresa em oferecer não somente um preço bom, mas uma experiência inquestionável. 

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Avaliações: a internet possibilitou muitas coisas, inclusive, que o usuário se tornasse um emissor de informações. Hoje, não é somente a indicação de conhecidos que é válida, o meio digital fez com que muitas opiniões fossem dadas ao mesmo tempo, sobre as mesmas coisas. 

É comum, ao desejar fazer uma compra, que o cliente verifique as avaliações que aquele produto ou serviço tem. Seja pelas estrelas dadas à empresa, ou pelos comentários feitos sobre ela nas próprias redes sociais ou em portais voltados para essa finalidade. 

Por esse motivo, as empresas devem investir em prestar serviço de qualidade e que deem uma experiência ímpar ao consumidor. Pois ter comentários positivos sobre a marca ajuda, e muito, a alavancar reputação e vendas.

E quando essa ação se torna voluntária, é sinal de que a empresa tem caminhado na direção certa, com chances de conquistar ainda mais público.

Cupons de desconto: quando o cliente percorre esse processo de pesquisa e comparativo, um fator crucial é se a empresa oferece algum atrativo ou vantagem. Seja cupons de desconto, ofertas ou frete grátis.

Em uma estratégia de marketing, ter algum atrativo ao cliente é importante. Principalmente se a empresa oferecer serviços e produtos corriqueiros, ou seja, que sejam comprados de forma consecutiva. 

Mirar na experiência do cliente ser satisfatória é um ponto essencial para o crescimento de uma empresa na era digital. Compreender o que buscam e de que forma apresentar soluções é o diferencial para se destacar nesse vasto mercado da internet.

Um dos fatores que podem definir o sucesso de uma empresa, é a habilidade em definir o Perfil de Cliente Ideal – ICP

As empresas possuem cada vez mais metas de vendas altas e ambiciosas. E para alcançar esses objetivos, elas precisam ter um planejamento bem pensado e executado, e tudo começa na pesquisa sobre o perfil do cliente ideal, ou ICP. 

Isso porque, somente anunciar um serviço sem qualquer tipo de estratégia, não funciona. Ou, pode até gerar alguns resultados, porém, se a empresa espera alcançar objetivos grandes, assertivos e constantes, é preciso estudar o seu público.

O ICP nada mais é do que um perfil de pessoas que a empresa sabe que compraria e ficaria satisfeito com o serviço ou produto que ela oferece. Não adianta a empresa atuar com um petshop e oferecer serviços a pessoas que não tem nem animais de estimação, por exemplo. 

O objetivo com o estudo do cliente não é somente atraí-los, e sim, ter um tráfego no site ou página de rede social qualificados, atraindo as pessoas certas. Ou seja, um fluxo de pessoas que realmente tenham o perfil para adquirir o produto que a empresa oferece e podem efetivamente finalizar a compra. 

Além do mais, quando um cliente percebe que o ambiente foi pensado para atraí-lo e fazê-lo se sentir confortável, torna mais fácil a fidelização.

O ICP ajuda a separar os clientes ideias dos que não são, aumentando assim, consideravelmente, a taxa de conversão do site. E ter uma maneira assertiva na abordagem de vendas é extremamente importante para a captação efetiva desses consumidores. 

Perfil de cliente ideal – ICP

Atrair público para sites a fim de aumentar o volume de vendas é desafiador, mas não é o essencial. Não adianta atuar com base em tráfego se ele não gera os resultados esperados. Com o ICP é possível segmentar e dedicar tempo a contatos com potencial de vendas.

Quando uma empresa abre as portas, é preciso já ter em mente o seu produto ou serviço, qual o objetivo de vendas que ela tem, e que tipo de público se agradaria com o que ela oferece. E a partir de então, começar a traçar estratégias de como captar esses clientes por meio digital.

Ter um time engajado e motivado também é importante. E não há nada mais frustrante do que trabalhar e não ter resultados. Com a assertividade do ICP dentro da empresa, há uma série de benefícios, como: 

  • Ter previsibilidade de vendas
  • Crescimento de vendas
  • Melhorar os processos de geração de leads
  • Saber quem são os clientes e que abordagem usar
  • Aumentar a fidelização de clientes
  • Ser indicado pela eficiência dos serviços

Assim que o perfil de cliente é criado, a equipe de marketing consegue elaborar anúncios de campanhas e posts de redes sociais mais persuasivos, com o intuito de atrair esse público. 

A otimização do tempo é extremamente importante para uma empresa que busca crescimento. Gastá-lo com clientes não potenciais é um desperdício de recursos, tanto humano, quanto econômico. 

Quando o cliente se interessa pelo produto ou serviço da empresa, passa a percorrer o que chamamos de funil de vendas. Uma estratégia de inbound marketing que busca atrair o ICP com gatilhos de informações através do processo do funil. 

Se um perfil não se encaixa, o consumidor simplesmente não se interessa pelo que está sendo apresentado para ele, e não continua o processo. O que ajuda o time de vendas, que não precisará se desgastar para convencer um cliente que não tem interesse no produto. 

Como criar um ICP perfeito

O cliente que tem interesse no que a empresa oferece, fica feliz em adquiri-lo, e uma vez que o fizer e for bem atendido, será recorrente em seu negócio. 

Mas afinal, como criar esse perfil de cliente ideal? Teceremos alguns pontos importantes:

  • Quais clientes são ideais para a minha empresa
  • Quais clientes são já são fidelizados
  • Quais clientes são recorrentes
  • Quais clientes compram mais

A partir disso, observe as empresas que têm o mesmo perfil de cliente ideal e crescido em credibilidade e faturamento. Para criar estratégias parecidas, que funcionam. 

O próximo passo para empresas B2C é coletar e analisar mais dados sobre esses clientes que já são fidelizados das empresas concorrentes, como:

  • Poder aquisitivo
  • Localização
  • Processo de compra
  • Desejo
  • Dores do cliente – problemas superficiais e profundos

Já para empresas B2B, os dados coletados para análise são:

  • Faturamento / Receita
  • Localização
  • Processo de compra
  • Dores do cliente – problemas superficiais e profundos

Pronto, a partir de então, os dados coletados devem ser cruzados com os interesses da empresa, assim, tornando assertivos os anúncios criados para atingir esse determinado público. 

O que não fazer quando criar um ICP

Falamos anteriormente os motivos para criar um ICP. Daremos alguns pontos a serem considerados no processo de criação do perfil ideal do cliente. 

  1. Pensar no cliente somente pelo retorno financeiro é equivocado.

É claro que pensar no sucesso de vendas é importante, mas não o essencial. Uma empresa cresce não apenas pelo financeiro, mas também por reputação. Para plataformas como o Google, categorizar por credibilidade é extremamente importante.

Com o crescimento da instituição com clientes satisfeitos, o retorno financeiro será consequência. Mas não deve ser o foco quando se planeja iniciar uma pesquisa sobre o perfil do cliente ideal.

  1. Copiar o ICP de concorrência

O perfil criado pela empresa é baseado em uma série de fatores, dentre eles, o quanto ela espera lucrar e em quanto tempo. Isso varia de empresa para empresa, e não é uma informação divulgada. Pensar em copiar um ICP não trará os resultados esperados. 

Pelo contrário, pode atrapalhar o desenvolvimento da equipe. Pois, apesar do nicho ser o mesmo, nem todas as empresas atuam da mesma forma. 

III. Não revisar o ICP

Como um complemento do tópico anterior, é importante frisar que o ICP é mutável. É preciso revisar as informações, tanto dos clientes, quanto do que a empresa espera e se os objetivos mudaram. Assim traçando novas estratégias. 

De início, quando é criado um ICP, as empresas se baseiam em dados. Com o tempo, adquirindo clientes e os fidelizando, essa base de dados será real, palpável e mais direta, o feedback dos próprios consumidores. 

Periodicamente faça essas perguntas para melhorar a estratégia:

– analise se há reclamações dos clientes e por quais motivos

– analise quais produtos trazem mais retorno financeiro

– analise o tráfego do site para comparar os perfis que têm acessado e se algo mudou

– analise o padrão de vendas da empresa e o que precisa ser melhorado e mantido

Existe diferença entre público-alvo, persona e ICP?

A resposta é sim! Apesar de todos estarem falando da mesma coisa, que é o cliente de uma empresa, existem diferenças na precisão de dados. Exemplificaremos:

Público-alvo: é uma visão mais abrangente sobre um público e os objetivos que a empresa quer atingir. É um perfil traçado com detalhamentos superficiais, como comportamento, localização e poder aquisitivo. 

Perfil de cliente ideal (ICP): o ICP é voltado para as vendas. A partir das informações vindas do público-alvo, o ICP detalha como deve ser feita a abordagem, verificando a necessidade de cada lead.

Além de analisar se os possíveis clientes que acessaram o site ou entraram em contato tem o perfil para prosseguir no processo de vendas. 

Persona: a persona no geral é voltada para o marketing, trata-se de um perfil semi factício para analisar o perfil do cliente com um pouco mais de detalhes. Traz a empresa a capacidade de entender de que maneira se deve conversar com o cliente, por exemplo. 

A persona ajuda a empresa a criar relacionamentos com o cliente. Ser mais sensível a cada tipo de cliente e de que forma melhor atendê-lo. 

Por que o ICP é tão essencial para o sucesso de vendas

Quando a empresa entende qual o tipo de cliente que ela atende, os objetivos que tem e as abordagens que trazem resultados, é mais vantajoso o trabalho. A partir do momento que o marketing ajuda a trazer os clientes assertivos, não se gasta tanta energia em captar pessoas. 

Assim, podendo dedicar tempo a novas metas para a companhia e analisar com mais cuidado pontos que poderiam ser melhorados para alavancar a empresa em ser conhecida no nicho em que está inserida. 

Aumentar o tráfego nos sites é fundamental para o crescimento e expansão da marca, e isso pode ser feito com o link building

Antes de mais nada, o que seria o link building? Na tradução livre significa construção de links, o que busca tornar um link popular. É criada uma reputação em cima deste link, que pode levar o leitor a um site ou página que a empresa atua. 

Ou seja, a partir do momento em que esse link é espalhado e clicado diversas vezes, ele se torna popular, aumentando o tráfego no site/página e consequentemente, aumentando a reputação da empresa nas plataformas. 

Isso porque, os mecanismos de buscas das plataformas colocam em melhores posições de resultados, os sites que os links tem mais acessos, que para eles, determina se são confiáveis ou não para serem divulgados. 

Por esse motivo é extremamente importante para as empresas investirem nessa estratégia de SEO, pois através do link building clientes são trazidos para o site da empresa, gerando visibilidade e consequentemente, vendas. 

É necessário ressaltar também que quanto mais orgânico forem os resultados para o link, melhor. É preciso que seja traçada uma estratégia de marketing, para saber em quais lugares inserir o link, a fim de atrair o ICP ideal. 

A importância do link building

Falamos sobre a importância da reputação anteriormente, e ressaltamos esse ponto. Pois a partir do momento que um link é acessado diversas vezes e o conteúdo é relevante, o compartilhamento orgânico é inevitável. 

Mas para isso acontecer, o conteúdo do site ou página precisa ser relevante e atrair, de fato, o cliente. Quando o leitor fica satisfeito com o que encontra, passa a confiar no site e indica-lo a uma rede nova de pessoas com o mesmo perfil, fazendo com que o link tenha cada vez mais credibilidade para os mecanismos de busca.

Existe maneira correta de usar o link building?

O mais determinante é entender que para ranquear um link nos mecanismos de busca, são usados diversos fatores, inclusive o contexto em que link está. Por esse motivo, a estratégia em colocá-lo, aleatoriamente em várias redes e sites, não funciona para ter uma boa posição nas plataformas. 

Para ser mais didático, vamos exemplificar: a empresa oferece cursos e divulga o link em um site de petshop. O buscador entenderá que aquele conteúdo não tem semelhança alguma com o site, prejudicando, inclusive, o ranqueamento. 

Por isso, outra forma de melhorar o link building de uma empresa é fazendo parcerias com sites com o mesmo tipo de conteúdo. Assim, uma empresa divulga o link da outra, fazendo com que a credibilidade melhore de forma orgânica com associações.

É importante também que o que esteja escrito no link building seja palavra-chave. Pois é assim que são encontrados resultados nas plataformas. E também, quando inserido em sites parceiros, é preciso que a palavra-chave seja mais abrangente, e não a marca. 

Por exemplo: ao invés da empresa de cursos divulgar, no link, o nome da marca, deve-se usar “realize cursos online”, pois o leitor fará buscas abrangentes sobre o assunto, até encontrar o link que mais tenha a ver com o que ele procura. 

Quanto mais abrangente e ao mesmo tempo segmentado forem as palavras-chave, melhor será para a divulgação e acesso do link building. 

Quais estratégias de SEO são usadas para o link building

Há alguns pontos utilizados pelo SEO para ranquear os links nas plataformas. Mas o que torna, de fato, os links mais precioso? 

Localização: em uma página de site, o local no qual o link é colocado interfere na valorização do site. O body é o local mais privilegiado, e o sidebar e footer tem menos valor. O header também detém bons resultados, desde que o site tenha bastantes cliques. 

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Relevância: é importante que o link tenha relevância para que está lendo. Dando ao leitor a experiência de construir camadas de conhecimento, com hiperlinks que deem outros artigos para serem lidos. 

Autoridade: quando o link do site é mencionado em uma página que já possui certa autoridade, acaba transmitindo uma parcela. Da mesma forma, se o link é mencionado em um site duvidoso, pode trazer problemas para a empresa. E é por esse motivo que o nofollow e o dofollow são importantes. 

Entenda o que são nofollow e dofollow e o motivo de serem indispensáveis

Desde 2005, o Google incluiu em seu sistema a opção nofollow. Que passou a ajudar blogs que tinham problemas com spam nos comentários de postagens. Mas o que de fato seria o nofollow?

Quando habilitado nos mecanismos de HTML do site, ele entende que não devem seguir determinados links externos que estejam sendo marcados. Ou seja, é dizer ao site que não reconhece algum link que queira ser associado ao site. 

Mas afinal, se o link building procura acessos, por que não permitir associações ao site? A resposta é o que citamos anteriormente, por associação. Se o Google entende que o seu conteúdo não tem nada a ver com o que está no link, prejudica o ranqueamento da empresa na plataforma. 

Um exemplo da diferença do dofollow e nofollow no HTML: 

Dofollow: <a href=”https://exemplo.com”>Texto âncora</a>

Nofollow: <a href=”https://exemplo.com” rel=”nofollow”> Texto âncora </a>

O dofollow, nada mais é do que links com a ausência de nofollow. Que permitem que o link seja seguido. 

Há diferença entre links do nofollow?

O Google tem melhorado, a cada ano, os mecanismos da plataforma para serem mais assertivos em ranqueamento e rastreamento de sites. Em 2019 foram lançados dois atributos que ajudam a plataforma a identificar os links, vamos explicar:

rel = “ugc”: quando um link é criado, o Google sugere ao usuário que ele seja indicado com UGC para comentários de fóruns e comentários. A sigla significa: conteúdo gerado pelo usuário. 

Porém, caso queira reconhecer colaboradores que comentem no site, e que agreguem a qualidade e confiabilidade da empresa, é recomendado que esse atributo seja desabilitado dos links.

Exemplo de HTML com UGC: <a href=”http://www.exemplo.com/” rel=”ugc”> Texto âncora </a>

rel = “sponsored”: outro modelo lançado pelo Google foi o sponsored, que é indicado ser incluído em links pagos como os de anúncios e patrocínios. É uma forma da plataforma entender qual o tipo de conteúdo está no link. 

Exemplo de HTML com sponsored: <a href=”http://www.exemplo.com/” rel=”sponsored”> Texto âncora </a>

Diferença entre link com acesso orgânico e não orgânico

O Google possui mecanismos que identificam a natureza dos links e de que forma eles chegam nos sites, se de forma orgânica ou não. A forma correta de se construir um link building é o divulgando assertivamente. 

Quando a plataforma do Google percebe que existe um número anormal de link dentro de um link, é passível de punição. Pois é comum que exista venda de links, link building automatizado e até mesmo links com excesso de palavras-chave para ser bem ranqueado.

Fazer com que um site tenha reconhecimento não é simples, e pular etapas pode prejudicar, e muito, a página caso o Google entenda que seja necessário. É preciso criar uma estratégia bem fundamentada de marketing digital para alcançar um bom ranqueamento.

Usar link nofollow prejudica a construção de link building

A resposta para o título é não. Apesar de links dofollow serem ótimos para o SEO de um site por não ter empecilhos, o link nofollow não traz problemas para o reconhecimento da página. 

O nofollow bloqueia a saída de links do site, porém, uma vez que o usuário está dentro da página, há tráfego, o que ajuda significativamente a página a crescer. Assim como disponibilizar que o link do site seja divulgado em outros lugares, expondo a marca e criando confiabilidade. 

O maior benefício que o dofollow pode trazer para a empresa é evitar penalidades devido à links indevidos colocados no site. Além disso, se o tráfego de um site é algo apesar de ter nofollow, quer dizer que esses usuários são de qualidade e podem gerar leads para o seu negócio.

Investir nos colaboradores é um ponto importante para o crescimento e engajamento da empresa

Quando falamos sobre Endomarketing, estamos nos referindo ao marketing interno de um negócio. Ou seja, uma estratégia que foca em trabalhar os processos internos, com os colaboradores de uma empresa. 

Essa metodologia tem crescido, principalmente, porque as empresas têm percebido a necessidade de atuar internamente, com os colaboradores. E assim, dando motivação e consequentemente engajamento para a marca.

Quando se dá atenção aos processos internos de uma organização, se torna mais fácil corrigir eventuais problemas e prosseguir produzindo. Por esse motivo, é tão importante olhar o Endomarketing como uma solução necessária. 

Diferente do que muitos podem pensar, essa estratégia não se trata de conversas gestor/funcionários. E sim de um plano elaborado justamente para lidar com os processos e colaboradores em conjunto. 

Entendendo o Endomarketing

O Endomarketing é um plano elaborado com diversas ações, não se trata de uma campanha isolada. É pensado com a finalidade de aproximar a empresa dos colaboradores. Esse método é elaborado em conjunto, o marketing, gestão e recursos humanos. 

Quando são colocados setores distintos para criar um caminho ao objetivo final, se torna mais assertivo o processo. Isso porque, cada área sabe as necessidades que têm, e os pontos que os funcionários acreditam que podem melhorar. 

Para o crescimento de uma organização, é preciso que todos saibam sobre ela. Tanto a história, como os processos que ela tem. Aumentando o conhecimento e consequentemente a produtividade.

A importância do Endomarketing dentro da organização

É muito importante olhar os funcionários como colaboradores. Pensando no bem-estar e buscando ouvir o que acreditam que seja necessário melhorar. Quando isso acontece, a empresa colhe melhor desempenho, gestão mais organizada e benefícios. 

Desempenho: quando são implementados treinamentos através de um plano elaborado com o Endomarketing, as equipes se tornam mais assertivas no que fazem, aumentando o desempenho, por saber exatamente o que a empresa espera delas. 

Gestão: a comunicação é um ponto chave para o crescimento de uma organização. Quando existe a preocupação de dialogar com os colaboradores para entender o que precisam e o que esperam da empresa, passa a existir transparência nas ações. 

Tanto por parte da empresa em expor ao funcionário o que espera dele e um plano para ele dentro da empresa, quanto para o colaborador que passa a se sentir valorizado pelo seu trabalho. 

Benefícios: outro ponto que pode ser abordado pelo Endomarketing são os benefícios. Que pode estudar a possibilidade de compensações para os colaboradores. 

O papel do RH no Endomarketing

Apesar do Endomarketing se tratar de uma estratégia de Marketing, é preciso estar alinhado com os Recursos Humanos da empresa. Isso porque é o RH o responsável por coordenar as ações dentro da instituição. 

Além de manter a ordem de quando serão feitas campanhas, o que será comunicado e como deverão ocorrer. O Marketing costuma ter pontos mais práticos, enquanto o RH visa a colaboração e acolhimento dos colaboradores. 

O cuidado do Endomarketing com a saúde emocional

Hoje, o que mais cresce são casos de pessoas com ansiedade, depressão, estresse e Síndrome de Burnout. E muitas vezes esses problemas emocionais estão ligados ao trabalho. 

É importante que os colaboradores tenham plena saúde emocional para lidar melhor com imprevistos e conflitos quando eles ocorrem. Dito isso, dentro de um planejamento de Endomarketing, é de suma importância a elaboração de práticas que reduzem o estresse, e a ansiedade. 

Quando há estabilidade emocional, consequentemente também passa a existir: produtividade, integração, bem-estar e melhora no desempenho.

Estratégias do Endomarketing

Quando se inicia o processo de implementação do Endomarketing, é preciso levar em consideração alguns pontos importantes, como:

  • Valores e objetivos da empresa
  • Levar em consideração as necessidades das equipes
  • Métodos de trabalho eficazes 
  • Gestão corporativa

Quando são traçados os pontos acima, é preciso elaborar estratégias práticas e colocá-las em prática. Visando sempre que, a partir do momento em que se trabalha o interno, o retorno comercial será visto.

  1. Integração 

A integração entre as equipes de uma empresa é fundamental para chegar no mesmo objetivo. Ações que visem melhorar a comunicação e incentivar o trabalho em equipe são imprescindíveis. 

Visar ações horizontais é importante, assim, a cada etapa, uma pessoa lidera. Dando ao gestor a capacidade de analisar quem tem mais aptidão para isso, e entender quem trabalha melhor com quem. 

  1. Treinamentos

Um outro ponto importante para melhorar as habilidades dos funcionários é a realização de oficinas e treinamentos. Assim, os gestores são capazes de enxergar quais as facilidades e dificuldades que cada um tem, e assim, ajudando a aperfeiçoá-las.

Tendo essa proximidade com os colaboradores, a empresa também possibilita a abertura de debates importantes, como: resiliência, diversidade e saúde emocional. Além dos treinamentos, adotar medidas como cartazes, panfletos e house organ também ajudam os funcionários a saber o que tem acontecido dentro da empresa.

III. Eventos e palestras

Quando as empresas incrementam em suas rotinas, periodicamente, a realização de eventos, fazem com que os colaboradores tenham outra visão sobre trabalho. Não apenas a de entrega, mas de que são recompensados pelo trabalho que exercem além de remuneração. 

No Endomarketing é possível pensar em diversos tipos de eventos, como: viagens, happy hour, rodas de conversas, sessões de filmes voltados para a área e até mesmo quebra de rotinas com almoços especiais. 

Palestras também ajudam a mudar a rotina de trabalho e acrescenta muito conhecimento. Investir em convidados de fora e abrir a possibilidade dos funcionários falarem, também são meios de comunicação assertivos e que agregam valor. 

  1. Comunicação digital

Vivemos conectados pelo meio digital, então por que não usá-lo como meio de atuação para o Endomarketing? É possível melhorar a comunicação interna com blogs sobre a empresa e as realizações de colaboradores, acervos de fotos de momentos que a empresa proporcionou e feedbacks anônimos, que visem melhorar a convivência.

  1. Produtividade

Toda empresa busca produtividade, mas nem sempre os funcionários estão motivados a isso. Uma estratégia do Endomarketing para melhorar essa questão é estabelecer metas mensais, trimestrais, semestrais e anuais com bonificações. 

Além de recompensar os colaboradores, essa maneira de trabalho possibilita que cada um se organize da melhor maneira dentro do seu setor. Não tornando o trabalho maçante e sem objetivos bem estabelecidos. 

  1. Qualidade no local de trabalho

Quando paramos para pensar, notamos que a maioria das pessoas passam mais tempo em seus trabalhos do que em casa com suas famílias. Então nada mais justo do que melhorar o ambiente de trabalho para os funcionários. 

Não somente em questão de conforto, e sim de pessoas que se integram e colaboram umas com as outras. Trabalhar com funcionários que nada no sentido contrário da empresa, prejudica os que buscam o sucesso da instituição. 

Olhar com cuidado os setores, observando quem está entregue ao propósito e valores da empresa é importante para o bem comum e qualidade de trabalho.

VII. Carreira dentro da empresa

A empresa propor planos de carreira para seus funcionários é muito importante. Isso porque, crescer dentro de uma instituição é o plano de muitos funcionários. Colocar gestores vocacionais para analisar aptidões é necessário. 

Quando se dedica tempo para isso, o crescimento de pessoas qualificadas, que entendem o propósito da empresa e que vestem a camisa, é mais assertivo. Diminuindo, consideravelmente, a rotatividade de funcionários. 

O reflexo de dentro para fora é o aumento de vendas

Olhar os pontos vulneráveis da empresa internamente, faz com que eles possam ser corrigidos. Nenhum negócio decola sozinho, ele depende de pessoas, e elas precisam estar alinhadas com o que a empresa necessita. 

A partir do momento em que os colaboradores vestem a camisa da instituição, passam a atuar com mais determinação e vontade, por um objetivo comum. Quando isso acontece, o empenho trará resultados positivos.

Muitas vezes não adianta somente investir em Marketing, quando, internamente, os funcionários não se empenham. Comece melhorando a atuação interna, assim, a consequência será vista em retorno de vendas.

Entenda quais os pontos usados em cada uma dessas iniciativas e os retornos que trazem

O Outbound e o Inbound são estratégias usadas dentro do Marketing. Cada uma delas tem sua maneira de trazer o cliente para as empresas. No geral, se opta por uma das duas estratégias para colocar em prática, a que melhor se adequa ao objetivo da empresa.

De forma mais objetiva e didática, o Outbound é uma forma mais tradicional de marketing, com propagandas físicas e digitais que empurram o produto para o cliente. Já o Inbound é uma maneira mais sutil, que busca despertar o interesse do consumidor, com gatilhos que o levem ao produto.

Existem diversas estratégias dentro do marketing, e elas evoluem conforme o comportamento das pessoas mudam. O Inbound Marketing, por exemplo, cresceu da necessidade em atrair o cliente pelo interesse, já que a internet tem cada vez mais distrações.

Apesar disso, o Inbound não surgiu recentemente, pelo contrário, tratava-se de uma alternativa para as empresas, pois o valor do custo por aquisição (CAC) era mais vantajoso para gerar receita, pois era mais em conta. 

A partir do momento em que o Inbound passou a crescer, os anunciantes começaram a questionar a vantagem do Outbound. Porém, ambas as iniciativas funcionam dentro do Marketing e vendas, principalmente. 

Outra definição sobre o Inbound e o Outbound Marketing é que: o Inbound é uma prospecção passiva, enquanto o Outbound é ativa. Isso porque, de forma passiva as empresas precisam atrair os potenciais clientes, já ativamente, o perfil é definido antes, e somente são feitas as abordagens. 

Outbound Marketing

O Outbound é a forma tradicional de se fazer marketing. A tradução do nome é justamente o marketing tradicional. O objetivo dessa abordagem é trazer clientes através do oferecimento de produtos e serviços. Inclusive indo atrás dos consumidores, e não gerando interesse. 

Essa modalidade do marketing cresceu através dos meios de comunicação de massa, como a televisão, rádio, revistas, jornais, cartazes, outdoors e patrocínios em grandes eventos. 

imagem ilustrativa

Mesmo com o Inbound crescendo, o Outbound também está presente na era digital. É uma forma mais impositiva de se apresentar conteúdos, como propagandas em vídeos, sites e redes sociais. 

Apesar de ser uma abordagem que tem entrado em desuso, muitas empresas, de diversos segmentos veem o Outbound como uma forma efetiva de conseguir clientes. A verdade é que não existe uma forma correta de se fazer marketing, e sim maneiras de se obter resultados esperados pela empresa.

Dentro do Outbound, existem dois tipos de empresas, a B2C e a B2B, exemplificaremos melhor abaixo:

Empresas B2C: quando as empresas focam em status, realização pessoal e economia. Buscam a concorrência por relevância e influência, com menor valor investido.

Empresas B2B: quando as empresas buscam eficiência e custo-benefício. Trabalham com a inovação e reconhecimento, com maior valor investido. 

Em ambas as situações, as empresas investem no Outbound e a forma de abordagem em oferecer produtos e serviços aos possíveis clientes. 

Benefícios do Outbound Marketing

Quando a estratégia da empresa é bem alinhada com as necessidades que tem, é possível ter eficácia quando implementar o Outbound no processo de vendas. Tendo benefícios como:

  • Previsibilidade de renda
  • Crescimento em conversões
  • Crescimento de leads 
  • Crescimento de respostas por e-mail
  • Redução no ciclo de vendas
  • Planejamento assertivo

Inbound Marketing

O Inbound tem sido mais discutido e tem crescido no mercado digital brasileiro. Muitas empresas estão passando a adotar essa estratégia de marketing. Principalmente porque o mercado tem se tornado cada vez mais competitivo, e atrair clientes é uma porta importante para ser seguida. 

A tradução livre do termo Inbound Marketing seria marketing de atração, e o objetivo do Inbound é justamente esse, atrair e fidelizar clientes, diferente do que era feito antes, quando se focava mais nas vendas, e não necessariamente nas personas. 

Em outras palavras, o foco do marketing de atração não é ir atrás do cliente, e sim criar gatilhos que o façam se interessar pelo produto ou serviço ao ponto de comprar ou contratar. 

Essa trajetória do cliente é feita com conteúdos da empresa para atrair o público. E para isso, precisa haver uma pesquisa sobre qual o perfil que a empresa quer atingir, para que a comunicação seja assertiva. 

Pois não adianta que a empresa crie diversos conteúdos de qualidade, bem pensados e estruturados para clientes que não se interessam pelo serviço. É preciso se comunicar com as personas que a empresa se propõe a trabalhar. 

Esse caminho que o cliente percorre é chamado de funil de vendas, que busca atrair os consumidores, e fazê-lo passar por essas várias etapas de conteúdos, até efetivamente virar um cliente da empresa. 

Funil de vendas

Através de conteúdos bem pensados e atrativos, as visitas no site aumentam, o que já aumenta a credibilidade da empresa devido aos acessos. Porém, esse visitante ainda não é um cliente, então entram mais gatilhos de conteúdos para que a pessoa informe os dados e fale quem é, assim saberemos melhor quais são os interesses e desejos que ela tem. 

Esses conteúdos já dentro do site geralmente são landing pages, formulários e até mesmo e-books. Quando já se estabelece uma conexão, é possível enviar e-mail marketing, nutrindo o interesse pela compra. Até que o lead, se torna de fato, um cliente. 

Apesar do que muitos pensam, o Inbound não é usado apenas para vendas online, qualquer negócio local, que tenha redes sociais e sites, podem criar uma estratégia de atração para o seu empreendimento. 

imagem descritiva

Benefícios do Inbound Marketing

Assim como o Outbound, o Inbound também traz benefícios para quem escolhe esse método de captar clientes: 

  • É mais econômico
  • Fideliza clientes com mais facilidade
  • Otimiza a comunicação cliente/empresa
  • Segmenta ações
  • Aumenta a oportunidade de vendas

Como utilizar as duas estratégias ao mesmo tempo

Há segmentos no mercado no qual é possível utilizar os dois métodos de captação de cliente ao mesmo tempo. É o que chamamos de funil em Y. 

O Inbound Marketing trabalha com o objetivo de atrair, converter e nutrir. Já o Outbound atua na captação, conexão e qualificação. No funil em Y, há três pontes que ligam esses dois métodos. 

Converter e conectar: suponhamos que a empresa fabricou algumas peças para serem vendidas, de acordo com quantidade de leads que tem. Porém, as vendas não vingaram. 

A solução será passar a demanda para o Outbound, no qual a equipe entrará em contato com os leads através de e-mails ou ligações.

Conectar e nutrir: se o Outbound não tiver resultados, a próxima solução será passar esse problema a ser resolvido para o funil do Inbound. 

É quando o lead será nutrido de informações sobre o produto, a fim de evoluir a decisão em prosseguir com a jornada de compra. Trata-se de um trabalho de atração. 

Nutrir e qualificar: quando o lead já passou pelas de ser nutrido, porém não finalizou a compra, o ideal é repassá-lo à equipe de vendas. Desta forma, os colaboradores poderão entrar em contato e questionar se há interesse, e assim, o qualificando. 

Esse último processo é importante pois muitas vezes o lead só precisa tirar dúvidas, para de fato, concluir o processo. 

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Vantagens do funil em Y

A união entre o Outbound e o Inbound traz uma previsibilidade e eficácia aos negócios. Isso porque, com os processos bem separados, é possível saber o momento exato em que é preciso entrar em contato com o lead, fazendo uma abordagem mais direta. 

Como nas demais estratégias de marketing, é importante mapear os dados do cliente no momento em que ele entra em contato com a empresa. Para que assim seja possível avaliar, desde o início, se o ICP do cliente está dentro do que a empresa espera. 

O funil em Y ajuda, principalmente, a consertar o desalinhamento entre as equipes de marketing e vendas de uma empresa. Quando se tem metas separadas, sem olhar o que outro time está fazendo, acaba trazendo resultados menos assertivos. 

Quando as estratégias são pensadas em conjunto, olhando em um todo para o crescimento, é possível alcançar metas mais sólidas e com mais qualidade. 

blankQuem Somos

Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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