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A versão mobile do aplicativo Android Auto está sendo desativada pelo Google, não funcionando mais em celulares e tablets com qualquer versão do Android, conforme relatou o 9to5Google na terça-feira (21). A partir de agora, a plataforma vai funcionar “apenas para telas de carros”.

Lançado em 2015, o serviço estava disponível tanto nos dispositivos móveis quanto nos sistemas de entretenimento de carros. Por volta de 2018, o Google anunciou que iria priorizar a versão do app para os displays automotivos, não atualizando mais o programa para celulares.

No ano passado, a big tech descontinuou a plataforma em telefones com Android 12, mas o app ainda era executado nas versões anteriores do sistema operacional. Agora, o serviço deixará de funcionar em todos os smartphones, ficando disponível exclusivamente nos automóveis.

De acordo com a publicação, o Google vinha avisando aos usuários do Android Auto no celular que o app seria encerrado em breve e esse momento chegou. Quem tem o programa instalado no smartphone é informado que ele só funciona nos veículos, ao tentar abri-lo, e recebe instruções sobre como conectar o aparelho a um carro com o software habilitado.

Modo direção do Google Assistente como alternativa

Embora forneça uma experiência diferente, o modo de direção do Google Assistente pode ser uma alternativa para as pessoas que utilizavam o Android Auto no celular. A ferramenta, que ganhou melhorias em 2021, é acessada por meio do comando “Ok Google, vamos dirigir” ou conectando o aparelho ao Bluetooth do veículo.

A partir daí, o usuário pode acessar o Google Maps para pesquisar rotas, realizar ligações, pedir à assistente virtual para ler as mensagens recebidas, abrir playlists em apps de streaming e muito mais, sem usar as mãos enquanto dirige.

https://www.tecmundo.com.br/software/240714-google-descontinua-app-android-auto-celulares.htm

O Google anunciou, no dia 14/06, a chegada da tecnologia Google Duplex ao Brasil. Apresentada ao mundo em 2018 durante a Google I/O, a ferramenta usa inteligência artificial e um riquíssimo banco de dados para automatizar ligações telefônicas a fim de realizar tarefas como atualizar informações de estabelecimentos comerciais na internet e comprar ingressos no cinema.

O Duplex usa conversação natural — como qualquer outro humano — para interagir em chamadas de voz. A primeira aplicação da ferramenta será na manutenção de informações de empresas no Perfil da Empresa, seção integrada ao Maps e ao buscador, em que serão ajustados detalhes sobre horários de abertura e fechamento de estabelecimentos cadastrados no Google.

Com a tecnologia em fase de testes, o Google afirma fazer cerca de 200 ligações por dia usando Duplex e mais de 50 mil empresas brasileiras já foram contactadas pela inteligência artificial.

Atendimento online

A segunda implementação, essa mais interessante para o público geral, é a automatização de tarefas por telefone para consumidores. Nesse caso, o Duplex atua de forma similar ao que foi apresentado na Google I/O 2019: fazendo, sozinha, a solicitação de serviços por telefone.

https://canaltech.com.br/apps/google-duplex-chega-ao-brasil-para-automatizar-chamadas-de-voz-218743/

O Google Talk, serviço de mensageria do Google lançado em 2005, fpi encerrado de forma definitiva em 16 de junho. Apesar de já parecer aposentado há anos, a plataforma ainda era acessível por aplicativos de terceiros como Pidgin e Gajim, que utilizavam a estrutura do mensageiro para trocar mensagens.

“A partir de 16 de junho de 2022, você vai ver uma mensagem de erro ao tentar fazer login no Google Talk”, informou o Google em página de suporte. Como alternativa, a empresa sugere utilizar o Google Chat, novo app de mensagens integrado ao Gmail.

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O Google Talk foi lançado em 2005 e teve até aplicativo lançado para Android e BlackBerry(Imagem: Reprodução/Google)

Apesar de pouco conhecido atualmente, o Google Talk foi uma importante iniciativa da Gigante das Pesquisas no mercado de mensageria. O serviço existia com propósito semelhante ao do (também aposentado) Hangouts e atual Google Chat: trocar mensagens rápidas com contatos do Gmail.

Fim tardio

Devido à estreia em meados dos anos 2000, o Google Talk era utilizado principalmente no computador, mas também teve um app próprio lançado para celulares Android e BlackBerry. O serviço foi oficialmente abandonado em 2013, substituído por alternativas mais modernas, e, em 2017, parou de funcionar de vez no Android, dando espaço total para o Hangouts.

Os raríssimos usuários do Google Talk devem se preparar para fazer a migração — salvar o que for realmente importante e desinstalar os apps desatualizados. Não se sabe o momento exato em que o serviço será desativado, então é bom deixar tudo em ordem dias antes.

https://canaltech.com.br/apps/google-abandona-app-que-todo-mundo-pensava-estar-aposetando-ha-anos-218645/

Foto: Divulgação RD Station

Foto: Divulgação RD Station

Estudo divulgado em 01/06 aponta que startups e negócios do setor de software e cloud usam mais ferramentas e metodologia de vendas que a média de outros segmentos.

Para Luís Lourenço (foto), diretor da RD Station CRM, as empresas “não podem ficar confiando na sorte da retomada econômica”. 

De cada 10 empresas, 6 não bateram suas metas de venda no ano passado. A dificuldade é maior entre empresas que vendem para o consumidor final (B2C), que alcançaram 36% das metas, do que para as empresas com foco no público corporativo (B2B), que em geral atingiram 43% do previsto para o ano passado. 

Em linhas gerais, é o que aponta pesquisa “Panorama de Vendas”, da RD Station, empresa de tecnologia para gestão de marketing e vendas, em parceria com TOTVS, Rock Content e The News e divulgada nesta quarta (01.06). O estudo inédito envolveu 1600 respostas de empresas de diversos portes e segmentos, como agências de publicidade e propaganda, consultorias, empresas de treinamento, software e cloud, tecnologia, educação e ensino, saúde e estética, serviços financeiros, jurídico e relacionados, indústria, startups, entre outros.

Ainda que os resultados tenham sido abaixo do esperado, 67% das respondentes seguem otimistas para 2022 e acreditam que as receitas irão crescer entre 10% e 50% neste ano – o que causou uma desconfiança entre os avaliadores do estudo.

“Empresas que não bateram metas em 2021 estão projetando crescimento de até 50% já em 2022. Será que os problemas já foram superados? Não dá para ficar confiando na sorte da retomada econômica somada ao dom de persuasão dos vendedores”, questiona Luís Lourenço, diretor do RD Station CRM. 

Sobre a gestão de dados, 54% das empresas ainda não utilizam uma ferramenta de CRM para as vendas. Destas companhias, 30% ainda fazem a gestão em planilhas de Excel, 14% utilizam outros meios (como sistemas de gestão – ERPs) e 10% não utilizam nenhuma ferramenta.

TI LIDERA USO DE FERRAMENTAS

Observando os setores de mercado pesquisados, Software e Cloud, Tecnologia e Startups demonstram ter uma maior maturidade em gestão de vendas, com relação à questões que envolvem análise de performance e revisão de processos para melhoria contínua. As empresas desses segmentos revelaram que utilizam ferramentas de CRM (83%), metodologias aplicadas à vendas (80%), atenção ao funil de vendas (78%), acompanhamento de indicadores (73%) e definição do perfil de clientes que desejam atingir  (59%).

Entre as Agências de Publicidade e Propaganda que participaram da pesquisa, 52% utilizam ferramentas de CRM. No setor de Consultoria e Treinamento, apenas 37% fazem uso desse recurso. Já na área Financeira, Jurídica e serviços relacionados, 46% têm CRM para a gestão das vendas.

A pesquisa conclui que há um padrão de ações entre aquelas empresas que possuem um time eficiente e produtivo e alcançam as metas de vendas – diferentemente das que acreditam apenas nas habilidades dos vendedores e não conseguiram suprir os objetivos estabelecidos para o ano de 2021.

“O marketing precisa passar a olhar todo o funil, até as vendas, buscando melhorar sua estratégia, e Vendas passa a ser uma área facilitadora, guiando o cliente de forma personalizada até fechar negócio”, resume Lourenço.

O Google apresentou um relatório de segurança sobre a publicidade online e dados interessantes do Google Ads. Segundo a gigante das buscas, foram removidos mais de 3,4 bilhões de anúncios, restringidas 5,7 bilhões de publicidades e suspensas mais de 5,6 milhões de contas de anunciantes.

Foram bloqueadas também mais de 1,7 bilhão de páginas que levavam para sites indevidos (sem relação com o conteúdo ou com tentativas de fraudes) e adotadas medidas severas contra 63 mil sites que demonstraram violações repetidas das diretrizes do serviço.

O Google adotou medidas de segurança em publicidades online para proteger os usuários na busca (Imagem: Benjamin Dada/Unsplash)

O Google adotou medidas de segurança em publicidades online para proteger os usuários na busca (Imagem: Benjamin Dada/Unsplash)

Uma das técnicas mais usadas é chamada cloaking ou manipulação de texto, que exibe um tipo de conteúdo para os avaliadores humanos e sistemas do Google e outro diferente para os usuários. Para barrar essa espécie de fraude, a empresa começou a verificar a identidade dos anunciantes e a monitorar as atividades executadas de modo coordenado entre diferentes contas.

Sempre que um anunciante não conclui o programa de verificação do Google, a conta é automaticamente suspensa. Entre 2020 e 2021, triplicou o número de contas suspensas. A verificação não é exigida de todos, mas somente de perfis monitorados ou com volume muito grande de anúncios.

Todas essas medidas foram tomadas para evitar ameaças à segurança dos usuários do buscador do Google, já que propagandas que levam para sites enganosos ou maliciosos podem trazer imensos transtornos. “Seguimos investindo nessas políticas, em equipes especializadas e em tecnologia que ajude a garantir o cumprimento das regras. Nosso objetivo é estar sempre à frente de possíveis ameaças”, afirmou a empresa.

Novas políticas para novos tempos

Foram criadas ou atualizadas mais de 30 políticas para anunciantes e publishers, além de um sistema de avisos para casos de violações repetidas. O Google também passou a proibir discursos que neguem mudanças climáticas, questionem a eficácia das vacinas e, mais recentemente, apoiem a invasão da Ucrânia.

Neste último, a ideia é coibir tentativas de lucrar ou explorar a guerras. Isso foi incluído no rol de proibição de monetização com anúncios em conteúdos que incitem a violência ou neguem a existência de acontecimentos trágicos, como o Holocausto, por exemplo.

Também foram punidos com perda de monetização os veículos de imprensa financiados pelo governo russo, em todas as plataformas do Google, o que inclui o YouTube. Foram bloqueados mais de 8 milhões de anúncios sobre a guerra e mais de 60 sites jornalísticos com vínculos ao Kremlin.

Pandemia também impactou

Para minimizar a disseminação de conteúdos falsos ou duvidosos, o Google passou a bloquear links de anúncios apontados para cerca de 500 mil páginas que descumpriam regras sobre a covid-19. Eram sites que traziam afirmações comprovadamente falsas sobre a ciência, mentiras sobre a vacinação contra o coronavírus ou tentativas de desqualificar o processo eleitoral.

Desde o início da pandemia, o Google bloqueou mais de 106 milhões de anúncios negativos relacionados à covid-19 e passou a divulgar conteúdos produzidos por ONGs e governos locais. No campo político, o Google assinou um acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar impedir os criminosos de espalharem boatos infundados sobre fraudes eleitorais ou sobre problemas com urnas eletrônicas.

O Google Ads é a principal ferramenta de publicidade da internet, voltada para quem deseja divulgar sites ou projetos no buscador, no YouTube e demais serviços da companhia. Embora seja pago, há várias regras que os anunciantes devem se submeter, criadas para evitar o abuso por criminosos.

https://canaltech.com.br/internet/google-removeu-34-bilhoes-de-anuncios-irregulares-em-2021-215650/

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O Google anunciou, nesta quarta-feira (1º), que o aplicativo de videochamadas Google Duo deixará de existir e será unificado com o Meet ainda em 2022.

De acordo com a gigante da tecnologia, todo o histórico de conversas, contatos e mensagens continuará a ser salvo no app, e não haverá um novo software de videochamadas da empresa para download que não seja o Meet.

Apesar do anúncio, anteriormente o Duo havia ganhado diversas novidades como chamadas em grupo para até 32 pessoas, adição de doodles, máscaras e efeitos divertidos com o modo família e videochamadas em tablets, dobráveis, dispositivos inteligentes e TVs.

Todas as ferramentas que estavam disponíveis somente no Duo, como a possibilidade de fazer videochamadas a partir de números de telefones e envio de mensagens e pedido para o Google Assistente fazer uma ligação, por exemplo, serão transferidas para o Meet.

O encerramento do Duo já era esperado desde 2020, quando o site 9to5Google publicou uma notícia dizendo que internamente o Google já trabalhava para eliminar o app. À época, a informação era que a empresa entendia que não havia a necessidade de ter dois softwares de videochamadas.

Novidades antes do fim

O Google informou que antes de ser descontinuado, o Duo ganhará todos os recursos do Meet. Confira, abaixo, as novidades que o aplicativo receberá:

  • Customização de telas de fundo virtuais em chamadas e reuniões;
  • Agendamento de reuniões para que todos os convidados entrem no momento mais conveniente
  • Uso de chat nas reuniões para maior engajamento;
  • Compartilhamento de conteúdo ao vivo para permitir a interação com todos os participantes da chamada;
  • Legendas em tempo real para melhorar a acessibilidade e aumentar a participação;
  • Aumento do tamanho das videochamadas dos atuais 32 para 100 participantes;
  • Integração com outras ferramentas, incluindo Gmail, Google Agenda, Assistente, Mensagens e muito mais.

https://www.tecmundo.com.br/software/239608-google-duo-app-videochamadas-unificado-google-meet.htm

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