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O programador porto-alegrense Fernando Dandrea, de 29 anos, não tem ideia de como seus dados foram parar na mão da imobiliária Urban Company. Mas, quando recebeu a mensagem de um vendedor no WhatsApp, ele sabia exatamente como reagir. Exigiu ser informado quem havia autorizado aquele contato. E arrematou: “Solicito saber nos termos da Lei 13.709, LGPD: como obtiveram os dados e quais são eles?”

O vendedor até tentou contornar, com respostas vagas, mas acabou pedindo desculpas e desaparecendo.

Esta prática, postada no fórum “r/Brasil” do Reddit, inspirou outros brasileiros a usar a Lei para se livrarem de mensagens indesejadas. A manobra se espalhou rapidamente como o “carteiraço da LGPD”.

Aprovada em agosto de 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais determina normas a serem seguidas por empresas e governos para a coleta e o tratamento de dados pessoais (como nome, CPF, endereço) e de dados sensíveis (como biometria e informações sobre política e religião).

Agora, a Lei está sendo usada por brasileiros como resposta ao spam de vendedores online que fazem contatos indesejados.

“Como sabiam o nome da minha mãe?”

Dandrea diz ter sentido a vulnerabilidade de seus dados pela primeira vez quando quase caiu em um golpe de spam bancário. Criminosos virtuais tentaram se passar por uma instituição para roubar sua conta.

“Em algum lugar, meu endereço de e-mail e meu CPF estavam combinados. Obviamente, isto foi vazado de algum lugar”, afirmou a Tilt.

O cenário se agravou quando sua mãe passou a receber pensão. Com o dinheiro, vieram centenas de ligações indesejadas oferecendo linhas de crédito com valores grandes. O programador pediu a ela que encaminhasse todas as ligações ao seu número. E todas também tinham diversos dados pessoais dela.

“Como estas pessoas sabiam o nome da minha mãe, telefone, a nova condição de pensionista, e até quanto ela ganhava? Foram mais de 20 ligações em uma tarde!”, reclama.

“Imagine: uma pessoa em uma situação frágil, sem conseguir sequer compreender o que estavam oferecendo (ou cobrando, ela não sabia), recebendo essa quantidade de ligações de lugares desconhecidos? É muito fácil fazer alguém meter os pés pelas mãos assim”, complementa.

Foi só no trabalho, ao ter conhecimento da LGPD, que Fernando teve a ideia do carteiraço. Ao ver que muitas empresas apresentam dificuldade para se adequar aos padrões da lei, ele percebeu que tinha em mãos a ferramenta certa para dar o troco.

“Nossos dados circulam por aí sem nosso consentimento e a serviço de interesses completamente alheios aos nossos. Isto é um risco. Se todo mundo colocar um basta nesta situação, talvez pare de valer a pena adquirir dados de pessoas através de meios obscuros e vazamentos.”

“Desligam na minha cara”

Em Taubaté (SP), a comunicadora empresarial Camila Pinho, de 29 anos, também virou adepta do carteiraço da LGPD. Ela recebia ofertas de produtos e serviços “praticamente todos os dias” por WhatsApp ou por ligação.

“A ideia não é nem saber efetivamente como levantaram meus dados, embora isso me preocupe, mas sim parar de ser importunada”, conta.

Camila não viu a prática no Reddit, mas sim em um manual sobre a Lei.

“Sempre que uso a LGPD como resposta, simplesmente desligam na minha cara, porque sabem que o que estão fazendo não é legal.”

A comunicadora acredita que as empresas têm noção de que as práticas passam por cima da lei de privacidade, mas parecem não levar a questão a sério.

“Por outro lado, vejo que o problema maior é que as pessoas não encaram o uso indiscriminado dos seus dados pessoais como uma violação. Não veêm que proteger seus dados é um fator de segurança”, afirma.

Quando vale dar o Carteiraço?

No artigo 18, a LGPD diz que o titular dos dados poderá a qualquer momento solicitar a eliminação dos dados pessoais coletados, mesmo que a coleta tenha sido feita com consentimento.

Segundo Bruno Bioni, diretor do Data Privacy Brasil, a prática do “carteiraço” é válida, e não depende da intermediação de uma outra instituição para a exigência destes dados.

“A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais acaba por empoderar o usuário com diversos direitos, como por exemplo, o de transparência. Ele tem o direito de entender por que e como aquele dado foi parar dentro de uma organização”, afirma.

Para o especialista, o manejo de informações não é responsabilidade apenas dos Data Protection Officers (DPOs) — os profissionais das empresas responsáveis por administrar e manusear os dados coletados — mas de cada funcionário que maneja e armazena as informações, inclusive nas etapas de serviços de atendimento.

“O que a gente tem visto é que as pessoas não são capacitadas, muito em razão de uma ausência de treinamento, de uma cultura organizacional”, complementa.

A regra se estende, inclusive, quando o acesso destes dados pessoais provêm de bancos públicos, como a Receita Federal. Por exemplo, as informações registradas por Micro-Empreendedores Individuais (MEIs).

“Se estas informações são utilizados para algum tipo de abordagem mirando nesta pessoa para vendas direcionadas à pessoa física, a LGPD se aplica”, comenta.

Entretanto, o diretor alerta que, apesar de ter o direito de saber de onde vêm as informações, o usuário não pode exigir a remoção do acesso a estes dados em alguns casos — por exemplo, empresas de cobrança de crédito ou inadimplência.

Bruno considera que o carteiraço, no fim das contas, é uma prática positiva, e acredita que, em médio e longo prazo, ela pode criar uma cultura de proteção de dados no Brasil.

“É ótimo que isto esteja acontecendo. Uma lei só ‘pega’ quando o cidadão, lá na ponta, começa a exercer seus direitos. E aí a gente começa a ter um movimento de modificações sociais, de práticas de mercado.”

https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2022/04/18/brasileiros-usam-carteiraco-da-lgpd-para-dar-o-troco-em-vendedores-online.htm

Segundo relatório elaborado pela Sling Hub, a região tem mais de 40 startups avaliadas em US$ 1 bi e algumas que já podem chegar a US$ 10 bi.

O Brasil tornou-se um celeiro de unicórnios, das startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. E, neste contexto, o país vem ganhando protagonismo regional, sendo, atualmente, a nação com maior número de unicórnios da América Latina. Segundo relatório elaborado pela plataforma brasileira Sling Hub, a América Latina tem mais de 40 empresas com esse perfil e o Brasil lidera. Os empreendimentos de base tecnológica chegam a faturar US$ 1 bilhão no mercado antes de entrarem na bolsa de valores, por exemplo.

De acordo com levantamento da Olivia, consultoria focada em processos de transformação organizacional, um novo movimento está surgindo: o “decacórnio”, empresas de capital privado avaliadas em US$ 10 bilhões. Com mais de 48 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, empresas como Mercado Livre e Nubank integram esse grupo e acumulam receitas bilionárias. Esse fenômeno já vem mudando o perfil de transações de fusões e aquisições, pois são empresas de histórico recente geradas nos contextos da nova economia.

Segundo o estudo feito com 74 executivos de companhias localizadas em oito estados brasileiros, 35% dos profissionais responderam que haviam participado de processos de fusões e aquisições nos últimos três anos. Desse total, 24% o fizeram nos últimos 12 meses. Embora os dados confirmem o ritmo acelerado das transações no País, o estudo revela algumas falhas no processo de integração entre as companhias.

“Para 74% dos respondentes, a estratégia de integração foi única e clara. No entanto, na maioria dos casos (66%) a cultura predominante passou a ser a da empresa compradora. Já é um avanço pois há um movimento de reconhecimento de que o cliente está no centro da decisão e da cultura, independente de quem é comprador ou comprado!”, destaca Reynaldo Naves, managing partner da Olivia Brasil. A pesquisa mostra ainda que entre os principais motivos das transações estão a entrada em novos mercados (42%), a ampliação da base de clientes (19%), seguidos da incorporação de nova tecnologia (8%), know-how (8%) e talentos (2%).

O fator da crise sanitária apenas acelerou a imensa abertura de oportunidades de inovações e de novos produtos e serviços focados no novo consumidor pós-pandemia, e o contexto de M&A confirma esta tendência de novas empresas unicórnios mudarem de lado da mesa de negociações e partirem para aquisições, como por exemplo, a Olist, que adquiriu as empresas Tiny, especializada em ERP, e Vnda, plataforma de ecommerce. “Neste sentido, os processos precisam ser muito mais focados nas necessidades dos clientes. Portanto, as empresas envolvidas devem estar muito mais abertas à mescla cultural dentro do processo de integração”, sinaliza Naves.

O managing partner da Olivia Brasil explica que cada transação de M&A deve ser analisada individualmente, para que o modelo de negócio e o processo de integração cultural sejam avaliados, além da análise dos processos e características de cada companhia. “As pessoas sempre devem estar no centro dessa mudança, pois são elas que serão responsáveis por conduzir a empresa resultado da fusão para seus novos objetivos”, comenta Naves. O especialista explica que essa é a razão pela qual os líderes têm papel vital nesse processo e precisam estar alinhados à nova identidade cultural, pois os colaboradores precisam se sentir acolhidos, o que fará toda a diferença no sucesso da operação.

 

https://forbes.com.br/forbes-tech/2022/04/brasil-lidera-lista-de-unicornios-e-se-prepara-para-a-era-dos-decacornios/

Aumentar o tráfego nos sites é fundamental para o crescimento e expansão da marca, e isso pode ser feito com o link building

Antes de mais nada, o que seria o link building? Na tradução livre significa construção de links, o que busca tornar um link popular. É criada uma reputação em cima deste link, que pode levar o leitor a um site ou página que a empresa atua. 

Ou seja, a partir do momento em que esse link é espalhado e clicado diversas vezes, ele se torna popular, aumentando o tráfego no site/página e consequentemente, aumentando a reputação da empresa nas plataformas. 

Isso porque, os mecanismos de buscas das plataformas colocam em melhores posições de resultados, os sites que os links tem mais acessos, que para eles, determina se são confiáveis ou não para serem divulgados. 

Por esse motivo é extremamente importante para as empresas investirem nessa estratégia de SEO, pois através do link building clientes são trazidos para o site da empresa, gerando visibilidade e consequentemente, vendas. 

É necessário ressaltar também que quanto mais orgânico forem os resultados para o link, melhor. É preciso que seja traçada uma estratégia de marketing, para saber em quais lugares inserir o link, a fim de atrair o ICP ideal. 

A importância do link building

Falamos sobre a importância da reputação anteriormente, e ressaltamos esse ponto. Pois a partir do momento que um link é acessado diversas vezes e o conteúdo é relevante, o compartilhamento orgânico é inevitável. 

Mas para isso acontecer, o conteúdo do site ou página precisa ser relevante e atrair, de fato, o cliente. Quando o leitor fica satisfeito com o que encontra, passa a confiar no site e indica-lo a uma rede nova de pessoas com o mesmo perfil, fazendo com que o link tenha cada vez mais credibilidade para os mecanismos de busca.

Existe maneira correta de usar o link building?

O mais determinante é entender que para ranquear um link nos mecanismos de busca, são usados diversos fatores, inclusive o contexto em que link está. Por esse motivo, a estratégia em colocá-lo, aleatoriamente em várias redes e sites, não funciona para ter uma boa posição nas plataformas. 

Para ser mais didático, vamos exemplificar: a empresa oferece cursos e divulga o link em um site de petshop. O buscador entenderá que aquele conteúdo não tem semelhança alguma com o site, prejudicando, inclusive, o ranqueamento. 

Por isso, outra forma de melhorar o link building de uma empresa é fazendo parcerias com sites com o mesmo tipo de conteúdo. Assim, uma empresa divulga o link da outra, fazendo com que a credibilidade melhore de forma orgânica com associações.

É importante também que o que esteja escrito no link building seja palavra-chave. Pois é assim que são encontrados resultados nas plataformas. E também, quando inserido em sites parceiros, é preciso que a palavra-chave seja mais abrangente, e não a marca. 

Por exemplo: ao invés da empresa de cursos divulgar, no link, o nome da marca, deve-se usar “realize cursos online”, pois o leitor fará buscas abrangentes sobre o assunto, até encontrar o link que mais tenha a ver com o que ele procura. 

Quanto mais abrangente e ao mesmo tempo segmentado forem as palavras-chave, melhor será para a divulgação e acesso do link building. 

Quais estratégias de SEO são usadas para o link building

Há alguns pontos utilizados pelo SEO para ranquear os links nas plataformas. Mas o que torna, de fato, os links mais precioso? 

Localização: em uma página de site, o local no qual o link é colocado interfere na valorização do site. O body é o local mais privilegiado, e o sidebar e footer tem menos valor. O header também detém bons resultados, desde que o site tenha bastantes cliques. 

imagem descritivo

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Relevância: é importante que o link tenha relevância para que está lendo. Dando ao leitor a experiência de construir camadas de conhecimento, com hiperlinks que deem outros artigos para serem lidos. 

Autoridade: quando o link do site é mencionado em uma página que já possui certa autoridade, acaba transmitindo uma parcela. Da mesma forma, se o link é mencionado em um site duvidoso, pode trazer problemas para a empresa. E é por esse motivo que o nofollow e o dofollow são importantes. 

Entenda o que são nofollow e dofollow e o motivo de serem indispensáveis

Desde 2005, o Google incluiu em seu sistema a opção nofollow. Que passou a ajudar blogs que tinham problemas com spam nos comentários de postagens. Mas o que de fato seria o nofollow?

Quando habilitado nos mecanismos de HTML do site, ele entende que não devem seguir determinados links externos que estejam sendo marcados. Ou seja, é dizer ao site que não reconhece algum link que queira ser associado ao site. 

Mas afinal, se o link building procura acessos, por que não permitir associações ao site? A resposta é o que citamos anteriormente, por associação. Se o Google entende que o seu conteúdo não tem nada a ver com o que está no link, prejudica o ranqueamento da empresa na plataforma. 

Um exemplo da diferença do dofollow e nofollow no HTML: 

Dofollow: <a href=”https://exemplo.com”>Texto âncora</a>

Nofollow: <a href=”https://exemplo.com” rel=”nofollow”> Texto âncora </a>

O dofollow, nada mais é do que links com a ausência de nofollow. Que permitem que o link seja seguido. 

Há diferença entre links do nofollow?

O Google tem melhorado, a cada ano, os mecanismos da plataforma para serem mais assertivos em ranqueamento e rastreamento de sites. Em 2019 foram lançados dois atributos que ajudam a plataforma a identificar os links, vamos explicar:

rel = “ugc”: quando um link é criado, o Google sugere ao usuário que ele seja indicado com UGC para comentários de fóruns e comentários. A sigla significa: conteúdo gerado pelo usuário. 

Porém, caso queira reconhecer colaboradores que comentem no site, e que agreguem a qualidade e confiabilidade da empresa, é recomendado que esse atributo seja desabilitado dos links.

Exemplo de HTML com UGC: <a href=”http://www.exemplo.com/” rel=”ugc”> Texto âncora </a>

rel = “sponsored”: outro modelo lançado pelo Google foi o sponsored, que é indicado ser incluído em links pagos como os de anúncios e patrocínios. É uma forma da plataforma entender qual o tipo de conteúdo está no link. 

Exemplo de HTML com sponsored: <a href=”http://www.exemplo.com/” rel=”sponsored”> Texto âncora </a>

Diferença entre link com acesso orgânico e não orgânico

O Google possui mecanismos que identificam a natureza dos links e de que forma eles chegam nos sites, se de forma orgânica ou não. A forma correta de se construir um link building é o divulgando assertivamente. 

Quando a plataforma do Google percebe que existe um número anormal de link dentro de um link, é passível de punição. Pois é comum que exista venda de links, link building automatizado e até mesmo links com excesso de palavras-chave para ser bem ranqueado.

Fazer com que um site tenha reconhecimento não é simples, e pular etapas pode prejudicar, e muito, a página caso o Google entenda que seja necessário. É preciso criar uma estratégia bem fundamentada de marketing digital para alcançar um bom ranqueamento.

Usar link nofollow prejudica a construção de link building

A resposta para o título é não. Apesar de links dofollow serem ótimos para o SEO de um site por não ter empecilhos, o link nofollow não traz problemas para o reconhecimento da página. 

O nofollow bloqueia a saída de links do site, porém, uma vez que o usuário está dentro da página, há tráfego, o que ajuda significativamente a página a crescer. Assim como disponibilizar que o link do site seja divulgado em outros lugares, expondo a marca e criando confiabilidade. 

O maior benefício que o dofollow pode trazer para a empresa é evitar penalidades devido à links indevidos colocados no site. Além disso, se o tráfego de um site é algo apesar de ter nofollow, quer dizer que esses usuários são de qualidade e podem gerar leads para o seu negócio.

Criado em 1997, o padrão de conexão só chegou ao Brasil em 2008

Você já imaginou viver atualmente em um mundo sem plataformas de streaming ou Whatsapp? Ou que tudo que fosse feito na internet precisasse de cabos para funcionar? O Wi-Fi revolucionou a vida como a conhecemos e virou um dos itens de maior destaque e uso na rotina. Afinal, ficamos 99% do tempo conectados de alguma forma, seja para trabalhar e estudar, seja para se entreter.

 

Com mais de 20 anos de criação, a rede Wi-Fi se tornou a principal alternativa de conexão à internet, devido à facilidade e praticidade que proporciona. Apesar da grande utilização, muita gente não sabe como a tecnologia surgiu ou funciona.

 

Por isso, confira sete curiosidades sobre o Wi-Fi listadas por Alexandre Nogueira, Gerente Executivo de Vendas da Mercusys, e Marcello Liviero, diretor comercial da TP-Link no Brasil.

1. Origem na Segunda Guerra Mundial

O primeiro protótipo de Wi-Fi foi produzido durante a Segunda Guerra Mundial pela atriz Hedy Lamarr, que criou e patenteou uma espécie de torpedo guiado por rádio. Anos mais tarde, o recurso acabou dando origem ao primeiro padrão de conexão sem fio.

2. O nome

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o nome Wi-Fi não tem um significado específico. A sigla é uma abreviação de Wireless Fidelity, que significa fidelidade sem fio. O termo também é uma mistura do conceito de Wireless com Hi-Fi, que abrevia High Fidelity (alta fidelidade), anunciando um tipo de conexão que garante a fidelidade da comunicação, mesmo sem o uso de cabos.

3. Popularização

Após anos de desenvolvimento, em 1997, os pesquisadores lançaram a primeira versão da tecnologia. Em 2000, os primeiros espaços públicos começaram a disponibilizar internet sem fio ao redor do mundo. O Wi-Fi chegou ao Brasil apenas em 2008, quando equipamentos com sistema Android começaram a se popularizar no país.

4. Ondas de rádio

Wi-Fi é uma tecnologia que usa ondas de rádio para transferir informações de um dispositivo para outro, possibilitando que computadores, celulares e outros aparelhos acessem a internet e se comuniquem. Segundo Alexandre, para que um dispositivo tenha acesso a esses sinais, é preciso que esteja dentro do “hotspot”, ou seja, inserido em um determinado raio de ação, no alcance das ondas.

5. Dispositivos conectados

Atualmente, 5,2 bilhões de dispositivos que usam a tecnologia estão ativos ​​em todo o mundo, segundo dados do estudo “Fatos e Estatísticas”, da World Wi-Fi Day.

6. Padrões

Existem diversos padrões de Wi-Fi que foram evoluindo ao longo dos anos. Segundo Marcello, o primeiro padrão tinha uma velocidade muito limitada, transmitindo no máximo 1 mbps (megabyte por segundo). O mais recente, o padrão Wi-Fi 6E, é responsável por uma conectividade mais estável e eficiente, chegando a transmitir até 6 ghz.

7. Internet das Coisas

Retratada na ficção como extremamente futurista, a Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) é uma realidade e só é possível por conta do Wi-Fi. O mercado de dispositivos inteligentes cresce em alta velocidade e as casas estão cada vez mais conectadas, contendo desde o acendimento de lâmpadas por comando de voz até o controle de eletrodomésticos.

 

Investir nos colaboradores é um ponto importante para o crescimento e engajamento da empresa

Quando falamos sobre Endomarketing, estamos nos referindo ao marketing interno de um negócio. Ou seja, uma estratégia que foca em trabalhar os processos internos, com os colaboradores de uma empresa. 

Essa metodologia tem crescido, principalmente, porque as empresas têm percebido a necessidade de atuar internamente, com os colaboradores. E assim, dando motivação e consequentemente engajamento para a marca.

Quando se dá atenção aos processos internos de uma organização, se torna mais fácil corrigir eventuais problemas e prosseguir produzindo. Por esse motivo, é tão importante olhar o Endomarketing como uma solução necessária. 

Diferente do que muitos podem pensar, essa estratégia não se trata de conversas gestor/funcionários. E sim de um plano elaborado justamente para lidar com os processos e colaboradores em conjunto. 

Entendendo o Endomarketing

O Endomarketing é um plano elaborado com diversas ações, não se trata de uma campanha isolada. É pensado com a finalidade de aproximar a empresa dos colaboradores. Esse método é elaborado em conjunto, o marketing, gestão e recursos humanos. 

Quando são colocados setores distintos para criar um caminho ao objetivo final, se torna mais assertivo o processo. Isso porque, cada área sabe as necessidades que têm, e os pontos que os funcionários acreditam que podem melhorar. 

Para o crescimento de uma organização, é preciso que todos saibam sobre ela. Tanto a história, como os processos que ela tem. Aumentando o conhecimento e consequentemente a produtividade.

A importância do Endomarketing dentro da organização

É muito importante olhar os funcionários como colaboradores. Pensando no bem-estar e buscando ouvir o que acreditam que seja necessário melhorar. Quando isso acontece, a empresa colhe melhor desempenho, gestão mais organizada e benefícios. 

Desempenho: quando são implementados treinamentos através de um plano elaborado com o Endomarketing, as equipes se tornam mais assertivas no que fazem, aumentando o desempenho, por saber exatamente o que a empresa espera delas. 

Gestão: a comunicação é um ponto chave para o crescimento de uma organização. Quando existe a preocupação de dialogar com os colaboradores para entender o que precisam e o que esperam da empresa, passa a existir transparência nas ações. 

Tanto por parte da empresa em expor ao funcionário o que espera dele e um plano para ele dentro da empresa, quanto para o colaborador que passa a se sentir valorizado pelo seu trabalho. 

Benefícios: outro ponto que pode ser abordado pelo Endomarketing são os benefícios. Que pode estudar a possibilidade de compensações para os colaboradores. 

O papel do RH no Endomarketing

Apesar do Endomarketing se tratar de uma estratégia de Marketing, é preciso estar alinhado com os Recursos Humanos da empresa. Isso porque é o RH o responsável por coordenar as ações dentro da instituição. 

Além de manter a ordem de quando serão feitas campanhas, o que será comunicado e como deverão ocorrer. O Marketing costuma ter pontos mais práticos, enquanto o RH visa a colaboração e acolhimento dos colaboradores. 

O cuidado do Endomarketing com a saúde emocional

Hoje, o que mais cresce são casos de pessoas com ansiedade, depressão, estresse e Síndrome de Burnout. E muitas vezes esses problemas emocionais estão ligados ao trabalho. 

É importante que os colaboradores tenham plena saúde emocional para lidar melhor com imprevistos e conflitos quando eles ocorrem. Dito isso, dentro de um planejamento de Endomarketing, é de suma importância a elaboração de práticas que reduzem o estresse, e a ansiedade. 

Quando há estabilidade emocional, consequentemente também passa a existir: produtividade, integração, bem-estar e melhora no desempenho.

Estratégias do Endomarketing

Quando se inicia o processo de implementação do Endomarketing, é preciso levar em consideração alguns pontos importantes, como:

  • Valores e objetivos da empresa
  • Levar em consideração as necessidades das equipes
  • Métodos de trabalho eficazes 
  • Gestão corporativa

Quando são traçados os pontos acima, é preciso elaborar estratégias práticas e colocá-las em prática. Visando sempre que, a partir do momento em que se trabalha o interno, o retorno comercial será visto.

  1. Integração 

A integração entre as equipes de uma empresa é fundamental para chegar no mesmo objetivo. Ações que visem melhorar a comunicação e incentivar o trabalho em equipe são imprescindíveis. 

Visar ações horizontais é importante, assim, a cada etapa, uma pessoa lidera. Dando ao gestor a capacidade de analisar quem tem mais aptidão para isso, e entender quem trabalha melhor com quem. 

  1. Treinamentos

Um outro ponto importante para melhorar as habilidades dos funcionários é a realização de oficinas e treinamentos. Assim, os gestores são capazes de enxergar quais as facilidades e dificuldades que cada um tem, e assim, ajudando a aperfeiçoá-las.

Tendo essa proximidade com os colaboradores, a empresa também possibilita a abertura de debates importantes, como: resiliência, diversidade e saúde emocional. Além dos treinamentos, adotar medidas como cartazes, panfletos e house organ também ajudam os funcionários a saber o que tem acontecido dentro da empresa.

III. Eventos e palestras

Quando as empresas incrementam em suas rotinas, periodicamente, a realização de eventos, fazem com que os colaboradores tenham outra visão sobre trabalho. Não apenas a de entrega, mas de que são recompensados pelo trabalho que exercem além de remuneração. 

No Endomarketing é possível pensar em diversos tipos de eventos, como: viagens, happy hour, rodas de conversas, sessões de filmes voltados para a área e até mesmo quebra de rotinas com almoços especiais. 

Palestras também ajudam a mudar a rotina de trabalho e acrescenta muito conhecimento. Investir em convidados de fora e abrir a possibilidade dos funcionários falarem, também são meios de comunicação assertivos e que agregam valor. 

  1. Comunicação digital

Vivemos conectados pelo meio digital, então por que não usá-lo como meio de atuação para o Endomarketing? É possível melhorar a comunicação interna com blogs sobre a empresa e as realizações de colaboradores, acervos de fotos de momentos que a empresa proporcionou e feedbacks anônimos, que visem melhorar a convivência.

  1. Produtividade

Toda empresa busca produtividade, mas nem sempre os funcionários estão motivados a isso. Uma estratégia do Endomarketing para melhorar essa questão é estabelecer metas mensais, trimestrais, semestrais e anuais com bonificações. 

Além de recompensar os colaboradores, essa maneira de trabalho possibilita que cada um se organize da melhor maneira dentro do seu setor. Não tornando o trabalho maçante e sem objetivos bem estabelecidos. 

  1. Qualidade no local de trabalho

Quando paramos para pensar, notamos que a maioria das pessoas passam mais tempo em seus trabalhos do que em casa com suas famílias. Então nada mais justo do que melhorar o ambiente de trabalho para os funcionários. 

Não somente em questão de conforto, e sim de pessoas que se integram e colaboram umas com as outras. Trabalhar com funcionários que nada no sentido contrário da empresa, prejudica os que buscam o sucesso da instituição. 

Olhar com cuidado os setores, observando quem está entregue ao propósito e valores da empresa é importante para o bem comum e qualidade de trabalho.

VII. Carreira dentro da empresa

A empresa propor planos de carreira para seus funcionários é muito importante. Isso porque, crescer dentro de uma instituição é o plano de muitos funcionários. Colocar gestores vocacionais para analisar aptidões é necessário. 

Quando se dedica tempo para isso, o crescimento de pessoas qualificadas, que entendem o propósito da empresa e que vestem a camisa, é mais assertivo. Diminuindo, consideravelmente, a rotatividade de funcionários. 

O reflexo de dentro para fora é o aumento de vendas

Olhar os pontos vulneráveis da empresa internamente, faz com que eles possam ser corrigidos. Nenhum negócio decola sozinho, ele depende de pessoas, e elas precisam estar alinhadas com o que a empresa necessita. 

A partir do momento em que os colaboradores vestem a camisa da instituição, passam a atuar com mais determinação e vontade, por um objetivo comum. Quando isso acontece, o empenho trará resultados positivos.

Muitas vezes não adianta somente investir em Marketing, quando, internamente, os funcionários não se empenham. Comece melhorando a atuação interna, assim, a consequência será vista em retorno de vendas.

O marketing digital é indispensável em qualquer tipo de empresa, seja ela pequena ou uma multinacional

O marketing digital engloba diversas estratégias que podem ser usadas por gigantes do mercado, mas também por microempresas, que não podem ficar para trás neste assunto, principalmente quando se fala no meio online. Por isso, é essencial que se conheça as estratégias e as aplique nas microempresas, visto que as chances de alavancá-las são enormes.

O maior desafio enfrentado pelas pequenas e microempresas é, sem dúvida, a competitividade com as grandes empresas. Isso porque, em geral, essas empresas não conseguem realizar investimentos significativos em marketing e propaganda.

Cada quantidade, por menor que seja, deve ser aplicada com precisão, sem sobredosagem.

Redes como Facebook, Instagram, Twitter e TikTok são muito procuradas por pequenas empresas para atingir seu público-alvo e assim aumentar as vendas.

No entanto, as estratégias de marketing digital vão muito além de comentar posts ou anúncios pagos. Esses planos de ação vão desde a usabilidade do site até campanhas que convertem usuários em consumidores.

Estratégias de marketing digital para aplicar em microempresas

Como se destacar em um mercado concorrido? Pois bem, aproveitando desde sempre as melhores ações online e os diferentes formatos para garantir a visibilidade do público. É a partir desse pensamento, com foco no digital, que uma pequena empresa é capaz de dar um salto e concorrer de perto com as gigantes do mercado.

Marcar presença online

Cada vez mais usuários estão fomentando suas visões sobre marcas, bens e serviços por meio de ambientes virtuais. E quem permanece e insiste no offline tem dificuldade em se defender de possíveis cobranças ou mesmo conquistar novos clientes. Por isso, a presença online é o primeiro passo para conquistar o público.

Investir em qualidade no conteúdo

Para essa tarefa, o inbound marketing é a base ideal para criar e compartilhar conteúdo relevante e de alta qualidade para seu público-alvo. Esse mecanismo é uma maneira totalmente nova de pensar o marketing digital e oferecer algo ao cliente sem necessidade de troca.

Anúncios segmentados e bem construídos

As microempresas são frequentemente aplicáveis ​​a perfis de consumidores muito específicos.

Por isso, é importante direcionar as ações para as pessoas certas. Ao investir dinheiro em publicidade, você pode segmentar seu público, ou seja, definir quem pode acessar seus produtos. Quanto mais segmentados forem seus anúncios, maiores serão suas chances de conversão. Para isso, porém, é necessário conhecer o seu público-alvo.

A base de qualquer estratégia de marketing digital é o planejamento. É preciso entender as possíveis estratégias e compreender o comportamento do público-alvo para que o plano envie adequadamente a mensagem e traga os resultados desejados.

Não existe receita de bolo para o marketing digital, tudo se resume a orçamento, perfil de público, tipo de produto ou serviço oferecido e objetivos da empresa. Enfim, muitas estratégias para transformar usuários em consumidores.

https://br.blastingnews.com/economia/2022/04/como-comecar-a-aplicar-o-marketing-digital-em-microempresa-003450290.html

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Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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