fbpx

Recentemente, o WhatsApp divulgou que liberaria para todos os usuários as funções de reações em mensagens nos chats do . A novidade chegou a ser celebrada por Mark Zuckerberg, CEO da Meta, no Facebook. “Reações no WhatsApp estão começando a rolar hoje”, seguido dos emojis de joia, coração, risada com lágrimas, espanto e celebração.  

Esses, inclusive, são os emojis disponíveis para reação no momento, mas já há testes para que qualquer figura possa ser utilizada em um futuro não tão distante. 

As figurinhas de reação aparecem logo abaixo das mensagens. No entanto, para poder reagir no WhatsApp é necessário que os usuários garantam que seu aplicativo está na versão mais atualizada, então, abra sua loja de apps para Android ou iOS e veja se não precisa fazer nenhuma atualização. 

Além disso, as reações, por ora, só estão disponíveis para a versão mobile da plataforma, ou seja, não é possível reagir a mensagens no WhatsApp Web.  

Como usar as reações no WhatsApp 

1 – Verifique se o aplicativo está na versão mais recente;  

2 – Selecione a mensagem que deseja reagir e mantenha ela pressionada;  

3 – Os emojis vão surgir, escolha uma das seis opções;

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

4 – O emoji escolhido ficará aparente no canto da mensagem. Para retirá-lo, basta pressionar a mensagem mais uma vez. 

WhatsApp aumenta, e muito, o limite do tamanho de arquivos em transferências

Na mesma semana em que lançou as reações com emojis e começou a liberar as comunidades em partes do mundo (não no Brasil), o WhatsApp também aumentou, e muito, o limite do tamanho de arquivos para transferência. Agora, o mensageiro aceita arquivos de até 2 GB, mantendo a criptografia de ponta a ponta.

O aumento é considerável levando em conta que, anteriormente, esse limite era de apenas 100 MB. A novidade, porém, está sendo lançada aos poucos ao redor do mundo e pode levar alguns dias para chegar a todos os usuários. Um contador mostrando o tempo restante da transferência também foi adicionado.

https://olhardigital.com.br/2022/05/10/internet-e-redes-sociais/whatsapp-como-usar-as-novas-reacoes-de-mensagens/

No dia Mundial da Língua Portuguesa, veja como as abreviações criadas pelos adolescentes transformam o português

Ss, Vz, CP, não conhece essas expressões? Abreviações são usadas com frequência por jovens e adolescentes nas redes sociais, principalmente nos aplicativos de conversa. Neste Dia Mundial da Língua Portuguesa (5 de maio), esta forma de comunicação ilustra as mudanças que ocorrem na língua com o passar dos anos.

As siglas usadas nas conversas priorizam as consoantes e a maioria vem de redução de gírias. Ss (sim), vz (pegar a visão) e cp (se pá) surgiram, na opinião da professora de Linguagens e suas Tecnologias no Ensino Médio Técnico do Senac SP, Raquel Faustino, “como uma forma de comunicação entre os mais jovens, justamente para que os pais não entendem o que está sendo dito, um jeito deles se identificarem com um grupo.”

Essa maneira de conversar também faz parte do processo de transformação da língua. “O que chama a atenção é que está ocorrendo muito rápido porque segue a velocidade das mudanças na tecnologia”, diz. “Toda nova ferramenta tecnológica altera a forma de comunicação, isso ocorreu com o telégrafo, por exemplo, que exigiu o uso de abreviações também.”

“Se pegarmos um texto de Camões também teremos dificuldade para entender porque a língua está em constante processo de mudança e essa é a beleza: entender a língua portuguesa como um conjunto, de ter variedade tanto na linguagem formal quanto informal.”

Mas para os pais e professores que não conseguem acompanhar essas conversas nas redes sociais, qual a dica? Vale fazer um glossário? “O melhor caminho é perguntar e abrir o canal de diálogo, e entender que, em alguns anos, provavelmente, esses adolescentes também estarão questionando as mudanças na língua.”

https://noticias.r7.com/educacao/ss-vz-cp-conhece-a-linguagem-usada-nas-redes-sociais-05052022

CEO da PHD Virtual, Danilo Araújo explica como usar o método é essencial para melhorar a experiência do cliente

Ainda hoje, grande parte das empresas que adotam estratégias de inbound marketing para melhorar a atração e conversão de clientes utiliza o e-mail como principal forma de acesso e comunicação com os leads – o que, em campanhas de sucesso, garante uma taxa de clique que, normalmente, gira em torno dos 2%. Isso significa que se 15% dos leads abrirem o e-mail, 2% vão clicar na CTA (chamada para ação).

Esse é um número bem conhecido no mercado de marketing digital e considerado muito satisfatório. Entretanto, com a demanda crescente de cotações on-line, é natural que haja uma evolução no marketing conversacional e que os fornecedores criem novas tecnologias para melhorar a assertividade e a eficiência da comunicação com clientes em potencial. Sendo assim, muitas empresas estão optando pelo WhatsApp – a ferramenta já é a preferida das empresas e dos próprios leads.

Ela vem sendo adotada com muito sucesso porque consegue garantir taxas de leitura que podem chegar a 80%, às vezes até 90%, isso sem mencionar o aumento de qualidade nas interações.

Vale lembrar que, na captação do lead, geralmente são fornecidos poucos dados, uma vez que formulários com muitas perguntas tendem a ter uma rejeição maior no momento do preenchimento. Com o marketing conversacional, é possível coletar informações no formato de conversa, compreendendo e qualificando a oportunidade. Pelo WhatsApp, isso é feito de maneira muito mais natural, orgânica, sem forçar o diálogo, como costuma ocorrer em um follow up humano convencional.

Como em qualquer projeto inbound, os leads são captados por vários canais, como o site, Facebook, Instagram, entre outros. Após centralizá-los em um hub de leads, um fluxo de automação processa os dados e envia um disparo automático pelo WhatsApp, via API Oficial – tudo isso nas regras da LGPD e do WhatsApp. Com isso, resolve-se o primeiro problema: a demora no retorno entre a cotação do lead e a sua qualificação.

O lead, ao receber a mensagem de WhatsApp do bot, interage com as perguntas feitas por ele, além de tirar dúvidas sobre o produto e o serviço. Inclusive, ele já recebe uma noção de custos e como funciona, com interatividade por meio de vídeos e PDFs. Após responder às perguntas do bot, de uma forma humanizada e personalizada, as informações são enviadas via automação de volta ao hub de leads, que as tratam e qualificam, considerando se o lead está apto ou não a falar com um vendedor. Se ele estiver, será enviado automaticamente para o CRM do vendedor, junto com todas as informações coletadas. Se ele não estiver, explicará ao lead a situação e o deixará em um fluxo de nutrição ideal para seu momento.

Em termos de resultado, a exemplo do número que citei sobre a altíssima taxa de leitura, vale muito a pena investir em tecnologias envolvendo o WhatsApp. Além de propiciar uma economia de tempo equivalente a 30% da equipe de vendas, essa solução aplicada ao marketing conversacional coloca apenas os leads qualificados por MQL (Marketing Qualify Leads) na mão do vendedor, sem que ele necessite explicar pontos básicos (como funciona, valores básicos e se ele está apto ou não a receber uma proposta). As vendas costumam aumentar mais do que 35%, além de gerar uma economia em equipe de SDR (pré-vendas) humanizada significativa, por ano.

A utilização do marketing conversacional automatizado proporciona ao inbound marketing uma metodologia inovadora, tecnológica e que, cada vez mais, se torna imprescindível para aumentar as vendas, melhorar a experiência do cliente e muitos outros pontos positivos.

Vivemos uma era em que é fundamental contar com gestão inteligente de marketing e vendas. E os holofotes estão voltados para WhatsApp.

https://www.metropoles.com/colunas/m-buzz/whatsapp-e-inbound-evolucao-do-marketing-conversacional

O programador porto-alegrense Fernando Dandrea, de 29 anos, não tem ideia de como seus dados foram parar na mão da imobiliária Urban Company. Mas, quando recebeu a mensagem de um vendedor no WhatsApp, ele sabia exatamente como reagir. Exigiu ser informado quem havia autorizado aquele contato. E arrematou: “Solicito saber nos termos da Lei 13.709, LGPD: como obtiveram os dados e quais são eles?”

O vendedor até tentou contornar, com respostas vagas, mas acabou pedindo desculpas e desaparecendo.

Esta prática, postada no fórum “r/Brasil” do Reddit, inspirou outros brasileiros a usar a Lei para se livrarem de mensagens indesejadas. A manobra se espalhou rapidamente como o “carteiraço da LGPD”.

Aprovada em agosto de 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais determina normas a serem seguidas por empresas e governos para a coleta e o tratamento de dados pessoais (como nome, CPF, endereço) e de dados sensíveis (como biometria e informações sobre política e religião).

Agora, a Lei está sendo usada por brasileiros como resposta ao spam de vendedores online que fazem contatos indesejados.

“Como sabiam o nome da minha mãe?”

Dandrea diz ter sentido a vulnerabilidade de seus dados pela primeira vez quando quase caiu em um golpe de spam bancário. Criminosos virtuais tentaram se passar por uma instituição para roubar sua conta.

“Em algum lugar, meu endereço de e-mail e meu CPF estavam combinados. Obviamente, isto foi vazado de algum lugar”, afirmou a Tilt.

O cenário se agravou quando sua mãe passou a receber pensão. Com o dinheiro, vieram centenas de ligações indesejadas oferecendo linhas de crédito com valores grandes. O programador pediu a ela que encaminhasse todas as ligações ao seu número. E todas também tinham diversos dados pessoais dela.

“Como estas pessoas sabiam o nome da minha mãe, telefone, a nova condição de pensionista, e até quanto ela ganhava? Foram mais de 20 ligações em uma tarde!”, reclama.

“Imagine: uma pessoa em uma situação frágil, sem conseguir sequer compreender o que estavam oferecendo (ou cobrando, ela não sabia), recebendo essa quantidade de ligações de lugares desconhecidos? É muito fácil fazer alguém meter os pés pelas mãos assim”, complementa.

Foi só no trabalho, ao ter conhecimento da LGPD, que Fernando teve a ideia do carteiraço. Ao ver que muitas empresas apresentam dificuldade para se adequar aos padrões da lei, ele percebeu que tinha em mãos a ferramenta certa para dar o troco.

“Nossos dados circulam por aí sem nosso consentimento e a serviço de interesses completamente alheios aos nossos. Isto é um risco. Se todo mundo colocar um basta nesta situação, talvez pare de valer a pena adquirir dados de pessoas através de meios obscuros e vazamentos.”

“Desligam na minha cara”

Em Taubaté (SP), a comunicadora empresarial Camila Pinho, de 29 anos, também virou adepta do carteiraço da LGPD. Ela recebia ofertas de produtos e serviços “praticamente todos os dias” por WhatsApp ou por ligação.

“A ideia não é nem saber efetivamente como levantaram meus dados, embora isso me preocupe, mas sim parar de ser importunada”, conta.

Camila não viu a prática no Reddit, mas sim em um manual sobre a Lei.

“Sempre que uso a LGPD como resposta, simplesmente desligam na minha cara, porque sabem que o que estão fazendo não é legal.”

A comunicadora acredita que as empresas têm noção de que as práticas passam por cima da lei de privacidade, mas parecem não levar a questão a sério.

“Por outro lado, vejo que o problema maior é que as pessoas não encaram o uso indiscriminado dos seus dados pessoais como uma violação. Não veêm que proteger seus dados é um fator de segurança”, afirma.

Quando vale dar o Carteiraço?

No artigo 18, a LGPD diz que o titular dos dados poderá a qualquer momento solicitar a eliminação dos dados pessoais coletados, mesmo que a coleta tenha sido feita com consentimento.

Segundo Bruno Bioni, diretor do Data Privacy Brasil, a prática do “carteiraço” é válida, e não depende da intermediação de uma outra instituição para a exigência destes dados.

“A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais acaba por empoderar o usuário com diversos direitos, como por exemplo, o de transparência. Ele tem o direito de entender por que e como aquele dado foi parar dentro de uma organização”, afirma.

Para o especialista, o manejo de informações não é responsabilidade apenas dos Data Protection Officers (DPOs) — os profissionais das empresas responsáveis por administrar e manusear os dados coletados — mas de cada funcionário que maneja e armazena as informações, inclusive nas etapas de serviços de atendimento.

“O que a gente tem visto é que as pessoas não são capacitadas, muito em razão de uma ausência de treinamento, de uma cultura organizacional”, complementa.

A regra se estende, inclusive, quando o acesso destes dados pessoais provêm de bancos públicos, como a Receita Federal. Por exemplo, as informações registradas por Micro-Empreendedores Individuais (MEIs).

“Se estas informações são utilizados para algum tipo de abordagem mirando nesta pessoa para vendas direcionadas à pessoa física, a LGPD se aplica”, comenta.

Entretanto, o diretor alerta que, apesar de ter o direito de saber de onde vêm as informações, o usuário não pode exigir a remoção do acesso a estes dados em alguns casos — por exemplo, empresas de cobrança de crédito ou inadimplência.

Bruno considera que o carteiraço, no fim das contas, é uma prática positiva, e acredita que, em médio e longo prazo, ela pode criar uma cultura de proteção de dados no Brasil.

“É ótimo que isto esteja acontecendo. Uma lei só ‘pega’ quando o cidadão, lá na ponta, começa a exercer seus direitos. E aí a gente começa a ter um movimento de modificações sociais, de práticas de mercado.”

https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2022/04/18/brasileiros-usam-carteiraco-da-lgpd-para-dar-o-troco-em-vendedores-online.htm

Criada em 2009, com a finalidade de atender profissionais autônomos e pequenos empresários que, muitas vezes, trabalhavam de maneira informal, a modalidade de “Microempreendedor Individual” (MEI) chega em 2021 com 78% dos microempreendedores brasileiros sem site para divulgação dos próprios serviços ou produtos. É o que releva a Pesquisa Uol.

O levantamento também aponta que 55% dos empreendedores que participaram do estudo decidiram ser MEI’s para regularizar o trabalho de acordo com as leis do país e receber benefícios previdenciários, 34% estão em busca de realizar o próprio sonho enquanto microempreendedor, ao passo que 33% têm MEI para prestar serviços a outras empresas.

Além disso, os MEI’s utilizam as redes sociais como o principal meio de divulgação gratuita dos seus serviços, com o WhatsApp (88%) em destaque, seguido pelo Facebook (70%), Instagram (69%) e TikTok (20%).

“O levantamento pode mostrar que ter o próprio negócio é um caminho repleto de desafios, principalmente quando a maioria, além de administrar o empreendimento, também precisa entender quais são as leis e seguros disponíveis. Nós compreendemos esses dilemas e, por isso, oferecemos o suporte do UOL Meu Negócio para apoiar o micro e pequeno empreendedor nesta jornada”, ressalta Ricardo Leite, Diretor de Produtos Digitais do UOL.

Os resultados do estudo foram obtidos por meio de um questionário online pela plataforma MindMiners, com a participação de 200 MEI’s de todo o Brasil, provenientes de todas as classes sociais, entre os dias 10 e 16 de maio deste ano.

Com a Pesquisa Uol também foi possível apontar que o perfil microempresarial brasileiro é composto por 52% de pessoas do gênero feminino. Dentre todos os respondentes, a faixa etária mais representativa (28,5%) é entre os 25 e 34 anos.

Para auxiliar o micro e pequeno empreendedor, o UOL Meu Negócio disponibiliza produtos que atendem às necessidades específicas deste público, como registro de domínios, criador de sites, e-mail profissional, além da Loja VirtUOL, a plataforma ideal para quem quer começar a vender pela internet. A marca também oferece ferramentas de gestão do negócio, além de soluções de Marketing Digital.

O WhatsApp divulgou em seu blog que durante a pandemia, mais de 175 milhões de pessoas interagiram com as contas do WhatsApp Business por dia. Por outro lado, com o crescimento de vendas pela internet, as empresas precisam cada vez mais de agilidade e eficiência para atender e concretizar as vendas.

Outro dado relevante da pesquisa mostra que o consumidor prefere conversar direto com as empresas e quando a opção de enviar mensagem está disponível, a probabilidade do negócio ser concluído aumenta.

“Como cada vez mais pessoas estão usando o WhatsApp para conversar com empresas, anunciamos hoje na conferência F8 Refresh a atualização da API do WhatsApp Business para agilizar o processo de registro de empresas e para facilitar as conversas entre clientes e essas empresas”, postou o WhatsApp.

Entre as novidades, no WhatsApp Business

  • Mais informações rápidas aos clientes
  • Mensagens automáticas sobre algum pedido
  • Possibilidade do cliente responder por múltipla escolha (Sem a necessidade de digitar)
blank

Foto: Site Oficial WhatsApp

Mais novidade – Configuração mais rápida da API do WhatsApp

Agora as empresas não precisam mais de semanas para configurar e começar a usar nosso serviço. Tudo pode ser feito em apenas cinco minutos.

Se, no futuro, uma empresa quiser trabalhar com um provedor de soluções de negócios ou receber suporte diretamente do Facebook, essas melhorias facilitarão ainda mais a comunicação entre clientes e empresas de médio e grande porte no WhatsApp.

Recebimento de informações adicionais

À medida que mais empresas passam a usar o WhatsApp, estamos melhorando a maneira como elas podem se comunicar com seus clientes. Por exemplo, muitas vezes as empresas só podiam enviar notificações dentro da janela de atendimento de 24 horas, o que dificultava a comunicação com os clientes fora desse período.

Agora vamos oferecer mais tipos de mensagens que as empresas podem enviar, como para informar aos clientes quando um produto está disponível novamente.

Além disso, vimos como as atualizações periódicas enviadas pelas autoridades sanitárias sobre o enfrentamento da pandemia têm sido úteis e queremos disponibilizar esse serviço para mais tipos de conversas.

Novas maneiras de responder à empresas

Estamos lançando também novos recursos de mensagens que podem ajudar as pessoas a fazer negócios mais rapidamente. Disponibilizamos para as empresas uma nova lista de mensagens que oferece um menu com até 10 opções para que os clientes não precisem mais digitar uma resposta.

Ao usar o botão de resposta, os clientes poderão selecionar uma das três opções predefinidas pela empresa em sua conta da API do WhatsApp Business.

Como sempre, as pessoas têm total controle sobre suas conversas. Para conversar com uma empresa, é necessário que os clientes iniciem a conversa ou solicitem que a empresa entre em contato com eles por meio do WhatsApp.

Além disso, disponibilizamos novas maneiras para que clientes forneçam mais detalhes sobre suas experiências com uma empresa caso desejem bloqueá-la.

Aplicativo WhatsApp Business

Desenvolvido para atender às pequenas empresas, o WhatsApp Business é um aplicativo gratuito utilizado para comunicação mais fácil com os clientes. Como, por exemplo responder em tempo real possíveis dúvidas durante as compras.

Além da interação com os clientes, o aplicativo possibilita a criação de catálogo de produtos, ferramentas para automatização e organização.

O WhatsApp também pode ajudar empresas de médio e grande porte a oferecer atendimento e enviar notificações importantes aos clientes.

Acesse e saiba mais sobre a API do WhatsApp Business.

blankQuem Somos

Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

Sobre Nós

Top

latest android games

|

popular android games