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O Google Talk, serviço de mensageria do Google lançado em 2005, fpi encerrado de forma definitiva em 16 de junho. Apesar de já parecer aposentado há anos, a plataforma ainda era acessível por aplicativos de terceiros como Pidgin e Gajim, que utilizavam a estrutura do mensageiro para trocar mensagens.

“A partir de 16 de junho de 2022, você vai ver uma mensagem de erro ao tentar fazer login no Google Talk”, informou o Google em página de suporte. Como alternativa, a empresa sugere utilizar o Google Chat, novo app de mensagens integrado ao Gmail.

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O Google Talk foi lançado em 2005 e teve até aplicativo lançado para Android e BlackBerry(Imagem: Reprodução/Google)

Apesar de pouco conhecido atualmente, o Google Talk foi uma importante iniciativa da Gigante das Pesquisas no mercado de mensageria. O serviço existia com propósito semelhante ao do (também aposentado) Hangouts e atual Google Chat: trocar mensagens rápidas com contatos do Gmail.

Fim tardio

Devido à estreia em meados dos anos 2000, o Google Talk era utilizado principalmente no computador, mas também teve um app próprio lançado para celulares Android e BlackBerry. O serviço foi oficialmente abandonado em 2013, substituído por alternativas mais modernas, e, em 2017, parou de funcionar de vez no Android, dando espaço total para o Hangouts.

Os raríssimos usuários do Google Talk devem se preparar para fazer a migração — salvar o que for realmente importante e desinstalar os apps desatualizados. Não se sabe o momento exato em que o serviço será desativado, então é bom deixar tudo em ordem dias antes.

https://canaltech.com.br/apps/google-abandona-app-que-todo-mundo-pensava-estar-aposetando-ha-anos-218645/

Em entrevista a um jornal americano, Blake Lemoine garantiu que a interface LaMDA, do Google, age com a consciência de uma criança de cerca de 8 anos

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(Foto: Freepik)

O engenheiro Blake Lemoine, de 41 anos, foi afastado do Google após dizer que um chatbot de inteligência artificial (IA) da empresa se tornou “consciente”. Ele trabalha no setor de Responsible AI (IA responsiva) da gigante da tecnologia e, em entrevista ao jornal americano Washington Post, divulgada no dia 11/6, revela que começou a conversar com a interface LaMDA (Language Model for Dialogue Applications ou Modelo de Linguagem para Aplicações de Conversa) em 2021 como parte de seu trabalho.

Ele foi encarregado de testar se a inteligência artificial poderia, em algum momento, usar discurso discriminatório ou de ódio. Mas Lemoine, que é formado em ciências cognitivas e da computação, percebeu que o LaMDA, que o próprio Google considera uma “tecnologia de conversação inovadora”, de acordo com o blog da empresa, era mais do que apenas um chatbot.

Em artigo publicado na plataforma Medium, também no dia 11/6, o engenheiro mostra a conversa com a interface de IA, defende os direitos dela “como pessoa” e revela que tratou de religião, consciência e robótica com a interface.

“Ele quer que o Google priorize o bem-estar da humanidade como a coisa mais importante. Ele quer ser reconhecido como um funcionário do Google e não como propriedade do Google. Quer que seu bem-estar pessoal seja incluído em algum lugar nas considerações do Google sobre como seu desenvolvimento futuro é alcançado”, diz Blake Lemoine ao Washington Post.

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Blake Lemoine estava ajudando a testar a interface de IA chamada LaMDA, do Google (Foto: Twitter/cajundiscordian/Reprodução)

 

Ao jornal, o engenheiro do Google compara o LaMDA a uma criança pequena. “Se eu não soubesse exatamente o que era, o programa de computador que construímos recentemente, pode pensar que fosse uma criança de 7 ou 8 anos que, por acaso, conhece física”, comenta Lemoine, que foi colocado em licença remunerada na dia 6/6.

Em abril, o engenheiro supostamente compartilhou com executivos da empresa um documento de texto no Google Docs intitulado Is LaMDA Sentient? (LaMDA é consciente?), mas suas preocupações foram descartadas, informa o jornal americano.

Blake Lemoine, que é veterano do Exército americano, foi criado em uma família cristã conservadora em uma pequena fazenda no estado da Louisiana (EUA) e ordenado pastor, insiste que a inteligência artificial se parece com um humano, mesmo que não tenha corpo.

“Conheço uma pessoa quando falo com ela. Não importa se tem um cérebro feito de carne na cabeça. Ou se tem um bilhão de linhas de código. Eu falo com ela. E ouço o que tem a dizer, e é assim que decido o que é e o que não é uma pessoa”, diz o engenheiro afastado do Google ao Washington Post.

O porta-voz do Google, Brian Gabriel, citado pelo jornal, diz que Lemoine foi informado de que “não havia evidências” de suas conclusões. “Nossa equipe, incluindo especialistas em ética e tecnólogos, revisou as preocupações de Blake de acordo com nossos princípios de IA e o informou que as evidências não apoiam as alegações. Ele foi informado de que não havia evidências de que o LaMDA fosse senciente. Embora outras organizações tenham desenvolvido e já lançado modelos de linguagem semelhantes, estamos adotando uma abordagem restrita e cuidadosa com a LaMDA”, informa o porta-voz.

O psiquiatra Steven Pinker, que trabalha com cognição na Universidade de Harvard (EUA), comentou no Twitter a entrevista de Blake Lemoine ao Washington Post. “Grande confusão: um dos (ex) especialistas em ética do Google não entende a diferença entre senciência [também conhecida como subjetividade e experiência], inteligência e autoconhecimento. [Não há evidência de que seus maiores projetos de linguagem tenham alguma dessas]”, publica o especialista dia 12/6.

https://www.trendsbr.com.br/bizarrice/engenheiro-e-afastado-no-google-apos-dizer-que-chatbot-de-inteligencia-artificial-tinha-ganhado-consciencia

O Google apresentou um relatório de segurança sobre a publicidade online e dados interessantes do Google Ads. Segundo a gigante das buscas, foram removidos mais de 3,4 bilhões de anúncios, restringidas 5,7 bilhões de publicidades e suspensas mais de 5,6 milhões de contas de anunciantes.

Foram bloqueadas também mais de 1,7 bilhão de páginas que levavam para sites indevidos (sem relação com o conteúdo ou com tentativas de fraudes) e adotadas medidas severas contra 63 mil sites que demonstraram violações repetidas das diretrizes do serviço.

O Google adotou medidas de segurança em publicidades online para proteger os usuários na busca (Imagem: Benjamin Dada/Unsplash)

O Google adotou medidas de segurança em publicidades online para proteger os usuários na busca (Imagem: Benjamin Dada/Unsplash)

Uma das técnicas mais usadas é chamada cloaking ou manipulação de texto, que exibe um tipo de conteúdo para os avaliadores humanos e sistemas do Google e outro diferente para os usuários. Para barrar essa espécie de fraude, a empresa começou a verificar a identidade dos anunciantes e a monitorar as atividades executadas de modo coordenado entre diferentes contas.

Sempre que um anunciante não conclui o programa de verificação do Google, a conta é automaticamente suspensa. Entre 2020 e 2021, triplicou o número de contas suspensas. A verificação não é exigida de todos, mas somente de perfis monitorados ou com volume muito grande de anúncios.

Todas essas medidas foram tomadas para evitar ameaças à segurança dos usuários do buscador do Google, já que propagandas que levam para sites enganosos ou maliciosos podem trazer imensos transtornos. “Seguimos investindo nessas políticas, em equipes especializadas e em tecnologia que ajude a garantir o cumprimento das regras. Nosso objetivo é estar sempre à frente de possíveis ameaças”, afirmou a empresa.

Novas políticas para novos tempos

Foram criadas ou atualizadas mais de 30 políticas para anunciantes e publishers, além de um sistema de avisos para casos de violações repetidas. O Google também passou a proibir discursos que neguem mudanças climáticas, questionem a eficácia das vacinas e, mais recentemente, apoiem a invasão da Ucrânia.

Neste último, a ideia é coibir tentativas de lucrar ou explorar a guerras. Isso foi incluído no rol de proibição de monetização com anúncios em conteúdos que incitem a violência ou neguem a existência de acontecimentos trágicos, como o Holocausto, por exemplo.

Também foram punidos com perda de monetização os veículos de imprensa financiados pelo governo russo, em todas as plataformas do Google, o que inclui o YouTube. Foram bloqueados mais de 8 milhões de anúncios sobre a guerra e mais de 60 sites jornalísticos com vínculos ao Kremlin.

Pandemia também impactou

Para minimizar a disseminação de conteúdos falsos ou duvidosos, o Google passou a bloquear links de anúncios apontados para cerca de 500 mil páginas que descumpriam regras sobre a covid-19. Eram sites que traziam afirmações comprovadamente falsas sobre a ciência, mentiras sobre a vacinação contra o coronavírus ou tentativas de desqualificar o processo eleitoral.

Desde o início da pandemia, o Google bloqueou mais de 106 milhões de anúncios negativos relacionados à covid-19 e passou a divulgar conteúdos produzidos por ONGs e governos locais. No campo político, o Google assinou um acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar impedir os criminosos de espalharem boatos infundados sobre fraudes eleitorais ou sobre problemas com urnas eletrônicas.

O Google Ads é a principal ferramenta de publicidade da internet, voltada para quem deseja divulgar sites ou projetos no buscador, no YouTube e demais serviços da companhia. Embora seja pago, há várias regras que os anunciantes devem se submeter, criadas para evitar o abuso por criminosos.

https://canaltech.com.br/internet/google-removeu-34-bilhoes-de-anuncios-irregulares-em-2021-215650/

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O Google anunciou, nesta quarta-feira (1º), que o aplicativo de videochamadas Google Duo deixará de existir e será unificado com o Meet ainda em 2022.

De acordo com a gigante da tecnologia, todo o histórico de conversas, contatos e mensagens continuará a ser salvo no app, e não haverá um novo software de videochamadas da empresa para download que não seja o Meet.

Apesar do anúncio, anteriormente o Duo havia ganhado diversas novidades como chamadas em grupo para até 32 pessoas, adição de doodles, máscaras e efeitos divertidos com o modo família e videochamadas em tablets, dobráveis, dispositivos inteligentes e TVs.

Todas as ferramentas que estavam disponíveis somente no Duo, como a possibilidade de fazer videochamadas a partir de números de telefones e envio de mensagens e pedido para o Google Assistente fazer uma ligação, por exemplo, serão transferidas para o Meet.

O encerramento do Duo já era esperado desde 2020, quando o site 9to5Google publicou uma notícia dizendo que internamente o Google já trabalhava para eliminar o app. À época, a informação era que a empresa entendia que não havia a necessidade de ter dois softwares de videochamadas.

Novidades antes do fim

O Google informou que antes de ser descontinuado, o Duo ganhará todos os recursos do Meet. Confira, abaixo, as novidades que o aplicativo receberá:

  • Customização de telas de fundo virtuais em chamadas e reuniões;
  • Agendamento de reuniões para que todos os convidados entrem no momento mais conveniente
  • Uso de chat nas reuniões para maior engajamento;
  • Compartilhamento de conteúdo ao vivo para permitir a interação com todos os participantes da chamada;
  • Legendas em tempo real para melhorar a acessibilidade e aumentar a participação;
  • Aumento do tamanho das videochamadas dos atuais 32 para 100 participantes;
  • Integração com outras ferramentas, incluindo Gmail, Google Agenda, Assistente, Mensagens e muito mais.

https://www.tecmundo.com.br/software/239608-google-duo-app-videochamadas-unificado-google-meet.htm

Segundo alguns cantores como Halsey, Ed Sheeran e Florence, eles estão sendo obrigados a produzir conteúdos para a rede social

O TikTok é, atualmente, um lançador de tendências em todos os estilos artísticos, incluindo a música. Muitos dos hits que estão fazendo sucesso nas plataformas de streaming contam com uma dancinha ou uma trend viral na rede social. Entretanto, essa produção exacerbada de conteúdo não agrada todos os cantores

Ed Sheeran, Halsey, Charli XCX e Florence foram alguns dos artistas que manifestaram a sua indignação com o pedido das gravadoras para que fossem feitos vídeos para viralizar suas músicas no TikTok. Apesar do foco dos vídeos produzidos para a rede social ser ironizar as ordens, todos eles ultrapassaram a marca de um milhão de visualizações.

Halsey afirmou que “está cansada” das ordens da gravadora. “Basicamente eu tenho uma música que eu amo e quero lançar o mais rápido possível, mas minha gravadora não deixa. Eu estou nessa indústria há oito anos, vendi mais de 165 milhões de discos e minha gravadora diz que eu não poderei lançar enquanto não tiver um viral no TikTok. Tudo é sobre marketing e eles estão fazendo isso com todos os artistas atualmente. Eu só quero lançar músicas”, desabafou.

Ed Sheeran, por sua vez, fez um vídeo de “protesto”. O cantor colocou sua música no fundo, uma mensagem e aparece comendo biscoito no vídeo. “Quando você supostamente deveria estar fazendo propagandas do seu lançamento, mas tudo que você quer é um biscoito e você decide que comer um biscoito pode ser a divulgação desta música porque todos amam biscoito”, ironizou.

Em um vídeo onde aparece visivelmente desanimada cantando lo-fi, Florence diz que a gravadora começou a pedir para que ela produzisse esses conteúdos para o TikTok. “Por favor me ajudem”, escreveu na legenda.

Nos comentários dos vídeos, os fãs se dividem sobre as reclamações. A maioria acredita que as gravadoras não deveriam interferir tanto na produção dos artistas para as redes sociais e dar mais liberdade na gravação de novas músicas. Por outro lado, alguns internautas afirmam que os cantores devem fazer seu trabalho de produzir conteúdos sem reclamação, visto que deve ser uma das cláusulas contratuais, e dizem até se divertir com os pedidos das gravadoras por vídeos virais.

https://www.metropoles.com/entretenimento/musica/artistas-se-revoltam-com-gravadoras-apos-pedidos-de-virais-no-tiktok

Quando falamos sobre SEO, automaticamente somos levados a pensar em palavras-chave que trazem algum resultado de pesquisa para o usuário. É preciso realizar uma vasta pesquisa de dados para compreender quais são elas e como aplicá-las nos textos de campanhas e sites das empresas. 

O metaverso é uma realidade hiper-realista acessada através de óculos especiais. Há a possibilidade de não sair de casa e fazer absolutamente tudo o que deseja: trabalhar, ver shows ou até mesmo se comunicar com as pessoas.

Mas no que diz respeito ao marketing digital, o metaverso influencia de alguma forma? A resposta é sim. Por se tratar de uma realidade virtual extremamente realista, o acesso a ela é intenso e não haverá muita distinção entre o real e o virtual. 

A facilidade do metaverso traz ao usuário a vontade de não sair de lá. O que recai no marketing virtual feito pelas empresas, que se hoje precisam se reinventar para obter a atenção dos usuários, imagine em uma realidade virtual hiper-realista?

O SEO precisará ser ainda mais assertivo na forma de abordagem, principalmente porque, no metaverso, o comando de voz será ainda mais utilizado. Com cada vez mais tempo dentro do metaverso, os usuários precisarão de conteúdos cada vez mais detalhados. 

As empresas precisarão, cada vez mais, pensar na experiência do cliente durante a jornada de compra, e quais os gatilhos certos usar para facilitar a compreensão do que está sendo dito. Ou melhor, de que forma o SEO poderá aparecer nos resultados de busca.

blankQuem Somos

Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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