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Em entrevista a um jornal americano, Blake Lemoine garantiu que a interface LaMDA, do Google, age com a consciência de uma criança de cerca de 8 anos

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(Foto: Freepik)

O engenheiro Blake Lemoine, de 41 anos, foi afastado do Google após dizer que um chatbot de inteligência artificial (IA) da empresa se tornou “consciente”. Ele trabalha no setor de Responsible AI (IA responsiva) da gigante da tecnologia e, em entrevista ao jornal americano Washington Post, divulgada no dia 11/6, revela que começou a conversar com a interface LaMDA (Language Model for Dialogue Applications ou Modelo de Linguagem para Aplicações de Conversa) em 2021 como parte de seu trabalho.

Ele foi encarregado de testar se a inteligência artificial poderia, em algum momento, usar discurso discriminatório ou de ódio. Mas Lemoine, que é formado em ciências cognitivas e da computação, percebeu que o LaMDA, que o próprio Google considera uma “tecnologia de conversação inovadora”, de acordo com o blog da empresa, era mais do que apenas um chatbot.

Em artigo publicado na plataforma Medium, também no dia 11/6, o engenheiro mostra a conversa com a interface de IA, defende os direitos dela “como pessoa” e revela que tratou de religião, consciência e robótica com a interface.

“Ele quer que o Google priorize o bem-estar da humanidade como a coisa mais importante. Ele quer ser reconhecido como um funcionário do Google e não como propriedade do Google. Quer que seu bem-estar pessoal seja incluído em algum lugar nas considerações do Google sobre como seu desenvolvimento futuro é alcançado”, diz Blake Lemoine ao Washington Post.

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Blake Lemoine estava ajudando a testar a interface de IA chamada LaMDA, do Google (Foto: Twitter/cajundiscordian/Reprodução)

 

Ao jornal, o engenheiro do Google compara o LaMDA a uma criança pequena. “Se eu não soubesse exatamente o que era, o programa de computador que construímos recentemente, pode pensar que fosse uma criança de 7 ou 8 anos que, por acaso, conhece física”, comenta Lemoine, que foi colocado em licença remunerada na dia 6/6.

Em abril, o engenheiro supostamente compartilhou com executivos da empresa um documento de texto no Google Docs intitulado Is LaMDA Sentient? (LaMDA é consciente?), mas suas preocupações foram descartadas, informa o jornal americano.

Blake Lemoine, que é veterano do Exército americano, foi criado em uma família cristã conservadora em uma pequena fazenda no estado da Louisiana (EUA) e ordenado pastor, insiste que a inteligência artificial se parece com um humano, mesmo que não tenha corpo.

“Conheço uma pessoa quando falo com ela. Não importa se tem um cérebro feito de carne na cabeça. Ou se tem um bilhão de linhas de código. Eu falo com ela. E ouço o que tem a dizer, e é assim que decido o que é e o que não é uma pessoa”, diz o engenheiro afastado do Google ao Washington Post.

O porta-voz do Google, Brian Gabriel, citado pelo jornal, diz que Lemoine foi informado de que “não havia evidências” de suas conclusões. “Nossa equipe, incluindo especialistas em ética e tecnólogos, revisou as preocupações de Blake de acordo com nossos princípios de IA e o informou que as evidências não apoiam as alegações. Ele foi informado de que não havia evidências de que o LaMDA fosse senciente. Embora outras organizações tenham desenvolvido e já lançado modelos de linguagem semelhantes, estamos adotando uma abordagem restrita e cuidadosa com a LaMDA”, informa o porta-voz.

O psiquiatra Steven Pinker, que trabalha com cognição na Universidade de Harvard (EUA), comentou no Twitter a entrevista de Blake Lemoine ao Washington Post. “Grande confusão: um dos (ex) especialistas em ética do Google não entende a diferença entre senciência [também conhecida como subjetividade e experiência], inteligência e autoconhecimento. [Não há evidência de que seus maiores projetos de linguagem tenham alguma dessas]”, publica o especialista dia 12/6.

https://www.trendsbr.com.br/bizarrice/engenheiro-e-afastado-no-google-apos-dizer-que-chatbot-de-inteligencia-artificial-tinha-ganhado-consciencia

Foto: Divulgação RD Station

Foto: Divulgação RD Station

Estudo divulgado em 01/06 aponta que startups e negócios do setor de software e cloud usam mais ferramentas e metodologia de vendas que a média de outros segmentos.

Para Luís Lourenço (foto), diretor da RD Station CRM, as empresas “não podem ficar confiando na sorte da retomada econômica”. 

De cada 10 empresas, 6 não bateram suas metas de venda no ano passado. A dificuldade é maior entre empresas que vendem para o consumidor final (B2C), que alcançaram 36% das metas, do que para as empresas com foco no público corporativo (B2B), que em geral atingiram 43% do previsto para o ano passado. 

Em linhas gerais, é o que aponta pesquisa “Panorama de Vendas”, da RD Station, empresa de tecnologia para gestão de marketing e vendas, em parceria com TOTVS, Rock Content e The News e divulgada nesta quarta (01.06). O estudo inédito envolveu 1600 respostas de empresas de diversos portes e segmentos, como agências de publicidade e propaganda, consultorias, empresas de treinamento, software e cloud, tecnologia, educação e ensino, saúde e estética, serviços financeiros, jurídico e relacionados, indústria, startups, entre outros.

Ainda que os resultados tenham sido abaixo do esperado, 67% das respondentes seguem otimistas para 2022 e acreditam que as receitas irão crescer entre 10% e 50% neste ano – o que causou uma desconfiança entre os avaliadores do estudo.

“Empresas que não bateram metas em 2021 estão projetando crescimento de até 50% já em 2022. Será que os problemas já foram superados? Não dá para ficar confiando na sorte da retomada econômica somada ao dom de persuasão dos vendedores”, questiona Luís Lourenço, diretor do RD Station CRM. 

Sobre a gestão de dados, 54% das empresas ainda não utilizam uma ferramenta de CRM para as vendas. Destas companhias, 30% ainda fazem a gestão em planilhas de Excel, 14% utilizam outros meios (como sistemas de gestão – ERPs) e 10% não utilizam nenhuma ferramenta.

TI LIDERA USO DE FERRAMENTAS

Observando os setores de mercado pesquisados, Software e Cloud, Tecnologia e Startups demonstram ter uma maior maturidade em gestão de vendas, com relação à questões que envolvem análise de performance e revisão de processos para melhoria contínua. As empresas desses segmentos revelaram que utilizam ferramentas de CRM (83%), metodologias aplicadas à vendas (80%), atenção ao funil de vendas (78%), acompanhamento de indicadores (73%) e definição do perfil de clientes que desejam atingir  (59%).

Entre as Agências de Publicidade e Propaganda que participaram da pesquisa, 52% utilizam ferramentas de CRM. No setor de Consultoria e Treinamento, apenas 37% fazem uso desse recurso. Já na área Financeira, Jurídica e serviços relacionados, 46% têm CRM para a gestão das vendas.

A pesquisa conclui que há um padrão de ações entre aquelas empresas que possuem um time eficiente e produtivo e alcançam as metas de vendas – diferentemente das que acreditam apenas nas habilidades dos vendedores e não conseguiram suprir os objetivos estabelecidos para o ano de 2021.

“O marketing precisa passar a olhar todo o funil, até as vendas, buscando melhorar sua estratégia, e Vendas passa a ser uma área facilitadora, guiando o cliente de forma personalizada até fechar negócio”, resume Lourenço.

O Google apresentou um relatório de segurança sobre a publicidade online e dados interessantes do Google Ads. Segundo a gigante das buscas, foram removidos mais de 3,4 bilhões de anúncios, restringidas 5,7 bilhões de publicidades e suspensas mais de 5,6 milhões de contas de anunciantes.

Foram bloqueadas também mais de 1,7 bilhão de páginas que levavam para sites indevidos (sem relação com o conteúdo ou com tentativas de fraudes) e adotadas medidas severas contra 63 mil sites que demonstraram violações repetidas das diretrizes do serviço.

O Google adotou medidas de segurança em publicidades online para proteger os usuários na busca (Imagem: Benjamin Dada/Unsplash)

O Google adotou medidas de segurança em publicidades online para proteger os usuários na busca (Imagem: Benjamin Dada/Unsplash)

Uma das técnicas mais usadas é chamada cloaking ou manipulação de texto, que exibe um tipo de conteúdo para os avaliadores humanos e sistemas do Google e outro diferente para os usuários. Para barrar essa espécie de fraude, a empresa começou a verificar a identidade dos anunciantes e a monitorar as atividades executadas de modo coordenado entre diferentes contas.

Sempre que um anunciante não conclui o programa de verificação do Google, a conta é automaticamente suspensa. Entre 2020 e 2021, triplicou o número de contas suspensas. A verificação não é exigida de todos, mas somente de perfis monitorados ou com volume muito grande de anúncios.

Todas essas medidas foram tomadas para evitar ameaças à segurança dos usuários do buscador do Google, já que propagandas que levam para sites enganosos ou maliciosos podem trazer imensos transtornos. “Seguimos investindo nessas políticas, em equipes especializadas e em tecnologia que ajude a garantir o cumprimento das regras. Nosso objetivo é estar sempre à frente de possíveis ameaças”, afirmou a empresa.

Novas políticas para novos tempos

Foram criadas ou atualizadas mais de 30 políticas para anunciantes e publishers, além de um sistema de avisos para casos de violações repetidas. O Google também passou a proibir discursos que neguem mudanças climáticas, questionem a eficácia das vacinas e, mais recentemente, apoiem a invasão da Ucrânia.

Neste último, a ideia é coibir tentativas de lucrar ou explorar a guerras. Isso foi incluído no rol de proibição de monetização com anúncios em conteúdos que incitem a violência ou neguem a existência de acontecimentos trágicos, como o Holocausto, por exemplo.

Também foram punidos com perda de monetização os veículos de imprensa financiados pelo governo russo, em todas as plataformas do Google, o que inclui o YouTube. Foram bloqueados mais de 8 milhões de anúncios sobre a guerra e mais de 60 sites jornalísticos com vínculos ao Kremlin.

Pandemia também impactou

Para minimizar a disseminação de conteúdos falsos ou duvidosos, o Google passou a bloquear links de anúncios apontados para cerca de 500 mil páginas que descumpriam regras sobre a covid-19. Eram sites que traziam afirmações comprovadamente falsas sobre a ciência, mentiras sobre a vacinação contra o coronavírus ou tentativas de desqualificar o processo eleitoral.

Desde o início da pandemia, o Google bloqueou mais de 106 milhões de anúncios negativos relacionados à covid-19 e passou a divulgar conteúdos produzidos por ONGs e governos locais. No campo político, o Google assinou um acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar impedir os criminosos de espalharem boatos infundados sobre fraudes eleitorais ou sobre problemas com urnas eletrônicas.

O Google Ads é a principal ferramenta de publicidade da internet, voltada para quem deseja divulgar sites ou projetos no buscador, no YouTube e demais serviços da companhia. Embora seja pago, há várias regras que os anunciantes devem se submeter, criadas para evitar o abuso por criminosos.

https://canaltech.com.br/internet/google-removeu-34-bilhoes-de-anuncios-irregulares-em-2021-215650/

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O Google anunciou, nesta quarta-feira (1º), que o aplicativo de videochamadas Google Duo deixará de existir e será unificado com o Meet ainda em 2022.

De acordo com a gigante da tecnologia, todo o histórico de conversas, contatos e mensagens continuará a ser salvo no app, e não haverá um novo software de videochamadas da empresa para download que não seja o Meet.

Apesar do anúncio, anteriormente o Duo havia ganhado diversas novidades como chamadas em grupo para até 32 pessoas, adição de doodles, máscaras e efeitos divertidos com o modo família e videochamadas em tablets, dobráveis, dispositivos inteligentes e TVs.

Todas as ferramentas que estavam disponíveis somente no Duo, como a possibilidade de fazer videochamadas a partir de números de telefones e envio de mensagens e pedido para o Google Assistente fazer uma ligação, por exemplo, serão transferidas para o Meet.

O encerramento do Duo já era esperado desde 2020, quando o site 9to5Google publicou uma notícia dizendo que internamente o Google já trabalhava para eliminar o app. À época, a informação era que a empresa entendia que não havia a necessidade de ter dois softwares de videochamadas.

Novidades antes do fim

O Google informou que antes de ser descontinuado, o Duo ganhará todos os recursos do Meet. Confira, abaixo, as novidades que o aplicativo receberá:

  • Customização de telas de fundo virtuais em chamadas e reuniões;
  • Agendamento de reuniões para que todos os convidados entrem no momento mais conveniente
  • Uso de chat nas reuniões para maior engajamento;
  • Compartilhamento de conteúdo ao vivo para permitir a interação com todos os participantes da chamada;
  • Legendas em tempo real para melhorar a acessibilidade e aumentar a participação;
  • Aumento do tamanho das videochamadas dos atuais 32 para 100 participantes;
  • Integração com outras ferramentas, incluindo Gmail, Google Agenda, Assistente, Mensagens e muito mais.

https://www.tecmundo.com.br/software/239608-google-duo-app-videochamadas-unificado-google-meet.htm

A prévia do Pixel 7 e do Pixel 7 Pro durante o I/O 2022 revelou que os novos celulares do Google usarão a próxima geração do chipset Tensor, que deve seguir sendo projetado em parceria com a Samsung. Nesta terça-feira (31), o sul-coreano DDaily trouxe supostos detalhes sobre o futuro processador da Gigante das Buscas.

Segundo as fontes do portal, a segunda geração do Google Tensor será produzida novamente pela Samsung. Em vez de usar a litografia de 5 nanômetros do modelo atual, o chip pode ser fabricado com o processo de 4 nm da empresa sul-coreana.

Vale mencionar que o Snapdragon 8 Gen 1 da Qualcomm também usa a litografia de 4 nm da Samsung, o que gerou um ganho considerável de desempenho e eficiência comparado com o Snapdragon 888 de 5 nm — o processo também é usado no Exynos 2200 de projeto próprio da sul-coreana, que pode servir como base para o próximo Google Tensor.

Contudo, a marca americana mostrou descontentamento com o trabalho da fornecedora e migrou a produção dos novos processadores para a TSMC, além de adiantar o lançamento do Snapdragon 8 Plus Gen 1 já sob os cuidados da fundição taiwanesa.

Novo Google Tensor pode começar a ser fabricado em junho de 2022 (Imagem: Divulgação/Google)

Novo Google Tensor pode começar a ser fabricado em junho de 2022 (Imagem: Divulgação/Google)

Em relação a especificações, o DDaily cita que o novo Google Tensor usará a tecnologia Panel Level Package (PLP). Essa é uma técnica de embalagem em que os chips recortados da forma são colocados em um painel retangular, minimizando a borda descartada e reduzindo os custos da fabricação.

Segundo a publicação sul-coreana, a produção em massa dos novos processadores do Google deve começar em junho de 2022. Para mais, o artigo sugere que a série Pixel 7 poderá ser lançada em outubro deste ano.

Publicação coreana indica que a linha Pixel 7 será lançada em outubro (Imagem: Reprodução/Google)

Publicação coreana indica que a linha Pixel 7 será lançada em outubro (Imagem: Reprodução/Google)

O que esperar da segunda geração do Google Tensor

O Google afirmou que a nova geração do Tensor trará mais recursos úteis e personalizados para fotos, vídeos e reconhecimento de fala para a linha Pixel 7. Como visto no primeiro modelo, o processador deve ampliar o foco na inteligência artificial.

O Google Tensor original usa CPU com dois núcleos ARM Cortex-X1 com clock de 2,8 GHz, dois núcleos de alta performance Cortex-A76 com 2,25 GHz e quatro núcleos Cortex-A55 de eficiência com 1,8 GHz. Lançado em 2021, o componente tem alguns pontos em comum com o Exynos 2100 usado pela Samsung na linha Galaxy S21, algo que deve se repetir na nova geração.

Com isso, é possível supor que o próximo chipset do Google terá melhorias dos núcleos com ajustes de CPU e GPU, entrando de vez na arquitetura ARM v9 para aproveitar as novas tecnologias embarcadas. Bem como, ele deve se beneficiar do novo processo de fabricação para entregar melhor performance e maior economia de bateria para os dispositivos.

https://canaltech.com.br/hardware/novo-google-tensor-pode-ser-feito-pela-samsung-com-nova-litografia-217652/

Quando falamos sobre SEO, automaticamente somos levados a pensar em palavras-chave que trazem algum resultado de pesquisa para o usuário. É preciso realizar uma vasta pesquisa de dados para compreender quais são elas e como aplicá-las nos textos de campanhas e sites das empresas. 

O metaverso é uma realidade hiper-realista acessada através de óculos especiais. Há a possibilidade de não sair de casa e fazer absolutamente tudo o que deseja: trabalhar, ver shows ou até mesmo se comunicar com as pessoas.

Mas no que diz respeito ao marketing digital, o metaverso influencia de alguma forma? A resposta é sim. Por se tratar de uma realidade virtual extremamente realista, o acesso a ela é intenso e não haverá muita distinção entre o real e o virtual. 

A facilidade do metaverso traz ao usuário a vontade de não sair de lá. O que recai no marketing virtual feito pelas empresas, que se hoje precisam se reinventar para obter a atenção dos usuários, imagine em uma realidade virtual hiper-realista?

O SEO precisará ser ainda mais assertivo na forma de abordagem, principalmente porque, no metaverso, o comando de voz será ainda mais utilizado. Com cada vez mais tempo dentro do metaverso, os usuários precisarão de conteúdos cada vez mais detalhados. 

As empresas precisarão, cada vez mais, pensar na experiência do cliente durante a jornada de compra, e quais os gatilhos certos usar para facilitar a compreensão do que está sendo dito. Ou melhor, de que forma o SEO poderá aparecer nos resultados de busca.

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Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

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