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A performance dos ativos no mês passado foi a pior de 2022 até agora, de acordo com analistas

Apenas duas das principais criptomoedas do mercado tiveram desempenho positivo em abril, segundo levantamento da QR Asset Management. A performance foi a pior do ano, segundo os analistas, e 29 dos 40 ativos com maior capitalização sofreram quedas superiores a 20% no mês.

O destaque positivo foi a APE (Apecoin), que subiu 63,37% em abril. Originalmente lançado como um airdrop (quando a posse de um ativo garante o recebimento de outro) para os detentores das famosas coleções de NFTs BAYC (Bored Apes Yacht Club) e MAYC (Mutant Ape Yacht Club), o token foi rapidamente listado nas principais exchanges e encerrou o mês de março com capitalização de mercado superior a US$ 4 bilhões.

A Monero (XMR), focada em privacidade, ficou na segunda posição. A alta de 4,19% foi sustentada pelo movimento “Monerun”, uma espécie de “corrida bancária” provocada por entusiastas do protocolo.

Theodoro Fleury, gestor da QR Asset Management, explica que, por ser um ativo totalmente focado em privacidade, não existe registro no qual é possível verificar as carteiras que detêm esses tokens, como acontece normalmente em outras blockchains. “Com isso, um grupo de entusiastas da moeda, alegando a suspeita de que as exchanges não teriam estoque suficiente para honrar os saques, lançou uma iniciativa para que detentores da moeda sacassem os tokens das exchanges para carteiras privadas”, conta Fleury.

Essa “corrida” sustentou os preços da Monero no mês e fez com que algumas exchanges suspendessem os saques da moeda em suas plataformas. Movimento semelhante aconteceu com a empresa Gamestop no ano passado.

Entre as moedas mais conhecidas, o Bitcoin encerrou o mês em queda de 14,22% e o Ether desvalorizou 13,80%.

Já o destaque negativo ficou por conta da WAVES, que liderou o ranking de desempenho positivo em março. O ativo caiu 83,55%, pressionado pela suspeita de fraudes no protocolo.

O levantamento analisou as 40 moedas com maior capitalização de mercado de acordo com o site Messari.io. Ativos que começaram ou terminaram o mês de abril nessa lista foram considerados.

No entanto, não foram levados em conta os ativos que começaram o mês entre os 40 e ficaram de fora da lista das 100 moedas com maior capitalização. Além disso, foram eliminadas da classificação as criptos que possuíam valor de mercado inferior a um bilhão de dólares no início de abril.

Confira o desempenho das duas criptomoedas que mais valorizaram:

Símbolo Nome Preço inicial Preço final Variação %
APE APE Apecoin R$ 60,18 R$ 98,32 63,37%
XMR Monero R$ 1.010,55 R$ 1.052,90 4,19%

 

Confira o desempenho das cinco criptomoedas que mais desvalorizaram:

Símbolo Nome Preço inicial Preço final Variação %
WAVES Waves R$ 374,71 R$ 62,37 -83,35%
AXS Axie Infinity R$ 298,14 R$ 142.90 -52,07%
THORChain THORChain R$ 56,18 R$ 29,79 -46,97%
ETC Ethereum

Classic

R$ 224,28 R$ 127,36 -43,21%
MANA Decentraland R$ 12,38 R$ 7,05 -43,04%

 

https://einvestidor.estadao.com.br/criptomoedas/criptomoedas-mais-valorizadas-abril-2022/

Ter crescimento de vendas é o objetivo de toda empresa, e com a estratégia do funil de vendas isso é viável

Obter resultados significativos dedicando menos tempo e esforço contínuo é possível. Ter estratégias que tragam resultados sem precisar se preocupar o tempo inteiro existe. Este é o funil de vendas.

Esse método utilizado pelo marketing digital ajuda a impulsionar o crescimento da receita das empresas. Isso porque, o funil de vendas trata-se de uma estratégia para atrair os potenciais clientes no decorrer do processo de compra. 

Quanto mais claro for o entendimento sobre o método, mais assertivo ele será e trará os resultados projetados pela empresa. Com a atração de novos clientes potenciais, ou como conhecemos no marketing digital, os leads. 

O que é um funil de vendas?

O funil de vendas, ou em outros casos, funil de compras, é o nome dado ao processo do consumidor desde a primeira interação com o produto ou serviço, até a conclusão da compra. 

Essa estratégia é dividida em três etapas, o topo do funil é o mais amplo, e tem como objetivo atrair o maior número de leads para o próximo estágio. Nesse processo, os usuários que não se enquadram no perfil de cliente, acabam saindo do funil.

Cada empresa tem o seu perfil de cliente ideal, o que chamamos de ICP. E criam gatilhos que atraem esse público específico. Logo, quando alguém entra em contato com a empresa e não se enquadra, simplesmente não prossegue no processo de conclusão de compra.

Como um funil, a parte de cima é maior, na qual os clientes são captados de forma ampla. E no decorrer do processo de venda, somente ficam os que de fato possuem interesse em concluir a compra. 

O funil de vendas é dividido em três etapas: o topo, o meio e o fundo. Porém, o topo é dividido em duas partes que definem se o usuário é ou não um cliente ideal. Vamos exemplificar:

Topo do funil: é quando o consumidor tem o primeiro contato com o anúncio/site/rede social da empresa. Por esse motivo, é bom que as informações sobre o produto ou serviço que a empresa oferece seja claro, para que haja identificação. 

Essa etapa é muito importante porque nem sempre o usuário está interessado em comprar algo, mas é atraído através do marketing que a empresa oferece para chamar a atenção dele. Esse estágio é o que chamamos de aprendizado e descoberta.

Esse contato com a empresa pode vir através de pesquisas no Google, compartilhamento em redes sociais, ou até mesmo um anúncio fora das mídias sociais. Garantir que o cliente se interesse é primordial. 

Pois, a partir de então, ele passa a avaliar se de fato não precisa do produto ou serviço que a empresa oferece, analisa os pontos, e se reconhece que tem um problema e precisa resolver com aquilo, ele prossegue no funil. É quando o usuário passa a ser um lead, cliente em potencial. 

Nesse ponto, é preciso que o time de vendas, através de gatilhos criados para gerar interesse ao cliente, procure entender o que estão procurando. Mas é importante que essa etapa seja estratégica. 

Isto é, que a empresa eduque o lead sobre o que oferece, a importância que tem, e o quanto faria a diferença para ele. De formas sutis, para gerar interesse de compra, e não empurrar algo ao cliente. 

Meio do funil: os leads que passam para o meio do funil procuram entender o que está sendo oferecido, passam a considerar uma solução. Quando mais leads passarem para esse estágio, quer dizer que mais pessoas tiveram a atenção voltada para o que a empresa oferece. 

Geralmente, os clientes que chegam a esse estágio tem interesse em concluir a compra. Porém, há concorrência, na qual ele pode comparar antes de de fato decidir o que fazer. Neste ponto, ter um time de vendas capacitado é importante.

Quanto mais pessoas se identificam com a empresa, a atenção e a solução que ela oferece, mais chances há das vendas serem concluídas com sucesso. E o melhor, tendo fidelização de clientes devido a boa experiência.

Fundo do funil: é o momento em que o cliente quer concluir a compra, porém ainda avalia valores e benefícios que outras empresas oferecem e qualidade do produto/serviço e atendimento. Neste ponto, ter diferentes estratégias é interessante.

Há clientes que precisam de suporte, às vezes para explicar algo, ou então, somente para se sentir seguro em efetuar a compra. Ter nesse estágio um material que demonstre ao lead a experiência de outros consumidores é crucial.

Pois uma das coisas que mais trazem segurança para um cliente em um ambiente online de compra é a avaliação. Seja através de nota, comentários e reviews do produto ou serviço prestado para atestar a qualidade. São quando se tornam, de fato, clientes.

Uma demonstração ilustrativa do funil de vendas:

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Como melhorar o funil de vendas?

Conhecer o perfil do cliente é mais do necessário para a criação de um funil de vendas efetivo e prático. Tendo as adequações necessárias, a empresa perde menos tempo com usuários que não têm nenhum interesse em usufruir do que a marca oferece.

Conheça o perfil do cliente: conhecer o perfil do cliente é essencial para otimizar o funil de vendas. Quanto mais informações sobre o usuário se obter, mais fácil será compreender o que ele espera da empresa e como oferecer o produto. 

Imagine que o seu funil de vendas está segmentando perfis errados, dificilmente terá algum resultado. Quando há erro na captação, todo o resto simplesmente não funciona. E com isso, a empresa perde tempo, energia e dinheiro.

Tenha como primeiro plano criar o perfil ideal do cliente, o ICP. Verifique qual o nicho de público que sua empresa oferece serviços e foque em conquistar esses clientes potenciais. Outro ponto importante é avaliar os concorrentes e adequar técnicas que estão funcionando para eles.

Conteúdo educativo: como falamos anteriormente, educar o cliente potencial é crucial. Entenda como educar o fato de oferecer soluções para o que o usuário procura. Seja e-books, banners ou até mesmo e-mails que expliquem melhor com o que e como a empresa atua. 

Uma das formas de atrair o público correto, e até mesmo direcionado para os conteúdos sobre a empresa, é o uso de palavras-chave. Nem sempre o usuário conhece a empresa, e por meio de palavras-chave, acabam encontrando o que procura.

Por esse motivo, dedicar tempo a conhecer o público-alvo da empresa e quais as palavras que chamam a atenção dele, é extremamente importante. É o que trará resultados significativos para alcançar os objetivos de vendas.

Tenha contato com o cliente: quando o usuário passa a ter interesse no que a empresa oferece, o chamamos de lead. E neste ponto, é necessário que a empresa crie uma estratégia de obter o contato desse possível cliente. 

Isso porque, é através disso que a empresa conseguirá encontrar em contato para oferecer seus serviços ou produtos. Seja a captação de e-mail ou telefone, ter uma forma de entrar em contato é um passo importante. 

Divulgação em mídias sociais: quando o cliente procura por serviços que a empresa oferece, e clica no site ou anúncio, o Google entende o interesse do cliente e passa a mostrar nas redes sociais do usuário anúncios sobre a pesquisa, é o que chamamos de algoritmo.

Outra forma é investir em divulgação, campanhas e anúncios. Com fotos chamativas, textos persuasivos e preços atraentes. O Google é a melhor plataforma para investir em divulgação, pois oferece uma rede de displays que anunciam também o que a empresa quer.

Invista em feedbacks: ter clientes falando bem do que a empresa oferece é fundamental como histórico de sucesso. Muitas pessoas buscam saber a opinião de quem já teve contato com os serviços da empresa antes de comprar alguma coisa. 

Após a conclusão da venda, invista em saber a satisfação do cliente. Seja por mensagem, ligação ou até mesmo formulário por e-mail. Dedique um espaço em seu site ou página nas redes sociais para expor o sucesso que a empresa tem tido com a prestação de serviços. 

O pós-venda é tão importante quanto o pré: muitas empresas falham neste ponto, é mais simples convencer um cliente a comprar do que mantê-lo fidelizado. Isso porque, há negócios que visam somente o lucro, e não a satisfação do cliente. 

É preciso entender que o sucesso de um funil de vendas também vem de forma orgânica. De clientes que já compraram e também indicam a empresa. É preciso investir em pós-venda que funcionem e estejam à disposição do cliente. 

Ter sucesso em vendas é prever e saber que erros serão cometidos e que precisarão ser resolvidos. E buscar, antes mesmo de acontecer, formas de lidar com esses problemas. Realmente se colocar no lugar do cliente e entender os pontos que ele levanta como queixa e resolvê-los.

Esteja à disposição: seja no pré, durante ou pós-venda, estar a disposição do cliente é crucial para dar confiança no trabalho que a empresa está oferecendo. Entendemos que muitas pessoas precisam de suporte, e ter esse ponto é um diferencial.

Quando todos esses pontos são alinhados, a empresa passa a ter mais chances de conquistar lugares maiores no meio digital. O importante é compreender, de fato, que não é somente o lucro que importa, e sim a satisfação do cliente com a empresa.

O sucesso se mede pelo tempo que se dedica para as coisas acontecerem, se há muito esforço em dedicar o melhor serviço aos clientes, isso será recompensado de forma natural e orgânica. Esforço e dedicação para compreender o público da empresa é a chave para alcançar objetivos maiores. 

Apesar do termo ser desconhecido para quem não é da área, todo mundo conhece, pelo menos, uma startup unicórnio, seja ela brasileira ou estrangeira. O termo faz analogia à mitologia, na qual a referência do unicórnio quer dizer que a empresa fez algo tão difícil quanto achar um.  

O termo foi criado nos Estados Unidos, em 2013 pela fundadora da empresa Cowboy Ventures, Aileen Lee. E é dado a empresas avaliadas em 1 bilhão de dólares antes de abrir o capital para ações.   

Apesar do nome ter surgido apenas em 2013 através do artigo Welcome to the Unicorn Club: From Billion-Dollar Startups, as empresas unicórnios surgiram há muitos anos atrás. Segundo Aileen, nos anos 1990, o Google surgiu como a primeira empresa com esse perfil. 

Já nos anos 2000, o Facebook se enquadraria como a única empresa que caberia no molde estudado pela fundadora do Cowboy Ventures. Hoje, nenhuma das duas empresas se mantém nesse perfil por já terem aberto suas ações para a bolsa de valores. 

Este é um ponto importante, quando a startup abre o seu capital para ações, o que é chamado de Initial Public Offering, ou em tradução livre, Oferta Pública Inicial (OPI). Mas, o que seriam as startups? 

As startups surgiram como um novo modelo de empresa. Na qual precisa de uma inovação para ser considerado esse molde. É comum o pensamento de que uma startup é criada apenas no digital, o que não é uma verdade absoluta. 

Elas surgem nesse meio principalmente por ser mais barato o investimento e mais rápido de ser propagada e reconhecida do que uma empresa que atua somente no fisicamente. 

O que define uma startup

De forma prática, uma startup se enquadra em uma ideia inovadora e que tem potencial de fazer dinheiro. Diferente de empresas tradicionais, as startups dificilmente possuem um manual a ser seguido para ter sucesso. 

Os passos dados pelo empreendedor são incertos. E dependem de investimentos para deslanchar. É um modelo de negócio que depende de outras empresas para começar a surgir e deslanchar. 

Hoje nós podemos separar as startups em Business to Business (B2B), que são empresas que prestam serviços a outras, a Business to Consumer (B2C), empresas que prestam serviços ao consumidor final e a Business to Business to Consumer (B2B2C), empresas que prestam serviços para empresas e consumidor final.

Quando o termo startups unicórnio foi criado, apenas 39 empresas no mundo se encaixavam no modelo. Segundo o site CB Insights que cataloga essas empresas, esse número saltou para 805 em setembro de 2021.

O aumento de startups unicórnio no Brasil 

A pandemia quebrou muitas empresas ao redor do mundo, em sua maioria, as físicas. Porém, no meio digital, esse processo foi inverso, muitas empresas atingiram níveis altíssimos em pouquíssimo tempo. 

Em 2020, no começo da pandemia, 115 startups alcançaram a marca de valerem 1 bilhão de dólares. Já em 2021, esse número quase triplicou, saltando para 324. Dentre elas, 21 são startups brasileiras. 

Veja a lista das startups unicórnio brasileiras:

  1. 99

A 99 é uma empresa voltada para transporte  particular de passageiros e entrou para a lista de unicórnios em 2018. 

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  1. PagSeguro

A PagSeguro é uma empresa bancária brasileira voltada para meios de pagamento eletrônico, como transações, cartões de crédito e débito tanto físico como virtual. A empresa faz parte do grupo Uol. 

III. Nubank

O Nubank é o banco virtual que mais tem crescido no mercado mundial. Além de fazer parte das empresas unicórnio brasileiras, também figura como a quinta maior no mundo. 

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  1. Arco Educação

A Arco Educação é uma rede voltada para a educação para o ensino infantil e médio. Hoje, ela mantém também as escolas de idiomas Wizard, Yázigi e Skill, além de ter comprado a escola Dom Bosco. 

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  1. Movile (Ifood)

A Movile surgiu em 1998 como serviço de automação de mensagens de celular para os bancos. Já em 2018, o fundador da empresa investiu R$ 500 milhões no Ifood, o que fez com que a empresa crescesse e ambas se mantivessem como startups unicórnios. 

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  1. Stone

A Stone atua na área de pagamentos através de cartões de diversas bandeiras. Diferente do Nubank, a Stone não é um banco, é uma instituição de pagamentos regularizada pelo Banco Central do Brasil. 

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VII. Brex 

A Brex também atua no ramo de cartões, porém, corporativos. Foi criada por dois jovens de apenas 22 anos, e com uma visão clara do objetivo que gostariam, alcançaram a marca de R$ 1 bilhão de dólares.

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VIII. Gympass

A Gympass é uma startup que utiliza um aplicativo para oferecer a funcionários de empresas para que eles participem de atividades físicas, mentais e emocionais em uma série de academias parceiras. 

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  1. Ascenty

A Ascenty é a maior empresa de data centers da América Latina, foi fundada em 2010 e já faz parte do hall de unicórnios brasileiros.

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  1. Loggi

A Loggi é uma startup de logística que surgiu no ramo de entregas de encomendas. Em 2019 entrou para o seleto grupo de unicórnios do Brasil, após investimentos de empresas como: Microsoft, GGV e SoftBank. 

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  1. Quinto Andar

Em 2018 o Quinto Andar surgiu como uma das empresas mais valiosas do Brasil. A empresa surgiu como o intuito de facilitar a locação de imóveis, sendo uma revolução como novo modelo de aluguéis. 

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XII. Ebank

A Ebank atua no meio de pagamentos e tem expandido seus negócios pela América Latina. A empresa possui parcerias com empresas como a Uber e a Visa. 

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XIII. Wildlife

 

A empresa Wildlife é conhecida no meio de jogos para celulares. Foi fundada em 2011 e de lá para cá tem ganhado notoriedade e crescendo, aumentando o valor agregado à startup.

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XIV. Loft

A Loft atua no ramo de corretores e imobiliárias, buscando facilitar as transações de imóveis com a ajuda da tecnologia. em julho de 2021 a empresa comprou 100% do domínio da CredPago, expandindo ainda mais o seu império. 

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  1. Vtex

A Vtex é uma plataforma de e-commerce-marketplace, que se tornou unicórnio após uma rodada de investimentos em setembro de 2020. O intuito da startup é expandir seus negócios para os EUA, Europa e Ásia. 

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XVI. Creditas

A Creditas atua na área financeira, oferecendo empréstimos de forma 100% online. O que facilita, e muito, aqueles que precisam resolver algum problema financeiro e não tem tempo de ir até uma agência bancária. 

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XVII. C6 Bank

O C6 Bank é um banco digital que tem crescido no território brasileiro. Fornece opções de cartões de débito, crédito, empréstimos e as demais funções de um banco tradicional.

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XVIII. MadeiraMadeira 

O MadeiraMadeira recebeu um investimento de R$ 100 milhões da SoftBank, o que impulsionou a startup de móveis, utensílios de casa e materiais de construção a crescer. 

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XIX. Hotmart

A plataforma Hotmart atua como um facilitador, oferecendo cursos a clientes finais, intermediando o criador do conteúdo. O que possibilita também que empregue pessoas que querem ajudar a trazer mais clientes para a plataforma, ganhando uma porcentagem da venda. 

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  1. Mercado Bitcoin 

Assim como algumas startups que mencionamos, o Mercado Bitcoin também recebeu investimentos da japonesa SoftBank. Tornando-se a primeira unicórnio cripto latino. 

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XXI. Unico

A Unico surgiu em 2007 com o nome de Acesso Digital. Ela oferece soluções empresariais para acesso facial e digital, facilitando a contratação de funcionários de forma online. 

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A verdade é que graças à era digital, muitas startups têm surgido com o objetivo de crescer. Com o constante avanço tecnológico, a tendência é que as empresas cheguem rapidamente ao patamar de unicórnios, ou de decacórios, mas isso é assunto para outro artigo. 

Média global é de 70% e os números para Brasil e América Latina mostram cenário positivo

Os investimentos no engajamento digital do cliente são a chave para um aumento médio de receita de 70% no mundo, chegando a 95% no Brasil, segundo o relatório do Engajamento do Cliente, publicado pela Twilio. A pesquisa mostrou que investir no engajamento digital dos clientes tem um impacto significativo e positivo na retenção e confiança do consumidor nas receitas das empresas.

Além disso, os dados mostraram que a pandemia acelerou em 5.2 anos as estratégias de transformação digital das empresas brasileiras. Hoje, mais da metade do engajamento dos clientes vem de meios digitais, e o Brasil é o país da América Latina que tem a maior proporção de engajamento digital do cliente, chegando a 61%.

No Brasil, esse número chega a 89% das empresas, o maior número de toda região. Os números do Brasil são tidos pela Twilio como excelentes, com alto potencial de crescimento e investimentos na América Latina, atualmente. As previsões do estudo apontam que as empresas B2C brasileiras preveem que 73% do engajamento de seus clientes será digital até 2025.

Espera-se que o investimento em engajamento digital das empresas de LATAM dobre até 2025, como consequência de todo o crescimento e potencial observados. No Brasil, o aumento percentual médio no investimento em engajamento digital do cliente esperado nesses próximos três anos é de 149%. Outro ponto de atenção para que esse engajamento seja bem aproveitado é a personalização. Nove em cada 10 empresas B2C no Brasil e no México dizem que a personalização é “extremamente” ou “muito” importante para sua estratégia de engajamento do cliente.

O fim dos cookies

O estudo também apontou que 55% das empresas dizem não estarem totalmente preparadas para um mundo sem cookies, mesmo que essa seja uma realidade iminente. Esse número no Brasil é de 44%. Hoje, 81% das empresas dependem de cookies de terceiros para continuarem seus negócios.

Os cookies de terceiros já estão bloqueados pelo Firefox e Safari e também serão bloqueados pelo Google Chrome até o final de 2023. As empresas precisam se preparar rapidamente para essas mudanças, quando dados de consumo não poderão mais ser adquiridos dessa forma. Quando perguntados sobre que tipo de dados de clientes sua estratégia de marketing depende atualmente, 81% das empresas disseram que pelo menos metade de seus dados eram de terceiros. Enquanto isso, 85% dos consumidores querem que as marcas usem apenas dados primários ao entregar o tipo de experiência personalizada que eles esperam agora.

A depreciação dos cookies causará ainda mais dificuldade para as marcas que dependem deles para identificar e rastrear visitantes em seus sites. 42% das empresas preveem que as mudanças iminentes levarão a um menor retorno do investimento em seus gastos com marketing. Isso significa que quando um pilar fundamental da internet baseado em publicidade e mídia social desaparecer, coletar e confiar em dados primários não será mais apenas uma vantagem competitiva – será uma aposta para a sobrevivência.

Personalização: expectativas versus realidade

A personalização emergiu como um dos aspectos mais importantes da entrega de uma experiência de marca competitiva que atrairá clientes e criará fidelidade à marca. De fato, as consequências de não fornecer experiências personalizadas aos clientes podem ser graves, com quase dois terços dos consumidores dizendo que deixarão de usar uma marca se ela não personalizar sua experiência.

No entanto, embora marcas e consumidores concordem que a personalização é importante, o relatório descobriu algumas lacunas surpreendentes entre os dois grupos. Por exemplo, a maioria das empresas (88%) pesquisadas acredita que a personalização é fundamental para sua estratégia de engajamento do cliente. No entanto, enquanto 75% das empresas afirmam fornecer experiências personalizadas boas ou excelentes aos clientes, mais da metade dos consumidores (52%) discorda, relatando personalização ruim ou média.

Cinco fundamentos para garantir a sobrevivência digital

“A pesquisa é clara: as empresas que priorizaram o engajamento digital do cliente estão colhendo os frutos”, disse Glenn Weinstein, Chief Customer Officer da Twilio. “Entre as altas expectativas dos clientes, tecnologias em mudança e a perda iminente de cookies, a personalização nem sempre é fácil. Mas as empresas podem vencer seguindo cinco fundamentos principais: adotar o digital, personalizar cada interação, mudar para dados primários, fechar a lacuna de confiança e encontrar maneiras mais inteligentes de se envolver com os clientes.”

As principais conclusões do relatório da Twilio incluem:

  •   70% é o aumento médio de receita entre as empresas que investiram no engajamento digital do cliente nos últimos dois anos. Para 7% das empresas que responderam, as receitas triplicaram após investir no engajamento digital do cliente;
  •   As empresas B2C dizem que os últimos dois anos aceleraram suas estratégias de transformação digital em uma média de 6,5 anos. Entre os entrevistados, 17% das empresas dizem que avançaram de 10 a 14 anos.
  •   75% das empresas acham que estão oferecendo experiências personalizadas boas ou excelentes. Mas mais da metade dos consumidores discordam;
  •   95% das empresas B2C acreditam que os consumidores confiam em sua capacidade de proteger dados, mas apenas 65% dos consumidores realmente confiam nessas empresas;
  •   A geração Z e a geração Y são duas vezes mais propensas que os baby boomers a terem experimentado fadiga digital nos últimos 30 dias;
  •   O relatório também fornece insights e exemplos de engajamento digital de clientes de classe mundial de cinco organizações globais líderes diferentes – Allianz, Intuit, Nubank, The Trevor Project e Electrolux.

O relatório é baseado em duas pesquisas realizadas pela Lawless Research em dezembro de 2021 e janeiro de 2022. A pesquisa da empresa B2C coletou respostas de 3450 líderes empresariais, enquanto a pesquisa do consumidor coletou respostas de 4500 consumidores. Ambas as pesquisas incluíram entrevistados da Austrália, Brasil, Colômbia, França, Alemanha, Itália, Japão, México, Singapura, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos, com várias centenas a 1000 respostas de cada país. Além disso, o relatório inclui análise de dados agregados anônimos de mais de 1,6 trilhão de interações que ocorreram na plataforma da Twilio, incluindo o Twilio Segment, nos últimos anos.

https://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/39795/investimentos-no-engajamento-digital-do-cliente-geraram-aumento-medio-de-receita-de-ate-95-por-cento-no-brasil-aponta-twilio.html

 

Em 2013, a investidora norte-americana Aileen Lee cunhou o termo “unicórnios” para designar startups avaliadas em pelo menos 1 bilhão de dólares, mas para essas empresas assumirem este posto são necessários três requisitos indispensáveis: tecnologia, escalabilidade e crescimento acelerado.

De lá para cá, o termo ganhou força e popularidade e, desde maio de 2017, o Brasil começou a ganhar os seus primeiros unicórnios brasileiros. O Brasil se classifica entre os 10 países com o maior número de startups avaliadas acima de US$1 bi, com uma relação total de 16 unicórnios em meio a um registro de 13.465 startups em todo o país, de acordo com a StartupBase.

As candidatas a unicórnio para 2022

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Desde que o aplicativo de transporte 99 se tornou o primeiro unicórnio brasileiro, em 2018, nunca surgiram tantos em apenas um ano no Brasil. Para o ecossistema de inovação brasileiro, o ano de 2021 teve um valor recorde de investimento. As startups brasileiras arrecadaram mais de US$ 9,7 bilhões em investimentos até novembro.

Esse fenômeno levou o Brasil a atualizar sua lista de unicórnios com 10 novas startups somente em 2021. Entre os canditados a unicórnio em 2022 estão fintechs, healthtechs e edtechs, que podem se tornar as primeiras representantes  a valer mais de US$ 1 bilhão, segundo o site Startups e CB Insights. Confira a lista completa a seguir:

  1. Alice

O programa Want-to-Be-Wellness arrecadou US$ 174,8 milhões desde seu lançamento no início de 2020. A rodada de US$ 127 milhões da Série C é a segunda e primeira deste ano. O ponto alto de sua trajetória, que deixa espaço para uma D-Series maior em 2022.

2. Beep

A Beep levantou uma rodada da Série B em abril com uma avaliação de 670 milhões de reais, ou cerca de US$ 120 milhões. Arrecadou R$ 130 milhões, ou cerca de US$ 23 milhões, desde a sua criação. Parece um “grande trecho”, mas faz sentido dado o ritmo de crescimento e a estrutura que a empresa está consolidando.

3. Cora

O banco digital é uma das duas rodadas de financiamento em 2021. A startup Cora conquistou US$ 116 milhões em financiamento da Série B, 4 meses após o financiamento da Série A e um aumento de 4x no tamanho. Isso coloca a fintech em uma avaliação de cerca de US$ 350 milhões. Na série C, isso tende a pelo menos triplicar até 2022.

4. Descomplica

A Descomplica lançou sua Série E em fevereiro, arrecadando US$ 130 milhões. Na próxima rodada, trazendo pelo menos US$ 100 milhões em caixa – o que não deve estar fora de questão considerando o perfil de investidor que tem – a avaliação deve ultrapassar US$ 1 bilhão e a empresa passa para a próxima linha, um IPO

5. Kovi

A startup de aluguel de carros anunciou em agosto que havia arrecadado US$ 100 milhões (562 milhões de reais) em uma rodada da Série B, e agora a empresa sonha com a expansão internacional.

  1. Neon

Na verdade, os bancos digitais já são unicórnios. A Neon já obteve 5 financiamentos e a última rodada  foi uma Série C por US$ 300 milhões em 2 de setembro de 2020. Uma captura em 2022 só marcará o status quo.

  1. Trybe

A edtech Trybe que já teve 2 financiamentos, foi avaliada em US$ 252 milhões em uma rodada da Série B anunciada em outubro de 2021, da qual levantou US$ 27 milhões para um total de US$ 40 milhões.

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Dentre as startups mais valorizadas do mundo, está a fintech brasileira Nubank com o valuation de 25 U$ bilhões. Segundo o CB Insights, para 2021 o cenário de empresas unicórnio no mundo está aquecido, com mais de 546 no mundo, que somam um valuation total de U$ 1.817 bilhões.

A maior empresa com valuation está a empresa de IA Bytedance, que é a startup de maior valuation atualmente. Ela é a empresa-mãe do TikTok, que é considerada uma das mais promissoras do mundo e é avaliada em US$ 140 bilhões.

Ocupando a segunda posição, está a startup SpaceX de Elon Musk, que é avaliada em US$ 74 bilhões na lista de unicórnios. Em seguida, está a startup Stripe que foi avaliada em torno de US $ 95 bilhões em 2020.

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A Magazine Luiza é a empresa brasileira que mais comprou startups na América Latina, segundo a Sling Hub, plataforma de inteligência de dados em inovação. A argentina Mercado Livre também está na lista, ao lado de outras sete companhias brasileiras como B2W (Americanas), Locaweb e Méliuz.

O estudo reúne dados de 24.409 startups e 656 investidores em países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai. Os dados apontam para um recorde neste ano na região. Até agosto, 195 startups latinas entraram em processos de fusão e aquisição. No ano passado, ocorreram 200 acordos desse tipo, e 83% das startups adquiridas foram brasileiras.

A Magalu, investiu em muitas empresas e startups no último ano, ao se tornar dona de mais cinco delas. Entre outros motivos para isso, a rede de lojas nutre o plano de criar um “superapp”, ou seja, um aplicativo que concentra serviços de diversos setores, como ocorre com as gigantes chinesas do comércio digital como Baidu e WeChat.

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Elencamos a lista completa com todas as startups brasileiras avaliadas em pelo menos 1 bilhão de dólares. Conheça agora cada uma delas:

99

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Aplicativo de transporte individual
  • Fundadores: Paulo Veras, Ariel Lambrecht e Renato Freitas
  • Quando se tornou um unicórnio: Maio de 2017

Fundada em São Paulo em 2012 por Paulo Veras, Ariel Lambrecht e Renato Freitas, a 99 se tornou uma startup unicórnio em janeiro de 2018, ao ser adquirida pelo equivalente a US$ 1 bilhão pelo grupo chinês Didi Chuxing. Na época, o pagamento total foi de US$ 600 milhões – a empresa asiática já tinha participações na 99 antes de efetuar a compra.

PagSeguro

  • Fundação: 2006
  • O que faz: Soluções de pagamento
  • Quando se tornou um unicórnio: Janeiro de 2018

A PagSeguro, empresa de meios de pagamento afiliada ao UOL, tornou-se unicórnio brasileiro após ser listada na Bolsa de Valores de Nova York. Este é um dos IPOs de maior sucesso de empresas brasileiras no exterior. Ao final do primeiro dia de listagem, a empresa estava avaliada em US$ 9,2 bilhões. Hoje, vale US$ 15,44 bilhões.

OBS: A PagSeguro deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

Nubank

  • Fundação: 2013
  • O que faz: Operadora de cartões de crédito totalmente baseada no digital.
  • Fundadores: David Vélez, Cristina Junqueira e Edward Wible
  • Quando se tornou um unicórnio: Março de 2018

Depois de receber um investimento de US$ 150 milhões do DST Global Fund, Nubank revelou que havia se tornado um unicórnio – no entanto, a empresa alegou que havia alcançado essa avaliação de mercado antes desta rodada de investimentos. Poucos meses depois, o Nubank foi avaliado em US $ 4 bilhões após receber financiamento da Tencent da China. Em julho deste ano, tornou-se a primeira startup brasileira a se tornar uma decacórnio, e recebeu US $ 400 milhões do fundo americano TCV, com avaliação de cerca de US $ 10 bilhões.

OBS: O Nubank  deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio em 2021, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

Arco Educação

  • Fundação: 2004
  • O que faz: Software educacional
  • Fundador: Oto de Sá Cavalcante
  • Quando se tornou um unicórnio: Setembro de 2018

A empresa Arco Educação anunciou a abertura de capital (IPO) na bolsa de valores americana Nasdaq. A companhia arrecadou US$ 194,5 milhões, cerca de R$ 783 milhões, com a venda de uma fatia de 22,8% do negócio. O preço da ação ficou definido em US$ 17,50 para o início das negociações, chegando a um valor de mercado de US$ 850 milhões (R$ 3,4 bilhões).

OBS: A Arco Educação  deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

Stone

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Soluções de pagamento
  • Fundador: André Street
  • Quando se tornou um unicórnio: Outubro de 2018

Fundada  em 2012, a Stone se beneficiou de uma mudança regulatória para crescer no mercado brasileiro de maquininhas de cartão de crédito. Foi crescendo pelas beiradas, buscando espaço em um setor controlado pela dupla Rede e Cielo, e, ao abrir capital na bolsa de valores de Nova York em 2018, chegou à avaliação de unicórnio.

OBS: A Stone deixou de fazer parte da lista de startups unicórnio, por possuir abertura de IPO, tornando-se uma empresa de capital aberto.

iFood

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Maior plataforma de delivery de comida pela internet da América Latina.
  • Fundadores: Guilherme Pinho Bonifacio, Patrick Sigrist, Felipe Ramos Fioravante e Simone Alves de Carvalho
  • Quando se tornou um unicórnio: Novembro de 2018

O iFood, que pertence à holding Movile, recebeu em novembro de 2018 um aporte de US$ 500 milhões dos fundos Naspers e Innova Capital, ligado a Jorge Paulo Lemann.

Movile

  • Fundação: 1998
  • O que faz: Empresa por trás da criação do iFood, PlayKids, Sympla e outros.
  • Fundadores: Fabricio Bloisi e Eduardo Henrique
  • Quando se tornou um unicórnio: Novembro de 2018

Quando a startup de delivery de comida, iFood, tornou-se um unicórnio,  levou junto a sua dona, a Movile, a se tornar startup unicórnio também. Vale dizer que a Movile, além do iFood, também tem investimentos em startups como Sympla e é dona do Playkids.

Gympass

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Plataforma de acesso a academias e estúdios para atividades físicas presente em mais de 14 países.
  • Fundadores: César Carvalho, Vinicius Ferriani e João Thayro
  • Quando se tornou um unicórnio: Junho de 2019

A Gympass que está em mais de 14 países, recebeu um aporte de US$ 300 milhões liderado pelo SoftBank e pelo General Atlantic, fundo americano com experiência em startups. A startup tem um modelo de negócios ousado: oferece um plano de “assinatura de academias, atividades físicas e serviços de bem-estar” a empresas, que por sua vez repassam esse sistema como um benefício a seus colaboradores.

Loggi

  • Fundação: 2014
  • O que faz: Plataforma para entregas via motoboys.
  • Fundadores: Fabien Mendez e Arthur Debert
  • Quando se tornou um unicórnio: Junho de 2019

A primeira startup brasileira ser investida pelo grupo Softbank, foi a Loggi, fundada pelo francês Fabien Mendez em São Paulo. A startup de entregas levantou US$ 150 milhões em uma rodada liderada pelos japoneses.

QuintoAndar

  • Fundação: 2013
  • O que faz: Plataforma para aluguel de imóveis.
  • Fundadores: André Penha e Gabriel Braga
  • Quando se tornou um unicórnio: Setembro de 2019

A QuintoAndar foi fundada em 2013 pelos empresários Gabriel Braga e André Penha e é responsável por mediar a relação entre senhorio e inquilino e eliminar a necessidade de fiadores, fiadores ou fiadores. Hoje, atua em 25 cidades do Brasil e fecha 4.500 contratos por mês. Em uma rodada de financiamento liderada pela SoftBank e o fundo americano Dragoneer, ele recebeu US $ 250 milhões e se tornou um unicórnio.

Ebanx

  • Fundação: 2012
  • O que faz: Solução para que empresas internacionais possam receber pagamentos feitos no Brasil.
  • Fundadores: Alphonse Voigt, Wagner Ruiz e João Del Valle
  • Quando se tornou um unicórnio: Outubro de 2019

O Ebanx permite que empresas estrangeiras como Spotify, Airbnb e Aliexpress vendam produtos e serviços para brasileiros e os cobrem em moeda local. A empresa foi fundada em Curitiba em 2012 por Alphonse Voigt, João del Valle e Wagner Ruiz, e hoje conta com mais de 600 funcionários e está presente em diversos países da América Latina – e pretende se expandir para lá.

Wildlife Studios

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Desenvolve jogos mobile.
  • Fundadores: Arthur Lazarte e Victor Lazarte
  • Quando se tornou um unicórnio: Dezembro de 2019

A Wildlife foi fundada em São Paulo em 2011 e continua sendo o Top Free Games (TFG). É o unicórnio com a trajetória de desenvolvimento mais cautelosa até o momento: entrou na segunda fase da história após adquirir a Benchmark Capital (do Uber, Twitter e Snapchat).

Loft

  • Fundação: 2018
  • O que faz: Compra e reforma de imóveis utilizando inteligência artificial.
  • Fundadores: lorian Hagenbuch e Mate Pencz
  • Quando se tornou um unicórnio: Janeiro de 2020

A Loft foi fundada em agosto de 2018 pelos criadores das impressoras digitais Printi Mate Pencz e Florian Hagenbuch, usando a tecnologia para dar nova vida a negócios antigos: compra, reforma e venda de apartamentos. A empresa tem como objetivo entrar em novos mercados no Brasil e na América Latina.

VTEX

  • Fundação: 2000
  • O que faz: Conecta o mercado de varejo através de plataforma de e-commerce.
  • Fundadores: Geraldo Thomaz e Mariano Gomide
  • Quando se tornou um unicórnio: Setembro de 2020

A VTEX foi fundada em 2000 e possui um sistema que permite às marcas criarem lojas online. Hoje, a empresa é responsável pelas operações de e-commerce de marcas como Samsung, Whirlpool, C&A, Saraiva e O Boticário. Ao receber uma rodada de doações de R $ 1,25 bilhão liderada pela Tiger Global, Constellation e Lone Pine Capital, tornou-se um unicórnio. Seu valor é de 1,7 bilhão de dólares americanos.

C6 Bank

  • Fundação: 2012
  • O que faz: É um banco sem agências físicas.
  • Fundadores:  Carlos Fonseca e Leandro Torres
  • Quando se tornou um unicórnio: Dezembro de 2020

O banco digital C6 Bank tornou-se o mais novo unicórnio do país, com valor de mercado fixado em R$ 11,3 bilhões de reais (US$ 2,1 bilhões). Mais de 40 investidores privados estiveram envolvidos no recente esforço de arrecadação de fundos da holding C6, que resultou em um aumento de capital de R$ 1,3 bilhão (US$ 252 milhões). O Credit Suisse atuou como agente financeiro da operação e seu presidente no Brasil, José Olympio Pereira, diz que notou um “enorme interesse” dos investidores na rodada.

Creditas

  • Fundação: 2018
  • O que faz: Empréstimo com garantia de imóvel, veículo, consignado privado e financiamento de carro.
  • Fundadores:  Sergio Furio
  • Quando se tornou um unicórnio: Dezembro de 2020

Em 2019, a Creditas chegou perto de virar unicórnio com um aporte de US$ 231 milhões liderado pelo SoftBank – o aporte a avaliou em US$ 750 milhões. No apagar das luzes de 2020, um novo aporte – de US$ 255 milhões, liderado por fundos de private equity – fez a empresa ser avaliada em US$ 1,75 bilhões, entrando neste seleto clube.

Madeira Madeira

  • Fundação: 2009
  • O que faz: Venda de bens para lares através de varejo online e offline
  • Fundadores: Daniel Scandian e Marcelo Scandian
  • Quando se tornou um unicórnio: Janeiro de 2021

Especializada em venda online de material de construção e móveis, a startup curitibana MadeiraMadeira anunciou em janeiro de 2021 que o seu valor de mercado superou a marca de US$ 1 bilhão, após receber um aporte de US$ 190 milhões liderado pelo Softbank e pela gestora de fundos de ações Dynamo.

Hotmart

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Plataforma online para distribuição e vendas de produtos
  • Fundadores:  João Pedro Resende e Mateus Bicalho
  • Quando se tornou um unicórnio: Março de 2021

A startup mineira Hotmart, depois de mais de um ano escondendo o título, confirmou pela primeira vez que já havia atingido em 2020 a avaliação de US$ 1 bilhão. Fundada por João Pedro Resende e Mateus Bicalho em 2011, a Hotmart ajuda criadores de conteúdo a monetizarem seus produtos na internet.

Mercado Bitcoin

  • Fundação: 2013
  • O que faz: Plataforma de negociação de bitcoins e criptomoedas
  • Fundador: Gustavo Chamati
  • Quando se tornou um unicórnio: Julho de 2021

O fundo Softbank fechou acordo para investir US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) na plataforma de criptomoedas brasileira Mercado Bitcoin. Este é o maior aporte do fundo no setor na América Latina, segundo nota. Com o investimento, o grupo 2TM, holding que controla o Mercado Bitcoin, passa a ser avaliado em US$ 2,1 bilhões — tornando-se uma startup unicórnio.

Unico

  • Fundação: 2007
  • O que faz: Oferece soluções de biometria facial e admissão digital
  • Fundadores: Diego Martins, com a ajuda de Rui Jordão e Paulo Alencastro
  • Quando se tornou um unicórnio: Agosto de 2021

A startup Unico, empresa brasileira que oferece soluções em identificações digitais, é o mais novo unicórnio brasileiro – empreendimento avaliado em mais de US$ 1 bilhão. A IDTech anunciou, que recebeu aporte de R$ 625 milhões, durante uma rodada de investimentos liderada pelos fundos da General Atlantic e do SoftBank.

 Nuvemshop

  • Fundação: 2011
  • O que faz: Plataforma de e-commerce para pequenos e médios varejistas
  • Fundadores: Santiago Sosa
  • Quando se tornou um unicórnio: Agosto de 2021

A Nuvemshop recebeu um aporte de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões) em uma rodada liderada pelos fundos Insight Partners e Tiger Global Management. Com o investimento, a startup se torna mais um unicórnio brasileiro – pode haver um debate sobre a nacionalidade da empresa, já que ela foi fundada na Argentina, mas, com a matriz transferida para cá, a Nuvemshop se apresenta como uma companhia brasileira. 

Frete.com

  • Fundação: 2008
  • Fundador: Federico Vega
  • O que faz:  conecta transportadoras a caminhoneiros para o transporte de carga em todo o país
  • Quando se tornou um unicórnio: Novembro de 2021

Em novembro do ano seguinte, tornou-se unicórnio ao receber cheque de outros US$ 200 milhões da chinesa Tencent e do japonês Softbank. A partir de então, a companhia passou a se chamar de CargoX para Frete.com 

CloudWalk

  • Fundação: 2013
  • Fundador: Luis Silva
  • O que faz: startup de meios de pagamento
  • Quando virou um unicórnio: Novembro de 2021

A CloudWalk tornou-se unicórnio após receber o segundo aporte em 2021, de US$ 150 milhões, elevando a avaliação de mercado para US$ 2,15 bilhões. 

Daki

  • Fundação: 2021
  • Fundadores: Rafael Vasto, Rodrigo Maroja e Alex Bretzner
  • O que faz: startup de entrega ultrarrápida de mercado
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A Daki, especializada em delivery de itens de mercado em até 15 minutos, tornou-se unicórnio com 10 meses de vida ao receber aporte de US$ 260 milhões. O cheque impulsiona a startup em um setor com diversos gigantes, como iFood, Rappi e Uber Eats

Merama

  • Fundação: 2020
  • Fundadores: Guilherme Nosralla, Renato Andrade, Sujay Tyle, Olivier Scialom e Felipe Delgado
  • O que faz: empresa de aceleração de marcas em plataformas digitais
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A startup Merama, que tem sede em São Paulo e na Cidade do México, recebeu um investimento Series A de US$ 160 milhões, US$60 de equity e US$ 100 de linha de crédito. A rodada contou com a participação de fundos de ponta como a Monashees, Valor Capital, Balderton e MAYA Capital, além de fundadores e executivos ligados a empresas como MadeiraMadeira, Rappi, iFood e entre outros. 

Olist

  • Fundação: 2015
  • Fundadores: Tiago Dalvi
  • O que faz: startup de comércio eletrônico
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A Olist conquistou o título de unicórnio, em dezembro, quando levantou cerca de US$ 186 milhões (cerca de R$ 1 bilhão), oito meses após fechar outra rodada de R$ 454 milhões. Fundada em Curitiba em 2015, a companhia nasceu como uma “digitalizadora” de lojas físicas em marketplaces conhecidos, como Amazon e Mercado Livre. 

Facily

  • Fundação: 2018
  • Fundadores:
  • O que faz: startup de  social commerce
  • Quando virou unicórnio: Dezembro de 2021

A startup recebeu US $135 milhões em investimentos em Série D-1, como uma extensão da rodada da Série D, de US $250 milhões anunciada em novembro deste ano. A rodada foi liderada pela Goodwater e Prosus,  junto com a Rise Capital, Emerging Variant, Tru Arrow e outros fundos.

Neon

  • Fundação: 2016
  • Fundadores: Pedro Conrade
  • O que faz: fintech
  • Quando virou unicórnio: Fevereiro de 2022

Após um aporte de US$300 milhões, a startup Neon agora é avaliada em mais de US$1 bilhão, se tornando o novo unicórnio brasileiro.  A rodada foi liderada pelo banco espanhol BBVA. A fintech não divulgou sua avaliação exata. A Neon diz ter se tornado unicórnio há “algum tempo” – mas o anúncio foi feito apenas nesta segunda-feira (14/02).

https://blog.aaainovacao.com.br/unicornios-brasileiros/ 

Para este ano, especialistas projetam crescimento de 10% a 15% nesse tipo de vendas em relação a 2021

“Se sua marca não está no mercado digital, ela não existe”. Assim define a consultora de marketing e docente do curso técnico homônimo do Senac Mariana Melo. Para ela, o empenho no trabalho de marketing digital é fundamental para qualquer negócio, sobretudo para aqueles encabeçados por pessoas que aproveitam as datas comemorativas para empreender e aumentar a renda – movimento muito recorrente na Páscoa, quando muitos decidem produzir e vender ovos de chocolate.

“O marketing é o presente e o futuro. Por isso, hoje ele é essencial para todo negócio que se propõe a crescer, inovar e permanecer. O investimento em Marketing Digital, portanto, é primordial para toda marca que se preocupa em se fixar na mente do consumidor”, afirma a docente.

Dados recentes mostram que o mercado está bem otimista com as vendas de Páscoa deste ano. A Associação Brasileira de Supermercados (Abras), por exemplo, espera que os negócios cresçam entre 10% e 15% quando comparado com 2021, o que mostra que, aos poucos, a normalidade está voltando após a crise desencadeada pela pandemia.

Grande parte das vendas, entretanto, deve ocorrer no ambiente digital. De acordo com pesquisa recente da Social Commerce, mais de 62% de usuários ativos do Instagram compram produtos de lojas e vendedores presentes na plataforma.

“O posicionamento digital é efetivo e pode ser mensurado com mais clareza”, explica Mariana. Ela acrescenta que, para alcançar resultados positivos, é “indispensável criar conteúdo que tenham utilidade para o consumidor de modo que mostre o produto em sua melhor versão”.

Para mais, destaca a docente do Senac, no caso de quem decidir investir na produção e venda de ovos de chocolate para a Páscoa, a divulgação do processo produtivo e do modo como o produto é conservado será muito útil para gerar engajamento nas redes e, consequentemente, melhor resultado nas vendas.

“Existem diversas dicas que eu poderia dar. Contudo, se o indivíduo que está começando a empreender agora no meio digital pretende ter bons resultados desde o início, meu melhor conselho é: invista na contratação de profissionais capacitados para criar conteúdo e gerenciar o tráfego pago do Instagram. São profissionais altamente capacitados que saberão como lidar com a plataforma e com os potenciais clientes”, finaliza.

Curso Técnico em Marketing no Senac

O Senac oferece cursos gratuitos de Técnico em Marketing. As aulas integram o Programa Senac de Gratuidade (PSG), voltado para pessoas com renda mensal familiar per capita inferior a dois salários mínimos, e têm como objetivo possibilitar ao profissional projetar e implementar planos de marketing, realizar análises de vendas, preços e produtos, bem como desenvolver projetos de comunicação, de fidelização de clientes e relação com fornecedores.

Sobre o Senac em Minas

Com um olhar atento às tendências mundiais e no contexto da Revolução 4.0, o Senac tem como propósito oferecer educação profissional de qualidade, com base nas demandas empresariais e sociais, e nas tendências do mundo do trabalho, da inovação e dos princípios de sustentabilidade. O portfólio de cursos da instituição é desenvolvido com base na necessidade do mercado, considerando pesquisas, estudos e contatos diretos com os empresários. São 41 unidades educacionais distribuídas no estado e 12 carretas móveis que reproduzem os ambientes das salas de aula.

O Senac oferece opções de cursos livres, técnicos, graduação e MBA, que permitem uma formação complementar transversal, o chamado itinerário formativo. O aluno pode traçar sua trajetória partindo dos cursos de formação inicial chegando ao ensino superior ou vice-versa. Além disso, a variedade de segmentos de atuação (gestão, saúde, gastronomia, comércio, idiomas, tecnologia da informação, moda, segurança, beleza, meio ambiente, turismo, design, produção de alimentos, entre outros) corrobora com uma formação diferenciada.

blankQuem Somos

Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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