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No dia Mundial da Língua Portuguesa, veja como as abreviações criadas pelos adolescentes transformam o português

Ss, Vz, CP, não conhece essas expressões? Abreviações são usadas com frequência por jovens e adolescentes nas redes sociais, principalmente nos aplicativos de conversa. Neste Dia Mundial da Língua Portuguesa (5 de maio), esta forma de comunicação ilustra as mudanças que ocorrem na língua com o passar dos anos.

As siglas usadas nas conversas priorizam as consoantes e a maioria vem de redução de gírias. Ss (sim), vz (pegar a visão) e cp (se pá) surgiram, na opinião da professora de Linguagens e suas Tecnologias no Ensino Médio Técnico do Senac SP, Raquel Faustino, “como uma forma de comunicação entre os mais jovens, justamente para que os pais não entendem o que está sendo dito, um jeito deles se identificarem com um grupo.”

Essa maneira de conversar também faz parte do processo de transformação da língua. “O que chama a atenção é que está ocorrendo muito rápido porque segue a velocidade das mudanças na tecnologia”, diz. “Toda nova ferramenta tecnológica altera a forma de comunicação, isso ocorreu com o telégrafo, por exemplo, que exigiu o uso de abreviações também.”

“Se pegarmos um texto de Camões também teremos dificuldade para entender porque a língua está em constante processo de mudança e essa é a beleza: entender a língua portuguesa como um conjunto, de ter variedade tanto na linguagem formal quanto informal.”

Mas para os pais e professores que não conseguem acompanhar essas conversas nas redes sociais, qual a dica? Vale fazer um glossário? “O melhor caminho é perguntar e abrir o canal de diálogo, e entender que, em alguns anos, provavelmente, esses adolescentes também estarão questionando as mudanças na língua.”

https://noticias.r7.com/educacao/ss-vz-cp-conhece-a-linguagem-usada-nas-redes-sociais-05052022

Agora para aparecer para novos clientes é só usando tráfego pago! Mas, será mesmo?

Técnicas estratégicas devem ser utilizadas para o tráfego orgânico (Crédito: Divulgação)

Técnicas estratégicas devem ser utilizadas para o tráfego orgânico (Crédito: Divulgação)

Não se engane pelas ondas de sucesso que surgem pela internet. Comenta-se tanto da importância da gestão de tráfego hoje em dia que o orgânico está sendo deixado de lado. Aos caros leitores e leitoras, o conteúdo orgânico é aquele que você não precisa pagar para aparecer em plataformas como Google e Meta (antigo Facebook). Para ilustrar, seria quando alguém pesquisa por uma palavra-chave no Google e o seu negócio aparece em primeiro lugar.

De fato, o tráfego pago é uma excelente iniciativa que qualquer tipo de negócio pode considerar. Com a diminuição do alcance de conteúdo, acaba sendo uma válvula de escape que pode trazer inúmeros resultados positivos.

Entretanto, é complicado deixar o tráfego orgânico de lado. Posicionar o seu site ou conteúdo em primeiras posições requer um bocado de técnicas como SEO (Search Engine Optimization), formas de gravar e publicar. E, leva tempo. Existem duas óticas que podemos examinar este caso:

  • Você pode investir apenas em tráfego pago (Resultado já e sempre investindo em anúncios)
  • Você pode investir em tráfego pago e tráfego orgânico (Resultado já e resultados futuros sem fazer anúncios)

É uma questão de estratégia. O tráfego pago é ótimo. Mas quando é junto com SEO no orgânico, torna-se melhor ainda.

Estratégias de tráfego pago e orgânico

Para as mídias pagas não tem segredo. De forma bem resumida, você desenvolve anúncios e começa a publicação. Para o orgânico, técnicas devem ser utilizadas. Escolhas de palavras-chave, otimização de website, link building e a lista só cresce. Geralmente, a gestão de tráfego é feita por profissionais qualificados que vão auxiliar e mostrar todo o caminho necessário para ter os melhores resultados. O mesmo é aplicado para montar a estratégia para estar nas primeiras posições do Google ou elevar outros conteúdos no topo.

Está pronto para começar?

Fazer tudo isso sozinho é possível, mas vai levar mais tempo. Muitas empresas oferecem esse serviço de marketing digital em Sorocaba. Quando iniciar com as primeiras conversas, sempre tenha em mente também a importância do tráfego orgânico. Pergunte, peça para explicar. O pensamento no longo prazo faz a diferença, especialmente no mundo BANI de hoje.

O planejamento é importante. Estruturar a casa é o primeiro passo, e quando uma empresa que oferece serviços digitais tem essa parceria com seus clientes, o céu é o limite.

https://www.jornalcruzeiro.com.br/suplementos/tecnologia/2022/04/692087-a-importancia-do-trafego-organico-na-era-da-midia-paga.html

Bilionário chegou a um acordo para adquirir a rede social por US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões) e transformá-la em uma empresa de capital fechado

Elon Musk, bilionário dono da Tesla e da SpaceX, em imagem de maio de 2021 — Foto: Michele Tantussi/Reuters

Elon Musk, bilionário dono da Tesla e da SpaceX, em imagem de maio de 2021 — Foto: Michele Tantussi/Reuters

O acordo de Elon Musk para comprar o Twitter foi confirmado pela empresa nesta segunda-feira (25). A aquisição irá movimentar cerca de US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões) e tornará a rede social uma companhia de capital fechado.

A empresa espera concluir o negócio ainda este ano, mas ainda precisa da aprovação formal de seus acionistas e de órgãos regulatórios.

Quem é Elon Musk?

Elon Musk é o homem mais rico do mundo e tem um patrimônio avaliado em US$ 273 bilhões (R$ 1,3 trilhão), segundo ranking da Bloomberg. Conhecido por suas polêmicas, ele foi eleito pela revista “Time” como a “Personalidade do Ano” em 2021. E, neste mês, encabeçou a lista dos bilionários da “Forbes”, à frente do dono da Amazon, Jeff Bezos.

Nascido em Pretória, na África do Sul, em 1971, Musk é filho de um sul-africano e de uma canadense. Ele viveu no país natal até 1989, quando se mudou para o Canadá pouco antes de completar 18 anos.

Ele cursou a faculdade na Queen’s University em Ontário, no Canadá, mas, no meio da graduação, se mudou para a Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, onde se naturalizaria americano.

Musk é bacharel em física e economia. Ele primeiro se tornou conhecido pela criação da Tesla, fabricante de carros elétricos, em 2003. Depois, foi diversificando seus negócios. Leia mais sobre a trajetória de Elon Musk.

Quanto Elon Musk pagará pelo Twitter?

O Twitter informou que os acionistas receberão US$ 54,20 (R$ 264) em dinheiro por cada ação. Segundo a empresa, esse valor é 38% maior à cotação das ações em 1º de abril, último dia de negociações antes de a participação de Musk na empresa ser revelada.

Para o acordo ser fechado, Musk vai usar US$ 21 bilhões (R$ 102 bilhões) de sua fortuna e obter o restante de um empréstimo de US$ 25,5 bilhões (R$ 124 bilhões).

O valor é muito acima do que foi pago, por exemplo, na compra do WhatsApp pelo Facebook, em 2014 (US$ 22 bilhões), e do Instagram, também pela empresa de Mark Zuckerberg, em 2012. Relembre outros negócios milionários em tecnologia.

Musk já é dono da rede social?

Ainda não. O que aconteceu foi a aprovação do negócio por unanimidade pelo Conselho de Administração do Twitter e isso é um passo importante para o magnata assumir o controle da rede social.

Segundo o Twitter, a transação precisa ser aprovada pelos acionistas e por órgãos regulatórios. A previsão é de que ela seja concluída ainda neste ano.

Qual era a relação de Musk com o Twitter?

Além de ser um usuário assíduo da rede social, onde coleciona polêmicas, Musk comprou recentemente uma participação de 9,2% na empresa, o que fez dele o maior acionista.

As ações foram adquiridas em março, mas a negociação só foi revelada em 4 de abril. Na ocasião, Musk tinha cerca de 73 milhões de ações do Twitter, montante avaliado em US$ 2,9 bilhões (R$ 14 bilhões).

O modo como o bilionário comprou sua participação na companhia é alvo de um processo movido por ex-acionistas. Em uma ação coletiva, eles afirmam que Musk fez “declarações e omissões materialmente falsas e enganosas” ao não revelar que havia investido no Twitter, o que, segundo eles, seria uma violação de uma lei federal dos Estados Unidos.

Dias depois da compra dessa fatia da empresa, ele fez enquetes em seu perfil na rede social sobre liberdade de expressão e disse que considerava seriamente criar uma rede social para garantir esse direito aos usuários da internet.

Quais os planos de Musk para o Twitter?

No anúncio sobre o acordo, o bilionário voltou a comentar sobre a importância da liberdade de expressão na plataforma.

“A liberdade de expressão é a base de uma democracia em funcionamento e o Twitter é a praça da cidade digital onde assuntos vitais para o futuro da humanidade são debatidos”, afirmou Musk em comunicado sobre a aquisição.

Assim como outras plataformas, como o Facebook e o YouTube, que pertencem a empresas privadas, o Twitter tem sua política de uso e prevê punições pelo desrespeito a regras.

Um dos casos de maior repercussão foi o banimento do então presidente Donald Trump, no final de seu mandato, em 2021, dias depois da violenta invasão de apoiadores dele ao Capitólio, incentivada pelo político nas redes sociais.

Na época, o Twitter foi muito pressionado pela opinião pública a agir, mas também houve quem considerasse que a plataforma estava praticando censura. Trump também foi suspenso por 2 anos do Facebook pelo mesmo motivo.

Musk já indicou que quer abrir o código do algoritmo da rede social, que orienta, por exemplo, a exibição de posts, e autenticar todos os usuários humanos.

“Quero tornar o Twitter melhor do que nunca, aprimorando o produto com novos recursos, tornando os algoritmos de código aberto para aumentar a confiança, derrotando “bots” (robôs) de spam e autenticando todos os humanos”, afirmou.

Com a compra, o Twitter também deixará de negociar ações na bolsa de valores.

Quem manda no Twitter hoje?

Até que seja concluída a venda para Musk, o Twitter é uma empresa de capital aberto, com ações na bolsa. O bilionário se tornou o dono de 9,2% desses papéis — a maior fatia — a empresa também pertencia a diversos outros investidores, como bancos (veja quem são os principais acionistas).

Atualmente, o presidente-executivo do Twitter é Parag Agrawal. Ele assumiu o cargo em novembro de 2021, sucedendo Jack Dorsey, um dos fundadores da rede social.

A companhia também conta com um Conselho de Administração formado por 11 pessoas, incluindo Agrawal e Dorsey. Após a confirmação de que Musk havia adquirido 9,2% da empresa em ações, ele foi convidado para entrar no grupo.

Um dia depois, Parag Agrawal afirmou que o Musk havia desistido de integrar o Conselho. O chefe do Twitter não explicou o que tinha levado a essa decisão.

Quais são os outros negócios de Elon Musk?

Musk é fundador da empresa de exploração SpaceX, que faz missões para a Nasa, agência espacial americana, e também viagens privadas. Ela conquistou um marco em 2021, ao levar turistas para passar 3 dias no espaço.

A empresa opera ainda o serviço de internet via satélite Starlink.

O bilionário também é dono da fabricante de carros elétricos Tesla, fundada em 2003, com fábricas nos Estados Unidos, na Alemanha e na China.

Musk também investe em energia solar e em um projeto de viagem de longa distância ultra rápidas por meio de túneis chamados hyperloop (outros empresários possuem projetos semelhantes).

Quantos usuários o Twitter tem?

O Twitter informou no último trimestre de 2021 que contava com 217 milhões de usuários diários e monetizáveis, ou seja, contas que estão aptas a visualizarem anúncios ou produtos pagos da empresa, como assinaturas.

Não é nem de perto o montante do Facebook, a maior rede social do mundo, que tem cerca de 2 bilhões de usuários. Plataformas como WhatsApp e Instagram, ambas controladas pela dona do Facebook, e o TikTok também estão nessa faixa.

 

https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2022/04/25/elon-musk-compra-o-twitter-o-que-se-sabe-ate-agora.ghtml

A Meta (ex-Facebook Inc.) anunciou o modelo de monetização que adotará no Horizon Worlds, sua versão do metaverso. A plataforma tomaria cerca de 47,5% do valor obtido por desenvolvedores na venda de itens virtuais — naturalmente, a novidade não deixou a comunidade nada satisfeita.

A conta é simples: para listar um produto na loja, primeiro o desenvolvedor deveria comprometer os ganhos com vendas em 30% para o Meta Quest Store, a loja de apps dos óculos de realidade virtual da empresa; depois, para colocar o item dentro do Horizon Worlds, será necessário ceder 20% dos 70% restante — portanto, 47,5% no total. As informações foram confirmadas por um porta-voz da empresa ao jornal CNBC.

Esses itens virtuais, segundo a Meta, seriam roupas, acessórios, efeitos e outros itens incluídos no mundo digital — provavelmente, registrados como tokens não fungíveis (NFTs). Uma vez adquirido o “produto”, o usuário poderia equipar o acessório no próprio avatar 3D ou aproveitar experiências em RV criadas por desenvolvedores.

Essa seria uma das maiores comissões sobre vendas em plataformas digitais — superando, inclusive, as cobranças da Play Store (Google) e da App Store (Apple), ambas motivadoras de um acalorado debate no ano passado. A comunidade de desenvolvedores interessados em apostar no Horizon Worlds, portanto, não ficou nada feliz com a garfada de quase 50%.

Apple critica hipocrisia da Meta

Após o anúncio, nem mesmo os concorrentes deixaram barato a decisão da Meta: o porta-voz da Apple, Fred Sainz, criticou o que chamou de “hipocrisia” da empresa de Mark Zuckerberg. Ele relembrou que o CEO por vezes reclamou das taxas cobradas pela Maçã na App Store.

“A Meta repetidamente mirou a Apple por cobrar dos desenvolvedores uma comissão de 30% em compras da App Store, usando pequenas empresas e desenvolvedores como bode expiatório”, pontuou o executivo ao site MarketWatch. “O anúncio revela a hipocrisia da Meta. Isso mostra que enquanto eles procuram usar a plataforma da Apple gratuitamente, garfam tranquilamente dos criadores e pequenas empresas que usam sua plataforma”, finalizou.

Meta considera taxa “competitiva”

Contudo, na opinião do vice-presidente da Horizon Vivek Sharma, a cobrança seria “competitiva neste mercado”. “Acreditamos que outras plataformas também terão sua participação”, complementou ele em conversa com o The Verge.

Não se sabe se essa taxa será mantida por muito tempo ou se é uma condição para impulsionar os ganhos nos primeiros momentos do Horizon Worlds. Como é apenas o início da monetização do mundo virtual de Horizon, é possível que a Meta ainda esteja experimentando diferentes modelos para ver qual oferece o melhor balanço entre lucro e a satisfação dos desenvolvedores.

https://canaltech.com.br/apps/facebook-vai-cobrar-taxa-de-quase-50-sobre-vendas-no-metaverso-214337/

Um dos fatores que podem definir o sucesso de uma empresa, é a habilidade em definir o Perfil de Cliente Ideal – ICP

As empresas possuem cada vez mais metas de vendas altas e ambiciosas. E para alcançar esses objetivos, elas precisam ter um planejamento bem pensado e executado, e tudo começa na pesquisa sobre o perfil do cliente ideal, ou ICP. 

Isso porque, somente anunciar um serviço sem qualquer tipo de estratégia, não funciona. Ou, pode até gerar alguns resultados, porém, se a empresa espera alcançar objetivos grandes, assertivos e constantes, é preciso estudar o seu público.

O ICP nada mais é do que um perfil de pessoas que a empresa sabe que compraria e ficaria satisfeito com o serviço ou produto que ela oferece. Não adianta a empresa atuar com um petshop e oferecer serviços a pessoas que não tem nem animais de estimação, por exemplo. 

O objetivo com o estudo do cliente não é somente atraí-los, e sim, ter um tráfego no site ou página de rede social qualificados, atraindo as pessoas certas. Ou seja, um fluxo de pessoas que realmente tenham o perfil para adquirir o produto que a empresa oferece e podem efetivamente finalizar a compra. 

Além do mais, quando um cliente percebe que o ambiente foi pensado para atraí-lo e fazê-lo se sentir confortável, torna mais fácil a fidelização.

O ICP ajuda a separar os clientes ideias dos que não são, aumentando assim, consideravelmente, a taxa de conversão do site. E ter uma maneira assertiva na abordagem de vendas é extremamente importante para a captação efetiva desses consumidores. 

Perfil de cliente ideal – ICP

Atrair público para sites a fim de aumentar o volume de vendas é desafiador, mas não é o essencial. Não adianta atuar com base em tráfego se ele não gera os resultados esperados. Com o ICP é possível segmentar e dedicar tempo a contatos com potencial de vendas.

Quando uma empresa abre as portas, é preciso já ter em mente o seu produto ou serviço, qual o objetivo de vendas que ela tem, e que tipo de público se agradaria com o que ela oferece. E a partir de então, começar a traçar estratégias de como captar esses clientes por meio digital.

Ter um time engajado e motivado também é importante. E não há nada mais frustrante do que trabalhar e não ter resultados. Com a assertividade do ICP dentro da empresa, há uma série de benefícios, como: 

  • Ter previsibilidade de vendas
  • Crescimento de vendas
  • Melhorar os processos de geração de leads
  • Saber quem são os clientes e que abordagem usar
  • Aumentar a fidelização de clientes
  • Ser indicado pela eficiência dos serviços

Assim que o perfil de cliente é criado, a equipe de marketing consegue elaborar anúncios de campanhas e posts de redes sociais mais persuasivos, com o intuito de atrair esse público. 

A otimização do tempo é extremamente importante para uma empresa que busca crescimento. Gastá-lo com clientes não potenciais é um desperdício de recursos, tanto humano, quanto econômico. 

Quando o cliente se interessa pelo produto ou serviço da empresa, passa a percorrer o que chamamos de funil de vendas. Uma estratégia de inbound marketing que busca atrair o ICP com gatilhos de informações através do processo do funil. 

Se um perfil não se encaixa, o consumidor simplesmente não se interessa pelo que está sendo apresentado para ele, e não continua o processo. O que ajuda o time de vendas, que não precisará se desgastar para convencer um cliente que não tem interesse no produto. 

Como criar um ICP perfeito

O cliente que tem interesse no que a empresa oferece, fica feliz em adquiri-lo, e uma vez que o fizer e for bem atendido, será recorrente em seu negócio. 

Mas afinal, como criar esse perfil de cliente ideal? Teceremos alguns pontos importantes:

  • Quais clientes são ideais para a minha empresa
  • Quais clientes são já são fidelizados
  • Quais clientes são recorrentes
  • Quais clientes compram mais

A partir disso, observe as empresas que têm o mesmo perfil de cliente ideal e crescido em credibilidade e faturamento. Para criar estratégias parecidas, que funcionam. 

O próximo passo para empresas B2C é coletar e analisar mais dados sobre esses clientes que já são fidelizados das empresas concorrentes, como:

  • Poder aquisitivo
  • Localização
  • Processo de compra
  • Desejo
  • Dores do cliente – problemas superficiais e profundos

Já para empresas B2B, os dados coletados para análise são:

  • Faturamento / Receita
  • Localização
  • Processo de compra
  • Dores do cliente – problemas superficiais e profundos

Pronto, a partir de então, os dados coletados devem ser cruzados com os interesses da empresa, assim, tornando assertivos os anúncios criados para atingir esse determinado público. 

O que não fazer quando criar um ICP

Falamos anteriormente os motivos para criar um ICP. Daremos alguns pontos a serem considerados no processo de criação do perfil ideal do cliente. 

  1. Pensar no cliente somente pelo retorno financeiro é equivocado.

É claro que pensar no sucesso de vendas é importante, mas não o essencial. Uma empresa cresce não apenas pelo financeiro, mas também por reputação. Para plataformas como o Google, categorizar por credibilidade é extremamente importante.

Com o crescimento da instituição com clientes satisfeitos, o retorno financeiro será consequência. Mas não deve ser o foco quando se planeja iniciar uma pesquisa sobre o perfil do cliente ideal.

  1. Copiar o ICP de concorrência

O perfil criado pela empresa é baseado em uma série de fatores, dentre eles, o quanto ela espera lucrar e em quanto tempo. Isso varia de empresa para empresa, e não é uma informação divulgada. Pensar em copiar um ICP não trará os resultados esperados. 

Pelo contrário, pode atrapalhar o desenvolvimento da equipe. Pois, apesar do nicho ser o mesmo, nem todas as empresas atuam da mesma forma. 

III. Não revisar o ICP

Como um complemento do tópico anterior, é importante frisar que o ICP é mutável. É preciso revisar as informações, tanto dos clientes, quanto do que a empresa espera e se os objetivos mudaram. Assim traçando novas estratégias. 

De início, quando é criado um ICP, as empresas se baseiam em dados. Com o tempo, adquirindo clientes e os fidelizando, essa base de dados será real, palpável e mais direta, o feedback dos próprios consumidores. 

Periodicamente faça essas perguntas para melhorar a estratégia:

– analise se há reclamações dos clientes e por quais motivos

– analise quais produtos trazem mais retorno financeiro

– analise o tráfego do site para comparar os perfis que têm acessado e se algo mudou

– analise o padrão de vendas da empresa e o que precisa ser melhorado e mantido

Existe diferença entre público-alvo, persona e ICP?

A resposta é sim! Apesar de todos estarem falando da mesma coisa, que é o cliente de uma empresa, existem diferenças na precisão de dados. Exemplificaremos:

Público-alvo: é uma visão mais abrangente sobre um público e os objetivos que a empresa quer atingir. É um perfil traçado com detalhamentos superficiais, como comportamento, localização e poder aquisitivo. 

Perfil de cliente ideal (ICP): o ICP é voltado para as vendas. A partir das informações vindas do público-alvo, o ICP detalha como deve ser feita a abordagem, verificando a necessidade de cada lead.

Além de analisar se os possíveis clientes que acessaram o site ou entraram em contato tem o perfil para prosseguir no processo de vendas. 

Persona: a persona no geral é voltada para o marketing, trata-se de um perfil semi factício para analisar o perfil do cliente com um pouco mais de detalhes. Traz a empresa a capacidade de entender de que maneira se deve conversar com o cliente, por exemplo. 

A persona ajuda a empresa a criar relacionamentos com o cliente. Ser mais sensível a cada tipo de cliente e de que forma melhor atendê-lo. 

Por que o ICP é tão essencial para o sucesso de vendas

Quando a empresa entende qual o tipo de cliente que ela atende, os objetivos que tem e as abordagens que trazem resultados, é mais vantajoso o trabalho. A partir do momento que o marketing ajuda a trazer os clientes assertivos, não se gasta tanta energia em captar pessoas. 

Assim, podendo dedicar tempo a novas metas para a companhia e analisar com mais cuidado pontos que poderiam ser melhorados para alavancar a empresa em ser conhecida no nicho em que está inserida. 

Criado em 1997, o padrão de conexão só chegou ao Brasil em 2008

Você já imaginou viver atualmente em um mundo sem plataformas de streaming ou Whatsapp? Ou que tudo que fosse feito na internet precisasse de cabos para funcionar? O Wi-Fi revolucionou a vida como a conhecemos e virou um dos itens de maior destaque e uso na rotina. Afinal, ficamos 99% do tempo conectados de alguma forma, seja para trabalhar e estudar, seja para se entreter.

 

Com mais de 20 anos de criação, a rede Wi-Fi se tornou a principal alternativa de conexão à internet, devido à facilidade e praticidade que proporciona. Apesar da grande utilização, muita gente não sabe como a tecnologia surgiu ou funciona.

 

Por isso, confira sete curiosidades sobre o Wi-Fi listadas por Alexandre Nogueira, Gerente Executivo de Vendas da Mercusys, e Marcello Liviero, diretor comercial da TP-Link no Brasil.

1. Origem na Segunda Guerra Mundial

O primeiro protótipo de Wi-Fi foi produzido durante a Segunda Guerra Mundial pela atriz Hedy Lamarr, que criou e patenteou uma espécie de torpedo guiado por rádio. Anos mais tarde, o recurso acabou dando origem ao primeiro padrão de conexão sem fio.

2. O nome

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o nome Wi-Fi não tem um significado específico. A sigla é uma abreviação de Wireless Fidelity, que significa fidelidade sem fio. O termo também é uma mistura do conceito de Wireless com Hi-Fi, que abrevia High Fidelity (alta fidelidade), anunciando um tipo de conexão que garante a fidelidade da comunicação, mesmo sem o uso de cabos.

3. Popularização

Após anos de desenvolvimento, em 1997, os pesquisadores lançaram a primeira versão da tecnologia. Em 2000, os primeiros espaços públicos começaram a disponibilizar internet sem fio ao redor do mundo. O Wi-Fi chegou ao Brasil apenas em 2008, quando equipamentos com sistema Android começaram a se popularizar no país.

4. Ondas de rádio

Wi-Fi é uma tecnologia que usa ondas de rádio para transferir informações de um dispositivo para outro, possibilitando que computadores, celulares e outros aparelhos acessem a internet e se comuniquem. Segundo Alexandre, para que um dispositivo tenha acesso a esses sinais, é preciso que esteja dentro do “hotspot”, ou seja, inserido em um determinado raio de ação, no alcance das ondas.

5. Dispositivos conectados

Atualmente, 5,2 bilhões de dispositivos que usam a tecnologia estão ativos ​​em todo o mundo, segundo dados do estudo “Fatos e Estatísticas”, da World Wi-Fi Day.

6. Padrões

Existem diversos padrões de Wi-Fi que foram evoluindo ao longo dos anos. Segundo Marcello, o primeiro padrão tinha uma velocidade muito limitada, transmitindo no máximo 1 mbps (megabyte por segundo). O mais recente, o padrão Wi-Fi 6E, é responsável por uma conectividade mais estável e eficiente, chegando a transmitir até 6 ghz.

7. Internet das Coisas

Retratada na ficção como extremamente futurista, a Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) é uma realidade e só é possível por conta do Wi-Fi. O mercado de dispositivos inteligentes cresce em alta velocidade e as casas estão cada vez mais conectadas, contendo desde o acendimento de lâmpadas por comando de voz até o controle de eletrodomésticos.

 

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Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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