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Funil de vendas é uma estratégia de marketing usada para entender o processo de compra dos clientes. Com eles é possível saber como eles são atraídos, quanto tempo demoram para entender sobre o produto e concluir uma compra.

O que muita gente não sabe é que, para cada objetivo que a empresa tenha, existe um tipo de funil para implementar nos canais de compra. É preciso levar em consideração o produto que é oferecido para traçar uma estratégia assertiva com o funil de vendas.

De início, é necessário pensar em quais metas a empresa quer atingir, seja vender mais, ser conhecida no mercado ou novos clientes para criar uma lista de fidelização. Neste artigo traremos tipos de funis de venda e o objetivo de cada um deles.

FUNIS COM OBJETIVO DE CONVERSÃO DE LEADS

Daremos três exemplos de funis com foco em conversão de leads.

Funil de vendas com foco em conversão de leads potenciais: o objetivo desde funil é atrair leads qualificados para a empresa e levá-los ao processo de compra. Geralmente é um funil adotado por empresas B2B. Os principais pontos são:

  • apresentar a empresa através de algum conteúdo;
  • entrar em contato com o lead;
  • agendar uma reunião com o lead;
  • apresentar as vantagens da empresa;
  • fazer uma proposta personalizada para cada lead;
  • trabalhar o processo de compra até concluí-lo.

Funil de vendas com foco em nutrir os leads: neste ponto, o objetivo é fazer com que os leads em potencial que entraram no topo do funil continuem o processo de compra. Uma forma de fazer com que isso ocorra é nutrindo esses potenciais clientes com conteúdos sobre a empresa, como:

  • cadastrar o lead na newsletter da empresa;
  • segmentar os objetivos e perfis de cada lead, a fim de enviar conteúdos assertivos;
  • enviar e-books;
  • enviar cases de sucesso da empresa.

Funil de vendas com foco em tomada de decisão: é um funil voltado para empresas que tem desgastes no momento de finalizar a compra, como abandono de carrinho. É indicado para empresas que tem um bom atrativo, mas o problema é a finalização, para isso se deve:

  • investir tempo para compreender os leads e suas necessidades;
  • ajustar propostas caso necessário;
  • marcar visitas presenciais ou chamar o cliente até a empresa;
  • apresentar os cases de sucesso da empresa.

FUNIS COM AUTOMAÇÕES

Em alguns casos, o problema com a conversão de leads está atrelado a falha humana, um dos processos que ajuda com que isso diminua e minimize os gastos é a automatização, como:

Funil de vendas direta: esse funil é feito com base em anúncios publicados em sites, é o que chamamos de banner, o qual quando clicamos, somos direcionados para o produto ou o serviço oferecido.

Funil de conteúdo e venda direta: é feito com o mesmo objetivo do funil de vendas direto, porém, há um conteúdo informativo atrelado a ele. É uma forma de atrair os leads ao blog e site da empresa através de um único clique.

Funil de vendas e encantamento: este funil usa como base central o envio de e-mail marketing para nutrir o cliente de informações sobre a empresa a fim de atraí-lo.

Funil de vendas postergada e encantamento: é utilizado o mesmo processo de anunciar, porém, o contato é encaminhado ao comercial da empresa que entrará em contato com o cliente para falar sobre o produto ou serviço que oferece.

Funil de vendas múltiplas e encantamento: é um funil de vendas que usa a estratégia de teste grátis ou valor menor de produto para chamar a atenção de clientes, e uma vez que a compra é feita e o cliente volta satisfeito, a empresa passa a usar o valor real de mercado.

FUNIS DE VENDAS DE ACORDO COM O PRODUTO E SERVIÇO

Os funis de venda precisam estar de acordo com o produto e serviço que é oferecido. O enfoque que se dá a um produto físico, para um digital, por assinatura ou uma prestação de serviço são completamente diferentes, segue:

Funil de lançamento: é voltado para estratégias de lançamento de alguma marca ou produto. Invista em conteúdos que atraiam o público para conhecer a marca, como pré-venda, descontos ou cupons.

Funil de webinário: voltado para levar os clientes a comprarem conteúdos ao vivo em vídeos, que possibilitam tirar dúvidas com especialistas.

Funil de produtos físicos: a estratégica para produtos físicos é atrair o público certo com conteúdos atrativos e valores acessíveis, mostrando que a empresa tem um diferencial.

Funil digital: para este funil é usado os métodos de atração juntamente com a nutrição, com iscas digitais, como ebooks e conteúdos sobre a marca.

Funil por assinatura: este funil precisa ser extremamente assertivo. Há diversos serviços por assinatura e geralmente, o menor preço é o que leva. É preciso ponderar o que vale a pena em valores e testes para chamar os clientes para a empresa.

FUNIS DIFERENCIAIS

Abaixo listamos alguns modelos de funis que podem ser utilizados em qualquer empresa ou segmento. É possível adaptá-los de acordo com as necessidades e objetivos encontrados em cada uma.

Funil Growth Hacking: é um funil de vendas que acompanha o marketing com experimentos, há cinco passos que devem ser seguidos:

  • mostrar para os usuários que a sua empresa é a solução para o problema deles;
  • oferecer uma boa experiência de compra;
  • manter os clientes engajados no negócio por meio de conteúdos relevantes;
  • criar estratégias para aumentar o faturamento;
  • fazer com que os clientes indiquem a empresa para outras pessoas.

Funil de cartas de vendas: é baseada em três pilares de compra:

  • criar relação de confiança com o lead, mostrando quem está por trás do produto/serviço que ele consome;
  • desenvolver a história da marca;
  • focar nas soluções que os produtos ou os serviços oferecem para o público.

Funil Step Tripwire: é o funil com métodos em oferecer testes grátis, prévias e descontos, para posteriormente oferecer produtos com valores maiores, uma vez que o cliente se fidelizar.

Funil Invisível: é um funil com base em período de teste, permitindo que o cliente utilize os serviços por um período, e se gostar, passa a consumir o produto. É muito comum essa estratégia em streaming, cursos e ebooks. 

Funil magnético de leads: é o funil que exige que o cliente preencha um formulário com contato para ter acesso a determinados conteúdos. Assim, a empresa consegue entrar em contato para concluir a compra, seja por mensagem, telefonema ou e-mail. 

Funil baseado nas redes sociais: é uma espécie de funil que busca a interação do público alvo, seja por post, enquetes ou campanhas. A ideia é atrair o público e conseguir ser assertivo na forma de divulgação dos produtos para este nicho específico.

Seja o segmento, produto ou serviço que for, sempre haverá um funil de vendas específico para a sua empresa crescer. É preciso analisar os processos, público-alvo e objetivos da empresa para conseguir traçar o melhor método de aplicação do funil na empresa. 

Nós da Mardini utilizamos um funil de vendas próprio em três níveis, para saber mais, entre em contato conosco e comece um novo processo para a sua empresa.

Após anúncio oficial no já distante dezembro de 2021, o Google TV finalmente está liberando o protetor de tela com “resultados pessoais proativos”. A novidade já está sendo distribuída para proprietários do Chromecast com Google TV nos Estados Unidos.

De acordo com a gigante das buscas, o novo descanso de tela deve trazer cards informativos, enquanto foca em imagens retiradas da galeria pessoal do usuário.

O carrossel de imagens deve ter muito destaque e os pequenos cards ficarão na parte inferior do display. Neles, os usuários poderão ver a temperatura, notícias, resultados esportivos, música com Spotify ou Google Podcast e outras informações personalizadas.

De acordo com quem já recebeu a atualização com a novidade, o Google TV deve exibir uma notificação quando o recurso for ativado.

A plataforma diz que “os resultados pessoais e proativos já estão ativos”.

Essa notificação leva a uma nova guia dentro da página de configurações do Google Assistente, sendo que o usuário pode optar por desativar o recurso.

Por enquanto, a atualização está sendo liberada de forma lenta e gradual por meio de servidor. Com isso, salientamos que pode demorar um pouco mais para que o recurso esteja disponível no Brasil.

https://www.tudocelular.com/mercado/noticias/n189862/google-tv-protetor-de-tela-cards-proativos.html

O recurso deverá ser lançado nas plataformas das companhias em 2023

Em um esforço conjunto, Apple, Google e Microsoft anunciaram, nesta quinta-feira (5), o compromisso de implementar o suporte sem senha para os padrões de login FIDO em todas as plataformas móveis (sistemas operacionais iOS e Android), ambientes de desktop (MacOS e Windows) e navegadores (Safari, Chrome e Edge). A previsão é que o recurso esteja disponível ao longo do próximo ano.

“Assim como projetamos nossos produtos para serem intuitivos e capazes, também os projetamos para serem privados e seguros”, disse Kurt Knight, diretor sênior de Marketing de Produtos de Plataforma da Apple. “Trabalhar com a indústria para estabelecer novos métodos de login mais seguros, que ofereçam melhor proteção e eliminem as vulnerabilidades das senhas, é fundamental para nosso compromisso de criar produtos que ofereçam segurança máxima e uma experiência de usuário transparente.”

De acordo com o portal The Verge, o processo de login sem senha permitirá que os usuários escolham seus telefones como o principal dispositivo de autenticação para aplicativos, sites e outros serviços digitais.  Com isso, desbloquear o aparelho com PIN, desenho padrão ou impressão digital será suficiente para entrar nos serviços da Web, sem a necessidade de inserir uma senha.

Essa ação ocorrerá pelo uso de um token criptográfico exclusivo, chamado chave de acesso, que é compartilhado entre o telefone e o site.

Ao tornar os logins dependentes de um dispositivo físico, a ideia das empresas é que os usuários se beneficiem simultaneamente da simplicidade e da segurança. Na prática, será o seguinte: com essa novidade, deixará de ser obrigatório lembrar os detalhes de login nos serviços ou comprometer a segurança reutilizando a mesma senha em vários lugares. Segundo as big techs, isso também tornará mais difícil para os hackers comprometerem os detalhes de login remotamente.

“Com senhas em seu dispositivo móvel, você pode entrar em um aplicativo ou serviço em praticamente qualquer dispositivo, independentemente da plataforma ou navegador que o dispositivo está executando”, apontou Vasu Jakkal, vice-presidente de Segurança, Conformidade, Identidade e Privacidade da Microsoft, em comunicado. “Por exemplo, os usuários podem fazer login em um navegador Google Chrome executado no Microsoft Windows – usando uma chave de acesso em um dispositivo Apple.”

https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2022/05/apple-google-e-microsoft-anunciam-implementacao-de-login-sem-senha.html

No cenário pós-pandêmico, dados apontam aumento de plataforma corporativa de vendas

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Em um mundo altamente conectado, gerar experiência de compra de forma rápida, simples e fácil tornou- se uma necessidade para as empresas. A pandemia acelerou o processo de transformação digital, inclusive para a indústria e distribuidores, que passaram a investir mais em plataformas digitais de venda. Diante desta realidade, o estudo da Grand View Research prevê que o mercado global de e-commerce B2B (business to business) tenha um crescimento anual de 19,7%, de 2022 a 2030. Em 2021, ainda segundo a pesquisa, este mercado atingiu o valor de USD 6,883.47 bilhões no mundo.

Os números vão ao encontro do perfil do consumidor no cenário pós-pandêmico, que registrou o fechamento de lojas físicas e o aumento do número de pedidos on-line, impactando positivamente as perspectivas de negócios B2B e criando oportunidades para o crescimento deste mercado. Neste contexto, a internet surgiu como uma ferramenta poderosa para conectar vendedores e compradores de forma mais eficiente em um período de baixa atividade econômica.

É neste cenário pós-pandêmico que o e-commerce B2B promove um canal rápido, acessível, atemporal e de autoatendimento para os negócios. “A necessidade de estar mais próximo desse segmento de clientes é fundamental para entregar melhores soluções. Estas plataformas ainda permitem a modernização das relações com os clientes, promovendo métodos mais ágeis de interação, além de expandir fronteiras para que clientes de todo o Brasil tenham acesso aos serviços e produtos das empresas”, destaca Cassio Weber, gerente de e-commerce do Grupo Herval, criadora da iPlace Corporativo, que seguindo esta tendência de mercado lançou uma plataforma de e-commerce voltada ao universo corporativo.

Para eles e muitas outras organizações, a pandemia acelerou o processo de transformação digital. “Conforme as fases da digitalização foram avançando, a necessidade do B2B se consolidou”, exemplifica Cassio. O especialista ainda explica que, diante da digitalização do mundo, a tomada de decisão nas empresas está cada vez demandando mais agilidade dos gestores.

Neste cenário, o e-commerce B2B alia rapidez com tecnologia e se propõe a atender desde pequenos até grandes volumes, com a possibilidade de condições diferenciadas. “Muitas vezes o meio digital é a porta de entrada para grandes aquisições, pois acelera o processo de reconhecimento da necessidade de cada empresa. Ele pode não ser exclusivamente a via de aquisição, mas participa para que etapas de negociação e personalização da oferta possam ser otimizadas, o que contribui para o resultado e a performance das empresas”, aponta Cassio.

Plataformas oferecem benefícios para empresas

De acordo com o Relatório de Evolução do Comércio Eletrônico entre Empresas (B2B) de 2021, lançado pela Amazon Business, 85% dos compradores de empresas afirmaram que, com a pandemia, cresceu a participação das organizações no meio digital; enquanto 91% dos profissionais explicaram que preferem compras no meio eletrônico aos métodos offline.

Para o gerente de e-commerce do Grupo Herval, essa preferência pode ser atrelada aos benefícios que esta plataforma corporativa oferece. Ele explica que, além de otimizar o tempo de compra das empresas e ampliar a atuação das marcas, o e-commerce corporativo também oferece vantagens exclusivas aos clientes, com suporte e apoio especializado na aquisição de produtos e serviços de maneira ágil e acessível em qualquer lugar, permitindo mais autonomia, sem perder a solução personalizada. “As plataformas oferecem a possibilidade de, ao longo do tempo, agregar ainda mais serviços e soluções, permitindo que as empresas deem suporte mais rápido, com condições especiais e para uma parcela ainda maior de empresas, sem perder a qualidade”, contextualiza Cassio.

Futuro do e-commerce B2B

Até 2025, 80% das vendas B2B ocorrerão no meio digital – é o que prevê o Whitepaper “The Ultimate B2B E-commerce Guide: Tradition is out. Digital is in” da DHL Express, divulgado em 2021. Segundo Cassio, o crescimento do e-commerce B2B acontecerá porque as experiências positivas do mercado B2C levarão as pessoas dentro das empresas a confiarem mais nos processos on-line de instituições estruturadas. “Além disso, a pressão pela digitalização nos negócios, com a premissa de se buscar maior produtividade, é um atributo importante, que de fato proporciona melhores resultados para todos, sejam compradores ou fornecedores”, explica.

O especialista ainda aponta que outro aspecto favorável importante é o contexto geográfico brasileiro, já que o e-commerce B2B, através da oportunidade de acesso on-line cada vez maior da população, faz com que regiões distantes possam também acessar produtos e serviços que tradicionalmente estão mais próximos e são mais comuns nos grandes centros. “Nessa relação todos ganham e isso certamente proporciona o crescimento do on-line. Além disso, é preciso considerar que estamos com novas gerações entrando no mercado e que a digitalização já é parte fundamental do processo de trabalho”, conclui Cassio.

 

https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2022/05/04/estudo-preve-crescimento-do-e-commerce-b2b-em-quase-20-para-2022.ghtml

Segundo pesquisa realizada pela empresa Warc Data, inversão de capitais em propagandas no online devem prevalecer sobre outros meios de comunicação neste ano; para especialista, utilização de estratégias de marketing digital podem trazer maior assertividade para tal investimento

Com digitalização caminhando a passos largos no meio corporativo, com 93% das pequenas e médias empresas brasileiras tendo avançado seus processos de transformação digital, segundo o estudo “Impacto da Covid-19 na cultura e operação das PMEs brasileiras“, encomendado pela Microsoft para a agência de comunicação Edelman, o investimento em publicidade nos meios digitais e o consequente impulsionamento do marketing focando em plataformas online ganham força no país. 

O movimento, potencializado nos últimos anos com as mudanças no ambiente laboral proporcionadas pela grave crise sanitária que atinge todo o planeta desde o início de 2020, tende a estimular o aperfeiçoamento de soluções tecnológicas nestas companhias, dando um salto qualitativo no processo de digitalização das mesmas.

Os dados coletados pela pesquisa da Edelman mostram também que 97% das PMEs consideram importante incluir tecnologia no modelo de trabalho de forma permanente. Além disso, 40% dos entrevistados ressaltaram a necessidade de investimento no aprimoramento de soluções tecnológicas. Tal diagnóstico vai ao encontro de indicativos aferidos por uma análise recente do BCG (Boston Consulting Group), que revelou que apenas 30% das empresas conseguem realizar a transformação digital de maneira eficiente. 

Neste sentido, é sintomática a estimativa de que 60% dos investimentos em publicidade em 2022, realizada pela empresa Warc Data, sejam destinados a mídias digitais – uma tendência que, ao mesmo tempo que revela a força do on-line no mercado de marketing, enseja uma maior organização das estruturas digitais destas empresas. 

Para Cleverson de Almeida, especialista e estrategista em marketing digital, a inversão de capitais em publicidade no meio digital deve ser cada vez maior nos próximos anos, ainda que outros canais, como TV, rádio, revistas e jornais, mantenham-se relevantes e com um público – potenciais consumidores – fidelizado. 

“Vejo que algumas empresas ainda vão manter seus investimentos com anúncio em TV e rádio, mas irá ocorrer um aumento, sim, em publicidade destinado às mídias digitais, pois as pessoas notaram a praticidade e comodidade de efetuar compra pela internet”, afirma o profissional, citando da GoAd Media que indica que o e-commerce responder por 24,5% do varejo global em 2025. “Será uma tendência, pois, no meio digital, você pode comprar de qualquer lugar, além de ter todas as marcas e modelos que você deseja em um só lugar.”

Outras tendências do marketing digital

O especialista em marketing digital avalia que o crescimento global do investimento em publicidade em meios digitais está atrelado à emergência de novas ferramentas tecnológicas, como o metaverso, que, segundo estimativa da Bloomberg Intelligence, deve movimentar cerca de US$ 800 bilhões (R$ 4,1 trilhões) até 2024. 

Além disso, pontua Almeida, a utilização mais assertiva destes recursos em publicidade e, de forma mais ampla, no marketing digital, também passa pelo chamado “growth hacking” (“exploração do crescimento”, em tradução livre), que consiste na adoção de estratégias de marketing que visem o crescimento significativo e acelerado do negócio a partir da identificação de seus pontos críticos.

“O growth hacking, ou marketing de crescimento, é uma metodologia muito boa para adquirir mais clientes e, com isso, mais vendas, melhorando a experiência do usuário e focando esforços onde realmente serão trazidos resultados exponenciais para a empresa em um curto período”, diz. “Os profissionais de marketing de crescimento são profissionais orientados por dados que trabalham incansavelmente para encontrar maneiras inovadoras de impulsionar a aquisição de usuários, manter os clientes engajados, retê-los e, finalmente, transformá-los em campeões da marca”.

https://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/05/2022/midias-digitais-devem-concentrar-60-do-investimento-em-publicidade-em-2022

No dia Mundial da Língua Portuguesa, veja como as abreviações criadas pelos adolescentes transformam o português

Ss, Vz, CP, não conhece essas expressões? Abreviações são usadas com frequência por jovens e adolescentes nas redes sociais, principalmente nos aplicativos de conversa. Neste Dia Mundial da Língua Portuguesa (5 de maio), esta forma de comunicação ilustra as mudanças que ocorrem na língua com o passar dos anos.

As siglas usadas nas conversas priorizam as consoantes e a maioria vem de redução de gírias. Ss (sim), vz (pegar a visão) e cp (se pá) surgiram, na opinião da professora de Linguagens e suas Tecnologias no Ensino Médio Técnico do Senac SP, Raquel Faustino, “como uma forma de comunicação entre os mais jovens, justamente para que os pais não entendem o que está sendo dito, um jeito deles se identificarem com um grupo.”

Essa maneira de conversar também faz parte do processo de transformação da língua. “O que chama a atenção é que está ocorrendo muito rápido porque segue a velocidade das mudanças na tecnologia”, diz. “Toda nova ferramenta tecnológica altera a forma de comunicação, isso ocorreu com o telégrafo, por exemplo, que exigiu o uso de abreviações também.”

“Se pegarmos um texto de Camões também teremos dificuldade para entender porque a língua está em constante processo de mudança e essa é a beleza: entender a língua portuguesa como um conjunto, de ter variedade tanto na linguagem formal quanto informal.”

Mas para os pais e professores que não conseguem acompanhar essas conversas nas redes sociais, qual a dica? Vale fazer um glossário? “O melhor caminho é perguntar e abrir o canal de diálogo, e entender que, em alguns anos, provavelmente, esses adolescentes também estarão questionando as mudanças na língua.”

https://noticias.r7.com/educacao/ss-vz-cp-conhece-a-linguagem-usada-nas-redes-sociais-05052022

blankQuem Somos

Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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