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Especialistas dizem que a plataforma pode ter dificuldades se o bilionário enfraquecer a moderação de conteúdo. E acreditam que ele também vai mirar no crescimento da rede, que é menor do que rivais

A conta do twitter de Elon Musk é vista ao lado do logotipo do Twitter — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

A conta do twitter de Elon Musk é vista ao lado do logotipo do Twitter — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

A notícia da compra do Twitter por Elon Musk, o homem mais rico do mundo, gerou reações diversas entre usuários e especialistas na última segunda-feira (25). E levantou muitas especulações sobre como será “a era Musk” na rede social.

Analistas ouvidos pelo g1 acreditam que o bilionário enfrentará grandes desafios para concretizar medidas espinhosas que vem sinalizando nos últimos tempos, como:

  • atenuar a moderação de conteúdo;
  • fazer alterações na verificação de perfis;
  • abrir o algoritmo da plataforma.

Por outro lado, entendem que o arrojo de alguém como Musk poderá contribuir para:

  • fazer a rede crescer, se tornar mais rentável e esquentar a briga com rivais;
  • entrar em novos negócios.

Veja abaixo o que esperar do Twitter na “era Elon Musk“.

1) A polêmica moderação de conteúdo

A moderação de conteúdo é um dos temas mais polêmicos envolvendo as redes sociais, e não existe consenso.

Há quem defenda que a tarefa de dizer quais posts ou contas ficam e quais são bloqueados ou banidos cabe às plataformas — já que são empresas privadas.

Outros entendem que é preciso haver atuação da Justiça ou de autoridades governamentais junto dessas companhias.

E tem os que acreditam que derrubar posts ou perfis colocaria em risco a liberdade de expressão. Musk parece estar mais perto dessa última turma. “Na dúvida, deixe o discurso, deixe que exista”, disse em recente entrevista para o canal de palestras TED.

Mas o empresário não deu exemplos do que deveria ser mantido ou proibido, na sua opinião, dentro das regras atuais da rede social.

No comunicado da compra, ele ressaltou que “a liberdade de expressão é a base de uma democracia em funcionamento” e que o Twitter é “a praça da cidade digital onde assuntos vitais para o futuro da humanidade são debatidos”.

Para analistas, uma eventual redução da moderação poderá fazer o Twitter enfrentar problemas com a Justiça de diversos países e até mesmo perder muitos usuários.

“Um dos grandes desafios (de Musk) será obter equilíbrio entre (dar) liberdade de expressão e frear discursos de ódio, a desinformação e as mentiras”, resume Danilo Rothberg, professor e pesquisador de ciências humanas na Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A justificativa de oferecer mais liberdade de expressão pode virar um “passe” para usuários cometerem crimes e disseminarem ódio e fake news na plataforma, alertou Flávia Lefèvre Guimarães, advogada especializada em direito digital, quando Musk propôs a compra.

“Na medida que a moderação e a decisão sobre quais conteúdos terão mais ou menos relevância se dá com base no poder econômico de alguns agentes, você não pode falar que todos os usuários desta plataforma estão em pé de igualdade para exercer o direito de liberdade de expressão”, apontou.

Na mesma entrevista ao TED Talks, Musk chegou a dizer que o Twitter teria de respeitar as leis dos países sobre a liberdade de expressão. Mas reconheceu que resiste ao banimento de usuários, como a plataforma fez com o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

“Acho que queremos ser bem relutantes em deletar as coisas e muito cautelosos com banimentos permanentes. Suspensões temporárias, acho, são melhores”, afirmou Musk.

Para Carlos Affonso de Souza, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS), uma eventual permissão do retorno de perfis bloqueados à plataforma faria do Twitter uma “caricatura da liberdade de expressão”.

E esse movimento poderia resultar em uma grande perda de usuários, completa Raquel Recuero, pesquisadora em mídia social da Universidade Católica de Pelotas. Pessoas famosas poderiam começar a abandonar a rede social, levando junto consigo muitos de seus seguidores.

Pablo Ortellado, professor de políticas públicas da Universidade de São Paulo (USP), fez uma análise semelhante em seu perfil nesta segunda-feira.

“A redução da moderação deve tornar o ambiente no Twitter ainda mais agressivo e poluído —mas essas mudanças não devem ir muito longe, porque o Twitter perderia usuários, trazendo prejuízo econômico”, avaliou Ortellado.

Ainda quando era uma proposta, a compra do Twitter por Musk dividiu opiniões de usuários e gerou memes. Quando o acordo foi anunciado, a hashtag #RIPTwitter, que faz alusão à expressão em inglês “descanse em paz”, chegou a ficar entre os “trending topics” da rede.

2) Mudança na verificação de perfis

Outra medida sinalizada por Musk tem sido vista como menos controvérsia pelos analistas: uma eventual mudança no funcionamento do selo de verificação.

No novo conceito, esse selo seria usado para diferenciar perfis reais – pertencentes a uma pessoa – de robôs que propagam mensagens automáticas, discursos de ódio, fake news, etc., explica Carlos Affonso de Souza, da Uerj.

Para isso, as pessoas teriam que abrir mão dos seus pseudônimos e usar os nomes reais nas contas.

3) Abrir algoritmo seria ‘revolucionário’

Ainda para deixar o Twitter mais transparente, Musk também tem falado em tornar o seu algoritmo público.

A medida seria uma forma de responder às críticas das pessoas que se preocupam com a confiabilidade do Twitter, diz o professor de Direito e Regulação da Informação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Nicolo Zingales.

Ainda não está claro como isso aconteceria, já que os algoritmos, que determinam o que os usuários veem no feed, são ferramentas fundamentais no negócio das redes sociais e guardados como um segredo industrial.

“Se cumprir a promessa de dar transparência ao algoritmo de ordenamento dos tuítes, Musk vai mudar completamente a indústria. Vai ser difícil os concorrentes —Facebook, Instagram, TikTok — manterem os algoritmos fechados alegando segredo industrial. Essa medida é muito bem-vinda”, escreveu Ortellado, da USP.

Contudo, os especialistas ressaltam que mudanças como essas tendem a acontecer de forma lenta e gradual.

4) Desafios de crescimento

Apesar o bilionário ter dito que não queria comprar o Twitter para fazer dinheiro, o impacto da “era Musk” provavelmente irá além das políticas de uso da plataforma, segundo os especialistas consultados. O homem mais rico do mundo deverá tentar fazer a empresa crescer.

Apesar de ter 16 anos, o Twitter ainda é muito menor do que seus maiores rivais. Pelo dado mais recente, divulgado em 2017, a rede tem 217 milhões de usuários diários e monetizáveis, ou seja, contas que estão aptas a visualizarem anúncios ou produtos pagos da empresa, como assinaturas. Bem aquém dos cerca de 2 bilhões do Facebook, por exemplo.

Isso também se reflete no faturamento. Em 2021, o Twitter teve US$ 5 bilhões de receita, enquanto o Facebook superou os US$ 100 bilhões, destaca Pedro Waengertner, professor de negócios digitais na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e fundador da aceleradora e investidora de startups ACE.

Para Waengertner, considerando o perfil arrojado do bilionário, a plataforma deverá aprender a trabalhar com mais produtos, trazendo inovações, conforme visto em outros negócios de Musk, como o robô humanoide da Tesla.

O economista Jason Vieira também espera que o empresário apresente um plano de negócios mais rentável para a plataforma.

Um dos caminhos para isso, segundo ele, é dar meios para que criadores de conteúdos tenham retornos financeiros, como acontece em outras redes.

Além disso, Vieira acredita que a plataforma terá mais espaço para publicidade, outra forma de ser monetizada.

Mas Carlos Affonso de Souza, da Uerj, lembra que Musk, que já reclamou muito de publicidade nas redes sociais, prefere que o Twitter não seja mais tão dependente disso.

“Vai saber o que isso quer dizer quer dizer. Se ele vai criar uma forma de pagamento para você utilizar o Twitter, se essa rede vai deixar de ser gratuita ou se ele vai só financiar o Twitter junto com outros apoiadores”, diz o professor.

https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2022/04/26/o-que-pode-mudar-no-twitter-com-a-compra-por-elon-musk.ghtml

Bilionário chegou a um acordo para adquirir a rede social por US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões) e transformá-la em uma empresa de capital fechado

Elon Musk, bilionário dono da Tesla e da SpaceX, em imagem de maio de 2021 — Foto: Michele Tantussi/Reuters

Elon Musk, bilionário dono da Tesla e da SpaceX, em imagem de maio de 2021 — Foto: Michele Tantussi/Reuters

O acordo de Elon Musk para comprar o Twitter foi confirmado pela empresa nesta segunda-feira (25). A aquisição irá movimentar cerca de US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões) e tornará a rede social uma companhia de capital fechado.

A empresa espera concluir o negócio ainda este ano, mas ainda precisa da aprovação formal de seus acionistas e de órgãos regulatórios.

Quem é Elon Musk?

Elon Musk é o homem mais rico do mundo e tem um patrimônio avaliado em US$ 273 bilhões (R$ 1,3 trilhão), segundo ranking da Bloomberg. Conhecido por suas polêmicas, ele foi eleito pela revista “Time” como a “Personalidade do Ano” em 2021. E, neste mês, encabeçou a lista dos bilionários da “Forbes”, à frente do dono da Amazon, Jeff Bezos.

Nascido em Pretória, na África do Sul, em 1971, Musk é filho de um sul-africano e de uma canadense. Ele viveu no país natal até 1989, quando se mudou para o Canadá pouco antes de completar 18 anos.

Ele cursou a faculdade na Queen’s University em Ontário, no Canadá, mas, no meio da graduação, se mudou para a Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, onde se naturalizaria americano.

Musk é bacharel em física e economia. Ele primeiro se tornou conhecido pela criação da Tesla, fabricante de carros elétricos, em 2003. Depois, foi diversificando seus negócios. Leia mais sobre a trajetória de Elon Musk.

Quanto Elon Musk pagará pelo Twitter?

O Twitter informou que os acionistas receberão US$ 54,20 (R$ 264) em dinheiro por cada ação. Segundo a empresa, esse valor é 38% maior à cotação das ações em 1º de abril, último dia de negociações antes de a participação de Musk na empresa ser revelada.

Para o acordo ser fechado, Musk vai usar US$ 21 bilhões (R$ 102 bilhões) de sua fortuna e obter o restante de um empréstimo de US$ 25,5 bilhões (R$ 124 bilhões).

O valor é muito acima do que foi pago, por exemplo, na compra do WhatsApp pelo Facebook, em 2014 (US$ 22 bilhões), e do Instagram, também pela empresa de Mark Zuckerberg, em 2012. Relembre outros negócios milionários em tecnologia.

Musk já é dono da rede social?

Ainda não. O que aconteceu foi a aprovação do negócio por unanimidade pelo Conselho de Administração do Twitter e isso é um passo importante para o magnata assumir o controle da rede social.

Segundo o Twitter, a transação precisa ser aprovada pelos acionistas e por órgãos regulatórios. A previsão é de que ela seja concluída ainda neste ano.

Qual era a relação de Musk com o Twitter?

Além de ser um usuário assíduo da rede social, onde coleciona polêmicas, Musk comprou recentemente uma participação de 9,2% na empresa, o que fez dele o maior acionista.

As ações foram adquiridas em março, mas a negociação só foi revelada em 4 de abril. Na ocasião, Musk tinha cerca de 73 milhões de ações do Twitter, montante avaliado em US$ 2,9 bilhões (R$ 14 bilhões).

O modo como o bilionário comprou sua participação na companhia é alvo de um processo movido por ex-acionistas. Em uma ação coletiva, eles afirmam que Musk fez “declarações e omissões materialmente falsas e enganosas” ao não revelar que havia investido no Twitter, o que, segundo eles, seria uma violação de uma lei federal dos Estados Unidos.

Dias depois da compra dessa fatia da empresa, ele fez enquetes em seu perfil na rede social sobre liberdade de expressão e disse que considerava seriamente criar uma rede social para garantir esse direito aos usuários da internet.

Quais os planos de Musk para o Twitter?

No anúncio sobre o acordo, o bilionário voltou a comentar sobre a importância da liberdade de expressão na plataforma.

“A liberdade de expressão é a base de uma democracia em funcionamento e o Twitter é a praça da cidade digital onde assuntos vitais para o futuro da humanidade são debatidos”, afirmou Musk em comunicado sobre a aquisição.

Assim como outras plataformas, como o Facebook e o YouTube, que pertencem a empresas privadas, o Twitter tem sua política de uso e prevê punições pelo desrespeito a regras.

Um dos casos de maior repercussão foi o banimento do então presidente Donald Trump, no final de seu mandato, em 2021, dias depois da violenta invasão de apoiadores dele ao Capitólio, incentivada pelo político nas redes sociais.

Na época, o Twitter foi muito pressionado pela opinião pública a agir, mas também houve quem considerasse que a plataforma estava praticando censura. Trump também foi suspenso por 2 anos do Facebook pelo mesmo motivo.

Musk já indicou que quer abrir o código do algoritmo da rede social, que orienta, por exemplo, a exibição de posts, e autenticar todos os usuários humanos.

“Quero tornar o Twitter melhor do que nunca, aprimorando o produto com novos recursos, tornando os algoritmos de código aberto para aumentar a confiança, derrotando “bots” (robôs) de spam e autenticando todos os humanos”, afirmou.

Com a compra, o Twitter também deixará de negociar ações na bolsa de valores.

Quem manda no Twitter hoje?

Até que seja concluída a venda para Musk, o Twitter é uma empresa de capital aberto, com ações na bolsa. O bilionário se tornou o dono de 9,2% desses papéis — a maior fatia — a empresa também pertencia a diversos outros investidores, como bancos (veja quem são os principais acionistas).

Atualmente, o presidente-executivo do Twitter é Parag Agrawal. Ele assumiu o cargo em novembro de 2021, sucedendo Jack Dorsey, um dos fundadores da rede social.

A companhia também conta com um Conselho de Administração formado por 11 pessoas, incluindo Agrawal e Dorsey. Após a confirmação de que Musk havia adquirido 9,2% da empresa em ações, ele foi convidado para entrar no grupo.

Um dia depois, Parag Agrawal afirmou que o Musk havia desistido de integrar o Conselho. O chefe do Twitter não explicou o que tinha levado a essa decisão.

Quais são os outros negócios de Elon Musk?

Musk é fundador da empresa de exploração SpaceX, que faz missões para a Nasa, agência espacial americana, e também viagens privadas. Ela conquistou um marco em 2021, ao levar turistas para passar 3 dias no espaço.

A empresa opera ainda o serviço de internet via satélite Starlink.

O bilionário também é dono da fabricante de carros elétricos Tesla, fundada em 2003, com fábricas nos Estados Unidos, na Alemanha e na China.

Musk também investe em energia solar e em um projeto de viagem de longa distância ultra rápidas por meio de túneis chamados hyperloop (outros empresários possuem projetos semelhantes).

Quantos usuários o Twitter tem?

O Twitter informou no último trimestre de 2021 que contava com 217 milhões de usuários diários e monetizáveis, ou seja, contas que estão aptas a visualizarem anúncios ou produtos pagos da empresa, como assinaturas.

Não é nem de perto o montante do Facebook, a maior rede social do mundo, que tem cerca de 2 bilhões de usuários. Plataformas como WhatsApp e Instagram, ambas controladas pela dona do Facebook, e o TikTok também estão nessa faixa.

 

https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2022/04/25/elon-musk-compra-o-twitter-o-que-se-sabe-ate-agora.ghtml

Apesar do termo ser desconhecido para quem não é da área, todo mundo conhece, pelo menos, uma startup unicórnio, seja ela brasileira ou estrangeira. O termo faz analogia à mitologia, na qual a referência do unicórnio quer dizer que a empresa fez algo tão difícil quanto achar um.  

O termo foi criado nos Estados Unidos, em 2013 pela fundadora da empresa Cowboy Ventures, Aileen Lee. E é dado a empresas avaliadas em 1 bilhão de dólares antes de abrir o capital para ações.   

Apesar do nome ter surgido apenas em 2013 através do artigo Welcome to the Unicorn Club: From Billion-Dollar Startups, as empresas unicórnios surgiram há muitos anos atrás. Segundo Aileen, nos anos 1990, o Google surgiu como a primeira empresa com esse perfil. 

Já nos anos 2000, o Facebook se enquadraria como a única empresa que caberia no molde estudado pela fundadora do Cowboy Ventures. Hoje, nenhuma das duas empresas se mantém nesse perfil por já terem aberto suas ações para a bolsa de valores. 

Este é um ponto importante, quando a startup abre o seu capital para ações, o que é chamado de Initial Public Offering, ou em tradução livre, Oferta Pública Inicial (OPI). Mas, o que seriam as startups? 

As startups surgiram como um novo modelo de empresa. Na qual precisa de uma inovação para ser considerado esse molde. É comum o pensamento de que uma startup é criada apenas no digital, o que não é uma verdade absoluta. 

Elas surgem nesse meio principalmente por ser mais barato o investimento e mais rápido de ser propagada e reconhecida do que uma empresa que atua somente no fisicamente. 

O que define uma startup

De forma prática, uma startup se enquadra em uma ideia inovadora e que tem potencial de fazer dinheiro. Diferente de empresas tradicionais, as startups dificilmente possuem um manual a ser seguido para ter sucesso. 

Os passos dados pelo empreendedor são incertos. E dependem de investimentos para deslanchar. É um modelo de negócio que depende de outras empresas para começar a surgir e deslanchar. 

Hoje nós podemos separar as startups em Business to Business (B2B), que são empresas que prestam serviços a outras, a Business to Consumer (B2C), empresas que prestam serviços ao consumidor final e a Business to Business to Consumer (B2B2C), empresas que prestam serviços para empresas e consumidor final.

Quando o termo startups unicórnio foi criado, apenas 39 empresas no mundo se encaixavam no modelo. Segundo o site CB Insights que cataloga essas empresas, esse número saltou para 805 em setembro de 2021.

O aumento de startups unicórnio no Brasil 

A pandemia quebrou muitas empresas ao redor do mundo, em sua maioria, as físicas. Porém, no meio digital, esse processo foi inverso, muitas empresas atingiram níveis altíssimos em pouquíssimo tempo. 

Em 2020, no começo da pandemia, 115 startups alcançaram a marca de valerem 1 bilhão de dólares. Já em 2021, esse número quase triplicou, saltando para 324. Dentre elas, 21 são startups brasileiras. 

Veja a lista das startups unicórnio brasileiras:

  1. 99

A 99 é uma empresa voltada para transporte  particular de passageiros e entrou para a lista de unicórnios em 2018. 

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  1. PagSeguro

A PagSeguro é uma empresa bancária brasileira voltada para meios de pagamento eletrônico, como transações, cartões de crédito e débito tanto físico como virtual. A empresa faz parte do grupo Uol. 

III. Nubank

O Nubank é o banco virtual que mais tem crescido no mercado mundial. Além de fazer parte das empresas unicórnio brasileiras, também figura como a quinta maior no mundo. 

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  1. Arco Educação

A Arco Educação é uma rede voltada para a educação para o ensino infantil e médio. Hoje, ela mantém também as escolas de idiomas Wizard, Yázigi e Skill, além de ter comprado a escola Dom Bosco. 

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  1. Movile (Ifood)

A Movile surgiu em 1998 como serviço de automação de mensagens de celular para os bancos. Já em 2018, o fundador da empresa investiu R$ 500 milhões no Ifood, o que fez com que a empresa crescesse e ambas se mantivessem como startups unicórnios. 

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  1. Stone

A Stone atua na área de pagamentos através de cartões de diversas bandeiras. Diferente do Nubank, a Stone não é um banco, é uma instituição de pagamentos regularizada pelo Banco Central do Brasil. 

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VII. Brex 

A Brex também atua no ramo de cartões, porém, corporativos. Foi criada por dois jovens de apenas 22 anos, e com uma visão clara do objetivo que gostariam, alcançaram a marca de R$ 1 bilhão de dólares.

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VIII. Gympass

A Gympass é uma startup que utiliza um aplicativo para oferecer a funcionários de empresas para que eles participem de atividades físicas, mentais e emocionais em uma série de academias parceiras. 

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  1. Ascenty

A Ascenty é a maior empresa de data centers da América Latina, foi fundada em 2010 e já faz parte do hall de unicórnios brasileiros.

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  1. Loggi

A Loggi é uma startup de logística que surgiu no ramo de entregas de encomendas. Em 2019 entrou para o seleto grupo de unicórnios do Brasil, após investimentos de empresas como: Microsoft, GGV e SoftBank. 

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  1. Quinto Andar

Em 2018 o Quinto Andar surgiu como uma das empresas mais valiosas do Brasil. A empresa surgiu como o intuito de facilitar a locação de imóveis, sendo uma revolução como novo modelo de aluguéis. 

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XII. Ebank

A Ebank atua no meio de pagamentos e tem expandido seus negócios pela América Latina. A empresa possui parcerias com empresas como a Uber e a Visa. 

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XIII. Wildlife

 

A empresa Wildlife é conhecida no meio de jogos para celulares. Foi fundada em 2011 e de lá para cá tem ganhado notoriedade e crescendo, aumentando o valor agregado à startup.

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XIV. Loft

A Loft atua no ramo de corretores e imobiliárias, buscando facilitar as transações de imóveis com a ajuda da tecnologia. em julho de 2021 a empresa comprou 100% do domínio da CredPago, expandindo ainda mais o seu império. 

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  1. Vtex

A Vtex é uma plataforma de e-commerce-marketplace, que se tornou unicórnio após uma rodada de investimentos em setembro de 2020. O intuito da startup é expandir seus negócios para os EUA, Europa e Ásia. 

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XVI. Creditas

A Creditas atua na área financeira, oferecendo empréstimos de forma 100% online. O que facilita, e muito, aqueles que precisam resolver algum problema financeiro e não tem tempo de ir até uma agência bancária. 

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XVII. C6 Bank

O C6 Bank é um banco digital que tem crescido no território brasileiro. Fornece opções de cartões de débito, crédito, empréstimos e as demais funções de um banco tradicional.

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XVIII. MadeiraMadeira 

O MadeiraMadeira recebeu um investimento de R$ 100 milhões da SoftBank, o que impulsionou a startup de móveis, utensílios de casa e materiais de construção a crescer. 

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XIX. Hotmart

A plataforma Hotmart atua como um facilitador, oferecendo cursos a clientes finais, intermediando o criador do conteúdo. O que possibilita também que empregue pessoas que querem ajudar a trazer mais clientes para a plataforma, ganhando uma porcentagem da venda. 

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  1. Mercado Bitcoin 

Assim como algumas startups que mencionamos, o Mercado Bitcoin também recebeu investimentos da japonesa SoftBank. Tornando-se a primeira unicórnio cripto latino. 

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XXI. Unico

A Unico surgiu em 2007 com o nome de Acesso Digital. Ela oferece soluções empresariais para acesso facial e digital, facilitando a contratação de funcionários de forma online. 

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A verdade é que graças à era digital, muitas startups têm surgido com o objetivo de crescer. Com o constante avanço tecnológico, a tendência é que as empresas cheguem rapidamente ao patamar de unicórnios, ou de decacórios, mas isso é assunto para outro artigo. 

Estratégia do Nubank de não se tornar um banco, além de portabilidade salarial facilitada, podem explicar o porquê da fintech não oferecer conta salário

Aqui vai um fato curioso: o Nubank, que possui os títulos de banco digital, neobank, fintech, instituição financeira e instituição de pagamento, paga seus funcionários pelo Itaú. Aparentemente, isso ocorre porque o Nubank não oferece conta salário para a folha de pagamento e, por mais que tenha “bank” em seu nome, não é efetivamente um banco para evitar burocracia e taxas.

Em entrevista ao Tecnoblog, dois funcionários da fintech que confirmaram que, com a carteira assinada, recebem pelo Itaú. No entanto, eles podem solicitar a portabilidade salarial para uma NuConta, conforme as determinações do Banco Central de julho de 2018, que mudaram algumas regras ligadas à portabilidade da conta salário e facilitou a transferência para bancos digitais.

Ambos os entrevistados optaram por não terem seus nomes revelados, visto que seus superiores os orientaram a não conversar sobre assuntos financeiros com a imprensa. Enquanto um deles escolheu manter seu salário em uma conta-corrente do Itaú, o outro realizou a portabilidade salarial para sua NuConta.

No entanto, nenhum deles soube explicar exatamente o porquê do recebimento dos salários pelo Itaú. Por isso, entrei em contato com o Nubank para mais esclarecimentos sobre essa curiosidade.

A fintech não comentou diretamente a razão por trás disso, apenas confirmou que não oferece hoje uma conta salário, serviço terceirizado para o Itaú. Além disso, o banco digital se limitou a enviar um vago comunicado:

“Com a portabilidade salarial, os funcionários do Nubank podem usufruir de todos os benefícios de nossos serviços. Nosso foco é desenvolver produtos que sejam direcionados para os clientes”

Mesmo assim, tudo parece estar conectado à natureza estratégia do Nubank, que não é efetivamente um banco pelas regulamentações do Banco Central. Ele é, na realidade, muitas outras coisas, como uma instituição de pagamento e instituição financeira, por exemplo. Dito isso, a NuConta não é uma conta salário, nem corrente e nem poupança, mas sim uma conta de pagamento.

Nubank não é banco para evitar taxas e burocracia

Todos esses detalhes técnicos são mais complexos do que parecem. Conversei então com Bruno Diniz, especialista em fintechs e co-fundador e sócio da consultoria Spiralem, para entendermos melhor o que é o Nubank e sua estratégia em se manter burocraticamente “leve”.

“O Nubank surgiu em 2013 dentro de um novo arranjo regulatório onde se criou a figura da instituição de pagamento. Entre as coisas que ela pode oferecer, há a habilidade de fornecer uma conta de pagamento, onde o cliente consegue realizar transações e operacionalizar boa parte de sua vida financeira. Em paralelo, o Nubank também ofereceu cartão de crédito, mas nunca se tornou um banco.”

Bruno Diniz, co-fundador e sócio da consultoria Spiralem

O especialista em fintechs explicou em entrevista ao Tecnoblog que, até hoje, o Nubank não se tornou efetivamente um banco. Isso não é particularmente uma característica ruim. Sendo uma instituição de pagamento, o Nubank é livre de muitas burocracias (e taxas) que os bancos tradicionais carregam. Além disso, há algumas diferenças primárias, como onde o dinheiro é alocado.

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Nubank Ultravioleta na maquininha de cartão (Imagem: Divulgação)

Um banco tem as chamadas “reservas fracionárias”, o que significa que o seu dinheiro pode ser investido em diversas opções e emprestado para outras pessoas, fazendo a economia girar, explica Diniz. Uma instituição de pagamento, por outro lado, mantém seu dinheiro ali mesmo, aplicado em títulos públicos.

No entanto, o porquê do Nubank pagar seus funcionários pelo Itaú é, em parte, um mistério. Na realidade, do ponto de vista regulatório, ele poderia oferecer um serviço de conta salário, se assim quisesse. No entanto, a fintech não quis responder por qual razão não o faz.

Com portabilidade, Nubank não precisa de conta salário

Sendo assim, temos nossas especulações. Sabemos que o Nubank não pode colocar uma conta interna na folha de pagamento de seus funcionários, já que só oferece hoje uma conta de pagamentos. É aí que entra o papel do Itaú, o agente terceirizado para a criação de contas salário.

De qualquer forma, pode não fazer sentido para o banco digital criar um serviço que pode lhe dar mais dor de cabeça do que benefícios. Seja pela burocracia ou por fatores financeiros, o Nubank não oferece uma conta salário porque não quer. Por isso, talvez seja mais interessante e prático manter sua parceria com o Itaú para os pagamentos internos.

“Na verdade, o Nubank não oferece serviços corporativos, ele trabalha com o Itaú e o Itaú atende contas corporativas. Então, eles têm toda uma questão de folha salarial para lidar e pode fazer mais sentido para eles manter as coisas assim, pagando por meios tradicionais em vez de criar sua própria conta salário”.

Bruno Diniz, co-fundador e sócio da consultoria Spiralem

O simples comunicado enviado pelo Nubank ao Tecnoblog corrobora um pouco com esta tese: “Nosso foco é desenvolver produtos que sejam direcionados para os clientes”. Ou seja, a fintech não está pensando muito em serviços para funcionários.

Além disso, desde as mudanças regulatórias sobre portabilidade salarial de 2018, isso não parecer ser um problema, ao menos não para os dois funcionários entrevistados. Um deles, que optou pela portabilidade para a NuConta, afirmou que a fez ainda em 2019 e que foi tudo extremamente simples e rápido, pois as novas normas do Banco Central permitem que o Nubank cuide de praticamente todas as etapas do processo.

No final das contas, com a portabilidade salarial, simples, rápida e fácil como é hoje, criar uma conta salário, algo que já é oferecido por bancos tradicionais, simplesmente não deve fazer sentido para o Nubank.

Nubank cria “megazord” para se aproximar de banco

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Nubank se tornou conglomerado de instituições para se aproximar de ser um banco (Imagem: Divulgação/ Nubank)

Por mais que o Nubank não seja um banco, e nem pareça ser de seu interesse se tornar um, ele quase não tem limitações quanto aos serviços oferecidos. Em 2018, a fintech se tornou também uma instituição financeira com a criação da Nu Financeira.

Dessa forma, o banco digital passou a poder conceder crédito, como empréstimos, aos seus usuários, cobrindo assim diversas lacunas que ser apenas uma instituição de pagamentos deixava.

Bruno Diniz acrescenta que muitas fintechs seguem a mesma fórmula e se mantêm como instituições de pagamentos e instituições financeiras, driblando as complicações de ser realmente um banco.

Em 2021, o Nubank adquiriu ainda a Easynvest para cobrir os serviços de investimentos que antes era impossibilitado de oferecer. Então, segundo Diniz, “ele se tornou um conglomerado, uma espécie de ‘megazord’ financeiro”, para se assemelhar o máximo possível a um banco tradicional. “Hoje, convencionou-se no mercado chamar esses arranjos de bancos digitais”, concluiu o especialista.

 

https://tecnoblog.net/noticias/2022/04/20/nubank-usa-itau-em-vez-de-conta-propria-para-pagar-funcionarios/

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O Google anunciou em novembro de 2021 atualizações das ferramentas para comércios locais nos resultados de busca da empresa. Uma das novidades permite que os comerciantes façam a manutenção do perfil de sua loja diretamente pelo Google Maps e Pesquisa Google. Com isso, o aplicativo dedicado Google Meu Negócio será descontinuado em 2022.

Comerciantes poderão facilmente reivindicar e verificar o perfil de sua empresa diretamente pela pesquisa do Google ou no app do Maps. Ao procurar pela empresa, será apresentada a opção de reivindicar e verificar o Perfil de Empresa associado. Depois da verificação, é possível editar as informações da empresa expostas no perfil, como endereço, horário de funcionamento, fotos e muito mais.

O Google também adicionou novas maneiras de aproveitar o perfil de sua empresa, permitindo o envio de mensagens aos clientes diretamente da Pesquisa. Usuários dos Estados Unidos e Canadá poderão ainda utilizar o histórico de chamadas para reconhecer quais clientes vieram de seus perfis comerciais no Google.

Além disso, será possível sinalizar “em estoque” quando um produto aparecer na pesquisa na aba Shopping e apresentar seu inventário no perfil da empresa através do Pointy no Google — ferramenta gratuita para perfis de negócios. Outra função útil para produtos sazonais são as campanhas locais que promovem a localização do seu negócio no YouTube e Maps.

Google Meu Negócio

A empresa anunciou que o ‘Google Meu Negócio’ foi renomeado para ‘Perfil do Google Business’ e recomenda que as pequenas empresas gerenciem seus perfis diretamente da Pesquisa ou no Maps para ter uma experiência atualizada, visto que o aplicativo dedicado será descontinuado em 2022.

“A experiência existente do Google Meu Negócio na web fará a transição para oferecer suporte principalmente a empresas maiores com vários locais e será renomeada como ‘Gerente de Perfil de Negócios’. Compartilharemos mais detalhes sobre essas mudanças nos próximos meses”, diz o comunicado.

https://www.tecmundo.com.br/mercado/228179-google-meu-negocio-perdera-app-2022-confira-mudancas.htm 

Estratégias de marketing são fundamentais para compreender o comportamento do cliente no momento da compra

O consumo foi mudado com a internet, e entender o comportamento do consumidor é fundamental para alavancar o reconhecimento de uma empresa. Não somente em vender, mas buscar ter credibilidade nas plataformas digitais. 

O ZMOT, sigla para o termo Zero Moment of Truth, em tradução livre para “Momento Zero da Compra”, é um conceito criado para desvendar o processo de decisão de compra na internet. 

Isso foi necessário devido ao crescimento digital. No qual diversas empresas migraram para o universo online, e muitas outras surgiram como e-commerce. Porém, somente anunciar um serviço ou produto sem compreender o seu público, não funciona. 

Pensando nisso, o Google, como o maior buscador do mundo, criou um estudo juntamente com a empresa Shopper Sciences para compreender as percepções que as empresas têm sobre o consumidor. 

Fundamentos do ZMOT

O ZMOT se aplica a diversas áreas de consumo. E os conceitos são aplicados em comportamentos diários do consumidor, como:

  • Busca de especificações de produtos
  • Pesquisas de assuntos no Google
  • Buscas por análises de um produto ou serviço
  • Comparação de valores
  • Procura por cupons de desconto

Quando falamos sobre a competitividade das empresas no setor de vendas, queremos dizer que cada vez mais cresce a importância em aderir a estratégias de marketing digital para se destacar. 

Hoje, o consumidor tem pesquisado diversas informações antes de comprar algo. E esse é o conceito prático do ZMOT. Não há somente o consumo por indicação, e sim do poder das pesquisas e de um marketing bem feito. 

Compreender o público alvo de venda é imprescindível. Não há retorno assertivo em campanhas feitas sem fundamentos. É preciso ter interações com os clientes por meio de identificação.

Mudanças de modelo 

No modelo tradicional de compra, há um processo previsível, no qual, de início surge o estímulo de consumir um produto. Posteriormente, o contato em estar diante do produto que o consumidor pensa em usufruir, e por fim, vem o momento concluído da compra.

Modelo do Google para ilustrar:

imagem ilustrativa

imagem ilustrativa

Mas como foi visto essa mudança de comportamento do consumidor? O Google percebeu essa alteração em 2011, e decidiu realizar o estudo para mostrar que um comprador mude de indeciso para decidir uma compra. 

O primeiro ponto analisado pela plataforma foi que, em 2010, um consumidor pesquisava cerca de cinco fontes para comprar um produto. Em 2011, esse mesmo consumidor passou a analisar o dobro de fontes. 

Com essa dedução inicial do Google, surgiu o estudo para compreender o comportamento do cliente. E então, constataram que o cliente passou a pesquisar muito mais antes de consumir algo. E então, surgiu o ZMOT, o momento zero da compra.

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Como colocar o ZMOT em prática

Como um conceito, o ZMOT é construído em pilares. Cada um deles é necessário para compreender o método e colocá-lo em prática. Entendendo as bases, é possível ajustar a comunicação direta com o cliente. 

Ranqueamento nos mecanismos de busca: a cada dia que passa, os usuários na internet têm mais pressa para encontrar o que estão procurando. Mas além disso, não abrem mão da segurança em adquirir algo online. 

O Google é o buscador mais utilizado no mundo, e possui um sistema de ranqueamento para classificar, de acordo com a credibilidade, cada site da plataforma. Por isso, os primeiros lugares sempre terão mais cliques, por serem mais bem classificados. 

Isso induz o consumidor a clicar nos primeiros links do buscador, além de comparar com os demais links que vem na sequência, para comparativo. É essencial para as empresas criarem estratégias para estar nesse lugar privilegiado da plataforma.

Comparação entre serviços e produtos: fazer comparativo é um dos pontos mais pautados entre os consumidores. Apesar do preço ser um critério para comprar algo, nem sempre a decisão é feita somente com base nisso. 

Trazer ao cliente a perspectiva de comparativo de qualidade de um produto, traz ainda mais credibilidade. Pois, é possível perceber o cuidado da empresa em oferecer não somente um preço bom, mas uma experiência inquestionável. 

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Avaliações: a internet possibilitou muitas coisas, inclusive, que o usuário se tornasse um emissor de informações. Hoje, não é somente a indicação de conhecidos que é válida, o meio digital fez com que muitas opiniões fossem dadas ao mesmo tempo, sobre as mesmas coisas. 

É comum, ao desejar fazer uma compra, que o cliente verifique as avaliações que aquele produto ou serviço tem. Seja pelas estrelas dadas à empresa, ou pelos comentários feitos sobre ela nas próprias redes sociais ou em portais voltados para essa finalidade. 

Por esse motivo, as empresas devem investir em prestar serviço de qualidade e que deem uma experiência ímpar ao consumidor. Pois ter comentários positivos sobre a marca ajuda, e muito, a alavancar reputação e vendas.

E quando essa ação se torna voluntária, é sinal de que a empresa tem caminhado na direção certa, com chances de conquistar ainda mais público.

Cupons de desconto: quando o cliente percorre esse processo de pesquisa e comparativo, um fator crucial é se a empresa oferece algum atrativo ou vantagem. Seja cupons de desconto, ofertas ou frete grátis.

Em uma estratégia de marketing, ter algum atrativo ao cliente é importante. Principalmente se a empresa oferecer serviços e produtos corriqueiros, ou seja, que sejam comprados de forma consecutiva. 

Mirar na experiência do cliente ser satisfatória é um ponto essencial para o crescimento de uma empresa na era digital. Compreender o que buscam e de que forma apresentar soluções é o diferencial para se destacar nesse vasto mercado da internet.

blankQuem Somos

Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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