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Estudo lista quatro tendências-chave às quais as empresas devem se atentar para enfrentar a revolução do metaverso nos próximos anos.

Se em 2021 fomos apresentados ao metaverso, 2022 é o ano em que as empresas devem se preparar para estar nele, segundo a Accenture, que divulga hoje seu estudo anual global, o Technology Vision 2022 – ao qual Época Negócios teve acesso com exclusividade.

Segundo o estudo, tecnologias como realidade estendida, blockchain, gêmeos digitais e computação de ponta estão convergindo para mudar as experiências humanas como as conhecemos.

“A próxima geração da internet está se desdobrando e vai levar a uma nova onda de transformação digital muito maior do que o que vimos até hoje, transformando o modo como todos nós vivemos e trabalhamos”, diz Paul Daugherty, chefe do recém-criado grupo de negócios Accenture Metaverse Continuum. “As companhias devem agir hoje, ou vão se ver operando em mundos desenhados por e para outras pessoas.”

Segundo Daugherty, com a fronteira entre físico e digital desaparecendo, as empresas têm “a oportunidade e a obrigação AGORA de construir um metaverso responsivo – endereçando temas como confiança, sustentabilidade, segurança pessoal, privacidade, uso e acesso responsáveis, diversidade e outros”.

E não faltam exemplos de quem já está caminhando à frente: “Em 2021, a Gucci criou a The Gucci Garden Experience para vender produtos virtuais, e vendeu uma gêmea digital de uma bolsa Gucci por um preço mais alto do que a versão do mundo real. O show de Travis Scott dentro do Fortnite teve 27,7 milhões de participantes únicos – número muito maior do que qualquer lugar de shows pode acomodar”, destaca o documento.

Quatro tendências

Mas o que exatamente é preciso para se preparar para as novas oportunidades de negócios trazidas pelo metaverso? O estudo lista quatro tendências-chave às quais as empresas devem se atentar para enfrentar a revolução do metaverso nos próximos anos.

  1. WebMe – Colocando o “eu” no metaverso

O metaverso e a Web3 devem redesenhar a internet: em vez de uma coleção de sites e apps diferentes, o metaverso vai levar para um ambiente 3D persistente em que se mover de um lugar para o outro será tão simples quando andar de um cômodo para outro.

95% dos executivos acreditam que as plataformas digitais do futuro devem oferecer experiências unificadas, permitindo interoperabilidade dos dados dos clientes através de diferentes plataformas e espaços.

  1. O Mundo Programável – Nosso planeta personalizado

Com o avanço de tecnologias emergentes, como 5G, computação ambiental, realidade aumentada e materiais inteligentes, os ambientes digitais vão mudar não apenas a forma como as pessoas interagem com os mundos, mas também redefinir tudo construído nele, como as pessoas sentem e interagem, e o controle que têm sobre ele.

92% dos executivos concordam que as organizações líderes vão avançar os limites do mundo virtual para torná-lo mais real, aumentando a necessidade de persistência e navegação sem fricção entre os mundos digital e físico.

  1. O irreal – Tornando o sintético autêntico

Segundo o estudo, os dados gerados pela Inteligência Artificial são mais valiosos do que nunca, com empresas e consumidores deixando de considerar o que é real versus o que é falso, mas sim o que é autêntico – não só em termos do conteúdo e dos algoritmos de uma companhia, mas da marca como um todo. “Com o mundo irreal prestes a se tornar realidade, agora é hora dos líderes prepararem seus negócios”, diz o documento.

  1. Calculando o impossível – Novas máquinas, novas possibilidades

Se um novo formato de web vem por aí, uma nova geração de computadores também. As empresas precisam se preparar para máquinas que serão cada vez mais autônomas, resolvendo problemas que levarão a uma ruptura com o padrão tecnológico atual.

Para 94% dos executivos, o sucesso no longo prazo depende de aproveitar a computação de nova geração para resolver desafios aparentemente insolúveis.

https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2022/03/como-empresas-devem-se-preparar-para-o-metaverso-o-momento-e-agora-diz-accenture.html

A Avaya, empresa estadunidense de comunicações, encomendou um levantamento do mercado conduzido pela empresa de mídia e pesquisa IDG. A principal revelação é que os negócios considerados mais bem-sucedidos pelos entrevistados envolvem a experiência total, ou seja, uma conexão entre cliente, funcionário, experiência de usuário e multiexperiência.

O estudo ouviu executivos de 469 empresas de nível global, e a maioria acredita que a experiência do cliente é parte fundamental da marca, além de ser responsabilidade de todos defendê-la dentro da organização. Os entrevistados responderam afirmativamente a essas premissas:

Experiência do empregado, isto é, uma boa experiência do cliente inclui funcionários capacitados (82%);

Valoriza-se a multiexperiência, isto é, interações memoráveis e personalizadas em momentos importantes (83%);

A interação entre humanos, dados e tecnologia importa para 83%.

No entanto, pouco mais da metade (59%) indicou ter um desempenho satisfatório para todos esses aspectos. Além disso, apenas 60% dizem ter uma tática coesa para focar na boa experiência de interação com o cliente. A maioria das empresas emprega as ferramentas e plataformas padrão de suporte ao consumidor, como e-mail, telefone e redes sociais.

As empresas que obtiveram pontuação mais alta em experiência total capacitam os funcionários com ferramentas e plataformas mais recentes, como SMS (61%) mensagens online (64%), videochat (53%), chatbots (48%) e assistentes virtuais (43%).

As companhias mais propensas a ter a tecnologia certa de percepção do cliente são aquelas com boas pontuações de experiência total (71%) e aquelas com boas estratégias de interação (74%). Além disso, 97% das organizações dizem que funcionários capacitados com a solução certa podem transformar as experiências dos consumidores, enquanto as ferramentas certas de comunicação e colaboração capacitam ambos.

https://canaltech.com.br/negocios/empresas-mais-bem-sucedidas-focam-na-experiencia-total-dos-negocios-211454/

Com a transformação digital, setor ganhou força e abriu postos; crescimento deve continuar

A área de marketing digital está em alta. Levantamento do LinkedIn colocou a competência como uma das mais requisitadas no País entre janeiro de 2017 e julho do ano passado. Com a transformação digital e a migração dos consumidores para o ambiente online, impulsionadas principalmente pela pandemia da covid-19, o setor deve continuar ganhando relevância e, consequentemente, abrindo mais postos de trabalho.

Para quem deseja aproveitar o bom momento e ingressar no setor, é preciso entender, antes de mais nada, o que exatamente faz um profissional de marketing digital. “Ele é responsável por todas as ações estratégicas que agem em conjunto para divulgar serviços ou produtos. Desta forma, este profissional atua para divulgar a marca, aumentar as possibilidades de conquistar novos clientes e fidelizá-los”, explica Matheus Luis Pavessi, especialista em marketing digital na agência iNexxus.

São diversos os segmentos que permitem sua atuação: comercial (na prospecção de clientes), atendimento (ao atender o cliente quando este já foi captado), designer (criação de artes), social media (redes e campanhas), web designer (criação de sites), entre outros.

Qualificação

De olho no mercado, a oferta de cursos na área é imensa. As opções vão desde faculdades, com os cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Marketing Digital, até cursos que envolvam o universo, como gerenciamento e planejamento de mídias sociais, produção de conteúdo, captação de novos clientes, vendas, desenvolvimento de campanhas, pesquisas, e-mail marketing, entre outros.

“O mais adequado é escolher por aquele que possa trazer mais experiência e, em seguida, conseguir um estágio para ter a vivência na área. As empresas têm contratado pessoas que queiram se capacitar e crescer”, afirma Pavessi.

Apesar de relativamente novo, o estudo na área se mostra fundamental. “É importante estar qualificado, pois o profissional vai atender clientes que desejam resultados, não podendo haver falhas. Uma boa qualificação vai permitir um trabalho bem executado”, aponta o especialista.

Os rendimentos de um profissional de marketing digital podem variar bastante, partindo de R$ 1,5 mil e chegando a R$ 9 mil, segundo Pavessi.

Futuro da profissão

Para o especialista da iNexxus, é certo dizer que cada vez mais o marketing digital é procurado por clientes de todos os ramos, e a tendência é continuar nesta crescente.

“Ações estratégicas e planejamentos precisam ser traçados para que as empresas se posicionem e continuem crescendo. Devido a este movimento do mercado, agências e profissionais têm surgido, e quem estiver mais preparado sairá na frente”, finaliza.

https://www.metroworldnews.com.br/foco/2022/03/13/o-que-voce-precisa-saber-para-ingressar-na-area-de-marketing-digital/

Os movimentos para a criação de moedas virtuais pelos bancos centrais mundo afora mostram o quanto estamos próximos de abandonar para sempre as cédulas em papel.

Confrontados com a multiplicação de criptomoedas, bancos centrais no mundo todo preparam-se para lançar suas próprias moedas digitais. É uma reação compreensível e tardia dessas instituições — “autoridades monetárias” que há 350 anos definem o poder de governos sobre seus territórios — diante de iniciativas descentralizadas e meio anárquicas. As experiências dos BCs podem ter grande impacto sobre os sistemas monetários nacionais e global.

O Banco Central do Brasil anunciou a estreia da versão do real em blockchain para 2024. China, Japão, Suécia e Nigéria já estão testando com o público as chamadas “moedas digitais de bancos centrais” ou CBDC, na sigla em inglês. O BC Europeu e o Banco da Inglaterra iniciaram projetos-piloto. O Brasil e os Estados Unidos estudam a possibilidade. E as ilhas Bahamas lançaram, em outubro passado, o “Sand dollar” (dólar de areia) — a primeira moeda digital de banco central no mundo.

Por trás de toda essa movimentação há uma enorme transformação do sistema monetário. Quando o assunto é inovação no setor público não há outra mudança mais disruptiva do que essa. Para o economista Eswar Prasad, autor do livro “O futuro do dinheiro: como a revolução digital está transformando moedas e finanças” (em uma tradução livre), o mundo das finanças está no limiar de uma grande ruptura que afetará corporações, banqueiros, estados. E essa metamorfose do dinheiro, segundo Prasad, reescreverá fundamentalmente como as pessoas comuns vivem, investem, negociam. Para ele, os bancos centrais vão acelerar o processo, com suas moedas digitais.

É uma reação a algo até pouco tempo atrás impensável — a concorrência espontânea do livre mercado criou moedas concorrentes que desafiam o que se colocava como inabalável — a governança financeira global. Criptomoedas como Bitcoin ou Ethereum se multiplicam num mundo digital descentralizado. Não possuem fronteiras e rejeitam o controle dos estados. Mesmo sendo ativos voláteis e arriscados, avançam a passos largos na direção oposta dos bancos centrais, que têm como função emitir a moeda nacional e controlar o volume de dinheiro e o crédito no país. Além das criptomoedas tradicionais, multiplicam-se também as “stablecoins” ou “moedas estáveis”, como a Tether. Elas são criptomoedas como Bitcoin, usam a mesma tecnologia blockchain, mas estão atreladas a ativos de reserva como dólar, ouro ou petróleo. O que explica o sucesso meteórico.

No ano passado, a oferta de stablecoins atreladas ao dólar cresceu 500%, atingindo quase 130 bilhões de dólares em setembro de 2021, segundo o Fed americano. Mas como operam sem regulamentação, elas deixam milhões de usuários sem proteção. O temor se reforçou quando o Fed de Nova York descobriu que a Tether, uma stablecoin atrelada ao dólar, com 69 bilhões de dólares de ativos em circulação, não tinha suas prometidas reservas.

Se as inovações financeiras do mundo digital foram inicialmente bem-vindas pelos BCs como uma boa solução para incluir as milhões de pessoas no mundo sem acesso a bancos e tornar transações mais rápidas e eficientes, há agora a preocupação com o risco de que tudo saia do controle.

A China começou a projetar sua moeda digital em 2014. Em 2020, começou a usar loterias para torná-la popular. Recentemente, lançou um aplicativo que permite aos chineses usarem a versão digital do yuan em dez áreas, como Xangai e Pequim. Resta saber se os chineses vão abandonar os sistemas práticos de pagamentos em plataformas como WeChat para aderir ao aplicativo da moeda nacional digitalizada.

A batalha é pela soberania. Na mão de quem, então, vão ficar os mercados financeiro e de pagamentos?

O Banco de Compensações Internacionais ou BIS (na sigla em inglês), conhecido como o banco central dos bancos centrais, engrossou o tom ao escrever abertamente num relatório de junho de 2021 que criptomoedas trabalham contra o interesse público. Num discurso no mês passado, o diretor-geral do BIS, Augustín Carstens, respondeu assim aos que imaginam que futuramente o dinheiro e as finanças serão fornecidas unicamente por empresas tech ou por sistemas descentralizados movidos por algoritmos: “Minha mensagem hoje é simples: a alma do dinheiro não pertence a uma grande tecnologia nem a um ledger anônimo. A alma do dinheiro é a confiança. E os bancos centrais são e continuam a ser as instituições mais bem posicionadas para fornecer confiança na era digital”.

Jogo de poder

Há ainda uma questão geopolítica. Com o yuan digital, a China tenta se contrapor ao domínio do dólar, das criptomoedas e das empresas de tecnologia americanas.

“O yuan digital tem vantagem de ir contra a tentativa de questionamento da soberania nacional pelas moedas privadas. E questiona o dólar. No fundo, o que estamos vendo é um problema geopolítico: quem sai na frente, sai com vantagem. Por que os Estados Unidos não saíram na frente? Porque não interessa. Eles estão muito bem, obrigado, enquanto o dólar for padrão comercial”, afirma o economista Fernando Nogueira Costa, professor da Unicamp e ex-vice-presidente de Finanças e Mercado de Capitais da Caixa Econômica Federal. É uma visão compartilhada por John Ninia, pesquisador da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. “Se moedas alternativas se tornarem padrão, o dólar se tornará muito mais dominante, enquanto o yuan será prejudicado”, escreveu. Além disso, “a China perderia muito controle sobre seu sistema monetário e atividades ilegais, como lavagem de dinheiro, se tornariam mais fáceis”.

Fernando Nogueira Costa acha que “o BC brasileiro tem de reagir”. Como a moeda digital não tem fronteira, um exportador do agronegócio para a China, que vai receber em yuan digital, pode decidir manter o dinheiro numa conta na China e não no Brasil. “Há uma possibilidade de fuga de capital muito grande. O Banco Central brasileiro, assim como o europeu e o Fed, não podem ficar de fora, porque senão perdem para moedas privadas e para moedas internacionais (como yuan digital)”, alerta.

Empurrados pela nova realidade para o mundo das techs, BCs estão pisando em ovos. Se lançar suas próprias moedas digitais traz muitos benefícios, os riscos são igualmente consideráveis. Especialistas apontam como vantagens “tirar atividades econômicas ilícitas das sombras”, como tráfico e lavagem de dinheiro.

Outro benefício é a inclusão financeira. “Há muita gente que não tem acesso a serviços financeiros porque não possui histórico de suas transações. Se você obtiver uma conta CBDC junto com sua certidão de nascimento, terá um registro de transação a partir de então e poderá obter acesso à economia mais ampla. Fornecer esse serviço como um bem público é potencialmente mais poderoso do que fornecer isso em uma estrutura que tem acionistas”, avalia Lewis McLellan, editor do Instituto Monetário Digital do Fórum Oficial de Instituições Monetárias e Financeiras (OMFIF), um think tank em Londres.

Mas há o outro lado da moeda. Se qualquer um puder ter conta digital no BC, num momento de crise, todo mundo vai jogar seu depósito à vista nos bancos para a conta no Banco Central, para não quebrar. Banco Central não quebra. Bancos comerciais quebram. Isso gera carência de liquidez. Teria de socorrer o sistema bancário. Esse é um grande problema ”, diz Fernando Nogueira Costa.

Outra preocupação é com o fim da privacidade, algo mais crítico em países com democracias frágeis. Especialistas já questionaram o poder de identificação e rastreamento de cidadãos considerados detratores por governos totalitários.

O mundo caminha para o fim do papel-moeda, o dinheiro vivo? Lewis McLellan, editor do Instituto Monetário Digital do OMFIF, acha que não. “A maioria desses bancos centrais está olhando para as moedas digitais do banco central como um complemento ao sistema de pagamento atual, não como um substituto para o dinheiro.” Mas muitos economistas acham que os bancos centrais acabarão sendo atropelados pela realidade. Se suas moedas digitais forem facilmente acessíveis para pagamentos digitais, “a maioria das pessoas começará a mudar para pagamentos digitais de uma forma ou de outra.”

“O dinheiro está definitivamente chegando ao fim”, afirma Prasad. “Em todo o mundo, estamos começando a ver os pagamentos digitais se tornando predominantes. Isso é verdade em muitos países de renda média, como China e Índia. E, claro, muitas economias avançadas, como a Suécia. Existem alguns países ricos, como Estados Unidos, Japão e Suíça, onde as pessoas ainda usam bastante as cédulas. Mas a realidade é que, mesmo nesses países, o uso do dinheiro está diminuindo muito rapidamente.” Nem todos os caminhos estão claros. Mas não é exagero dizer que a maior disrupção promovida pelos bancos centrais poderá ser também a maior disrupção dos próprios bancos centrais.

https://epocanegocios.globo.com/Futuro-do-Dinheiro/noticia/2022/03/como-o-mundo-ira-entrar-na-era-do-dinheiro-digital.html

A nova comercialização do inventário digital’ contará com participação da gerente de Parceiros Estratégicos do Google, Juliana Guimarães

Com o objetivo de proporcionar um bate papo sobre diversos aspectos da mídia programática, a Premium Ads realizará, em 22 de março, o webinar ‘A nova comercialização do inventário digital’. O evento on-line tem apoio da agência Brazo Mídia e de Coletiva.net e contará com a presença da gerente de Parceiros Estratégicos do Google, Juliana Guimarães. A convidada abordará possibilidades do programático garantido e campanhas de sucesso, bem como compartilhará dicas da gigante de tecnologia para comercialização do inventário digital.

Juliana possui experiência em planejamento estratégico com foco em performance, tem MBA em Gestão de Marketing e já trabalhou em empresas como a Criteo. Atualmente, em seu cargo no Google, é responsável pelo desenvolvimento de estratégias de monetização de receita, por meio de anúncios em sites de diversos setores dentro dos mercados Latino e Norte americanos.

O evento se iniciará às 8h30, com duração até às 10h30. A participação é gratuita e os interessados devem fazer antecipadamente suas inscrições no formulário que consta neste link.

Premium Ads

Criada em 2016, a Premium Ads é uma empresa de monetização de portais e suporte ao publisher, e é a única do Brasil com as certificações Google Publishing Partner e Prebid Verified Partner, que atestam a qualidade dos serviços. Além disso, é especialista em monetização via conexões e conta com mais de 20 demandas nacionais e internacionais, entre elas o Google Ad Exchange.

 https://coletiva.net/noticias/premium-ads-realiza-webinar-com-apoio-de-brazo-midia-e-coletiva.net,411590.jhtml

Em 2020, o Fórum Econômico Mundial fez a previsão que até 2022 seriam criados 6,1 milhões de empregos entre as novas carreiras da economia digital.

Em 2021, a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) viu a criação de mais de 123 mil novos empregos apenas no setor de Tecnologia da Informação. O número superou projeções anteriores de estimava uma demanda de 56.693 profissionais.

Olhando somente para a área de tecnologia, a associação vê a criação de 797 mil empregos até 2025 no Brasil. Essa demanda vai se concentrar em áreas tecnológicas como Big Data & Analytics, Nuvem, Web Mobile, Internet das coisas, Blockchain e muitas outras.

Com tantas oportunidades novas sendo criadas, fica a grande dúvida: que carreira eu posso seguir?

Ajudar a responder essa questão é um dos objetivos do evento da Faculdade Digital Descomplica com a empresa Transformação Digital, o “Carreiras da Nossa Geração”.

O evento é gratuito e acontece em dois dias, 8 e 10 de março, das 19h30 às 21h30. Serão 40 horas de conteúdo exclusivo e 4 horas de evento ao vivo, com dezenas de especialistas em profissões da era digital. Ainda é possível realizar a inscrição e ter acesso ao conteúdo.

Para ajudar com as dúvidas iniciais sobre as carreiras do futuro, a EXAME entrevistou Daniel Pedrino, Presidente da Faculdade Descomplica Digital.

O executivo explica uma simples forma de entender as trilhas de carreira para seguir e buscar formação, separando as profissões em quatro grupos:

Carreiras técnicas

Exemplos: desenvolvedores, UX designers, designers de jogos, médicos, advogados

Carreiras de negócios

Exemplos: cientista de dados, gerente de projetos, gerente de produtos, marketing digital

Carreiras criativas

Exemplo: web design, social media, copywriter

Carreiras inovadoras

Exemplo: inteligência artificial, block chain, crypto money

No esquema abaixo, as carreiras técnicas ficam mais próximas de um núcleo por serem mais específicas e as carreiras inovadores, mais generalistas, ficam na parte de fora. Quanto mais longe do centro, mais uma carreira precisa de competências sociais e conhecimento sobre as outras áreas “de dentro”.

“Em inteligência artificial, parece algo numérico, mas você precisa saber do negócio, ser criativo e entender de desenvolvimento. Quanto mais amplo, mais você precisa entender um pouco do que tem no centro”, explica.

Confira a explicação do CEO e suas dicas para escolher uma carreira no mundo digital:

Quais são as principais dúvidas dos jovens escolhendo graduação hoje?

A geração Z vai passar e está passando pela maior transformação do ensino superior já vista. Na nossa geração, o currículo olha muito para o retrovisor da carreira. E profissões tradicionais, como direito ou engenharia, são relevantes, mas estamos falando de uma geração que é totalmente digital. O offline para eles não existe. 

A nova economia está transformando todos os mercados. E para quem nasce nesse mundo, diria que existem múltiplas informações na influência social. Antes, existia pra gente o guia do estudante para escolher a faculdade. Hoje, existe muita informação social e isso gera um grande conflito com os pais, que ainda têm muito forte a lembrança das profissões de antes.

E os jovens estão nessa transição do presencial para o online, onde o diploma não é algo essencial, e o formato dos cursos também está mudando. 

Então, na busca de uma carreira, existem três pontos principais: o que eu quero fazer? O que eu posso fazer? E o que eu consigo fazer?

E as respostas são diferentes. Na primeira, olhamos para qual é a carreira da nova geração e qual oferece renda hoje. No final das constas, montamos a faculdade como meio para gerar renda para o aluno. Na hora de influência da família e influência social, ele vê que médico, engenheiro e advogado têm dinheiro. E para o jovem, crescendo e vivendo no mundo digital, as carreiras de alto emprego são outras.

Então, o “o que posso fazer” gera esse conflito. E no “o que consigo fazer”, a resposta deve passar pela acessibilidade. E isso é mais possível com o digital, EAD e uma faculdade como a Descomplica. O curso tem como premissa o menor preço possível para dar disponibilidade de localização e preço.

No passado, grande parte das pessoas achava que a tecnologia ia mudar as carreiras e todos os empregos serão tomados por robôs. Estudos da McKinsey mostram que até 2030 apenas 5% das produções serão totalmente automatizadas, mas todas as outras, mais de 90%, vão passar por algum tipo de ressignificação. As carreiras da nova geração também incluem medicina, advocacia… a tecnologia transpassa tudo.

Que dicas daria para escolher uma formação hoje? Ou para quem deseja fazer uma transição de carreira?

Primeiro, uma influência grande que temos é o professor. Qual o melhor professor que teve na infância? Essa matéria teve relação com a decisão profissional nossa. Se você está querendo buscar uma profissão, a primeira coisa eu recomendo é listar todas as matérias e cursos que mais teve prazer, que mais te desafiaram, que teve mais curiosidade de ir atrás.

A partir disso, o segundo item é se perguntar o porquê gostou mais disso. Sempre tem algumas habilidades, competências inerentes, que desenvolveu ao longo da vida. Eu adorava escola, sou curioso, adoro comunicação, conversar com as pessoas. São as habilidades que as pessoas ao redor dizem que você é bom.

E o terceiro ponto é olhar quais carreiras que existem hoje no mercado. A escolha não pode ser de fora para dentro, tem que começar de dentro para fora. Entender o que faz com prazer, o que acordaria cedo para fazer e trabalhar nisso até o final do dia.

E quarto: agora que sei o que sou bom, as habilidades e as carreiras que potencializam isso, eu posso procurar pessoas que acabaram de entrar nessa carreira e que já estão há 10 anos nela. Essas duas visões vão ser complementares. 

E, se for possível, procure as tendências de como vai ser a profissão em 10, 30, 40 anos… e digo isso na medida do possível, pois ninguém iria prever o mercado que jogos digitais se tornaria isso. 

E a última coisa, no final, a se fazer é escolher a faculdade. Não começar de trás para frente, no curso mais barato ou pelo nome. Eu digo de maneira bem transparente que me preocupava em não aceitarem a Descomplica, mas todas as empresas da nova economia disseram “é isso que a gente quer”.

Eu diria que o nome da faculdade tem contado menos. A Sofia Esteves, da Cia de Talentos, fala que no processo de trainee a pergunta de “qual faculdade você faz?” não existe mais. Hoje ainda temos boas opções de financiamento, o Prouni ou privados, que ajudam no acesso.

https://exame.com/carreira/como-escolher-carreira-futuro-digital/

blankQuem Somos

Agência de marketing digital localizada na zona sul de São Paulo com mais de 11 anos de experiência em soluções digitais para pequenas empresas.

Somos uma agência de performance, nossas ações são guiadas por dados e com foco em um objetivo.

A nossa missão é empoderar você e facilitar sua tomada de decisões para que você possa ir tão longe quanto a sua imaginação e ousadia permitirem.

Além dos Serviços de Marketing Digital, nós desenvolvemos Ferramentas e Produtos para o mercado.

 

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