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Para concorrer com a plataforma de vídeos curtos, Instagram testa novos layouts para os usuários e adapta algoritmo para privilegiar conteúdos originais

Exemplo do que seria o novo feed do Instagram (Foto: Reprodução/Instagram)

Na tentativa de fazer frente à concorrência do TikTok, o Instagram está testando um novo layout para o feed, que traria vídeos verticais em tela cheia. Hoje, ao abrir o Instagram, o nome dos usuários aparecem acima das postagens e, logo abaixo, os vídeos ou fotos. Na nova configuração, os usuários veriam imediatamente o conteúdo, que traria os vídeos “mais para frente e ao centro”, segundo publicação do site The Verge

Os testes foram confirmados pelo CEO da empresa, Adam Mosseri, dizendo que fotos e vídeos mais “altos” começariam a aparecer em alguns feeds. Uma imagem compartilhada pelo Instagram mostra como seria esse novo feed: ocupado por uma postagem em tela cheia com comentários, legendas, curtidas e outros recursos colocados na parte superior da postagem, em vez de abaixo.

De acordo com a reportagem, Seine Kim, porta-voz da Meta, disse que os stories ainda estarão acessíveis na parte superior da tela. Pesquisa, compras e o próprio perfil de um usuário ainda serão acessíveis por meio de botões na parte inferior da tela. Notificações, mensagens e novos recursos de postagem permanecem no topo, juntamente com a capacidade de alternar entre contas. Kim diz que imagens estáticas também serão incorporadas ao feed de tela cheia.

Corrida contra o TikTok

A escolha do Instagram de testar feeds focados em vídeos não é uma surpresa. A empresa começou a adotar medidas para tentar barrar o aumento da popularidade do TikTok. Uma delas, por exemplo, foi oferecer bônus em dinheiro para criadores de conteúdo que fazem reels. Outra foi mudar o algoritmo de classificação para recompensar o conteúdo “original” sobre o conteúdo republicado. Esta última foi uma medida para tentar impedir que os usuários republiquem conteúdos do TikTok no Instagram.

https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2022/05/instagram-testa-feed-full-screen-semelhante-ao-do-tiktok.html

No dia Mundial da Língua Portuguesa, veja como as abreviações criadas pelos adolescentes transformam o português

Ss, Vz, CP, não conhece essas expressões? Abreviações são usadas com frequência por jovens e adolescentes nas redes sociais, principalmente nos aplicativos de conversa. Neste Dia Mundial da Língua Portuguesa (5 de maio), esta forma de comunicação ilustra as mudanças que ocorrem na língua com o passar dos anos.

As siglas usadas nas conversas priorizam as consoantes e a maioria vem de redução de gírias. Ss (sim), vz (pegar a visão) e cp (se pá) surgiram, na opinião da professora de Linguagens e suas Tecnologias no Ensino Médio Técnico do Senac SP, Raquel Faustino, “como uma forma de comunicação entre os mais jovens, justamente para que os pais não entendem o que está sendo dito, um jeito deles se identificarem com um grupo.”

Essa maneira de conversar também faz parte do processo de transformação da língua. “O que chama a atenção é que está ocorrendo muito rápido porque segue a velocidade das mudanças na tecnologia”, diz. “Toda nova ferramenta tecnológica altera a forma de comunicação, isso ocorreu com o telégrafo, por exemplo, que exigiu o uso de abreviações também.”

“Se pegarmos um texto de Camões também teremos dificuldade para entender porque a língua está em constante processo de mudança e essa é a beleza: entender a língua portuguesa como um conjunto, de ter variedade tanto na linguagem formal quanto informal.”

Mas para os pais e professores que não conseguem acompanhar essas conversas nas redes sociais, qual a dica? Vale fazer um glossário? “O melhor caminho é perguntar e abrir o canal de diálogo, e entender que, em alguns anos, provavelmente, esses adolescentes também estarão questionando as mudanças na língua.”

https://noticias.r7.com/educacao/ss-vz-cp-conhece-a-linguagem-usada-nas-redes-sociais-05052022

Em poucos passos é possível recuperar o conteúdo postado no feed e nos stories da plataforma.

Com mais de um bilhão de usuários, o Instagram é um dos aplicativos mais populares do mundo. Apesar de ter seu conteúdo baseado no compartilhamento de fotos e vídeos, a rede social não facilita a vida de quem precisa salvar as imagens que já foram postadas na plataforma.

Prova disso é que não existe um recurso oficial do aplicativo para fazer o download das fotos que já estão no perfil (também chamado de feed) dos usuários.

Mas isso não quer dizer que seja impossível reaver as imagens postadas no Instagram. Veja a seguir algumas das formas de salvar esse conteúdo, sem precisar fazer prints (capturas de tela) das fotos desejadas.

Como baixar as fotos publicadas no Instagram no computador

A solução mais simples é fazer o download das fotos em um computador usando uma extensão como o “Downloader for Instagram“. O programa está disponível para o navegador Google Chrome. O passo a passo é o seguinte:

Depois de instalar o “Downloader for Instagram“, acesse sua conta na rede social;

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  • Clique no botão “Descarregar”, que fica em cima das fotos para baixar as imagens de forma individual;
  • Para baixar todas as suas fotos de uma vez, clique no botão com a seta verde para baixo, que fica no canto direito superior da tela – ele vai estar ao lado da sua foto de perfil;
  • A extensão vai informar quantos posts foram encontrados no seu perfil. Para baixar todas de uma vez, mantenha o intervalo entre 1 e o número máximo que o programa apontar;blank
    • Por fim, clique em “Descarregar” para fazer o download de todas as fotos.

    Como baixar as fotos e vídeos antes de postar

    Outra forma de guardar as fotos da rede social é salvando os arquivos antes de publicar. Para isso, é preciso habilitar uma opção nas configurações do Instagram. Os passos são os seguintes:

    • Acesse o perfil e clique no ícone do canto direito superior da tela (três riscos);
    • Selecione a primeira opção do menu: “Configurações”;

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  • Escolha o botão “Conta” e, na sequência, “Fotos originais”;
  • Deixe a opção “salvar fotos originais” ligada.

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Como salvar Stories

Antes de você compartilhar uma foto ou vídeo no recurso Stories também é possível fazer o download da imagem para usar em outro momento. Basta seguir essas instruções antes da publicação:

  • Clique no botão com três pontos do lado direito da tela;
  • Selecione a opção “Salvar” (ícone com uma seta para baixo e uma barra).

Ainda é possível salvar fotos e vídeos de Stories depois de compartilhados. Nesse caso, o caminho é diferente:

  • Acesse o seu perfil e, em seguida, o ícone à direita, com três riscos;
  • Escolha a opção “Itens arquivados”;
  • Depois de encontrar a imagem desejada, clique no botão “Mais”, no canto direito inferior da tela;
  • Selecione “Salvar foto” ou “Salvar vídeo”.

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https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2022/04/19/instagram-como-baixar-as-fotos-publicadas-na-rede-social.ghtml

 

Instagram tem mais de um bilhão de usuários e hoje em dia e 62% dos brasileiros compram por lá, afirma pesquisa da Social Commerce

O Instagram é o centro das mídias sociais hoje em dia, um grande sucesso, e são mais de 62% de usuários ativos comprando produtos de lojas presentes na plataforma, de acordo com pesquisa da Social Commerce. Sendo a terceira rede social mais usada, o Instagram tem mais de um bilhão de usuários e não é mais centrado apenas no compartilhamento de fotos.

Com isso, surgiram diversos serviços focados em contribuir no gerenciamento de InstagramContinua depois da publicidade, e 40% das empresas entrevistadas afirmaram estar alinhadas com o marketing digital. Isso pode parecer até uma atividade simples, mas para que a empresa obtenha crescimento é importante ter algum conhecimento básico sobre as rede sociais.

Isto é: um planejamento, estratégias estruturadas e conhecimento de boas práticas na rede. Além disso, tudo depende do conhecimento em marketing digital e de como funciona.

Pensando nisso, esse texto possui algumas dicas para realizar gestão de redes sociais e gestão de tráfego pago.

Os melhores horários de postagem

De acordo com uma pesquisa realizada pelo site SproutSocial, realmente existe um horário adequado para postar conteúdo nas redes sociais. Eles afirmaram que é possível encontrar um melhor alcance e que essa é uma técnica essencial para buscar os melhores resultados, em questão de engajamento e visualizações da audiência.

Além disso, o segmento do perfil será o que define o horário e dia da semana mais propício para obter taxas de engajamento mais satisfatórias, e assim, o algoritmo do Instagram priorizará no feed as postagens com mais envolvimento dos seguidores, o que resulta em um maior alcance. Eles reforçam que é importante que a marca faça testes e analise os resultados obtidos em busca de um entendimento sobre como o público se comporta.

Influenciadores digitais

Os criadores de conteúdo estão por toda parte nas redes sociais e eles possuem relevância no mundo online. Por isso, podem servir como ponte entre a marca e o cliente, contribuindo na gestão de trafego pago no Instagram e nas demais redes sociais. O primeiro passo é que as marcas conheçam quais são os influenciadores digitais do seu próprio segmento e estabelecer uma relação com eles. Logo, pensar em estratégias de como usá-los.

Hashtags

Esse recurso ainda não está ultrapassado, tanto é que 87% das marcas preferem o uso desse artifício nas legendas. A hashtag pode ser encontrada nas redes sociais mais usadas pelo público, desde o Twitter até o Instagram. Mas especificamente na segunda plataforma elas ganham um certo destaque.

Isso porque no Instagram, seja publicações, inspirações e tendências através das hashtags, o que torna a busca mais eficiente. Tanto é que a rede social já até lançou um recurso para os usuários seguirem um termo. Para usá-las, o foco deve ser em palavras-chave e termos importantes, além de realizar uma análise das opções que tiveram maior retorno.

Redes sociais integradas

O Instagram e o Facebook são do mesmo dono, e apesar de terem formas de uso completamente diferentes, as estratégias podem integrar as duas, e as outras também. Já existem recursos que permitem essa integração, o que facilita que as campanhas e estratégias de marketing digital levem o usuário de um lugar para o outro.

Planejamento

O Instagram começou com a ideia de o usuário postar aquilo que estava na sua frente, quase instantaneamente, e os stories seguem essa mesma ideia. Mas isso mudou desde que eles permitiram postar fotos diretamente da galeria.

Se a marca deseja crescer no meio online, é importante estar organizada com um planejamento de postagens, pensando em conteúdo para curto, médio e longo prazo, sem perder a continuidade das publicações.

Além disso, não é preciso pensar em um conteúdo de última hora. O planejamento já terá organizado isso de forma adiantada, e é possível criar uma linha editorial e estabelecer temas para os dias da semana.

O que fazem as agências de marketing digital?

As cinco dicas anteriores não mentem sobre o nível de atenção que a marca deve dar à gestão do Instagram, por isso, contratar uma agência de marketing digital tira um peso das tarefas de gerenciamento de redes sociais para empresa.

As agências podem fazer tudo isso que foi mencionado de forma profissional.

Os objetivos das agências de marketing digital são oferecer o serviço de gerenciamento de redes sociais, Tabela de preços social media, além de artes para redes sociais, edição de vídeos para YouTube, gestão de canal YouTube e criação de sites.

Especialista dá dicas de como aproveitar os recursos para aumentar o alcance dos clientes.

2022 chegou com muitas novidades no mercado do marketing digital. Agora, a expectativa está voltada para o Instagram. Isto porque o head da plataforma, Adam Mosseri, publicou sobre diversas atualizações que veremos na rede social este ano. “As atualizações sempre trazem novidades que podem ser incorporadas no planejamento de marketing de empresas. Por isso, é fundamental acompanhar as novas tendências dessa rede social”, revela o especialista em marketing digital, César Augusto

Dentre as novidades, podemos citar as três opções de feed. “Uma das novas atualizações do Instagram para 2022 é a inclusão de três formatos diferentes de feed para a escolha do usuário: Home, Favoritos e Seguindo. Embora ainda não haja uma data oficial para a mudança, algumas pessoas já foram escolhidas para testar a novidade”, conta.

Mais uma das novas atualizações do Instagram inspirada no TikTok é o Reels Visual Replies. “Com esta nova ferramenta, os usuários poderão responder comentários de um Reels com outro Reels, assim como acontece na concorrente. Uma ótima forma de conseguir engajamento”, aconselha César.

  • Como se adaptar?

A época de comprar seguidores e realizar sorteios acabou. Com as novas atualizações do Instagram, o que podemos ver é que a rede quer oferecer cada vez mais controle para o usuário da sua própria experiência na plataforma. “Trabalhe um bom storytelling baseado em um bom plano de marketing de conteúdo para que as pessoas queiram te acompanhar e seguir as suas publicações”, explica.

Vale ressaltar que quando o Instagram lança uma nova ferramenta, ele prioriza a entrega de conteúdo das pessoas que usam essa ferramenta. “Logo, procure usar todas as atualizações assim que elas ficarem disponíveis para a sua conta”, finaliza o especialista.

 

Fonte: César Augusto, especialista em marketing digital e proprietário da agência Creative.

Europa vai elaborar novo documento com regras de compartilhamento de dados; Meta quer manter os padrões atuais

A Meta, conglomerado de Mark Zuckerberg, disse que está considerando fechar o Facebook e o Instagram na União Europeia (UE), se não puder continuar transferindo dados de usuários para os servidores dos Estados Unidos.

A gigante da mídia divulgou a informação em relatório anual que a Meta (FBOK34) apresentou à Securities and Exchange Commission (SEC), a Comissão de Valores Mobiliários (CMV) dos EUA.

Os reguladores na Europa estão elaborando uma nova legislação que vai definir como os dados de usuários dos cidadãos da Europa serão compartilhados ao redor do mundo.

“Se uma nova estrutura de transferência transatlântica de dados não for adotada e não pudermos continuar a contar com SCCs [cláusulas contratuais padrão] ou confiar em outros meios alternativos de transferência de dados da Europa para os Estados Unidos, provavelmente não poderemos para oferecer vários dos nossos produtos e serviços mais significativos, incluindo Facebook e Instagram, na Europa”, afirmou a Meta em seu relatório.

A empresa acrescentou que isso “afetaria material e adversamente nossos negócios, condição financeira e resultados operacionais”.

A postura da empresa, no entanto, não foi bem recebida. “A Meta não pode simplesmente chantagear a UE para que desista de seus padrões de proteção de dados”, disse o parlamentar europeu Axel Voss via Twitter, acrescentando que “deixar a UE seria uma perda para eles”.

Voss já escreveu algumas das legislações de proteção de dados da UE.

Diante da repercussão, nesta segunda-feira (7), um porta-voz da Meta afirmou à CNBC que a empresa não deseja se retirar da Europa, mas que a realidade é simples: “a Meta e muitas outras empresas, organizações e serviços dependem de transferências de dados entre a UE e os EUA para operar serviços globais”, afirmou.

Vale lembrar que na última semana, as ações da Meta sofreram uma queda de -26% na quinta-feira (3)  devido a temores sobre as perspectivas do Facebook. A perda passou de US$ 230 bilhões em valor de mercado, a pior sessão da história da empresa.

Apesar da discussão, já existia uma legislação que permitia o envio de dados para os servidores dos EUA, porém, ela foi derrubada pelo Tribunal de Justiça da UE em 2020.

Decisão judicial já cassou o Privacy Shield

Em julho de 2020, o Tribunal de Justiça Europeu decidiu que o padrão de transferência de dados entre a UE e os EUA, previsto em um acordo chamado Privacy Shield, não protegia adequadamente a privacidade dos cidadãos europeus.

O tribunal restringiu como as empresas americanas poderiam enviar dados de usuários europeus para os EUA depois de concluir que os cidadãos da UE não tinham uma maneira eficaz de se proteger da vigilância do governo americano.

Agências dos EUA, como a Agência de Segurança Nacional (NSA, em inglês), podem teoricamente pedir a empresas de como Facebook e Google que entreguem dados sobre um cidadão da UE.

A decisão do tribunal invalidou o Privacy Shield feito previamente, que permitia às empresas enviar dados de cidadãos da UE para os servidores dos EUA.

Porém, mesmo com a medida restritiva, a Meta seguiu transferindo os dados devido a esse acordo SCCs, de cláusulas padrões.

Por isso, mais tarde, em agosto de 2020, a Comissão de Proteção da Irlanda enviou ao Facebook uma ordem preliminar para interromper a transferência de dados de usuários da UE para os EUA, de acordo com um relatório do The Wall Street Journal.

“A Comissão Irlandesa de Proteção de Dados iniciou uma investigação sobre as transferências de dados entre Europa e EUA controladas pelo Facebook e sugeriu que os SCCs não podem, na prática, ser usados ​​para essas transferências de informações”, explicou Nick Clegg, vice-presidente de assuntos e comunicações globais do Facebook, em um post na época.

“Embora essa abordagem esteja sujeita a um processo adicional, se seguida, pode ter um efeito de longo alcance nas empresas que dependem de SCCs e nos serviços online de que muitas pessoas e empresas dependem”, acrescentou.

A Comissão de Proteção de Dados da Irlanda deve emitir uma decisão final no primeiro semestre de 2022.

Na prática, se as cláusulas atuais não puderem ser usadas ​​como base legal para a transferência de dados, o Facebook teria que isolar a maioria dos dados que coleta de usuários europeus.

Ainda, a Comissão de proteção de dados da Europa (DPC, na sigla em inglês) pode multar o Facebook em até 4% de sua receita anual, ou seja, cerca de US$ 2,8 bilhões, se a empresa não cumprir  a decisão do tribunal.

Apesar das possibilidades, a saída da Meta da Europa é pouco plausível: são mais de 300 milhões de usuários registrados do Facebook na Europa, e 150 milhões no Instagram.

https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/facebook-e-instagram-da-meta-pode-parar-de-funcionar-na-europa/

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